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Chilenos participam de primeira marcha do mandato de Bachelet

Homem utiliza vestimenta índigena durante protesto em Santiago, no Chile, neste sábado (22) (Foto: Martin Bernetti / AFP)Homem utiliza vestimenta indígena durante protesto em Santiago, no Chile, neste sábado (22) (Foto: Martin Bernetti / AFP)

Milhares de chilenos participaram, neste sábado (22), de uma marcha com uma variedade pauta de manifestações, de uma nova Constituição a um meio ambiente livre de contaminação, em defesa do aborto terapêutico e do casamento entre homossexuais, entre outras, na primeira marcha sob o governo da socialista Michelle Bachelet.

Batizada por seus organizadores de “A Marcha de todas as Marchas”, 40 organizações sociais, que incluíam minorias sexuais, defensores dos animais, ambientalistas, pessoas com necessidades especiais e doentes, ateus, músicos, indígenas e imigrantes, se manifestaram cada uma reivindicando suas próprias demandas.

A manifestação tinha sido convocada meses antes da posse de Bachelet em 11 de março e, segundo os organizadores, tem como objetivo tornar visível o movimento social perante o novo Executivo.

Esteve de fora da convocação a Confederação de Federação de Estudantes (Confech), que reúne o movimento estudantil e que desde 2011 lidera as mais maciças manifestações pedindo educação pública gratuita e de qualidade, bem como a principal central sindical do país, a CUT.

Bachelet afirmou há um par de semanas atrás que entendia a convocação desta marcha como um apoio ao seu programa de reformas educacional, tributária e constitucional, e uma maior pressão das ruas ao Congresso para que as aprove.

Autoridades utilizaram jatos de águas para dispersar manifestantes em Santiago, no Chile (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Autoridades utilizaram jatos de águas para dispersar
manifestantes em Santiago, no Chile
(Foto: Pedro Armestre/ AFP)

Sob uma temperatura superior aos 34 graus, a marcha transcorreu de forma pacífica pelo centro de Santiago até o parque Florestal, onde terminou com um ato cultural e musical ao qual milhares de famílias assistiram.

Os organizadores estimaram em 150 mil os participantes, enquanto a polícia ainda não tinha estimativas oficiais.

“Pela primeira vez, mais de 40 organizações sociais que representam as mais variadas causas se punem, dando conta de um solidário poder cidadão que estabelece as bases para futuras e novas mobilizações”, destacou em um comunicado o presidente do Movimento de Libertação dos Homossexuais (Movilh), Rolando Jiménez.

Ao concluir o percurso, grupos isolados de encapuzados se enfrentaram e atiraram pedras na polícia, que os repeliu com jatos d’água.

“Houve grupos muito menores que criaram distúrbios, mas não comprometem o ato em nada”, disse o intendente da Região Metropolitana, Claudio Orrego.

Milhares se reuniram em Santiago neste sábado (22) (Foto: Martin Bernetti / AFP)Milhares se reuniram em Santiago neste sábado (22) (Foto: Martin Bernetti / AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Quatro governadores nomeados por Bachelet renunciam aos cargos

Quatro governadores designados há menos de uma semana pelo governo de Michelle Bachelet renunciaram a seus cargos em meio a questionamentos por suas atuações no passado, confirmou nesta quarta-feira (19) o porta-voz Alvaro Elizalde.

Às renúncias se somam a de outros quatro vice-ministros, que deixaram seus cargos antes de assumir, também em meio a fortes críticas cidadãs.

Os governadores que renunciaram são os da ilha de Chiloé, Claudia Plascencio, questionada por receber o dinheiro do programa de proteção social, apesar de contar com um trabalho estável e ter vários bens em seu nome; de Ñuble, Cristián Fernández, criticado por sua atuação como prefeito de uma pequena localidade da zona, e de Santiago, Salvador Delgadillo, que enfrenta processos por desvio de fundos públicos.

Por último, demitiu-se o governador de Antofagasta, Hernán Vargas, questionado por receber pensãop como vítima da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, acena para jornalistas nesta terçaf-eira (11), dia em que tomou posse como presidente pela segunda vez (Foto: Cristobal Saavedra/Reuters)A presidente do Chile, Michelle Bachelet, acena para jornalistas nesta terçaf-eira (11), dia em que tomou posse como presidente pela segunda vez (Foto: Cristobal Saavedra/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Ex-premiê da Holanda cai durante posse de Bachelet no Chile

O ex-premiê da Holanda Ruud Lubbers sofreu uma queda nesta terça-feira (11) ao chegar ao palácio presidencial do Chile para um almoço após a posse da presidente chilena, Michelle Bachelet. (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)O ex-premiê da Holanda Ruud Lubbers sofreu uma queda nesta terça-feira (11) ao chegar ao palácio presidencial do Chile para um almoço após a posse da presidente chilena, Michelle Bachelet. (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)

O ex-premiê da Holanda Ruud Lubbers sofreu uma queda nesta terça-feira (11) ao chegar ao palácio presidencial do Chile para um almoço após a posse da presidente chilena, Michelle Bachelet.

Lubbers tropeçou no tapete vermelho colocado na entrada do palácio em Viña del Mar, no litoral chileno, enquanto acenava para os fotógrafos. Apesar do susto, ele passa bem.

O ex-premiê visitou o Chile como chefe da delegação holandesa que participou da posse de Bachelet para seu segundo mandato como presidente do país.

Combinação de fotos mostra queda do ex-premiê da Holanda, Ruud Lubbers, ao chegar a almoço para dignatários em Viña del Mar, no Chile, nesta terça-feira (11) (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)Combinação de fotos mostra queda do ex-premiê da Holanda Ruud Lubbers ao chegar a almoço para dignatários em Viña del Mar, no Chile, nesta terça-feira (11) (Foto: Eliseo Fernandez/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Em 1º dia de governo, Bachelet envia ao Congresso projeto sobre pobres

Presidente Michelle Bachelet recebe a faixa presidencial da presidente do Senado, Isabel Allende. (Foto: Victor R. Caivano/AP)Presidente Michelle Bachelet recebe a faixa
presidencial da presidente do Senado, Isabel Allende
(Foto: Victor R. Caivano/AP)

Em seu primeiro dia de trabalho como nova presidente do Chile, a socialista Michelle Bachelet enviou ao Congresso no início desta quarta-feira (12) um projeto de lei para instaurar de forma permanente a entrega de dois bônus às famílias mais pobres.

“Estamos retomando uma política social que coloca no centro os direitos dos cidadãos e lhes oferece apoio responsavelmente sustentados no tempo”, disse Bachelet, depois de assinar a iniciativa que deve ser discutida no Congresso, onde seu governo tem maioria simples.

A iniciativa, que considera a entrega de bônus no valor de 80 dólares em março e no inverno a 300.000 beneficiários, tem um custo total de 800 milhões de dólares.

Em março, os custos das famílias chilenas aumentam no início do ano escolar e ocorre o pagamento de impostos ao transporte e aos bens imóveis, entre outros. No inverno, sobem pelas doenças associadas ao frio e aos custos de calefação.

Após a assinatura do projeto, Bachelet liderava seu primeiro Conselho de Gabinete, mediante o qual delineará as ênfases de seu novo governo, no qual fixou três grandes reformas: uma educacional, outra tributária e uma mudança da Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

Nos primeiros 100 dias, a presidente levantou 50 medidas que traçam o caminho para estas reformas, que buscam acabar com o que ela definiu como o único adversário do Chile: a desigualdade social.

“O Chile tem apenas um grande adversário e isso se chama desigualdade, e apenas juntos podemos enfrentá-lo”, afirmou Bachelet na terça-feira, em seu primeiro discurso ao país após assumir seu segundo mandato à frente do Chile, depois de ter governado de 2006 a 2010.

Com um crescimento médio de 5,4% nos últimos quatro anos, o Chile é um dos países mais ricos e estáveis da região. Sua renda per capita chega a 20.000 dólares, mas tem um dos maiores índices de desigualdade social da região.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Dilma se reunirá com Bachelet nesta terça, informa Itamaraty

A presidente Dilma Rousseff tem uma reunião marcada para esta terça-feira (11) com a presidente eleita do Chile, Michelle Bachelet.  De acordo com o subsecretário-Geral da América do Sul, Central e do Caribe do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antonio José Ferreira Simões, a reunião vai tratar do comércio bilateral entre os países.

Dilma viajará para Viña Del Mar ainda nesta segunda (10) às 17h30, de acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto. A previsão de chegada da presidente no país é  21h30. A assessoria da presidente informou que ainda divulgará a data da volta.

A posse da nova presidente do Chile ocorrerá nesta terça-feira. Michelle Bachelet foi eleita em dezembro do ano passado, em segundo turno, para mais um mandato à frente do governo chileno. Ela obteve 62,2% dos votos – maior votação recebida por um candidato à presidência desde que o Chile retomou as eleições democráticas, em 1989.

Bachelet governou o Chile entre 2006 e 2010, mas não conseguiu eleger sucessor nas últimas eleições presidenciais. À época, Sebastián Piñera – atual presidente do Chile – venceu Eduardo Frei.

Segundo o embaixador Antonio Simões, às 12h desta terça (horário local), a presidente Dilma participará da cerimônia de transmissão de cargo no Congresso Nacional, que fica em Valparaíso, cidade vizinha a Viña Del Mar. Em seguida, por volta das 13h, Dima voltará para Viña Del Mar, onde irá se encontrar com Michelle Bachelet e outros presidentes para almoço oficial. Na sequência, haverá foto com todos os presidentes presentes.

Comércio
Na avaliação do embaixador Antonio Simões, o Chile é um “tradicional parceiro do Brasil em termos de comércio”. Segundo ele, o Chile está em terceiro lugar em volume de comércio com o Brasil entre os países da América Latina, com US$ 9 bilhões registrados no ano passado, atrás somente da Argentina, em primeiro lugar, e do México, em segundo.

Ainda de acordo com o embaixador, o Brasil é atualmente o principal destino dos investimentos externos do Chile, com cerca de US$ 22 bilhões investidos. “Hoje, também há cerca de 70 empresas brasileiras no Chile, nas áreas de energia, mineração, fármacos, no setor aéreo, entre outros”, disse Antonio Simões.

O embaixador ressaltou em entrevista a jornalistas nesta manhã que 98% do comércio bilateral entre Brasil e Chile circula com tarifa zero.

“Nós temos perspectivas muito boas de avançar na área de energia, educação, infraestrutura, direitos humanos e a nossa ideia é que o Brasil esteja cada vez mais próximo do Chile, e estamos muito felizes com a perspectiva de ter o Chile cada vez mais integrado na economia da America do sul”, disse o embaixador.

Crise na Venezuela
De acordo com o embaixador, a presidente Dilma não irá discutir com Michelle Bachelet a crise na Venezuela. O país passa por onda de protestos contra o governo de Nicolás Maduro e cerca de 20 pessoas já morreram em manifestações.

Antonio Simões informou que na quarta-feira (12), em Santiago, capital do Chile, o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, irá se reunir com chanceleres de outros países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para tratar da crise venezuelana.

Segundo o embaixador, Figueiredo irá apresentar aos países a posição do Brasil quanto à situação na Venezuela, reiterando notas divulgadas em conjunto com os países que compõem o Mercosul, a Unasul e a Cúpula da Comunidade dos Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac).

“No dia 11, o governo brasileiro entende que é um dia de festa para o Chile, essas cerimônias são com atos. (…) Por isso os chanceleres estão com agenda para reunião no dia 12, para tratar da questão da Venezuela. Por enquanto, não está previsto pronunciamento de presidentes sobre o assunto. Houve consenso por parte dos presidentes de que o assunto Venezuela será entre chanceleres”, disse o embaixador.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Socialista Bachelet está muito perto de ganhar segundo turno no Chile

A candidata chilena Michelle Bachelet (direita) acena ao lado da rival direitista Evelyn Matthei em um debate televisionado no dia 29 de outubro, em Santiago (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)A candidata chilena Michelle Bachelet (direita) acena ao lado da rival direitista Evelyn Matthei em um debate televisionado no dia 29 de outubro, em Santiago (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)

A ex-presidente Michelle Bachelet se encaminha para recuperar a Presidência do Chile, no domingo (15), com um audacioso programa de reformas para tentar corrigir as desigualdades sociais no país que é o maior exportador de cobre do mundo.

A socialista Bachelet conseguiu 46,6% dos votos no primeiro turno das eleições, há um mês, e de acordo com analistas não deve ter dificuldades para superar novamente a adversária conservadora Evelyn Matthei, que ficou com 25,01% dos votos na primeira votação.

Bachelet, de estilo amável e caloroso, quer entrar para a história como a presidente que diminuiu a enorme distância entre ricos e pobres no Chile através de uma revolução na educação pública financiada por uma milionária reforma tributária.

Essa é a parte relativamente fácil. Bachelet poderá encontrar muito mais resistência para rescrever a Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet, que limita a formação de maiorias no Congresso e dificulta o governabilidade.

“Temos duas opções neste domingo: uma que busca mudanças e a outra que se opõe a elas,” disse Bachelet, uma médica de 62 anos, que governou o país entre 2006 e 2010.

Sua promessa de melhorias sociais seduziu muito os chilenos, que não se sentem beneficiados pelas riquezas naturais do Chile, uma das nações mais estáveis da América Latina.

Matthei, de temperamento mais confrontador, concorre com a desvantagem de ter entrado tarde na corrida presidencial. Além disso, a ex-ministra do Trabalho não conseguiu convencer a maioria dos chilenos a apoiar a continuidade das políticas liberais do presidente Sebastián Piñera, que está de saída.

Depois do primeiro turno, a candidata de direita, rejuvenesceu sua equipe de campanha para tentar conquistar os eleitores de centro e diminuir a diferença com Bachelet.

“Se você votou em mim e trouxer alguém que não votou no primeiro turno, sim, é possível!,” disse Matthei em um anúncio de rádio.

A aposta da candidata é melhorar o nível de participação nas primeiras eleições com voto voluntário no Chile. Em novembro, metade dos 13,6 milhões de cidadãos habilitados votaram.

Para a maioria dos analistas, o resultado da eleição está traçado lançada e resta apenas saber qual o nível de apoio que Bachelet terá.

“Acho que o objetivo dela é (conseguir) mais de 60%, um pouco acima dos 65% é muito bom,” disse Kenneth Bunker, analista político da Universidade Diego Portales, em Santiago. “Qualquer coisa abaixo de 55% seria um resultado ruim para ela”.

Além de escolher entre esquerda e direita, os chilenos escolherão entre as filhas de dois generais da Força Aérea que estiveram em lados opostos durante o golpe militar de Pinochet, em 1973, um período que ainda divide os chilenos.

O pai de Bachelet se manteve leal ao presidente deposto, Salvador Allende, e morreu na prisão. O de Matthei chegou a integrar a junta de Pinochet.

Bachelet foi presa e torturada depois do golpe e foi para o exílio, como dezenas de milhares de chilenos. Durante seu primeiro governo, o Chile se estabeleceu como uma das economias de sucesso da América Latina, e agora Bachelet quer encurtar a distância social que ainda existe.

Para financiar a educação gratuita, Bachelet prometeu uma reforma fiscal que pretende arrecadar cerca de US$ 8,2 bilhões adicionais com um aumento dos impostos corporativos e com o fim de benefícios a empresas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de dezembro de 2013 em Brasil

 

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