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Pescadores australianos capturam tubarão de 1,8 metro em rio

Dois pescadores australianos capturaram um tubarão-cabeça-chata de 1,8 metro e 60 quilos no mês passado no rio Collie, na Austrália.

Pescadores australianos capturaram tubarão-cabeça-chata de 1,8 metro no rio Collie (Foto: Reprodução/YouTube/Mick's Best)Pescadores australianos capturaram tubarão-cabeça-chata de 1,8 metro no rio Collie (Foto: Reprodução/YouTube/Mick’s Best)

Um dos pescadores disse acreditar que o rio esteja infestado de tubarões. “Um colega capturou outro cerca de quinze dias atrás”, disse ele.

Em 2002, um homem de 32 anos foi atacado por um tubarão enquanto nadava no rio.

O tubarão-cabeça-chata, também conhecido como tubarão-touro, pode viver tanto na água salgada quanto doce.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Marsupiais australianos morrem por estresse logo após cópula, diz estudo

A reprodução é algo tão estressante para certos marsupiais que alguns acabam morrendo logo depois de copular, revelou um estudo australiano publicado nesta terça-feira (8).

“A reprodução sempre tem um custo, é uma atividade que demanda muita energia” como regra geral no mundo animal, explicou a pesquisadora Diana Fisher, da Universidade de Queensland, na Austrália.

Segundo um estudo publicado na revista americana “National Academy of Sciences”, as mortes ocorrem por esforços extremos realizados pelos animais para assegurar a qualidade de seu esperma durante o curto período de fecundidade das fêmeas, uma vez por ano.

No caso do antequino-marrom e do phascogale, dois marsupiais da Austrália, os machos “não aprenderam a dividir o esforço no tempo, o fazem repetidamente e em um período muito curto, razão pela qual morrem logo depois”.

“Eles se reproduzem durante 12 ou 14 horas seguidas com um grande número de fêmeas, esgotam seus músculos e seus tecidos, e gastam toda a sua energia para ser reprodutores competitivos (…). É a seleção sexual”, indicou à “AFP” Diana Fisher.

Foto mostra o marsupial antequino-marrom (Antechinus stuartii), de origem australiana. (Foto: Glen Fergus/WikiCommons)Foto mostra o marsupial antequino-marrom (Antechinus stuartii), de origem australiana. (Foto: Glen Fergus/WikiCommons)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Serpentes venenosas vivem em casas e assustam australianos

Serpente taipan ('Oxyuranus scutellatus') no Zoológico de Taronga, em Sydney (Foto: Denise Chan/Creative Commons)Serpente taipan no Zoológico de Taronga, em Sydney (Foto: Denise Chan/Creative Commons)

Algumas das serpentes mais venenosas do mundo têm se instalado em residências na Austrália e vivido tranquilas até serem descobertas, em meio aos gritos dos moradores. O país abriga espécies como a mortal serpente marrom (Pseudonaja textilis) – que vive em áreas urbanas, onde procura presas como ratos e camundongos em latas de lixo – e a temida taipan (Oxyuranus scutellatus), que pode matar um ser humano em poucos minutos.

Esses répteis costumam passar o inverno enroscados confortavelmente em um celeiro ou refúgio de jardim, a menos que os moradores os descubram, quase sempre por acaso.

O encontro não é dos mais agradáveis. “Algumas pessoas morrem de medo, começam a gritar”, conta Andrew Melrose, especialista em serpentes de Sydney que se vê forçado a intervir nos casos com certa frequência.

Inclusive, elas “pensam em vender a casa e se mudar para lugares como a Nova Zelândia, onde não há serpentes”, explica.

Apesar disso, muitas vezes os moradores compartilham a casa com serpentes durante anos, sem saber. E acabam descobrindo-as por alguma circunstância particular, como uma mudança ou obras de reforma, diz Melrose.

Além disso, são poucos os indivíduos mortos por picados de serpente – de um a quatro por ano –, pois esses animais fogem do contato com o homem.

Serpente verde é inofensiva (Foto: Saeed Khan/AFP)Serpente verde inofensiva foi resgatada por Andrew
Melrose em casa de Sydney (Foto: Saeed Khan/AFP)

“Na maior parte do tempo, não vemos as serpentes”, diz Ken Winkel, diretor da Unidade de Pesquisas sobre Venenos da Universidade de Melbourne, no sul do país.

“Somos mais uma ameaça para as serpentes australianas do que o contrário. Um australiano médio tem poucas chances de ver uma serpente perigosa”, destacou.

Maioria dos casos no interior
A maioria dos acidentes graves acontece no campo ou em cidades do interior, embora às vezes também ocorram em meio urbano.

Winkel cita o caso de uma idosa que morreu após ser picada por uma serpente-tigre em 2003, enquanto cuidava dos cultivos de maracujá em Melbourne, e de um jovem de 16 anos, morto em 2007 picado por uma cobra marrom em Sydney.

A taipan mora principalmente no interior. Já a serpente marrom, com mais de 2 metros de comprimento, é menos perigosa, mas causa mais mortes porque está mais espalhada pelo território australiano.

“É uma serpente muito comum em todo o continente, e não é exigente com comida”, segundo Finkel, que acrescenta que essa espécie sobrevive sem problemas em áreas urbanas.

Curiosidade das crianças
Embora as serpentes costumem fugir dos seres humanos, a curiosidade infantil pode ser um problema. Em 2012, uma criança de 3 anos do estado de Queensland, no nordeste do país, livrou-se de um ataque ao encontrar alguns ovos, que guardou em uma caixa de plástico em um armário. Os ovos eram de uma serpente marrom oriental, e ela teve sorte de não ter sido picada.

A maioria dos telefonemas que Melrose recebe é de gente que diz ter uma serpente marrom em casa ou no jardim, mas, em grande parte dos casos, os animais não são da espécie mortal, mas serpentes marrons comuns ou lagartos.

O especialista recomenda não incomodar os répteis. “Eles não são perigosos e, em muitas áreas, vivem em perfeita harmonia com os moradores”, garante.

Jim e Carolyn Bland dividiram durante anos sua casa, em Sydney, com um ninho de serpentes que vivia confortavelmente sobre suas cabeças.

“Encontramos várias peles de serpente no jardim (provenientes da muda)”, explicou Jim à AFP. “Mas não me dei conta de que pudesse haver serpentes morando em casa.”

Por fim, operários que mudavam o telhado da casa descobriram três serpentes verdes, inofensivas, da espécie Dendrelaphis punctulata.

“Nunca nos preocupamos porque ignorávamos sua presença”, declarou Carolyn, acrescentando que pior teria sido ter gambás barulhentos sob o telhado.

Especialista em serpentes Andrew Melrose segura espécie verde retirada de residência (Foto: Saeed Khan/AFP)Especialista em serpentes Andrew Melrose segura espécie retirada de residência (Foto: Saeed Khan/AFP)

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Cientistas australianos querem saber para onde baleias anãs vão no verão

Cientistas marcam baleias encontradas próximas à Grande Barreira de Coral. (Foto: AFP Photo/Minke Whale Project/Matt Curnock)Cientistas marcam baleias encontradas próximas à Grande Barreira de Coral. (Foto: AFP Photo/Minke Whale Project/Matt Curnock)

Pesquisadores australianos têm marcado e rastreado as baleias-de-minke, também conhecidas como baleias anãs, encontradas próximas à Grande Barreira de Coral australiana. O esforço faz parte do primeiro estudo no mundo a tentar resolver o mistério sobre onde elas passam o verão.

Cientistas na Universidade James Cook, no estado de Queensland, fazem parte do projeto, que também envolve pesquisadores do Alasca, que marcaram quatro baleias no mês passado e agora estão monitorando seu progresso pela costa leste da Austrália.

Objetivo da pesquisa é descobrir para onde baleias vão no verão. (Foto: AFP Photo/Minke Whale Project/Matt Curnock)Objetivo da pesquisa é descobrir para elas vão no verão. (Foto: AFP Photo/Minke Whale Project/Matt Curnock)Participam do projeto pesquisadores da Austrália e do Alaska (Foto: AFP Photo/Minke Whale Project/Matt Curnock)Participam do projeto pesquisadores da Austrália e do Alaska. (Foto: AFP Photo/Minke Whale Project/Matt Curnock)

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Música, Tecnologia

 

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