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Espanhol que enfrentou Google se diz feliz com avanços pela privacidade

Mario Costeja, o advogado e calígrafo do noroeste da Espanha, de 58 anos, que enfrentou o Google na Justiça para ter informações pessoais obsoletas removidas das buscas na internet, disse nesta sexta-feira (30) estar contente com os novos passos da companhia para proteger a privacidade das pessoas.

O Google, gigante da internet que processa mais de 90% de todas as buscas na rede na Europa, disse na quinta-feira (29) que as pessoas podem usar um novo formulário da web para enviar solicitações de remoção de informações que considerarem ofensivas.

“Eu quero parabenizar o Google porque eles tomaram uma decisão que humaniza uma ferramenta que agora pode ser considerada perfeita”, disse Costeja, natural da Galícia.

Em 2008, ele iniciou uma ação legal que se tornou um marco contra o Google, depois de alguém avisá-lo que havia informações na internet dizendo que sua casa havia sido retomada devido a uma dívida fiscal.

Costeja pediu que o Google removesse a informação porque a casa havia sido vendida anos antes e ele tinha pago a dívida.

“O Google na Espanha pediu que eu contatasse a sua sede nos Estados Unidos, mas eu achei muito longe e difícil encaminhar a reclamação aos EUA. Então, procurei a Agência de Proteção de Dados na Espanha para pedir a assistência deles. Eles me disseram que eu estava certo e o caso foi para a Justiça”, disse Costeja à “Reuters” por telefone.

A Justiça espanhola pediu uma opinião sobre o caso à Corte Superior da União Europeia, em Luxemburgo. Neste mês, o Tribunal Europeu confirmou que os cidadãos têm o “direito de ser esquecidos”.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Artigo da ‘Science’ aponta avanços e retrocessos do novo Código Florestal

Cerrado em Itirapina (Foto: César Fontenele/EPTV)Cerrado em Itirapina: pesquisadores mostram preocupação com aumento do desmatamento em biomas como o cerrado e a caatinga (Foto: César Fontenele/EPTV)

Uma análise feita por sete pesquisadores brasileiros e um americano publicada na edição desta quinta-feira (25) da revista “Science” afirma que o novo Código Florestal, aprovado em maio de 2012, diminui a área de floresta desmatada ilegalmente que deveria ser restaurada no país em 58%: de 50 milhões de hectares (500 mil km²) para 21 milhões de hectares (210 mil km²). Além disso, diz o texto, a lei permite o desmatamento legal de mais 88 milhões de hectares. Por outro lado, o artigo aponta para avanços ambientais alcançados pela lei, como a possibilidade de comercializar títulos referentes a propriedades que conservam a mata nativa.

A diminuição das áreas que devem ser reflorestadas deve-se à parte do Código que libera da recomposição da mata os pequenos proprietários que tenham praticado desmatamento ilegal antes de 2008. Segundo a lei, enquadram-se na categoria de pequenas propriedades desde terras de 20 hectares no sul do país até propriedades de 440 hectares na Amazônia. Dessa forma, 90% das propriedades rurais brasileira se qualificam para receber o benefício.

“Essas perdas podem ter um grande impacto na conservação da biodiversidade e programas de reflorestamento, especialmente na Mata Atlântica, onde restam apenas de 12% a 16% da cobertura florestal original”, diz o artigo, que tem como autor principal o pesquisador Britaldo Soares-Filho, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Segundo o texto da “Science”, o novo Código também torna especialmente vulneráveis o Cerrado e a Caatinga. Isso porque a lei determina que propriedades que ficam nesses biomas devem manter apenas 20% de reserva legal de mata nativa (na Amazônia, o mínimo é de 80%). Como esses biomas ainda têm grandes áreas de cobertura vegetal, lá existe espaço para ampliação do desmatamento legal.

Avanços
Soares-Filho enfatiza que, embora o novo código tenha apresentado alguns retrocessos, mecanismos introduzidos por ele, como o das cotas de reservas ambientais (CRA), representam avanços.

O sistema permite que propriedades que tenham mata nativa com áreas superiores à reserva florestal determinada pelo código (80% em propriedades na Amazônia e 20% em propriedades em outros biomas) possam vender títulos referentes a esse excedente a propriedades que estejam em dívida ambiental, como forma de compensação. “O grande sonho da conservação é agregar valor à floresta em pé. Hoje, a floresta só tem valor quando é derrubada para a exploração da madeira ou para pastagem”, diz Soares-Filho.

Para os autores do artigo, a alegação por parte de proprietários rurais de que o cumprimento do novo código poderia gerar grande prejuízo ao agronegócio é “infundada”. Levando em conta, por exemplo, os 4,5 milhões de hectares de matas ciliares que devem ser restaurados, apenas 1% está atualmente ocupado por plantações.

“Continuar sabotando o código é um tiro no pé do produtor. A produtividade agrícola depende da estabilidade do clima”, completa Soares-Filho.

Demora
Na opinião de Soares-Filho, um ponto crítico em relação ao Código Florestal é o fato de ele ainda não ter sido regulamentado e colocado em prática, dois anos após sua aprovação. “O texto é difícil de ser interpretado e não há uma diretiva clara do governo sobre quando ele será regulamentado. Isso gerou um impasse: muita gente que estava fazendo a recuperação ambiental paralisou, pois não se sabe mais quais regras seguir.”

Um dos principais entraves que impede que o código seja posto em prática, segundo o pesquisador, é a falta de regulamentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), sistema que pretende reunir informações sobre todas as propriedades rurais brasileiras. “É preciso desenvolver um sistema transparente, integrado e federal de registro eletrônico das propriedades. Já existem vários sistemas estaduais, mas falta transparência”, diz o pesquisador.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Impunidade impede avanços de Brasil como ‘democracia influente’, diz ONG

De um lado, um país tentando se consolidar como uma democracia influente em debates internacionais sobre questões de direitos humanos.

De outro, uma nação que, ano após ano, não consegue lidar com problemas domésticos como tortura, violência policial, prisões superlotadas e impunidade.

Esse é o balanço do capítulo sobre o Brasil do relatório anual da ONG Human Rights Watch, divulgado nesta terça-feira (21), com os avanços e retrocessos em questões ligadas ao direitos humanos em todo o mundo.

O documento deste ano, as críticas ao Brasil – especialmente no que diz respeito à segurança – são bastante semelhantes às de 2013.

‘Além de não ter melhorado nesses quesitos, problemas como conduta policial e a situação carcerária foram potencializados por eventos do ano passado, como a ação violenta da polícia nos protestos, a morte do Amarildo e a matança no Maranhão’, disse à BBC Brasil Maria Laura Canineu, diretora da ONG para o país.

‘Ficou ainda mais claro o mau preparo da polícia para lidar com multidões. Durante os protestos, pudemos ver que o padrão de conduta dos policiais não mudou e, em muitos casos, usaram a força de forma desproporcional contra os manifestantes.’

A Secretaria de Direitos Humanos disse que só comentaria o relatório da Human Rights Watch após sua divulgação, marcada para a manhã desta terça-feira.

Carandiru
Para Maria Laura, houve avanços pontuais na questão da segurança, mas os problemas sistemáticos não foram resolvidos. ‘Não vemos a punição dos responsáveis. Isso é gravíssimo. Nos protestos, por exemplo, policiais foram, sim, processados, mas não vemos uma conclusão dos casos.’

Como ‘notável exceção’, o documento cita a condenação de 48 policiais pelo homicídio dos detentos mortos na prisão do Carandiru, ocorrida em São Paulo em 1992.

Segundo o relatório, há outros problemas sistemáticos que persistem, como as condições desumanas e degradantes em delegacias e prisões.

‘O Brasil ainda tem que fazer muito mais para se consolidar como democracia influente no mundo’, afirmou Maria Laura.

Entre iniciativas positivas na área, a diretora da ONG cita a implementação da lei estadual em São Paulo que proíbe policiais de socorrerem vítimas de tiroteios, sendo obrigados a esperar pelo resgate para transportá-los para o hospital – uma medida que reduziu em 34% o número de mortes decorrentes de ações policiais.

Privacidade e domésticas
A diretora também elogiou ‘o papel de liderança’ do Brasil na luta pelo direito à privacidade, afirmando na ONU que nenhum governo pode violar a privacidades de governos ou de indivíduos’. Mas disse que a Human Rigths Watch espera que essa liderança seja replicada em outras áreas da diplomacia.

‘O Brasil falhou, por exemplo, ao se omitir na votação da ONU sobre a guerra na Síria. Quando o Brasil fala, como no caso da invasão de privacidade, dá repercussão. Mas quando o Brasil se omite, isso também causa uma reação, e ela é bastante negativa para o país no cenário mundial.’

Fora da esfera da segurança pública e da diplomacia do Brasil, a ONG também tratou da liberdade de expressão e acesso à informação no país, lembrando que seis jornalistas foram mortos no país entre janeiro e novembro de 2013, além de profissionais feridos ou detidos durante os protestos.

O relatório faz um elogio a um avanço importante na área de direitos trabalhistas, com a aprovação da emenda constitucional (que ficou conhecida como PEC das domésticas) que garante a cerca de 6,5 milhões de trabalhadores dessa áreas a receberem direitos como pagamento de hora extra e aposentadoria.

Atrocidades na Síria
O principal foco do Relatório Mundial de Direitos Humanos 2014 foi a guerra na Síria e como as potências mundiais não estão tomando ações suficientes para barrar as atrocidades e a morte em massa de civis.

Segundo o documento, ‘a estratégia do governo sírio de travar uma guerra por meio de ataques a civis, bem como o aumento de abusos por grupos rebeldes, causaram horror em 2013, mas não houve pressão suficiente por parte de líderes mundiais para cessar as atrocidades e responsabilizar os criminosos’.

O relatório destaca que o fato de a Rússia e a China terem impedindo o Conselho de Segurança da ONU de agir permitiu o assassinato de civis sírios por ambos os lados.

A ONG também cita as divulgações feitas por ex-colaborador da NSA (agência de inteligência do governo americano) Edward Snowden, criticando a vigilância em massa feita pelo governo americano. Mas ressaltou que a indignação mundial perante esse ‘menosprezo ao direito à privacidade’ traz uma perspectiva de mudança.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Vídeo mostra avanços da construção do One World Trade Center nos EUA

O governo dos Estados Unidos divulgou na terça-feira (10) um vídeo institucional destacando o progesso da construção no novo One World Trade Center, em homenagem ao aniversário dos ataques terrotistas do 11 de setembro de 2001.

O vídeo oficial em ‘time lapse’ mostra desde o inicio das obras até a situação atual, resumindo nove anos de trabalho em quase dois minutos.  Assista ao vídeo

Video mostra avanços da contrução do One World Trade Center nos EUA (Foto: Reprodução/YouTube/earthcam)Video mostra avanços da contrução do One World Trade Center nos EUA (Foto: Reprodução/YouTube/earthcam)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Relatório de agência da ONU vê avanços no programa nuclear do Irã

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O Irã instalou cerca de mil centrífugas para enriquecimento de urânio e planeja testá-las, segundo um relatório da agência nuclear da ONU.

A notícia deve aumentar a preocupação das potências ocidentais, que esperavam uma mudança no curso da negociação nuclear no país, sob o governo do novo presidente, o moderado Hassan Rohani.

Segundo o documento confidencial, O Irã dispõe de 1.008 centrífugas do tipo IR-2m nesta central, contra quase 700 há três meses.

A Agência Internacional de Energia Atômica disse, em seu relatório trimestral, que o estado islâmico começou a preparar amostras de combustível para um reator que, segundo o Ocidente, poderia ser usado para fabricar material para uma bomba.

No momento nenhuma está ativa. Nesta quarta-feira a AIEA anunciou que se reunirá em setembro com o Irã para debater o polêmico programa nuclear do país.

O Irã nega que seu programa nuclear tenha objetivos militares.

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Projetos secretos durante a Guerra possibilitaram avanços na TI

Para evangelista da internet, atividades computacionais desenvolvidas na época foram essenciais para o esforço de quebrar códigos.

A máquina de cifra “Enigma”, usada pelo exército alemão na Segunda Guerra Mundial, ainda é um osso duro de roer. O número total de maneiras que ela pode ser configurada para cada letra é de cerca de 150 trilhões. Isso é suficiente para mantê-la fora do alcance dos mais determinados ataques de força bruta.

Então, como o falecido Alan Turing (cujo 100º aniversário é comemorado em círculos acadêmicos este mês) e seu companheiro de quebra de códigos, Bletchley Park, foram capazes de decifrar a “Enigma” e abastecer os aliados com inteligência inestimável?

Para começar, o evangelista da internet que trabalha na Google, Vint Cerf, diz que ali havia muito mais do que um gênio computacional. “Não é inteiramente um resultado de hardware. São também pessoas fazendo apostas sobre o que pode ter sido codificado, os formatos, data e hora da transmissão. Todas estas outras coisas se consignaram em táticas para tentar quebrar uma mensagem particular”, diz.

Os hackers de hoje reconheceriam instantaneamente algumas das técnicas britânicas para roubar mensagens alemãs, como engenharia social – em grande escala.

Um truque britânico chamava a Força Aérea Real para soltar minas marítimas em um local que seria com certeza notado pelos alemães – o que invariavelmente induziria à uma notificação de que “os britânicos minaram a grade de coordenadas x, y”. Os britânicos podiam então trabalhar naquilo sabendo que a mensagem alemã incluiria aquelas coordenadas, dando-os uma substancial vantagem.

“Esses são os chamados ataques de texto simples, e eles são poderosamente perigosos. São o tipo de coisa que todo criptógrafo odeia”, aponta Cerf em meio a uma gargalhada.

No entanto, os avanços na tecnologia de computação – particularmente a “bomba de Turing”, criada para automaticamente decifrar mensagens da Enigma – foram surpreendentes e também essenciais para o esforço em quebrar códigos.

“É incrível os que as pessoas faziam durante a Segunda Guerra Mundial”, diz Vint. “Dadas as capacidades computacionais de baixa qualidade que tinham, e do hardware muito limitado que eles podiam construir, é incrível o que eles conseguiram.”

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Publicado por em 18 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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