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Itália ameaça liberar refugiados se UE não aumentar colaboração

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A Itália ameaçou nesta terça-feira (13) permitir que refugiados cruzem as suas fronteiras rumo a países vizinhos a menos que a União Europeia assuma uma operação marítima para lidar com o fluxo de imigrantes que chegam em barcos do norte da África.

O ministro do Interior italiano, Angelino Alfano, exigiu mais ajuda depois que a força-tarefa da Marinha italiana “Mare Nostrum” resgatou mais de 200 imigrantes e recuperou 17 corpos quando o barco que os levava afundou na costa da Líbia.

“A União Europeia tem duas opções: ou vem ao Mediterrâneo para colocar a bandeira da UE na Mare Nostrum ou deixaremos os imigrantes com direito a asilo partirem rumo aos seus países”, disse Alfano no Twitter.

A Comissária Europeia para Assuntos Internos, Cecilia Malmstrom, não respondeu de imediato a um pedido para comentar o assunto.

A menos de duas semanas das eleições parlamentares europeias, a imigração se tornou um tema político candente.

Há tempos os políticos italianos vêm exigindo mais auxílio do resto da UE para lidar com a crise, que afeta desproporcionalmente os países do sul do bloco europeu. Eles pediram uma mudança nas regras que obrigam aqueles que procuram asilo a permanecer no país no qual chegaram.

Muitos imigrantes esperam seguir viagem para países do norte da Europa com economias melhores que a italiana, que cresceu pouco em uma década e onde o desemprego chegou aos níveis mais altos em quase 40 anos.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Ataque à Síria pode aumentar ‘banho de sangue’, alerta chefe da ONU

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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta terça-feira (3) temer que um ataque militar à Síria, em resposta ao suposto uso de armas químicas no país, possa agravar o conflito no país.

Acompanhe a cobertura em tempo real

“Devemos considerar o impacto de qualquer ação punitiva nos esforços para evitar um maior banho de sangue e facilitar uma solução política do conflito”, disse Ban em entrevista na sede da ONU.

Ban Ki-moon pediu que as potências do Conselho de Segurança da ONU se unam para impedir o uso de armas químicas, considerando que o organismo tem “uma responsabilidade coletiva com a Humanidade”.

“Peço que os membros (do Conselho) unam e definam uma resposta apropriada, caso as acusações (de uso de armas químicas) se revelem verdadeiras”, declarou.

O secretário pareceu criticar a vontade manifestada pelos Estados Unidos de iniciar uma operação militar na Síria sem o aval da ONU.

“Qualquer ação futura, de acordo com os resultados das análises (das amostras recolhidas pelos investigadores da ONU) deverá ser analisada pelo Conselho de Segurança”, ressaltou.

“Tudo deverá ser conduzido de acordo com a Carta das Nações Unidas”, disse.

“O uso da força é legal apenas quando é utilizada em defesa própria, com base no artigo 51 da Carta das Nações Unidas e/ou quando o Conselho de Segurança aprova tal ação.”

No entanto, ele não quis dizer se considera ilegal uma operação estrangeira contra o regime sírio.

Entre os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, Rússia e China, aliadas de Assad, se opõem a um ataque militar. Os Estados Unidos e seus aliados defendem uma ação em resposta.

Quanto à investigação da ONU sobre o caso, Ban disseque as amostras recolhidas do local do ataque de 21 de agosto “devem chegar entre hoje (terça) e amanhã (quarta) nos laboratórios”.

O secretário recebeu nesta terça-feira os embaixadores de dez países membros não-permanentes do Conselho para informar sobre os avanços das investigações.

Ele deve deixar Nova York esta tarde rumo a São Petersburgo (Rússia), onde será realizada a cúpula do G20.

Ban confirmou que aproveitará esta reunião para discutir com os líderes mundiais a crise síria e reafirmou a necessidade de aumentar os esforços para convocar, o quanto antes, a conferência Genebra II, destinada a preparar uma transição na Síria.

Os preparativos para essa reunião estão parados em razão das divergências sobre o dia da reunião e seus participantes.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Conheça cinco recursos do Outlook 2013 para aumentar a produtividade

Algumas funcionalidades podem não parecer muita coisa, mas elas fazem a diferença no dia-a-dia, afirmam especialistas.

Não faço segredo sobre o meu desgosto pelo Microsoft Outlook. No ano passado cheguei a anunciar meus planos de me “divorciar” dele em prol de um outro cliente de e-mail menor e mais rápido.  Mas como boa parte do que escrevo gira em torno do Microsoft Office, continuei usando o Outlook, ao menos em um de meus PCs. E recentemente fiz a migração para o Outlook 2013, parte da recém-lançada versão do Microsoft Office.

Eu esperava um programa mais “inchado” e recheado de recursos dos quais não preciso. Mas fiquei surpreso ao encontrar um programa mais “magro” e agradável de usar, com alguns recursos dos quais eu realmente preciso, ou pelo menos de que gosto. Abaixo, cito cinco coisas surpreendentemente legais que encontrei no Outlook 2013.

Leia também
Entenda as diferenças entre as várias versões do Office 2013

1. Filtre mensagens não lidas com um clique

A não ser que você seja um ávido praticante da técnica de Inbox Zero, ou seja, deixá-la vazia respondendo e categorizando imediatamente todas as mensagens que chegam, são grandes as chances de que sua caixa de entrada esteja cheia de uma mistura de mensagens lidas e não lidas. Nas versões mais antigas do Outlook (como a 2010) a única forma de ver apenas os e-mails não lidos era clicar no botão Filtrar e escolher a opção Não Lidos.

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Links no topo da Inbox (em destaque) ajudam a filtrar as mensagens não lidas

No Outlook 2013 existe um grande atalho que diz Não Lidos bem no topo da caixa de entrada. Basta um clique nele e pronto! Você verá só as mensagens marcadas como não lidas. Quer voltar a ver todas as mensagens? Clique no atalho Todas. Esse é exatamente o tipo de melhoria de produtividade simples, porém eficaz, no qual a Microsoft deveria se concentrar.

2. Preview de mensagens

Tradicionalmente a caixa de entrada do Outloook mostra o nome do remetente e o assunto de cada mensagem. Para ver seu conteúdo é necessário dar um duplo-clique (ou clicar uma vez para vê-la no painel de visualização). 

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É possível escolher quantas linhas do conteúdo da mensagem você quer ver na Inbox.

O Outlook 2013 oferece um recurso (clique na aba Exibição na Ribbon e na aba Visualização da Mensagem) que permite ler uma, duas ou três linhas do corpo da mensagem de dentro da Inbox. É uma ótima forma de “passar os olhos” e separar as mensagens sem ter que abrir cada uma individualmente. E falando do painel de visualização, agora é possível responder (ou encaminhar) uma mensagem a partir de lá, sem ter de ir até a barra de ferramentas no topo da tela.

3. Controle de zoom

Dependendo de como um e-mail é formatado e o tamanho ou resolução de sua tela, o texto pode estar pequeno demais para que você possa lê-lo confortavelmente. Ou grande demais para caber no painel de visualização.

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O controle de zoom (no destaque) é algo aparentemente simples, mas muito prático

Felizmente o Outlook 2013 adotou um ótimo recurso do Word: o controle de zoom. Encontrado no canto inferior direito do painel de visualização, ele permite um ajuste rápido do tamanho do texto na mensagem que você está lendo. Mas este ajuste é individual: se você ampliar ou diminuir o texto em uma mensagem, voltar para a Inbox e abrir outra, ele será perdido. Não sei se isso é um bug ou um recurso, mas é incômodo.

4. Lembretes para anexos

O Outlook aprendeu esse truque com o GMail, e agora avisa quando acha que você se esqueceu de incluir um anexo mencionado no corpo da mensagem. Parece um pequeno detalhe, mas se você constantemente recebe respostas dos colegas dizendo “você esqueceu o anexo!” , sabe o quão útil isso pode ser.

5. Temas

Quem disse que o Outlook não pode ser bonito, ou pelo menos um pouco mais colorido? É possível enfeitá-lo com uma dúzia de fundos temáticos (caligrafia, nuvens, estrelas, etc) para suas mensagens, ou mudar a interface com três esquemas de cor (branco, cinza claro e cinza escuro).

Ainda não é perfeito

Embora a Microsoft tenha feito bastante progresso na melhoria da interface do Outlook, muitos dos menus e opções menos usados (especialmente em itens como opções de visualização avançadas) ainda são incompreensíveis para os meros mortais. Ainda assim, estou feliz em ver o programa avançando em termos de produtuvidade e simplicidade. Finalmente ele se parece menos com um adversário e mais com um aliado.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Mudanças no Facebook podem aumentar spam e risco à privacidade

Dois grupos de direitos digitais pediram ao Facebook que retirassem as novas alterações, com a justificativa de que representam risco à segurança dos usuários

Dois grupos de direitos digitais pediram ao Facebook que o site detenha as mudanças em seu regimento e políticas de uso de dados, alertando que as modificações podem aumentar os riscos de privacidade.

A rede social de Mark Zuckerberg informou que não mais permitiria que os usuários votassem sobre as mudanças políticas propostas. O site também mudou sua Política de Uso de Dados, permitindo que terceiros acessem dados de usuários, e modificou uma configuração que permite aos usuários controlar os tipos de mensagens que recebem por e-mail.

O Centro de Privacidade para Informações Eletrônicas (EPIC) e o Centro para Democracia Digital (CDD) pediram ao Facebook que retirasse as mudanças, argumentando que os usuários têm o direito de controlar as suas informações pessoais e participar das políticas do Facebook.

“Porque essas alterações propostas aumentam os riscos de privacidade para os usuários, podem ser contrárias à lei e violar seus compromissos anteriores sobre o regimento do site, pedimos que você retire as mudanças propostas”, as organizações escreveram em uma carta conjunta dirigida ao CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.

A rede social anteriormente permitia que os usuários votassem em propostas sobre mudanças para o regimento do site caso 7 mil usuários contribuissem com comentários “relevantes”. As políticas votadas subsequentes seriam consideradas se mais de 30% de todos os usuários ativos registrados votassem.

Mas a empresa disse que o sistema “incentivava a quantidade de comentários em detrimento da qualidade”, e que queria um sistema com feedback mais significativo.

O Facebook também planeja mudar sua Política de Uso de Dados, que permitiria ao site compartilhar informações dos usuários com outras companhias parceiras da rede social. O EPIC e o CDD escreveram que a mudança permitiria ao Facebook combinar informações de usuários do Instagram e “livremente compartilhar dados de usuários entre os dois sites”.

Consentimento expresso
Os grupos alertaram a decisão da rede à Comissão de Comércio Federal (FTC) dos EUA, que determinou ao site divulgar claramente o compartilhamento de dados e conseguir o “consentimento expresso afirmativo de seus usuários”.

A página finalizou o acordo com a FTC em agosto, depois que a agência acusou o site de repetidamente compartilhar informações que os usuários acreditavam ser mantidas privadas. Sob os termos do acordo, o Facebook não admitiu culpa, mas concordou em obter o consentimento dos usuários antes de compartilhar suas informações para além das suas configurações de privacidade estabelecidas.

Por fim, o EPIC e o CDD disseram que a terceira mudança do Facebook em suas configurações de mensagens provavelmente aumentariam a incidência de spam. A mudança permite que qualquer pessoa que fora adicionada a uma mensagem pudesse respondê-la – o que os grupos afirmam remover a capacidade do usuário de evitar que estranhos enviem mensagens indesejadas para os seus endereços reais de e-mail disponíveis no sistema de mensagens do Facebook.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Mudanças no Facebook podem aumentar spam e risco à privacidade

Dois grupos de direitos digitais pediram ao Facebook que retirassem as novas alterações, com a justificativa de que representam risco à segurança dos usuários

Dois grupos de direitos digitais pediram ao Facebook que o site detenha as mudanças em seu regimento e políticas de uso de dados, alertando que as modificações podem aumentar os riscos de privacidade.

A rede social de Mark Zuckerberg informou que não mais permitiria que os usuários votassem sobre as mudanças políticas propostas. O site também mudou sua Política de Uso de Dados, permitindo que terceiros acessem dados de usuários, e modificou uma configuração que permite aos usuários controlar os tipos de mensagens que recebem por e-mail.

O Centro de Privacidade para Informações Eletrônicas (EPIC) e o Centro para Democracia Digital (CDD) pediram ao Facebook que retirasse as mudanças, argumentando que os usuários têm o direito de controlar as suas informações pessoais e participar das políticas do Facebook.

“Porque essas alterações propostas aumentam os riscos de privacidade para os usuários, podem ser contrárias à lei e violar seus compromissos anteriores sobre o regimento do site, pedimos que você retire as mudanças propostas”, as organizações escreveram em uma carta conjunta dirigida ao CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.

A rede social anteriormente permitia que os usuários votassem em propostas sobre mudanças para o regimento do site caso 7 mil usuários contribuissem com comentários “relevantes”. As políticas votadas subsequentes seriam consideradas se mais de 30% de todos os usuários ativos registrados votassem.

Mas a empresa disse que o sistema “incentivava a quantidade de comentários em detrimento da qualidade”, e que queria um sistema com feedback mais significativo.

O Facebook também planeja mudar sua Política de Uso de Dados, que permitiria ao site compartilhar informações dos usuários com outras companhias parceiras da rede social. O EPIC e o CDD escreveram que a mudança permitiria ao Facebook combinar informações de usuários do Instagram e “livremente compartilhar dados de usuários entre os dois sites”.

Consentimento expresso
Os grupos alertaram a decisão da rede à Comissão de Comércio Federal (FTC) dos EUA, que determinou ao site divulgar claramente o compartilhamento de dados e conseguir o “consentimento expresso afirmativo de seus usuários”.

A página finalizou o acordo com a FTC em agosto, depois que a agência acusou o site de repetidamente compartilhar informações que os usuários acreditavam ser mantidas privadas. Sob os termos do acordo, o Facebook não admitiu culpa, mas concordou em obter o consentimento dos usuários antes de compartilhar suas informações para além das suas configurações de privacidade estabelecidas.

Por fim, o EPIC e o CDD disseram que a terceira mudança do Facebook em suas configurações de mensagens provavelmente aumentariam a incidência de spam. A mudança permite que qualquer pessoa que fora adicionada a uma mensagem pudesse respondê-la – o que os grupos afirmam remover a capacidade do usuário de evitar que estranhos enviem mensagens indesejadas para os seus endereços reais de e-mail disponíveis no sistema de mensagens do Facebook.

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Publicado por em 13 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Falhas levam indústrias de TI a aumentar pedidos de desculpas em 2012

Empresas como Apple, Google, Microsoft, Cisco, Motorola e Amazon foram obrigadas a se retratar publicamente e lamentar prejuízos aos clientes por problemas em produtos e serviços.

12 de novembro de 2012 – 07h30

Os fornecedores são bombástico na apresentação de novidades ao mercado como os surpreendentes smartphones, serviços de computação em nuvem e equipamentos de rede capazes de fazer mágica. Mas quando algo não vai bem nem sempre os problemas são conhecidos.

Porém, este ano muitas das indústrias tiveram que se retratar publicamente e pedir desculpas aos clientes por falhas e prejuízos causados por suas tecnologias. A seguir você acompanha algumas situações em que gigantes como Apple, Microsoft, Google, Cisco tiveram que pedir desculpas ao mercado.

Apple – Mapas viram alvo de críticas 
A Apple não tem muito o hábito de pedir desculpas aos seus clientes ou comentar sobre assuntos polêmicos. Mas desde a chegada dos primeiros iPhones em 2007, a companhia tem sido obrigada a mudar o seu comportamento e se retratar várias vezes. A última vez, Tim Cook se justificar pela frustração dos usuários com o lançamento do serviços de mapas no iOS 6, apresentado em setembro.

“Na Apple, nós nos esforçamos para fazer produtos de classe mundial que ofereçam a melhor experiência aos nossos clientes. (…). Estamos extremamente tristes com a frustração que o produto causou aos clientes e estamos fazendo tudo que podemos para tornar o Maps melhor”, afirmou a companhia em comunicado.

Cisco – Confusão dos termos de serviço em nuvem
A Cisco foi obrigada a dar um passo atrás em seu serviço Cisco Cloud Connect, removendo-o como configuração padrão para a gestão dos roteadores Linksys EA Series após uma série de reclamações de clientes sobre atualizações de firmware automáticas e condições confusas de uso do serviço.

Quando a empresa colocou o serviço Cisco Connect Cloud no ar em julho, convidou os usuários de modelos avançados de roteadores Linksys para efetuar login no novo serviço. No entanto, os consumidores reclamaram que a atualização os obrigavam a migrar para o modelo baseado na nuvem.

Intrigados com as mudanças, os usuários leram os termos do serviço e constataram que a Cisco poderia coletar informações sobre o consumo de internet e que elas poderiam ser compartilhadas com terceiros. Muitos dos usuários disseram que cancelariam o serviço. Em comunicado, Cisco se desculpou repetidamente vezes e tentou extinguir preocupações dos clientes sobre privacidade e atualizações de firmware automáticas.

 “Acreditamos que a falta de clareza em nossos termos de serviço contribuiu para muitas das preocupações de nossos clientes, e pedimos desculpas pela confusão e inconveniência que isso causou”, escreveu Brett Wingo, vice-presidente e gerente-geral da Cisco Networking Home.

Motorola – Expõe dados sensíveis de clientes
A Motorola Mobility pediu desculpas aos clientes de tablets Xoom baseados Android por ter vendido os equipamentos recondicionados com dados sensíveis dos ex-proprietários. A fabricante informou que cerca de 100 de um lote de 6,2 mil tablets reciclados não tiveram os dados apagados antes da revenda. Os tablets foram revendidos pelo site Woot entre outubro e dezembro de 2011.

Os equipamentos continham fotos e informações pessoais como nomes de usuário, senhas para as mídias sociais, e-mail e outras contas, reconheceu a Motorola. A empresa emitiu um comunicado lamentando o inconveniente e se comprometeu adotar medidas para proteger os clientes afetados.

Google – Balanço antes da hora
O CEO do Google, Larry Page foi obrigado a pedir desculpas aos analistas pela empresa ter divulgado acidetalmente, em outubro, o balanço dos resultados do terceiro trimestre, antes do fechamento do pregão da Nasdaq, em Nova York.

Os documento não estavam concluídos e traziam inclusive uma anotação deixando espaço para as aspas de Page. O erro fez o Google solicitar a suspensão das negociações de suas ações naquela tarde.

Este ano, o Google já havia emitido um comunicado lamentando as interrupções do Gmail. Em abril, pediu desculpas pelo inconveniente e agradeceu aos usuários do serviço pela paciência e apoio. Informou que estava continuamente fazendo melhorias para aumentar a confiabilidade do Gmail, que está no topo das prioridades da companhia. No entanto, muitos dos 4,8 milhões de usuários do Gmail foram afetados por outra falha em junho.

Em julho, o Google se desculpar novamente por falhas do Google Talk.

Microsoft – Termo ofensivo em código de Linux
Além dos desafios com o desenvolvimento das novas versões de Office e Windows, a Microsoft tem dor de cabeça com outros produtos.

Desenvolvedores da companhias cometeram o deslize de usar o termo “big boobs”, ou “peitos grandes” para identificar um código que conecta o kernel do Linux com a produto de virtualização Hyper-V da companhia. A palavra ficou econdida, mas a brincadeira machista foi descoberta e gerou polêmica.

A Microsoft teve que pedir desculpas. Em nota, a companhia agradeceu à comunidade de desenvolvedores por ter reportado problema e retirou a ofensiva frase do código escrito por seus funcionários.

A gigante de software também se desculpou ao mercado pelas interrupções de seu serviço Azure. Em comunicado, a Microsoft prometeu fazer ajustes para prevenir falhas que possam prejudicar seus clientes.

Amazon – queda da nuvem
As pessoas tendem a perceber quando a nuvem da Amazon Web Service (AWS) entra em colapso. Muitas empresas de sites dependem da prestadora de serviços para operar e quando ficam fora do ar acabam pedindo desculpas aos seus clientes, tornando o problema público.

Foi isso o que aconteceu em outubro, quando a AWS sofreu sua terceira grande queda em dois anos, após a instalação de hardware novo e um de seus data center no Norte da Virginia (EUA). Sites como Reddit e Imgur deixaram de fazer transações, prejudicanto o atendimento a seus clientes. A AWS prometeu resolver o problema e incluir em seus contratos política sobre estrangulamento de tráfego.

A AWS também pediu desculpas, publicando nota no seu site de suporte aviso lamentando o inconveniente causado e afirmou que sabia que seus serviços eram críticos para os negócios dos clientes. A companhia informou que aprendeu com as falhas e prometeu investir mais na resiliência de seus serviços.

A AWS já tinha sido forçada a pedir desculpas publicamente em junho pela interrupção de seus serviços Elastic Compute Cloud, culpando a falta de energia causada pelas tempestades.

LinkedIn – Vazamento de passwords
Em junho, o LinkedIn alertou chamou a atenção dos membros para os cuidados com suas senhas. O aviso ocorreu após relatos de que cerca de 6,5 milhões de senhas foram atacadas e publicadas online em um fórum hacker russo.

O vazamento teria ocorrido, em parte, porque LinkedIn estava usando um algoritmo de hash fraco. Executivos da rede social pediram sinceras desculpas pelo inconveniente causado e solicitaram que os sócios alterassem suas senhas.

RIM – BlackBerry mudo
A Research in Motion (RIM) vem enfrentando um 2012 difícil. Além da queda de receita, a rede do BlackBerry ficou fora do ar por três horas em setembro na Europa e África. O problema afetou cerca de 6% dos clientes e levou o CEO Heins Thorsten CEO a se desculpar pelo impacto em sua qualidade do serviço.

Em comunicado, Thorsten prometeu melhorias de seus serviços para evitar que os usuários dos smartphone  fiquem sem rede.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Intel está criando nova tecnologia para aumentar a vida útil das baterias de PCs

A nova tecnologia é uma melhoria de outra da Intel , chamada SmartConnect, que está disponível em ultrabooks atualmente, e mantém feeds fluindo mesmo em modo inativo

A Intel está pesquisando meios para ampliar a vida útil da bateria de PCs, fabricando dispositivos menores e permitindo comunicações “always on”.

O principal líder de tecnologia da Intel, Justin Rattner, apresentou redes e tecnologias de comunicação que podem melhorar a vida útil da bateria de PCs e até mesmo de tablets e smartphones.

Algumas das tecnologias mostradas durante a palestra no Intel Developer Forum foram projetadas para reduzir o stress nas CPUs. As pessoas querem que seus dispositivos estejam sempre ligados e disponíveis, mas a comunicação pode reduzir tremendamente a vida útil da bateria.

“Quando você olha para as tecnologias de mobilidade e wireless, começa a perceber que há um grande número de compensações. Uma dessas s é conveniência versus a vida da bateria”, disse Rattner.

A Intel está integrando as rádios de comunicação dentro das CPUs e também está trabalhando em um chip de mesma categoria, que pode inteligentemente avaliar os pacotes de dados para garantir que apenas informações relevantes estejam sendo entregues aos dispositivos. As tecnologias reduzem o estresse da CPU, que por sua vez melhora a vida da bateria de PCs em uso ativo e inativo.

O chip de comunicação poderia economizar metade da energia consumida por CPUs, disse Charlie Tai, principal engenheiro da Intel Labs, durante sua apresentação. Isto pode ser especialmente útil com mais dados fluindo da nuvem para os dispositivos móveis. “Ainda é um protótipo, está melhorando a cada dia”, disse Tai.

A nova tecnologia é uma melhoria de outra da Intel , chamada SmartConnect, que está disponível em ultrabooks atualmente. Bem como em smartphones e tablets, ela mantém feeds de importantes redes sociais e e-mails fluindo mesmo quando um aparelho está no modo inativo. 

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Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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