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Mensalidade do Netflix no Brasil aumenta para R$ 19,90

Os novo assinantes do Netflix, serviço de vídeos por meio de streaming na internet, pagarão uma mensalidade mais alta. De acordo com e-mail enviado para clientes do serviço, o preço para novos assinantes passa a ser de R$ 19,90. O valor já vale para novos clientes a partir desta sexta-feira (9).

Quem já é assinante continua pagando R$ 16,90 por mês para assistir a filmes e seriados durante um ano. A mensagem diz que a partir de junho de 2015 o valor será de R$ 19,90.

O aumento na mensalidade do Netflix é mundial. Ao divulgar seu resultado fiscal do primeiro trimestre de 2014 no final de abril – a empresa teve lucro líquido de US$ 53 milhões – a empresa revelou que o valor pago pelos clientes aumentaria nos EUA entre US$ 1 e US$ 2.

A justificativa da empresa é que com o aumento de preço será possível investir mais na produção de mais conteúdo original, que rendeu séries de sucesso como “House of Cards”, “Orange is the New Black”, uma temporada adicional de “Arrested Development” e outras.

O aumento é o segundo desde que o Netflix chegou ao Brasil em 2011, com mensalidade que custava R$ 14,90. Em abril de 2013 a empresa anunciou o aumento da mensalidade para novos usuários que passou a custar R$ 16,90.

No final de março, a Netflix informou que tinha 35,7 milhões de assinantes de seu serviço de streaming nos Estados Unidos. Nos mercados internacionais, a sua base de clientes atingiu 12,7 milhões, um ganho de 1,8 milhão durante o trimestre.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Mensalidade do Netflix no Brasil aumenta para R$ 19,90

Os novo assinantes do Netflix, serviço de vídeos por meio de streaming na internet, pagarão uma mensalidade mais alta. De acordo com e-mail enviado para clientes do serviço, o preço para novos assinantes passa a ser de R$ 19,90. O valor já vale para novos clientes a partir desta sexta-feira (9).

Quem já é assinante continua pagando R$ 16,90 por mês para assistir a filmes e seriados durante um ano. A mensagem diz que a partir de junho de 2015 o valor será de R$ 19,90.

O aumento na mensalidade do Netflix é mundial. Ao divulgar seu resultado fiscal do primeiro trimestre de 2014 no final de abril – a empresa teve lucro líquido de US$ 53 milhões – a empresa revelou que o valor pago pelos clientes aumentaria nos EUA entre US$ 1 e US$ 2.

A justificativa da empresa é que com o aumento de preço será possível investir mais na produção de mais conteúdo original, que rendeu séries de sucesso como “House of Cards”, “Orange is the New Black”, uma temporada adicional de “Arrested Development” e outras.

O aumento é o segundo desde que o Netflix chegou ao Brasil em 2011, com mensalidade que custava R$ 14,90. Em abril de 2013 a empresa anunciou o aumento da mensalidade para novos usuários que passou a custar R$ 16,90.

No final de março, a Netflix informou que tinha 35,7 milhões de assinantes de seu serviço de streaming nos Estados Unidos. Nos mercados internacionais, a sua base de clientes atingiu 12,7 milhões, um ganho de 1,8 milhão durante o trimestre.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cuba aumenta salários da saúde e ressalta exportação de médicos

Cuba anunciou nesta sexta-feira (21) um expressivo aumento salarial para os 440 mil profissionais da área médica, inclusive aqueles que atuam no exterior, argumentando que esses profissionais trazem bilhões de dólares em divisas para o país e que é preciso melhorar os serviços prestados dentro da ilha.

Segundo a imprensa oficial, os salários de médicos e enfermeiros terão aumentos que variam de 100% a quase 200%. Isso se aplicará a muitos dos 50 mil profissionais de saúde que trabalham no exterior, sendo 11.400 recentemente enviados ao Brasil.

Em 2010, o Banco Mundial informou que Cuba tinha 6,7 médicos por mil habitantes, maior índice do mundo. Mas, por causa da política de envio de mão de obra qualificada ao exterior, muitos cubanos se queixam de que o atendimento médico gratuito e universal dentro do país comunista está piorando.

O aumento salarial, que entra em vigor em maio, “contribuirá com a estabilidade e qualidade dos serviços médicos para a população, bem como o cumprimento dos compromissos internacionais”, segundo nota do governo.

Médicos enviados ao exterior ganham várias vezes mais do que seus colegas que permanecem em Cuba e recebem, em média, US$ 30 por mês. Os que ficam acabam sobrecarregados, sem nenhuma remuneração adicional. Embora não haja saúde privada em Cuba, muitos médicos atendem “por fora”, e outros aceitam presentes ou fazem bicos em outras atividades para complementar sua renda.

Além disso, alguns médicos enviados ao exterior nunca regressam, embora o governo não informe quantos já desertaram.

A exportação de serviços médicos é disparadamente a principal fonte de divisas para o regime comunista, e o governo estimou que em 2014 isso gere US$ 8,2 bilhões — equivalente a 40 por cento de todas as exportações cubanas em 2013.

Havana assina contratos com governos estrangeiros para enviar profissionais de saúde, ficando com a maior parte da remuneração. Os profissionais que servem no exterior recebem salários entre US$ 200 e 1.000 por mês.

Como parte de uma política de uniformizar o pagamento oferecido aos cubanos em 66 países, o salário dos cerca de 25 mil profissionais presentes na Venezuela será duplicado.

No mês passado, o governo brasileiro anunciou aumento de 25% no repasse de recursos para os profissionais cubanos que participam do programa Mais Médicos, numa tentativa de reduzir as críticas ao contrato firmado pelo Brasil para contratação dos profissionais. Com o reajuste, os médicos cubanos receberão a partir de março 1.245 dólares por mês.

Diferentemente dos demais profissionais estrangeiros e brasileiros que recebem salários de 10 mil reais diretamente do governo para integrar o programa, os médicos cubanos recebem por meio de um contrato firmado com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que por sua vez repassa parte dos valores para a Comercializadora de Servicios Cubanos S.A.

Os aumentos salariais promovidos por Cuba são parte de um programa mais amplo destinado a modernizar a economia comunista cubana. Em nota, o governo disse que “como resultado da reorganização do setor de saúde entre 2010 e 2013, o número de trabalhadores foi reduzido em 109 mil, com cerca de 2 milhões de pesos de economia orçamentária… algo que amparou este aumento dos salários”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Emissão de carteiras de trabalho para estrangeiros aumenta 53% em 2013

Mapa das carteiras de trabalho (Foto: Editoria de Arte/G1)

O número de carteiras de trabalho emitidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para estrangeiros cresceu 53% entre 2012 e 2013 no país. Dados do órgão mostram que, no ano passado, foram emitidas 41,4 mil carteiras para não brasileiros, contra 27,1 mil no ano anterior. Essa é a maior quantidade de documentos do tipo expedidos na última década (veja gráfico abaixo).

De acordo com o MTE, a principal causa do aumento foi uma maior abertura do país para os haitianos – cuja nacionalidade lidera a emissão de carteiras para estrangeiros. Um levantamento feito pelo G1 aponta que o número de haitianos que conseguiram o documento passou de 5,1 mil para 11,8 mil entre 2012 e 2013, uma elevação de 132%.

A imigração ilegal de pessoas dessa nacionalidade teve início em janeiro de 2010, quando um forte terremoto deixou 300 mil mortos e destruiu grande parte do país.

Do total de carteiras emitidas para haitianos no ano passado, 4,5 mil foram feitas no estado do Acre, principal ponto de entrada desses imigrantes. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Acre, em 2010 o estado recebeu 37 haitianos. Já em 2011, o número aumentou para 1.175 pessoas. Em 2012, pulou para 2.225 e, no ano passado, para 10.779 – um crescimento de 291 vezes nesse período de contagem.

Devido à alta de imigrantes, os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, ambos no Acre, solicitaram situação de emergência em abril do ano passado. Para acelerar a regularização dos estrangeiros, o governo federal montou uma força-tarefa na região, e a Polícia Federal (PF) simplificou o formulário que os haitianos devem preencher ao chegar ao país, o que aumentou o ritmo de emissão de vistos e carteiras de trabalho.

Mapa das carteiras de trabalho (Foto: Editoria de Arte/G1)

Pedidos de refúgio
De acordo com Marta Cristina de Oliveira, da Coordenação de Identificação e Registro Profissional do MTE, os haitianos conseguem agilizar o pedido da carteira de trabalho através de uma “brecha” na lei. Apesar de não serem considerados refugiados pela lei brasileira – que entende que o abrigo só pode ser concedido a quem provar sofrer perseguição por motivo de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas em seu país –, eles são orientados a procurar a PF e solicitar refúgio.

A documentação então segue para o Comitê Nacional de Refugiados (Conare) e para o Conselho Nacional de Imigração (Cnig), que abrem um processo para avaliar a concessão de residência permanente em caráter humanitário, algo que é concedido em 99% dos casos, segundo Virginius Lianza, diretor-adjunto do Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça e coordenador do Conare. O imigrante, porém, não precisa esperar o trâmite terminar para começar a trabalhar, pois o fato de ele estar solicitando refúgio já lhe dá direito a uma carteira de trabalho, com validade de até 180 dias.

Haitianos fazem cadastro e recebem documentos normalmente (Foto: Veriana Ribeiro/G1)Haitianos fazem cadastro e recebem documentos
em janeiro (Foto: Veriana Ribeiro/G1)

A facilidade de solicitar refúgio no país é, inclusive, citada por Diógenes Perez de Souza, chefe do Núcleo de Estrangeiros da Delegacia de Migração da Superintendência de São Paulo da PF, como um dos motivos para o aumento da emissão de carteiras de trabalho nos últimos anos. “É algo extremamente fácil solicitar refúgio no Brasil, e não apenas para os haitianos, mas para todas as nacionalidades”, diz.

É possível perceber essa agilidade dos processos no caso do haitiano João Mavi Aellad, de 32 anos. Há apenas 17 dias no país, ele afirma estar com a documentação pronta para começar a trabalhar no Brasil, pois solicitou refúgio logo ao chegar a Brasiléia. Aellad já havia tentado a sorte na República Dominicana, mas diz que o país não oferecia mais oportunidades de trabalho que o Haiti. Por isso, decidiu fazer uma segunda viagem e vir para o Brasil. “Venho buscar trabalho, pois aqui tem muito”, afirma.

Outro haitiano, Joel Rosius, de 36 anos, também fez uma primeira parada fora de seu país antes de chegar ao Brasil. Ele deixou as duas filhas, de 6 e 8 anos, em novembro de 2010 para ir ao Chile com a mulher. Apenas em dezembro de 2011, decidiu vir para solo brasileiro. “A maioria dos haitianos tem vontade de conhecer o Brasil por causa do futebol”, revela.

Joel no restaurante japonês que trabalha na região dos Jardins, em São Paulo (Foto: Clara Velasco/G1)Joel Rosius no restaurante japonês que trabalha
nos Jardins, em São Paulo (Foto: Clara Velasco/G1)

Rosius atravessou a fronteira argentina até o Rio Grande do Sul, onde passou apenas um dia e seguiu para São Paulo. Solicitou refúgio à PF e, com a carteira de trabalho temporária, conseguiu trabalho em um restaurante japonês na região dos Jardins, em São Paulo.

Com um visto para estadia de até sete anos no Brasil em mãos, Rosius diz que não pensa em voltar a viver no Haiti. “Se Deus quiser, pretendemos ficar muito tempo aqui. Apenas precisamos conseguir trazer minhas filhas”, destaca. 

Outras nacionalidades
Outra nacionalidade que também tenta com frequência a sorte no Brasil é a boliviana. Em todo o país, foram emitidos no ano passado 4.618 documentos para estrangeiros vindos da Bolívia, contra 3.689 em 2012 – um aumento de 25%. Isso faz a nacionalidade ser a segunda que mais conseguiu carteiras de trabalho em solo brasileiro em 2013.

Os bolivianos se enquadram no Acordo Brasil/Mercosul, que facilita a burocracia para a regularização de indivíduos naturais dos países integrantes e associados do bloco. São eles: Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Todos os países do acordo estão entre as 16 nacionalidades que mais receberam carteiras de trabalho no Brasil no ano passado – exceto a Venezuela, que ocupa a 21ª colocação, com 241 carteiras emitidas, e o Equador, na 32ª posição, com 110 carteiras. 

Entretanto, se depender do Acre, os haitianos devem continuar liderando a nacionalidade de emissão de carteiras de trabalho em 2014. Apenas entre os dias 1° e 27 de janeiro, 1.229 pessoas daquele país entraram no estado. “Quem já está aqui vai chamando os que continuam no Haiti. É um ciclo. Isso se multiplica mais do que dengue”, diz Nilson Mourão, secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre.

Colaborou Paula Paiva Paulo, do G1, em São Paulo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Sono aumenta número de células no cérebro, diz estudo

Dormir libera mielina, substância que protege o circuito do cérebro, dizem cientistas (Foto: BBC)Dormir libera mielina, substância que protege o circuito do cérebro, dizem cientistas (Foto: BBC)

Cientistas americanos acreditam ter descoberto mais um motivo para incentivar as pessoas a tentar ter uma boa noite de sono: dormir ajudaria a repor um tipo de célula do cérebro. Segundo eles, dormir eleva a produção de células que produzem uma substância estimuladora conhecida como mielina, responsável proteger o circuito neural.

A pesquisa, realizada até agora somente com ratos de laboratório, poderia ajudar a entender a ação do sono na reparação e no crescimento do cérebro, além do combate à esclerose múltipla, disse a equipe de cientistas do Estado americano de Wisconsin. As descobertas foram publicadas na revista científica “Journal of Neuroscience”.

A equipe liderada pela cientista americana Chiara Cirelli, da Universidade de Wisconsin, descobriu que a taxa de crescimento das células produtoras de mielina dobrou enquanto os ratos dormiam.

O aumento se deu com maior intensidade durante o período associado ao sonho – chamado de REM ou “movimento rápido dos olhos” – e foi produzido por genes. Em contrapartida, genes envolvidos na morte das células e em respostas de estresse passaram a ser observados quando as cobaias foram forçadas a permanecer acordadas.

O motivo pelo qual os seres humanos precisam dormir intriga os cientistas há séculos. Já se sabe que uma boa noite de sono ajuda o corpo a repor as energias e garante seu bom funcionamento – mas o processo biológico que acontece durante esse período só começou a ser estudado recentemente.

Crescimento e reparação
“Por muito tempo, os cientistas concentraram seus esforços em comparar a atividade cerebral quando estamos dormindo e quando estamos acordados”, explica Cirelli. “Agora, está claro que a maneira como operam outras células de apoio no sistema nervoso também muda significativamente se estivermos dormindo ou acordados.”

Os cientistas dizem que suas descobertas indicam que a perda de sono pode agravar alguns sintomas da esclerose múltipla, doença que prejudica a produção de mielina. Nela, o sistema imunológico ataca e destrói o revestimento de mielina dos neurônios e da medula e do cordão espinhal.

Segundo Cirelli, estudos posteriors poderão observar se o sono afeta ou não os sintomas da esclerose múltipla. Ela acrescenta que sua equipe também vai examinar se a falta de sono, especialmente durante a adolescência, pode gerar efeitos nocivos de longo prazo para o cérebro.

De acordo com o Instituto Americano de Transtornos Neurológicos e de Acidente Vascular Cerebral, dormir ajuda o sistema nervoso a funcionar corretamente. Um sono profundo coincide com a liberação do hormônio do crescimento em crianças e em jovens adultos. Muitas das células do corpo também registram elevação da produção e redução da quebra de proteínas durante esse período.

Dado que as proteínas ajudam o crescimento das células e a reparação dos danos causados por estresse e raios ultravioletas, uma boa noite de sono realmente pode significar o “sono da beleza”, acrescenta a instituição.

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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Sono aumenta número de células no cérebro, diz estudo

Dormir libera mielina, substância que protege o circuito do cérebro, dizem cientistas (Foto: BBC)Dormir libera mielina, substância que protege o circuito do cérebro, dizem cientistas (Foto: BBC)

Cientistas americanos acreditam ter descoberto mais um motivo para incentivar as pessoas a tentar ter uma boa noite de sono: dormir ajudaria a repor um tipo de célula do cérebro. Segundo eles, dormir eleva a produção de células que produzem uma substância estimuladora conhecida como mielina, responsável proteger o circuito neural.

A pesquisa, realizada até agora somente com ratos de laboratório, poderia ajudar a entender a ação do sono na reparação e no crescimento do cérebro, além do combate à esclerose múltipla, disse a equipe de cientistas do Estado americano de Wisconsin. As descobertas foram publicadas na revista científica “Journal of Neuroscience”.

A equipe liderada pela cientista americana Chiara Cirelli, da Universidade de Wisconsin, descobriu que a taxa de crescimento das células produtoras de mielina dobrou enquanto os ratos dormiam.

O aumento se deu com maior intensidade durante o período associado ao sonho – chamado de REM ou “movimento rápido dos olhos” – e foi produzido por genes. Em contrapartida, genes envolvidos na morte das células e em respostas de estresse passaram a ser observados quando as cobaias foram forçadas a permanecer acordadas.

O motivo pelo qual os seres humanos precisam dormir intriga os cientistas há séculos. Já se sabe que uma boa noite de sono ajuda o corpo a repor as energias e garante seu bom funcionamento – mas o processo biológico que acontece durante esse período só começou a ser estudado recentemente.

Crescimento e reparação
“Por muito tempo, os cientistas concentraram seus esforços em comparar a atividade cerebral quando estamos dormindo e quando estamos acordados”, explica Cirelli. “Agora, está claro que a maneira como operam outras células de apoio no sistema nervoso também muda significativamente se estivermos dormindo ou acordados.”

Os cientistas dizem que suas descobertas indicam que a perda de sono pode agravar alguns sintomas da esclerose múltipla, doença que prejudica a produção de mielina. Nela, o sistema imunológico ataca e destrói o revestimento de mielina dos neurônios e da medula e do cordão espinhal.

Segundo Cirelli, estudos posteriors poderão observar se o sono afeta ou não os sintomas da esclerose múltipla. Ela acrescenta que sua equipe também vai examinar se a falta de sono, especialmente durante a adolescência, pode gerar efeitos nocivos de longo prazo para o cérebro.

De acordo com o Instituto Americano de Transtornos Neurológicos e de Acidente Vascular Cerebral, dormir ajuda o sistema nervoso a funcionar corretamente. Um sono profundo coincide com a liberação do hormônio do crescimento em crianças e em jovens adultos. Muitas das células do corpo também registram elevação da produção e redução da quebra de proteínas durante esse período.

Dado que as proteínas ajudam o crescimento das células e a reparação dos danos causados por estresse e raios ultravioletas, uma boa noite de sono realmente pode significar o “sono da beleza”, acrescenta a instituição.

Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Sono aumenta número de células no cérebro, diz estudo

Dormir libera mielina, substância que protege o circuito do cérebro, dizem cientistas (Foto: BBC)Dormir libera mielina, substância que protege o circuito do cérebro, dizem cientistas (Foto: BBC)

Cientistas americanos acreditam ter descoberto mais um motivo para incentivar as pessoas a tentar ter uma boa noite de sono: dormir ajudaria a repor um tipo de célula do cérebro. Segundo eles, dormir eleva a produção de células que produzem uma substância estimuladora conhecida como mielina, responsável proteger o circuito neural.

A pesquisa, realizada até agora somente com ratos de laboratório, poderia ajudar a entender a ação do sono na reparação e no crescimento do cérebro, além do combate à esclerose múltipla, disse a equipe de cientistas do Estado americano de Wisconsin. As descobertas foram publicadas na revista científica “Journal of Neuroscience”.

A equipe liderada pela cientista americana Chiara Cirelli, da Universidade de Wisconsin, descobriu que a taxa de crescimento das células produtoras de mielina dobrou enquanto os ratos dormiam.

O aumento se deu com maior intensidade durante o período associado ao sonho – chamado de REM ou “movimento rápido dos olhos” – e foi produzido por genes. Em contrapartida, genes envolvidos na morte das células e em respostas de estresse passaram a ser observados quando as cobaias foram forçadas a permanecer acordadas.

O motivo pelo qual os seres humanos precisam dormir intriga os cientistas há séculos. Já se sabe que uma boa noite de sono ajuda o corpo a repor as energias e garante seu bom funcionamento – mas o processo biológico que acontece durante esse período só começou a ser estudado recentemente.

Crescimento e reparação
“Por muito tempo, os cientistas concentraram seus esforços em comparar a atividade cerebral quando estamos dormindo e quando estamos acordados”, explica Cirelli. “Agora, está claro que a maneira como operam outras células de apoio no sistema nervoso também muda significativamente se estivermos dormindo ou acordados.”

Os cientistas dizem que suas descobertas indicam que a perda de sono pode agravar alguns sintomas da esclerose múltipla, doença que prejudica a produção de mielina. Nela, o sistema imunológico ataca e destrói o revestimento de mielina dos neurônios e da medula e do cordão espinhal.

Segundo Cirelli, estudos posteriors poderão observar se o sono afeta ou não os sintomas da esclerose múltipla. Ela acrescenta que sua equipe também vai examinar se a falta de sono, especialmente durante a adolescência, pode gerar efeitos nocivos de longo prazo para o cérebro.

De acordo com o Instituto Americano de Transtornos Neurológicos e de Acidente Vascular Cerebral, dormir ajuda o sistema nervoso a funcionar corretamente. Um sono profundo coincide com a liberação do hormônio do crescimento em crianças e em jovens adultos. Muitas das células do corpo também registram elevação da produção e redução da quebra de proteínas durante esse período.

Dado que as proteínas ajudam o crescimento das células e a reparação dos danos causados por estresse e raios ultravioletas, uma boa noite de sono realmente pode significar o “sono da beleza”, acrescenta a instituição.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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