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Atriz pornô teme voltar às aulas em universidade nos EUA após ameaças

A jovem Miriam Weeks, de 18 anos, mais conhecida como a atriz pornô “Belle Knox”, afirmou em entrevista que não pretende voltar tão cedo à Universidade Duke em Durham, no estado da Carolina do Norte, após receber ameaças dos estudantes que descobriram sua profissão fora do mundo acadêmico.

De acordo com o jornal “New York Daily News”, a confusão teria começado quando outros estudantes começaram a reconhecê-la no campus, devido a seus trabalhos como atriz em filmes adultos e como stripper, e ficaram revoltados com a associação das atividades com a universidade.

Miriam Weeks, conhecida como 'Belle Knox', afirma que está com medo de voltar à universidade após ameaças (Foto: Reprodução/Twitter/Belle Knox)Miriam Weeks, conhecida como ‘Belle Knox’, afirma que está com medo de voltar à universidade após ameaças (Foto: Reprodução/Twitter/Belle Knox)

“Pessoas ameaçaram jogar lixo em mim”, disse a americana, apontando que a maioria dos insultos teriam vindo de colegas do sexo feminino.

Weeks explicou que escolhido a carreira de atriz pornô por necessidade, para conseguir pagar seus estudos na universidade, já que os pais não teriam essa condição.

A jovem destacou que filmou mais de 25 cenas de sexo, e que está próximo de conseguir pagar todo o curso, que custa US$ 45 mil (mais de R$ 104 mil).

Miriam contou que ainda pretende retomar os estudos, e que deve se tornar uma advogada.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Movimento para atrasar aulas e dar mais horas de sono a alunos ganha força nos EUA

Estudos científicos americanos sugerem que hora de início das aulas deve obedecer "relógio bilológico" (Foto: Arquivo pessoal)Estudos científicos americanos sugerem que hora
de início das aulas deve obedecer “relógio
bilológico” (Foto: Arquivo pessoal)

Um movimento para que as escolas de High School (equivalente ao Ensino Médio) comecem suas aulas mais tarde, permitindo assim que os alunos tenham mais horas de sono, vem ganhando força nos Estados Unidos.

A ideia não é nova, mas vem conquistando cada vez mais adeptos com a recente publicação de vários estudos sobre os benefícios de ajustar o início das aulas ao relógio biológico dos adolescentes.

Nos últimos meses, até mesmo o secretário de Educação dos Estados Unidos, Arne Duncan, manifestou apoio ao movimento.

‘Senso comum para melhorar desempenho estudantil que muito poucos implementaram: deixe os adolescentes dormirem mais, comece as aulas mais tarde’, disse Duncan em sua conta no Twitter.

‘Acho que entramos no radar nacional’, disse à BBC Brasil a fundadora do movimento Start School Later (Comece a Escola Mais Tarde, em tradução livre), Terra Ziporyn Snider.

Ela é autora de uma petição online, com assinaturas de moradores dos 50 Estados americanos, pedindo que o governo proíba escolas de iniciar as aulas antes das 8h.

Atualmente, segundo o Departamento de Educação, 42% das escolas públicas americanas de Ensino Médio começam as aulas antes das 8h.

‘Acreditamos que, com algum tipo de padrão nacional ou estadual seria mais fácil para as escolas enfrentar a oposição (à mudança de horário)’, afirma Snider, que é doutora em História da Medicina.

Pesquisas
Segundo diversas pesquisas, quanto mais tarde o horário de início das aulas, melhor o desempenho dos adolescentes.

Nessa idade, além de sentir mais sono, eles costumam adormecer mais tarde, por volta das 23h. Com o início das aulas antes das 8h, não dormem as oito horas consideradas necessárias para que tenham um bom desempenho.

Um estudo publicado neste mês pela Universidade de Minnesota, comparando dados de 9 mil estudantes de oito escolas em três Estados, concluiu que escolas cujas aulas começavam a partir das 8h35 apresentavam melhores notas, maiores índices frequência e pontualidade.

Até mesmo as taxas de acidentes automobilísticos com motoristas de idades entre 16 e 18 anos foram reduzidas – em até 70% no caso de uma escola que mudou o horário das 7h35 para as 8h55 (muitos alunos nos Estados Unidos, onde a idade mínima para dirigir varia de Estado para Estado, vão de carro para a escola).

O estudo concluiu ainda que estudantes que dormiam menos de oito horas por noite registravam mais sintomas de depressão e uso de cafeína, drogas e álcool.

Obstáculos
Mas apesar dos benefícios apontados pelas pesquisas, muitas escolas que tentam atrasar o início das aulas enfrentam resistência das comunidades, que nos Estados Unidos costumam ter sua vida organizada em torno dos horários escolares.

Entre os principais obstáculos mencionados estão a interferência na prática de esportes, que geralmente ocorre após as aulas e, assim, sofreria atrasos. Além de dificuldades de reorganizar o cronograma dos ônibus escolares, que costumam fazer mais de uma viagem levando alunos de diferentes séries.

Adversários da mudança também costumam citar o impacto sobre os empregadores que têm estudantes como funcionários de meio turno, além do menor tempo para atividades extracurriculares.

‘Mas o problema real é a norma social sobre o sono nos Estados Unidos’, diz Snider. ‘Simplesmente não encaramos sono e horário escolar, e questões de saúde pública, como questões importantes.’

Pioneira
O movimento para atrasar o início das aulas começou em meados dos anos 1990, quando pesquisas sobre o tema se tornaram mais populares.

Uma das primeiras escolas dos Estados Unidos a adotar a mudança foi a Edina High School, na cidade de Edina, no Estado de Minnesota.

Em 1995, após receber uma carta da Associação Médica do Estado alertando para as conclusões de estudos sobre o tema, a escola decidiu atrasar o início das aulas das 7h25 para as 8h30.

‘No início, muitos pais me perguntavam: ‘Por que vocês estão fazendo isso”, disse à BBC Brasil o superintendente da escola na época, Kenneth Dragseth, hoje aposentado.

‘Muita gente pensava que os adolescentes simplesmente deveriam ser fortes e acordar cedo.’

Segundo Dragseth, após ajustes iniciais, que incluíram mudanças nos horários dos ônibus e dos treinos esportivos, a mudança transcorreu sem problemas.

‘No primeiro ano após a mudança, fizemos uma pesquisa com os pais, e 96% disseram que estavam satisfeitos’, lembra.

‘Uma pesquisa com os alunos demonstrou que estavam se saindo melhor nos testes e mais satisfeitos com o ambiente escolar’, afirma Dragseth.

Esforços
Nos últimos anos, escolas em todo o país vêm adotando horários mais flexíveis. No entanto, para muitos estudantes isso ainda é um sonho distante.

‘Se quiser tomar banho, arrumar o cabelo e comer alguma coisa, preciso acordar às 5h45 para chegar à escola a tempo do início das aulas, às 7h40’, disse à BBC Brasil Rhian Williams, estudante do penúltimo ano do ensino médio no Estado de Michigan.

Ela conta que costuma dormir depois da meia-noite e sempre deixa três despertadores ligados, mas muitas vezes acaba conseguindo sair da cama somente às 7h. ‘Saio correndo de casa, sem comer nada, e tenho que dirigir em alta velocidade para não chegar atrasada.’

Ryan Edwards, 17 anos, prestou depoimento sobre sua rotina ao conselho escolar de sua região, no Estado da Virgínia, em uma discussão sobre a possibilidade de mudar o horário das aulas, que começam às 7h20.

Ele acorda às 6h15 e, depois da escola, trabalha em um restaurante. Nunca chega em casa antes das 22h30.

‘Eu costumava ser um estudante nota A, mas desde que comecei o Ensino Médio, minhas notas caíram. Às vezes mal consigo ficar acordado durante as provas’, disse Edwards à BBC Brasil.

Mudança
Carrie Close, 18 anos, estudante do último ano do Ensino Médio em Farmington, no Maine, chegou a redigir uma proposta para apresentar às autoridades locais pedindo mudanças no horário, mas a iniciativa não foi adiante.

‘Costumo acordar às 6h para estar na escola às 7h45. Não tenho tempo de tomar café da manhã e estou sempre com fome’, disse Close à BBC Brasil.

‘Obviamente não me sinto motivada a estudar. Hoje, primeiro dia de primavera (no Hemisfério Norte), quando acordei ainda era noite e nevava’, conta.

Snider observa que os pais também sofrem com a situação, e cita a experiência com seus três filhos (o mais novo acaba de ingressar na faculdade).

Mas ela acredita que a atenção que o movimento vem ganhando vai acabar mudando a percepção pública.

‘Esse tema tem de ser encarado como questão de saúde. Isso, ao lado de esforços locais, vai levar a uma reforma’, acredita.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Atriz pornô teme voltar às aulas em universidade nos EUA após ameaças

A jovem Miriam Weeks, de 18 anos, mais conhecida como a atriz pornô “Belle Knox”, afirmou em entrevista que não pretende voltar tão cedo à Universidade Duke em Durham, no estado da Carolina do Norte, após receber ameaças dos estudantes que descobriram sua profissão fora do mundo acadêmico.

De acordo com o jornal “New York Daily News”, a confusão teria começado quando outros estudantes começaram a reconhecê-la no campus, devido a seus trabalhos como atriz em filmes adultos e como stripper, e ficaram revoltados com a associação das atividades com a universidade.

Miriam Weeks, conhecida como 'Belle Knox', afirma que está com medo de voltar à universidade após ameaças (Foto: Reprodução/Twitter/Belle Knox)Miriam Weeks, conhecida como ‘Belle Knox’, afirma que está com medo de voltar à universidade após ameaças (Foto: Reprodução/Twitter/Belle Knox)

“Pessoas ameaçaram jogar lixo em mim”, disse a americana, apontando que a maioria dos insultos teriam vindo de colegas do sexo feminino.

Weeks explicou que escolhido a carreira de atriz pornô por necessidade, para conseguir pagar seus estudos na universidade, já que os pais não teriam essa condição.

A jovem destacou que filmou mais de 25 cenas de sexo, e que está próximo de conseguir pagar todo o curso, que custa US$ 45 mil (mais de R$ 104 mil).

Miriam contou que ainda pretende retomar os estudos, e que deve se tornar uma advogada.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Escola em Nova York dá aulas de iPad para cachorros

Anna Grossman segura seus iPad enquanto o cachorro Amos toca a tela, em uma demonstração de uma aula da “Schooll for the dogs”, em Nova York (EUA). (Foto: Don Emmert/France Presse)Anna Grossman segura seus iPad enquanto o cachorro Amos toca a tela, em uma demonstração de uma aula da “Schooll for the dogs”, em Nova York (EUA). (Foto: Don Emmert/France Presse)

Além de ensinar bons modos aos cachorros, como latir menos e melhorar o comportamento dentro de casa, uma escola para cães de Nova York, nos Estados Unidos, incluiu na grade curso para auxiliar os animais de estimação a manusear iPads.

O assunto surgiu após Anna Grossman, uma das donas da escola, ler uma notícia na internet sobre uma aluna que pretendia entrar na universidade e listou entre seus hobbies, entre outras coisas, aprender Mandarin e ensinar ao seu cachorro a usar um iPad.

Ana pensou: “Eu poderia perfeitamente ensinar meu cachorro a usar o iPad”. E desde o ano passado, a “School for the dogs” já ajudou dúzias de donos de cachorros. Segundo ela, tocar, ou melhor, lamber é um dos primeiros truques.

O cachorro Amos toca a tela de um iPad, em uma demonstração de uma aula da “Schooll for the dogs”, em Nova York (EUA). (Foto: Don Emmert/France Presse)O cachorro Amos toca a tela de um iPad, em uma demonstração de uma aula da “Schooll for the dogs”, em Nova York (EUA). (Foto: Don Emmert/France Presse)

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Publicado por em 20 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Escolas só usam computadores nas aulas de informática

Pesquisa TIC Educação atesta que o uso efetivo do computador e da internet em atividades de ensino continua um desafio a ser vencido

O uso do computador e da Internet para os estudos vem aumentando no Brasil. Mas principalmente fora do ambiente escolar. Embora a maioria das escolas possua pelo menos um computador, o número de equipamentos por aluno ainda limita o uso efetivo do computador e Internet na sala de aula, segundo a edição 2011 da pesquisa TIC Educação, produzida pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), por meio de seu Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), divulgada esta semana. Só 4% dos colégios têm computadores na sala de aula.

O estudo analisou 650 estabelecimentos educacionais, sendo 497 escolas públicas e 153 particulares, que entraram na amostra pela primeira vez nesta edição. Os resultados apontam que as atividades mais comuns em sala de aula são aquelas em que menos os professores utilizam recursos as TIC: apenas 21% dos professores o fazem dessa forma. A atividade menos frequente em sala de aula – ensinar os alunos a usar o computador e a Internet – é aquela em que os professores (65%) mais usam o computador e a internet.

De forma geral, o uso de computador e Internet é maior entre professores de escolas particulares. Nas aulas expositivas, 36% dos docentes utilizam as TIC, enquanto que entre seus colegas da rede pública são 24%. Em interpretação de texto a diferença é de 10 pontos percentuais entre escolas privadas e públicas, com 26% e 16% respectivamente.

Outra barreira importante mencionada pelos docentes é a baixa velocidade de conexão: 52% deles declaram que este fator atrapalha muito o uso adequado de TIC no processo pedagógico. Isso se explica porque, ainda que 93% das escolas tenham acesso à Internet, um quarto das escolas tem internet com velocidade abaixo de 1 MB (se houver mais de um computador conectado à rede, a velocidade é ainda mais baixa). Outros 32% têm velocidade entre 1MB e 2MB.

O local de instalação dos equipamentos tecnológicos na escola é também uma questão relevante que pode limitar a integração das TIC no processo pedagógico. Em 2010, 81% das escolas tinham computadores instalados somente nos laboratórios de informática. Em 2011, o índice subiu para 86%. Os dados indicam ainda que 21% das escolas particulares possuem computadores instalados em sala de aula, proporção cinco vezes maior que os 4% das escolas públicas.

Capacitação dos professores

Embora os laboratórios de intenter das escolas estejam equipados com computador e Internet, aqueles professores que usam as TIC em sala de aula realizam o maior número de atividades com o apoio dessas ferramentas. Além disso, a proporção de professores que usa TIC nas escolas pesquisadas dobrou nos últimos anos, passando de 7% em 2010 para 13% em 2011.

Uma hipótese para este avanço está relacionada ao aumento expressivo da posse do computador portátil pelos professores. Em 2010, 48% tinham o equipamento, em 2011 63%. Importante observar que os educadores declararam adquirir esses equipamentos com recursos próprios. Este indicador teve aumento de 11 pontos percentuais entre 2010 e 2011 atingindo 76% dos professores. Esse resultado é coerente com os dados da pesquisa TIC Domicílios 2011 que apontam um crescimento significativo da posse do computador portátil entre os brasileiros.

Diferentemente do cenário geral que indica que 45 % dos brasileiros possuem computador e 38%, acesso à Internet (dados da TIC Domicílios 2011), no caso dos professores, a posse desses recursos está praticamente universalizada: 94% têm o equipamento e 88% estão conectados à rede em suas casas. Além disso, 79% declararam acessar a rede todos os dias.

O estudo indica ainda que além de ter os equipamentos, os professores os têm aprendido a usar cada vez mais o computador sozinhos. Em 2010, eram 38%, enquanto que em 2011 passou para 47%. A forma de aprendizado mais citada por eles ainda é por meio de cursos (em 52%dos casos). Outro dado que indica a disposição do educador em desenvolver suas habilidades para o uso das TIC por iniciativa própria é que a maior parte deles, 67%, recorre a contatos informais com outros educadores.

Os resultados completos da pesquisa TIC Educação 2011 estão disponíveis no site do Cetic.

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Publicado por em 2 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Escolas só usam computadores nas aulas de informática

Pesquisa TIC Educação atesta que o uso efetivo do computador e da internet em atividades de ensino continua um desafio a ser vencido

O uso do computador e da Internet para os estudos vem aumentando no Brasil. Mas principalmente fora do ambiente escolar. Embora a maioria das escolas possua pelo menos um computador, o número de equipamentos por aluno ainda limita o uso efetivo do computador e Internet na sala de aula, segundo a edição 2011 da pesquisa TIC Educação, produzida pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), por meio de seu Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), divulgada esta semana. Só 4% dos colégios têm computadores na sala de aula.

O estudo analisou 650 estabelecimentos educacionais, sendo 497 escolas públicas e 153 particulares, que entraram na amostra pela primeira vez nesta edição. Os resultados apontam que as atividades mais comuns em sala de aula são aquelas em que menos os professores utilizam recursos as TIC: apenas 21% dos professores o fazem dessa forma. A atividade menos frequente em sala de aula – ensinar os alunos a usar o computador e a Internet – é aquela em que os professores (65%) mais usam o computador e a internet.

De forma geral, o uso de computador e Internet é maior entre professores de escolas particulares. Nas aulas expositivas, 36% dos docentes utilizam as TIC, enquanto que entre seus colegas da rede pública são 24%. Em interpretação de texto a diferença é de 10 pontos percentuais entre escolas privadas e públicas, com 26% e 16% respectivamente.

Outra barreira importante mencionada pelos docentes é a baixa velocidade de conexão: 52% deles declaram que este fator atrapalha muito o uso adequado de TIC no processo pedagógico. Isso se explica porque, ainda que 93% das escolas tenham acesso à Internet, um quarto das escolas tem internet com velocidade abaixo de 1 MB (se houver mais de um computador conectado à rede, a velocidade é ainda mais baixa). Outros 32% têm velocidade entre 1MB e 2MB.

O local de instalação dos equipamentos tecnológicos na escola é também uma questão relevante que pode limitar a integração das TIC no processo pedagógico. Em 2010, 81% das escolas tinham computadores instalados somente nos laboratórios de informática. Em 2011, o índice subiu para 86%. Os dados indicam ainda que 21% das escolas particulares possuem computadores instalados em sala de aula, proporção cinco vezes maior que os 4% das escolas públicas.

Capacitação dos professores

Embora os laboratórios de intenter das escolas estejam equipados com computador e Internet, aqueles professores que usam as TIC em sala de aula realizam o maior número de atividades com o apoio dessas ferramentas. Além disso, a proporção de professores que usa TIC nas escolas pesquisadas dobrou nos últimos anos, passando de 7% em 2010 para 13% em 2011.

Uma hipótese para este avanço está relacionada ao aumento expressivo da posse do computador portátil pelos professores. Em 2010, 48% tinham o equipamento, em 2011 63%. Importante observar que os educadores declararam adquirir esses equipamentos com recursos próprios. Este indicador teve aumento de 11 pontos percentuais entre 2010 e 2011 atingindo 76% dos professores. Esse resultado é coerente com os dados da pesquisa TIC Domicílios 2011 que apontam um crescimento significativo da posse do computador portátil entre os brasileiros.

Diferentemente do cenário geral que indica que 45 % dos brasileiros possuem computador e 38%, acesso à Internet (dados da TIC Domicílios 2011), no caso dos professores, a posse desses recursos está praticamente universalizada: 94% têm o equipamento e 88% estão conectados à rede em suas casas. Além disso, 79% declararam acessar a rede todos os dias.

O estudo indica ainda que além de ter os equipamentos, os professores os têm aprendido a usar cada vez mais o computador sozinhos. Em 2010, eram 38%, enquanto que em 2011 passou para 47%. A forma de aprendizado mais citada por eles ainda é por meio de cursos (em 52%dos casos). Outro dado que indica a disposição do educador em desenvolver suas habilidades para o uso das TIC por iniciativa própria é que a maior parte deles, 67%, recorre a contatos informais com outros educadores.

Os resultados completos da pesquisa TIC Educação 2011 estão disponíveis no site do Cetic.

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