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Papa diz que sistema econômico atual é incapaz de criar emprego

O Papa Francisco disse nesta quinta-feira (20) que o desemprego é fruto de um sistema econômico que tem como ídolo o dinheiro, reafirmando a crítica que já havia feito em novembro do ano passado.

“O desemprego é a consequência de um sistema econômico que se tornou incapaz de criar trabalho porque colocou no centro um ídolo, o dinheiro”, declarou o pontífice em discurso feito nesta manhã para um grupo de sete mil trabalhadores de siderúrgicas na província de Terni, na região de Úmbria, na Itália, que passam por uma grave crise que tem gerado demissões em massa.

O Papa disse ainda que o trabalho é um bem de todos e deve estar disponível para todos. Ele orientou a enfrentar a grave fase com criatividade e solidariedade.

O Papa Francisco é recebido por trabalhadores de fábricas em audiência especial realizada no Vaticano nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Medichini/AP)O Papa Francisco é recebido por trabalhadores de fábricas em audiência especial realizada no Vaticano nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Medichini/AP)

Francisco reafirmou que o trabalho é essencial para a sociedade, para as famílias e para os indivíduos, e não tem apenas uma finalidade econômica e de lucro.

“Tem, sobretudo, uma finalidade que diz respeito ao homem e à sua dignidade. Se faltar o trabalho, fere-se esta dignidade”.

Neste sentido, Francisco lamentou que os jovens possam ficar com desânimo crônico ou apatia. Ele pediu para que as pessoas não percam a esperança ou caiam no pessimismo.

O Papa pediu também para que se reavivem as raízes da fé e da adesão a Jesus Cristo. Uma fé que seja “viva e vivificante”.

“É aqui que está o princípio inspirador das opções de um cristão: a sua fé. A fé move montanhas! Uma fé acolhida com alegria, vivida a fundo e com generosidade pode conferir à sociedade uma força humanizada”.

Ao finalizar o discurso, o Papa orientou as pessoas a manterem a esperança em um futuro melhor.

“Se cada um fizer a parte que lhe cabe, consolidando uma atitude de solidariedade e partilha fraterna, será possível conseguir sair do pântano de uma fase econômica e laboral árdua e difícil”.

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Atual repressão é pior do que em era Mubarak, dizem ONGs do Egito

As principais ONGs do Egito denunciaram neste sábado (4) a forte repressão a protestos pacíficos e a violação de direitos humanos por parte do Ministério do Interior durante os últimos seis meses, ações que deixaram o país “pior do que na época de Hosni Mubarak”, ex-presidente do país.

“A reação das atuais autoridades egípcias perante os protestos não se diferencia muito da que houve durante a revolução de 25 de janeiro de 2011 (que derrubou Mubarak). Mudaram as caras e os nomes, mas a situação continua sendo a mesma”, lamentam as ONGs em comunicado lido em entrevista coletiva.

As organizações – entre elas a Rede Árabe para a Informação de Direitos Humanos e a Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais – se uniram para denunciar o uso da violência contra os manifestantes de “forma indiscriminada, sob o guarda-chuva da lei de protestos” aprovada recentemente.

As manifestações se transformaram em “um perigo para a vida” das pessoas que participam delas, segundo um relatório elaborado de forma conjunta e apresentado neste sábado, apoiado em dados da “Wiki Thawra” (Revolução Wiki), uma espécie de base de dados da revolução egípcia disponível na internet.

“Nos 18 dias de revolução contra Mubarak morreram 1.075 pessoas; durante o governo de Mohamed Morsi foram 460 vítimas; enquanto com o atual governo militar e do presidente interino Adly Mansour foram contabilizados 2.665 mortos nos primeiros quatro meses após a queda de Morsi”, resume o relatório.

Dos mortos, 2.421 são civis, 174 policiais e 70 militares, de acordo com essa apuração.

Entre as vítimas há 11 jornalistas, sete médicos, 51 mulheres, 117 menores de idade e 211 estudantes, informa o relatório, que inclui no total os 969 mortos no desmantelamento dos acampamentos islamitas nas praças Rabia al Adawiya e Al-Nahda.

Quanto aos feridos por enfrentamentos entre as forças de segurança e os manifestantes, o número chega a 15.914 nos cinco meses posteriores à queda da Irmandade Muçulmana, contra os 9.228 durante a presidência de Mursi.

As organizações afirmam que receberam múltiplas denúncias por torturas em centros de detenção e fora deles contra civis e ativistas políticos ou de direitos humanos.

“A lei que limita o direito à manifestação situa o Egito em tempos da Guerra Fria”, disse Ahmed Seif Al Islam Hamada, pai do destacado ativista Alaa Abdel Fatah, recentemente detido por convocar um protesto.

As ONGs também criticaram duramente a decisão do governo de declarar a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.

Esta declaração “sem qualquer sentença judicial nem provas se deve a motivos políticos para justificar a opressão da liberdade de expressão”, assegura o comunicado.

O grupo considera que, em nome da luta contra o terrorismo, o Egito se encontra imerso em “um estado de exceção” no qual se decretam leis que limitam a liberdade e se reprimem protestos pacíficos.

As críticas também alcançam o Poder Judiciário, acusado de estar a serviço do poder e não manter a necessária independência.

“A Promotoria é quem incita a violar o direito à inocência dos presos e não evita que os cidadãos possam ser condenados por algo que não cometeram”, lamentou o advogado Mohamed Abdelaziz.

Igualmente, condenaram a repressão contra os jornalistas “que só exercem seu trabalho de cobrir as manifestações” e se referiram à prisão preventiva durante 25 dias de três profissionais do canal em inglês da emissora catariana “Al Jazeera”, acusados de integrar um grupo terrorista.

As ONGs pediram a libertação de todos os presos políticos e fizeram especial menção à detenção dos ativistas Ahmed Maher e Mohammed Adel, do Movimento 6 de abril, e o blogueiro Ahmed Duma, condenados a três anos de prisão por convocar um protesto ilegal, entre outras acusações.

Apesar da proibição das autoridades, centenas de islamitas vão às ruas diariamente para manifestar e pedir a restituição de Morsi.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Dicas para procurar trabalho sem deixar o emprego atual

Candidatos que estão no mercado são tipicamente mais atraentes para os empregadores. Saiba o que é preciso para equilibrar seu trabalho atual e sua busca sem se prejudicar

Procurar um novo trabalho requer tempo e esforço. Buscar oportunidades enquanto você ainda está empregado, de acordo com muitos especialistas, é a melhor abordagem. Além disso, a movimentação é mais atraente para recrutadores. No entanto, equilibrar o trabalho atual, a família e a busca por um novo trabalho pode ser cansativo e se você não tiver cuidado pode acabar se prejudicando.

Há inúmeros motivos para procurar um novo emprego. Talvez você sinta como se não houvesse mais espaço para crescer em sua empresa atual. Ou talvez você não suporte mais trabalhar com alguém da sua equipe. No entanto, antes de começar a enviar currículos certifique-se de ter pensado em alguns pontos antes.

“Fale sobre o que pode ser frustrante para você no trabalho e determine se há coisas que podem ser alteradas. Se você quiser mudar para uma filial, por exemplo, fale com seu chefe e verifique as opções”, orienta Chad Lilly, diretor de recrutamento da Lextech, empresa que desenvolve aplicativos móveis. É possível pedir transferência, trocar de departamento ou trabalhar remotamente? Há algo que você pode fazer para tornar seu trabalho mais agradável e gratificante?

Se a resposta for não, então vá, diz Roy West, CEO da Roy West Companies e cientista sênior da Gallup Organization. “Você deve ir silenciosamente, de forma rápida e não olhar para trás”, aconselha.

O que fazer depois de decidir ir em frente? Melhor dizer ao chefe? Como você lida com entrevistas e referências? Para ajudá-lo a encontrar essas respostas, a CIO falou com especialistas do setor para descobrir a melhor maneira de conduzir a busca por um novo emprego sem perder o seu atual.

1. Para quem contar sobre seus planos?

Nunca é uma jogada inteligente mentir para seu chefe, mas às vezes pode ser um mal necessário se você quiser garantir seu emprego. Algumas empresas têm uma política de deixar as pessoas ativamente buscar empregos. Mas outras não. Portanto, mantenha sua busca silenciosa. 

“Em geral, é uma boa prática manter sua busca de trabalho silenciosa. Você realmente tem de confiar no relacionamento que tem com seu chefe para divulgar essa informação”, diz Lilly, que tem 16 anos de experiência no recrutamento no mercado de serviços.

Na verdade, diz Lily, provavelmente não é sabido compartilhar sua intenção nem mesmo com colegas de trabalho. Um passo em falso de um companheiro de trabalho poderia prejudicar a sua reputação na empresa.

Donald Burns, estrategista de carreira executiva e coach, concorda. “Assim que a empresa descobrir que você está procurando um emprego, ela vai começar a articular sua substituição”, alerta. 

2. Busque oportunidades na hora certa

Não é adequado realizar pesquisas na web sobre novas oportunidades durante o horário de trabalho. Essa atitude é antiética e você provavelmente não vai obter uma grande recomendação de seu chefe atual quando chegar a hora.

Além disso, se você está tentando manter sua caça discreta, esta é uma maneira comum de ser pego ou dar início a boatos. “Se o empregador descobre, ele pode até demiti-lo antes que você esteja pronto para sair”, diz Lilly.

Recrutadores entendem que a discrição é muitas vezes parte do processo e estão dispostos a fazer o que puderam para manter a busca em segredo, afirma Lilly.

3. Não use o e-mail ou o telefone da empresa

Se você quer mudar de emprego e está buscando oportunidades no LinkedIn ou BranchOut, não é adequado usar seus contatos profissionais atuais. Um e-mail ou telefonema inoportuno poderia alertar seu supervisor que você está pensando em sair.

Usar um endereço de e-mail de trabalho para suas contas de mídia social é também uma maneira de ficar trancado nos perfis quando você deixar o seu endereço de e-mail antigo ou desligar-se da companhia. A melhor saída é sempre cadastrar o e-mail pessoal.

4. O que fazer se seu chefe perguntar se você está buscando emprego?

Se o seu chefe perguntar se você está procurando, não minta. “A verdade é sempre o melhor caminho. No entanto, você corre o risco de ser demitido, dependendo do seu desempenho passado”, afirma Lilly.

Mas há formas de amenizar seu discurso. Veja um exemplo. “Muitas mudanças estão acontecendo aqui ultimamente eu não quero sair, mas eu estou um pouco nervoso só de pensar em um Plano B”, ensina Burns.

5. Não seja negligente com o seu currículo

Seja seletivo. Envie seu currículo para algumas pessoas estratégicas e explique que sua busca é confidencial. “Fazer ‘spamming’ com seu currículo é um mau negócio. Isso não funciona e se você está empregado atualmente, será facilmente descoberto”, diz West.

Lilly concorda e acrescenta. “Mantenha o seu perfil do LinkedIn atualizado, mas cuidado ao se conectar com os recrutadores. Sua rede toda pode ver e perceber que está em busca de novas oportunidades”, diz Lilly.

6. Não espalhe coisas negativas sobre seu atual empregador

Independentemente de sua situação, falar mal de sua empresa ou superior não vai ajudá-lo a conquistar um emprego. Na entrevista, é importante permanecer positivo.

“Diga a verdade”, aconselha Burns, “Algo mudou na empresa, ou você chegou a um ponto que foi tão longe que não há como ir além e não pode passar anos à espera de uma promoção. Certifique-se de que você nunca vai insinuar qualquer coisa negativa sobre seu atual empregador”, diz Burns. “Muitas pessoas conhecem e entendem essa regra, mas escorregam durante as entrevistas”, completa.

7. Como lidar com referências

Seu futuro empregador certamente vai buscar referências sobre você no mercado. Referências devem ser dadas apenas mediante consentimento, de acordo com West, e mesmo assim com a ressalva de que sua busca de trabalho é confidencial, por enquanto.

“Você deve ter ao menos três referências sólidas de diferentes empregadores”, aconselha Lily. “Um deles deve ser um supervisor ou gerente. Você só deve usar alguém do seu atual local de trabalho se confiar nele para que a informação não vaze”, completa.

8. Vender sua marca pessoal é mais fácil quando empregado

Por alguma razão psicológica ou analítica, os empregadores preferem contratar alguém que está trabalhando atualmente. “Um profissional é considerado mais desejável por potenciais empregadores se está em uma posição mais forte de negociação. Na verdade, alguns empregadores não são muito fãs em contratar pessoas desempregadas”, afirma Burns.

Lilly concorda. “A vantagem é a percepção de que alguém os quer. Um candidato desempregado terá apenas uma vantagem se a posição realmente precisa ser preenchida imediatamente e tem as habilidades adequadas.”

9. Coloque-se na melhor posição

“Mesmo que um ‘déficit global de trabalho’ esteja atingindo proporções epidêmicas, um grande talento sempre terá opções e oportunidades”, diz West. Se você está trabalhando e pensando em se mudar, certifique-se que fez a lição de casa e coloque-se na melhor posição para fazer um bom trabalho antes de sair.

Ao mesmo tempo, é importante manter-se focado e produtivo no seu trabalho atual. Os melhores funcionários sempre se esforçam para sair com um saldo positivo. Faça o melhor até deixar a empresa. 

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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9 dicas para procurar trabalho sem deixar o emprego atual

Candidatos que estão no mercado são tipicamente mais atraentes para os empregadores. Saiba o que é preciso para equilibrar seu trabalho atual e sua busca sem se prejudicar.

19 de fevereiro de 2013 – 06h30

Procurar um novo trabalho requer tempo e esforço. Buscar oportunidades enquanto você ainda está empregado, de acordo com muitos especialistas, é a melhor abordagem. Além disso, a movimentação é mais atraente para recrutadores. No entanto, equilibrar o trabalho atual, a família e a busca por um novo trabalho pode ser cansativo e se você não tiver cuidado pode acabar se prejudicando.

Há inúmeros motivos para procurar um novo emprego. Talvez você sinta como se não houvesse mais espaço para crescer em sua empresa atual. Ou talvez você não suporte mais trabalhar com alguém da sua equipe. No entanto, antes de começar a enviar currículos certifique-se de ter pensado em alguns pontos antes.

“Fale sobre o que pode ser frustrante para você no trabalho e determine se há coisas que podem ser alteradas. Se você quiser mudar para uma filial, por exemplo, fale com seu chefe e verifique as opções”, orienta Chad Lilly, diretor de recrutamento da Lextech, empresa que desenvolve aplicativos móveis. É possível pedir transferência, trocar de departamento ou trabalhar remotamente? Há algo que você pode fazer para tornar seu trabalho mais agradável e gratificante?

Se a resposta for não, então vá, diz Roy West, CEO da Roy West Companies e cientista sênior da Gallup Organization. “Você deve ir silenciosamente, de forma rápida e não olhar para trás”, aconselha.

O que fazer depois de decidir ir em frente? Melhor dizer ao chefe? Como você lida com entrevistas e referências? Para ajudá-lo a encontrar essas respostas, a CIO falou com especialistas do setor para descobrir a melhor maneira de conduzir a busca por um novo emprego sem perder o atual.

1. Para quem contar sobre seus planos?

Nunca é uma jogada inteligente mentir para seu chefe, mas às vezes pode ser um mal necessário se você quiser garantir seu emprego. Algumas empresas têm uma política de deixar as pessoas ativamente buscar empregos. Mas outras não. Portanto, mantenha sua busca silenciosa. 

“Em geral, é uma boa prática manter sua busca de trabalho silenciosa. Você realmente tem de confiar no relacionamento que tem com seu chefe para divulgar essa informação”, diz Lilly, que tem 16 anos de experiência no recrutamento no mercado de serviços.

Na verdade, diz Lilly, provavelmente não é sabido compartilhar sua intenção nem mesmo com colegas de trabalho. Um passo em falso de um companheiro de trabalho poderia prejudicar a sua reputação na empresa.

Donald Burns, estrategista de carreira executiva e coach, concorda. “Assim que a empresa descobrir que você está procurando um emprego, ela vai começar a articular sua substituição”, alerta. 

2. Busque oportunidades na hora certa

Não é adequado realizar pesquisas na web sobre novas oportunidades durante o horário de trabalho. Essa atitude é antiética e você provavelmente não vai obter uma grande recomendação de seu chefe atual quando chegar a hora.

Além disso, se você está tentando manter sua caça discreta, esta é uma maneira comum de ser pego ou dar início a boatos. “Se o empregador descobre, ele pode até demiti-lo antes que você esteja pronto para sair”, diz Lilly.

Recrutadores entendem que a discrição é muitas vezes parte do processo e estão dispostos a fazer o que puderam para manter a busca em segredo, afirma Lilly.

3. Não use o e-mail ou o telefone da empresa

Se você quer mudar de emprego e está buscando oportunidades no LinkedIn ou BranchOut, não é adequado usar seus contatos profissionais atuais. Um e-mail ou telefonema inoportuno poderia alertar seu supervisor que você está pensando em sair.

Usar um endereço de e-mail de trabalho para suas contas de mídia social é também uma maneira de ficar trancado nos perfis quando você deixar o seu endereço de e-mail antigo ou desligar-se da companhia. A melhor saída é sempre cadastrar o e-mail pessoal.

4. O que fazer se seu chefe perguntar se você está buscando emprego?

Se o seu chefe perguntar se você está procurando, não minta. “A verdade é sempre o melhor caminho. No entanto, você corre o risco de ser demitido, dependendo do seu desempenho passado”, afirma Lilly.

Mas há formas de amenizar seu discurso. Veja um exemplo. “Muitas mudanças estão acontecendo aqui ultimamente eu não quero sair, mas eu estou um pouco nervoso só de pensar em um Plano B”, ensina Burns.

5. Não seja negligente com o seu currículo

Seja seletivo. Envie seu currículo para algumas pessoas estratégicas e explique que sua busca é confidencial. “Fazer ‘spamming’ com seu currículo é um mau negócio. Isso não funciona e se você está empregado atualmente, será facilmente descoberto”, diz West.

Lilly concorda e acrescenta. “Mantenha o seu perfil do LinkedIn atualizado, mas cuidado ao se conectar com os recrutadores. Sua rede toda pode ver e perceber que está em busca de novas oportunidades”, diz Lilly.

6. Não espalhe coisas negativas sobre seu atual empregador

Independentemente de sua situação, falar mal de sua empresa ou superior não vai ajudá-lo a conquistar um emprego. Na entrevista, é importante permanecer positivo.

“Diga a verdade”, aconselha Burns, “Algo mudou na empresa, ou você chegou a um ponto que foi tão longe que não há como ir além e não pode passar anos à espera de uma promoção. Certifique-se de que você nunca vai insinuar qualquer coisa negativa sobre seu atual empregador”, diz Burns. “Muitas pessoas conhecem e entendem essa regra, mas escorregam durante as entrevistas”, completa.

7. Como lidar com referências

Seu futuro empregador certamente vai buscar referências sobre você no mercado. Referências devem ser dadas apenas mediante consentimento, de acordo com West, e mesmo assim com a ressalva de que sua busca de trabalho é confidencial, por enquanto.

“Você deve ter ao menos três referências sólidas de diferentes empregadores”, aconselha Lily. “Um deles deve ser um supervisor ou gerente. Você só deve usar alguém do seu atual local de trabalho se confiar nele para que a informação não vaze”, completa.

8. Vender sua marca pessoal é mais fácil quando empregado

Por alguma razão psicológica ou analítica, os empregadores preferem contratar alguém que está trabalhando atualmente. “Um profissional é considerado mais desejável por potenciais empregadores se está em uma posição mais forte de negociação. Na verdade, alguns empregadores não gostam muito de contratar pessoas desempregadas”, afirma Burns.

Lilly concorda. “A vantagem é a percepção de que alguém os quer. Um candidato desempregado terá apenas uma vantagem se a posição realmente precisa ser preenchida imediatamente e tem as habilidades adequadas.”

9. Coloque-se na melhor posição

“Mesmo que um ‘déficit global de trabalho’ esteja atingindo proporções epidêmicas, um grande talento sempre terá opções e oportunidades”, diz West. Se você está trabalhando e pensando em se mudar, certifique-se de que fez a lição de casa e coloque-se na melhor posição para fazer um bom trabalho antes de sair.

Ao mesmo tempo, é importante manter-se focado e produtivo no seu trabalho atual. Os melhores funcionários sempre se esforçam para sair com um saldo positivo. Faça o melhor até deixar a empresa. 

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Apple pode lançar iPad de 7,85″ e preço muito menor que atual, diz NYT

Assim como diversificou sua linha de iPods, a Apple lançará um modelo menor do iPad para atender aos consumidores que querem diferentes tamanhos de tablets. Pelo menos é isso que afirmam analistas e especialistas entrevistados pelo The New York Times.

De acordo com fontes do jornal norte-americano, a Apple está desenvolvendo um novo tablet com tela de 7,85 polegadas que será vendido por um preço “significativamente menor” do que o modelo atual de entrada do iPad (499 dólares nos EUA e 1.550 reais no Brasil para o novo iPad e 399 dólares e 1.300 reais para o iPad 2).

O analista de mercado, Horace Dediu, nota que o mini iPad (ou iPod Touch maior) poderia ser melhor para assistir a conteúdos em mídia e ler ebooks, em vez de ser direcionado para atividades que envolvam digitação, como e-mail e trabalhos.

A ex-gerente da Apple, Leslie Grandy, disse ao NYT que o modelo de 7,85 polegadas seria um bom tamanho para as bolsas de mulheres. “Realmente penso que esse é um bom alvo para eles”, afirmou a executiva.

O jornal também aponta que a chegada do rival Google Nexus, de 7 polegadas, na última semana e as boas vendas do Amazon Kindle Fire, de mesmo tamanho – ambos com sistema Android, seriam mais uma boa razão para a Apple entrar nesse “jogo dos 7”.

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Jobs era contra tela menor para o iPad

A reportagem também aponta que essa não seria a primeira vez que a Apple estenderia o alcance dos produtos que oferece. A empresa usou uma estratégia parecida com o iPod, indo do iPod Shuffle de 2GB ao modelo Classic de 160GB, passando pelo iPod Touch de 64GB, todos com telas e formatos bem diferentes. A estratégia foi um grande sucesso que permitiu à Apple dominar o mercado de tocadores de MP3, sem deixar espaços para rivais como Microsoft e Sony.

Mas, como a própria reportagem lembra, o ex-CEO e cofundador da Apple, Steve Jobs, sempre negou que a empresa seguiria o caminho de um iPad menor. “Existem limites claros de quão próximos você consegue colocar fisicamente elementos em uma tela sensível ao toque antes que os usuários não possam mais tocar, girar ou mexer nelas com segurança. Essa é uma das razões chave pelas quais pensamos que a tela de 10 polegadas é o tamanho mínimo exigido para se criar ótimos apps para tablets.”

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Publicado por em 18 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Opinião: Flame é fichinha perto do estado atual da cibersegurança

Você se assustou com o Flame? Roger Grimes, colunista da InfoWorld, diz que vírus é menor dos males diante das ameaças contra empresas e usuários comuns

A estratégia de ataque do vírus Flame é muito interessante, não posso negar. É incrivelmente complexa, explora conceitos de distribuição em cadeia, se aproveita de vulnerablidades dos certificados digitais de empresas e das vulnerabilidades do WPAD (Web Proxy Auto-Discovery Protocol). Ele certamente vai entrar para a história. Ainda assim eu não consigo me preocupar exageradamente com o Flame. A Microsoft, empresa para quem trabalho em tempo integral, revogou o certificado digital fraco que abria a brecha e a vulnerabilidade do WPAD foi contornada.

Existem jeitos mais fáceis de conseguir o mesmo tipo de ataque, como por exemplo o truque do pass-the-hash. Alem disso, o Flame não se disseminou largamente. Mas a principal razão para eu não estar tão apavorado com ele é que a segurança em TI já estava em mau estado mesmo antes. O chamado ‘supervírus’ pode ter jogado mais lenha na fogueira, mas o inferno já está queimando há um bom tempo. Se você me perguntar o quanto está ruim, eu respondo com alguns itens do cenário pré-Flame:

Mais de 1 milhão de computadores são atacados com sucesso por dia. Isso representa um computador invadido a cada 14 segundos. Quase 40% de todos os computadores mundiais estão infectados por algum tipo de vírus. No cenário corporativo, 90% das empresas mundiais tiveram suas redes invadidas no ano passado. Um em cada sete adultos tem sua conta bancária, identidade ou senha comprometida todo ano, segundo a Privacy Rights. Isso dá o número recorde de 280 milhões de casos de ataques nos últimos oito anos. Cerca de 80% dos sites maliciosos de web estão hospedados ou hackeados em sites legítimos. Já é comum que um único ataque de hacking cause mais de 100 milhões de dólares em perdas. O ataque contra a rede da PSN (Sony) é um bom exemplo.Grupos de hackers como o Anonymous rotineiramente invadem grandes empresas globais e até mesmo as autoridades que os investigam. Hacks que capturam e vazam informações de milhões de senhas já estão tão numerosos que quase nem mais são notados. O ataque ao Linkedin é um exemplo. Um único worm (vírus autorreplicável), o SQL Slammer, conseguiu infectar praticamente todos os computadores desprotegidos que ele alvejou em menos de dez minutos, e isso era em 2003.Vírus estão se multiplicando em plataformas móveis de uma forma que até parece que não aprendemos nada nesses últimos 25 anos de ataques a PCs. Taxas de spam estão acima de 65% e já faz quase dez anos que a lei CAN-SPAM de 2003 foi assinada para regular email comercial. Um em cada 14 downloads de internet é malicioso. O custo anual do crime cibernético está estimado em 114 bilhões de dólares. A taxa de sucesso para prisões e processos contra cibercriminosos é menor que 0,01%. O hacking entre países é tão subversivo que o Google agora está alertando automaticamente os usuários sobre possíveis ataques movidos por governos. Stuxnet, Duqu, e agora o Flame provam que vírus complexos podem atravessar qualquer sistema de segurança de um computador.

Com tanta coisa ruim rolando, eu me pergunto qual seria o acontecimento dramático que faria finalmente as pessoas se levantarem e dizerem um basta. Cheguei a pensar que poderia ser um ataque ao Google ou a derrubada da Bolsa por um dia, mas agora duvido que mesmo eventos de tal magnitude ocupariam mais do que uma semana as manchetes dos noticiários. Na medida em que o mundo e as aplicações de missão-crítica continuam crescendo, prevejo que alguém, algum dia, vá cometer um cibercrime tão hediondo a ponto de causar essa ruptura. Se a história serve como referência, um evento global poderia acontecer por acidente se um programador mal intencionado perdesse o controle sobre sua criação, como foi com o worm Robert Morris em 1998, o SQL Slammer, ou o vírus Melissa Word.

Mas acidente ou não, alguém vai passar da linha e causar um grande estrago de forma muito rápida . Um dia vamos atingir esse ponto de virada e o mundo vai enlouquecer por um tempo. Os canais de notícia vão lotar de “especialistas” nos dizendo o que aconteceu e o que precisa ser feito para evitar que se repita. Vamos finalmente colocar em prática o que deveriámos ter feito há 20 anos e tirar a internet desse clima de “Velho Oeste”. Eu não sei se aguento esperar porque está demorando demais para as pessoas acordarem.

Como disse antes, há formas de consertar a internet de hoje. Podemos faze-la um lugar bem mais seguro para computadores e isso nos levaria a uma internet 2.0, na qual os participantes são identificados e verificados antes mesmo de se envolver em alguma atividade que possa fazer mal a eles ou aos outros. É um passo importante, mas seria o fim do anonimato por default. Pessoas que precisassem mesmo ficar anônimas poderiam ainda navegar e trabalhar na internet original, mas aqueles de nós que quisessem mais segurança poderiam usar a nova versão. Podemos fazer isso usando protocolos já existentes rodando na infraestrutura atual.

Eu abordo essa idéia no meu plano para consertar a internet [PDF]. Meu empregador, a Microsoft, tem oferecido sua visão para uma internet mais segura com a iniciativa End-to-End Trust. E eu sempre amei as idéias da Trusted Computing Group, que há muito tem trabalhado na construção dos blocos básicos necessários para construir um mundo mais seguro. Mas voltando ao meu assunto original e por que eu não fico assim tão incomodado com o Flame e sua colisão MD5: Os problemas reais estão ligados à infraestrutura e não a um worm específico ou à exploração de uma falha na segurança. Não se distraia do problema real por conta do Flame. Se tirá-lo do contexto, vai ver que todos os fatos que eu relatei continuam reais. Nada mudou. Mas precisa mudar.

Roger Grimes é colunista de segurança do InfoWorld desde 2005. Ele possui mais de 40 certificados de computação e é autor de oito livros sobre segurança de computadores. Tem combatido vírus e hackers desde 1987, no início desmontando vírus para DOS. Palestrante frequente em eventos do mercado, Roger atualmente trabalha para a Microsoft como Principal Security Architect.

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Publicado por em 5 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Opinião: Flame é fichinha perto do estado atual da cibersegurança

Você se assustou com o Flame? Roger Grimes, colunista da InfoWorld, diz que vírus é menor dos males diante das ameaças contra empresas e usuários comuns

A estratégia de ataque do vírus Flame é muito interessante, não posso negar. É incrivelmente complexa, explora conceitos de distribuição em cadeia, se aproveita de vulnerablidades dos certificados digitais de empresas e das vulnerabilidades do WPAD (Web Proxy Auto-Discovery Protocol). Ele certamente vai entrar para a história. Ainda assim eu não consigo me preocupar exageradamente com o Flame. A Microsoft, empresa para quem trabalho em tempo integral, revogou o certificado digital fraco que abria a brecha e a vulnerabilidade do WPAD foi contornada.

Existem jeitos mais fáceis de conseguir o mesmo tipo de ataque, como por exemplo o truque do pass-the-hash. Alem disso, o Flame não se disseminou largamente. Mas a principal razão para eu não estar tão apavorado com ele é que a segurança em TI já estava em mau estado mesmo antes. O chamado ‘supervírus’ pode ter jogado mais lenha na fogueira, mas o inferno já está queimando há um bom tempo. Se você me perguntar o quanto está ruim, eu respondo com alguns itens do cenário pré-Flame:

Mais de 1 milhão de computadores são atacados com sucesso por dia. Isso representa um computador invadido a cada 14 segundos. Quase 40% de todos os computadores mundiais estão infectados por algum tipo de vírus. No cenário corporativo, 90% das empresas mundiais tiveram suas redes invadidas no ano passado. Um em cada sete adultos tem sua conta bancária, identidade ou senha comprometida todo ano, segundo a Privacy Rights. Isso dá o número recorde de 280 milhões de casos de ataques nos últimos oito anos. Cerca de 80% dos sites maliciosos de web estão hospedados ou hackeados em sites legítimos. Já é comum que um único ataque de hacking cause mais de 100 milhões de dólares em perdas. O ataque contra a rede da PSN (Sony) é um bom exemplo.Grupos de hackers como o Anonymous rotineiramente invadem grandes empresas globais e até mesmo as autoridades que os investigam. Hacks que capturam e vazam informações de milhões de senhas já estão tão numerosos que quase nem mais são notados. O ataque ao Linkedin é um exemplo. Um único worm (vírus autorreplicável), o SQL Slammer, conseguiu infectar praticamente todos os computadores desprotegidos que ele alvejou em menos de dez minutos, e isso era em 2003.Vírus estão se multiplicando em plataformas móveis de uma forma que até parece que não aprendemos nada nesses últimos 25 anos de ataques a PCs. Taxas de spam estão acima de 65% e já faz quase dez anos que a lei CAN-SPAM de 2003 foi assinada para regular email comercial. Um em cada 14 downloads de internet é malicioso. O custo anual do crime cibernético está estimado em 114 bilhões de dólares. A taxa de sucesso para prisões e processos contra cibercriminosos é menor que 0,01%. O hacking entre países é tão subversivo que o Google agora está alertando automaticamente os usuários sobre possíveis ataques movidos por governos. Stuxnet, Duqu, e agora o Flame provam que vírus complexos podem atravessar qualquer sistema de segurança de um computador.

Com tanta coisa ruim rolando, eu me pergunto qual seria o acontecimento dramático que faria finalmente as pessoas se levantarem e dizerem um basta. Cheguei a pensar que poderia ser um ataque ao Google ou a derrubada da Bolsa por um dia, mas agora duvido que mesmo eventos de tal magnitude ocupariam mais do que uma semana as manchetes dos noticiários. Na medida em que o mundo e as aplicações de missão-crítica continuam crescendo, prevejo que alguém, algum dia, vá cometer um cibercrime tão hediondo a ponto de causar essa ruptura. Se a história serve como referência, um evento global poderia acontecer por acidente se um programador mal intencionado perdesse o controle sobre sua criação, como foi com o worm Robert Morris em 1998, o SQL Slammer, ou o vírus Melissa Word.

Mas acidente ou não, alguém vai passar da linha e causar um grande estrago de forma muito rápida . Um dia vamos atingir esse ponto de virada e o mundo vai enlouquecer por um tempo. Os canais de notícia vão lotar de “especialistas” nos dizendo o que aconteceu e o que precisa ser feito para evitar que se repita. Vamos finalmente colocar em prática o que deveriámos ter feito há 20 anos e tirar a internet desse clima de “Velho Oeste”. Eu não sei se aguento esperar porque está demorando demais para as pessoas acordarem.

Como disse antes, há formas de consertar a internet de hoje. Podemos faze-la um lugar bem mais seguro para computadores e isso nos levaria a uma internet 2.0, na qual os participantes são identificados e verificados antes mesmo de se envolver em alguma atividade que possa fazer mal a eles ou aos outros. É um passo importante, mas seria o fim do anonimato por default. Pessoas que precisassem mesmo ficar anônimas poderiam ainda navegar e trabalhar na internet original, mas aqueles de nós que quisessem mais segurança poderiam usar a nova versão. Podemos fazer isso usando protocolos já existentes rodando na infraestrutura atual.

Eu abordo essa idéia no meu plano para consertar a internet [PDF]. Meu empregador, a Microsoft, tem oferecido sua visão para uma internet mais segura com a iniciativa End-to-End Trust. E eu sempre amei as idéias da Trusted Computing Group, que há muito tem trabalhado na construção dos blocos básicos necessários para construir um mundo mais seguro. Mas voltando ao meu assunto original e por que eu não fico assim tão incomodado com o Flame e sua colisão MD5: Os problemas reais estão ligados à infraestrutura e não a um worm específico ou à exploração de uma falha na segurança. Não se distraia do problema real por conta do Flame. Se tirá-lo do contexto, vai ver que todos os fatos que eu relatei continuam reais. Nada mudou. Mas precisa mudar.

Roger Grimes é colunista de segurança do InfoWorld desde 2005. Ele possui mais de 40 certificados de computação e é autor de oito livros sobre segurança de computadores. Tem combatido vírus e hackers desde 1987, no início desmontando vírus para DOS. Palestrante frequente em eventos do mercado, Roger atualmente trabalha para a Microsoft como Principal Security Architect.

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Publicado por em 23 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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