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Galo ‘Príncipe George’ atrai clientela de loja de jardinagem nos EUA

Na cidade de Dallas, no Texas (EUA), uma loja de jardinagem aumentou de maneira significativa sua clientela depois que o galo “Príncipe George” se tornou o mascote oficial do estabelecimento.

De acordo com a gerente Jennifer Stuart, o movimento aumentou bastante principalmente aos fins de semana, quando os clientes tem tempo para brincar e tirar fotos com ave, que foi batizada com o mesmo nome do bebê da família real britânica.

O galo se tornou o mascote depois que uma menina devolveu o animal à loja, após descobrir que a ave não era uma galinha.

Galo 'Príncipe George' faz sucesso com clientes em loja de jardinagem nos EUA (Foto: LM Otero/AP)Galo ‘Príncipe George’ faz sucesso com clientes em loja de jardinagem nos EUA (Foto: LM Otero/AP)Menino faz carinho no galo 'Príncipe George', o mascote de loja em Dallas, no Texas (EUA) (Foto: LM Otero/AP)Menino faz carinho no galo ‘Príncipe George’, o mascote de loja em Dallas, no Texas (EUA) (Foto: LM Otero/AP)Jennifer Stuart, gerente da loja, passeia com o galo 'Príncipe George' em uma coleira. A americana afirmou que o movimento da loja aumentou desde que a ave se tornou o mascote do estabelecimento, ao ser devolvida por uma menina que pensava que o animal era uma galinha (Foto: LM Otero/AP)Jennifer Stuart, gerente da loja, passeia com o galo ‘Príncipe George’ em uma coleira. A americana afirmou que o movimento da loja aumentou desde que a ave se tornou o mascote do estabelecimento, ao ser devolvida por uma menina que pensava que o animal era uma galinha (Foto: LM Otero/AP)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Evento de games com R$ 80 mil em prêmios atrai 10 mil pessoas em SP

Time de esporte eletrônico Keyd, expoente no Brasil no game on-line 'League of Legends', posa para foto com fã (Foto: Helton Simões Gomes/G1)Time de esporte eletrônico Keyd, expoente no
Brasil no game on-line ‘League of Legends’, posa
para foto com fã (Foto: Helton Simões Gomes/G1)

O campeonato de games X5 Mega Arena, realizado em São Paulo, levou pelo menos 10 mil pessoas nesta quinta-feira (10) ao Centro de Exposições Imigrantes, de acordo com a organização. O público é formado não só por jogadores e aficionados por games. Fãs se empurram para pedir autógrafos aos atletas e, é claro, tirar uma “selfie” ao lado dos ídolos.

“Fã, não. É nego fanático. O cara vai falar contigo tremendo todo”, brinca Filipe Gonçalves da Costa, de 24 anos, o brTT, da equipe profissional Keyd, uma dos expoentes no Brasil no game on-line “League of Legends”. Os jogadores do time, inclusive os coreanos An “SuNo” Sun-ho, de 19 anos, e Park “Winged” Tae-Jin, de 23 anos, atenderam os fanáticos por cerca de 40 minutos.

“A gente já está acostumado com esse carinho do público. Ê muito bom ver o trabalho reconhecido”, diz brTT. “Ninguém sabe que dá para viver disso. Pessoas de mais idade, como a minha mãe, não sabem. No começo era complicado explicar como era, mas hoje em dia ela me apoia.”

“Já tem muito fã. O pessoal move montanhas”, diz Alexandre Borba, um dos idealizadores do X5 Mega Arena. “A gente conseguiu trazer para cá o público que assistia às transmissões.”

Diferentemente de outras competições do gênero, A XMA reúne em um só evento quatro modalidades de games. Além da sensação “League of Legends”, game de batalha, há também partidas de “Cross Fire”, “Point Black”, jogos de tiro em primeira pessoa, e “Combat Arms”, também de tiro.

Os ganhadores levarão para casa muito mais do que histórias sobre lances durante as partidas para contar. “A gente deve dar aqui em premiação por volta de R$ 80 mil para todas as modalidades”, diz o organizador.

Partida do game 'League of Legends', realizada durante o campeonato X5 Mega Arena, em São Paulo (Foto: Helton Simões Gomes/G1)Partida do game ‘League of Legends’, realizada
durante o campeonato X5 Mega Arena, em São
Paulo (Foto: Helton Simões Gomes/G1)

Segundo Borba, a popularidade dos games na internet foi crucial para que organizassem o campeonato, no qual as partidas continuam a ser transmitidas on-line, mas podem ser assistidas ao vivo. “Os números que a gente estava  alcançando eram muito grandes. Na última transmissão de “League of Legends”, na Brasil Game League, mais de 100 mil pessoas acompanhavam”, diz.

Nesta quinta (1º), a organização computava 10 mil visualizações em média das partidas on-line dos games “Cross Fire” e “Combat Arms”. Presencialmente, contava 10 mil visitantes. Isso antes dos jogos de “League of Legends” começarem. Ao todo, os acessos chegavam aos 500 mil visitantes únicos.

Contando a audiência do game on-line de batalhas, a organização espera chegar a cinco milhões de espectadores na internet em todo o torneio. A expectativa é que entre 50 mil e 80 mil pessoas visitem a XMA.

“São públicos diferentes que se encontram no mesmo local. Mesmo que seja um jogo de tiro, o foco não é a violência, mas qual time está se saindo melhor. É algo que o pai vê com o filho, a mãe vê com a filha”, diz Borba.

Apesar de muitas pessoas terem ido ao campeonato, o grosso do público era formado por jovens jogadores. “O esporte eletrônico é totalmente diferente [dos esportes convencionais ]. A única coisa que manda é a habilidade do jogador e a dedicação. Você vê meninos que estão jogando em casa em uma semana e na semana seguinte se classificam para um campeonato brasileiro e podem ser campeões”, diz Borba.

“Para você virar um Neymar é complicadíssimo. Para você virar o melhor jogador de esporte eletrônico aqui no Brasil e até no mundo é algo mais simples.”

Serviço
O que é: X5 Mega Arena;
Quando: de 1º a 4 de maio;
Onde: Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Cursino, São Paulo – SP;
Ingressos: R$ 40 por dia ou R$ 112  no pacote para todos os dias do evento;
Mais informações: site oficial (acesse aqui).

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Casa construída de cabeça para baixo atrai multidão na China

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Vendedor atrai clientes ao defender preservação ambiental em Maceió

Higienização da areia, placas que incentivam a preservação da natureza e lixeirinhas são alguns dos atrativos utilizados por um empreendedor, na orla de Maceió, que há seis anos busca despertar nos banhistas a importância da preservação ambiental. E essa preocupação com o meio ambiente tem atraído cada vez mais clientes.

Seis horas e Hozana trabalham juntos na praia de Ponta Verde. (Foto: Jonathan Lins/G1)Seis horas e Hozana trabalham juntos na praia de Ponta Verde. (Foto: Jonathan Lins/G1)

Erisvaldo Nascimento, conhecido como “Seis Horas”, e sua esposa Hozana de Lima, proporcionam atendimento diferenciado aos seus clientes. “A prioridade é apenas uma, atender da melhor forma o visitante. É lamentável quando uma pessoa planeja se divertir e relaxar e, infelizmente, acaba tendo uma má experiência, seja com a sujeira ou com o atendimento”, explica Seis Horas.

A área onde o empresário trabalha, diferente de outras regiões do litoral, é bem limpa. “Qualquer bituca de cigarro ou papelzinho já me deixa mal. Fui criado com esse costume de manter tudo limpo e hoje faço uso disso no meu trabalho”, falou.

Seis Horas confeccionou plaquinhas com frases como “Lixo e praia não combinam” ou “Não jogue filtros de cigarro na areia”. “Cada placa tem uma frase diferente, mas a mensagem é uma só: não sujar o meio ambiente”, fala. Em uma das placas, o empresário mostra o tempo de decomposição de alguns materiais na natureza.

Placas são colocadas na areia para estimular o cuidado com a natureza (Foto: Jonathan Lins/G1)Placas são colocadas na areia para estimular o cuidado com a natureza (Foto: Jonathan Lins/G1)

O comerciante, que é baiano, mas vive há anos em Alagoas, começa logo cedo. Às 6h, quando chega em seu local de trabalho, na praia de Pajuçara, ele começa o trabalho de limpeza da areia. “Molho toda a área, o que revela pequenos resíduos deixados durante a noite e elimina impurezas como fezes de pombos”, explica.

Seis Horas também separa o lixo para a coleta seletiva e, mesmo o que não pode ser reaproveitado, também é recolhido. “Se todos fizessem o mínimo, a praia seria o melhor para todos, tanto para o meio ambiente como para os visitantes”, completa.

Para o empresário Alex Portela, o atendimento oferecido por “Seis Horas” torna a experiência de ir à praia mais agradável. “Eu e meus amigos já temos destino certo. Só quem vai para outro lugar é quem não o conhece”, revela.

Placas são facilmente visualizadas por quem visita a praia. (Foto: Jonathan Lins/G1)Placas são facilmente visualizadas por quem visita a praia. (Foto: Jonathan Lins/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Protesto contra casamento gay na França atrai milhares

Pessoas levam bandeiras rosas, azuis e brancas durante protesto contra o casamento gay neste domingo (2) (Foto: Benoit Tessier/Reuters)Pessoas levam bandeiras rosas, azuis e brancas durante protesto contra o casamento gay neste domingo (2) (Foto: Benoit Tessier/Reuters)

Milhares de manifestantes começaram a se reunir em Paris e Lyon neste domingo (2), em um protesto renovado contra a legalização do casamento gay na França, que mobilizou conservadores de diferentes matizes.

Os organizadores e a polícia esperam dezenas de milhares de pessoas na marcha contra a lei “Casamento para Todos” do governo.

Diante dos protestos, o ministro do Interior, Manuel Valls, advertiu que qualquer tipo de violência contra a polícia será tratada com severidade.

Cerca de 1.500 policiais foram mobilizados em Paris e 600 na cidade de Lyon.

O governo do presidente François Hollande negou especulações de que pretende aumentar o acesso à reprodução assistida e barrigas de aluguel para casais homossexuais –o que, contudo, também é um dos temas do protesto.

A introdução do programa “ABC da Igualdade” para escolas primárias francesas também gerou indignação entre os tradicionalistas, em meio a rumores na Internet de que as crianças pequenas receberão lições sobre teoria de gênero.

Os protestos são organizados pela entidade “Manifestação para Todos”, uma associação de grupos de direita que surgiu em resposta à lei do casamento gay, aprovada no ano passado.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Diversidade amazônica atrai visitantes a parque zoobotânico no PA

Gaviao real é uma das atrações do Parque Zoobotânico. (Foto: Divulgação/ Vale)Gaviao real é uma das atrações do Parque Zoobotânico. (Foto: Divulgação/ Vale)

Um recanto natural com 30 hectares, localizado no coração da Floresta Nacional de Carajás, Unidade de Conservação Federal preservada e fiscalizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), tem atraído milhares de visitantes a Parauapebas, no sudeste do Pará. O Parque é um dos locais preferidos de quem procura lazer para toda a família na região.

Ave jacu vermelho (Foto: Divulgação/ Vale)Jacu vermelho está alojado em recindo recém
inaugurado. (Foto: Divulgação/ Vale)

O Parque Zoobotânico mantém atualmente mais de 260 animais nativos da região amazônica. No setor das aves de rapina, por exemplo, o público poderá conferir os novos recintos inaugurados que alojam o jacu vermelho, o mutum de penacho e o guará.

Só em 2013, o local recebeu mais de 130 mil pessoas interessadas em ver e sentir de perto a diversidade da fauna e flora amazônica. Além do contato com a natureza, outro atrativo do lugar é o orquidário e a coleção de sementes e de insetos em exposição.

Em 2013, mais de 130 mil pessoas visitaram o parque. (Foto: Divulgação/ Vale)Em 2013, mais de 130 mil pessoas visitaram o parque. (Foto: Divulgação/ Vale)

No parque há animais soltos como os macacos guariba, araras, saguis, antas e veados. O local realiza programas oficiais de reprodução de espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, a arara azul grande, a ararajuba, o macaco-aranha-da-testa-branca e do macaco cuxiú.

Serviço: O Parque Zoobotânico Vale (PZV) é aberto à visitação pública todos os dias, das 9h às 15h30. A entrada é gratuita.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Site de relatos de vítimas de estupro atrai mais mil depoimentos num mês

Site de relatos de vítimas de estupro atrai mais mil depoimentos num mês (Foto: BBC)Site de relatos de vítimas de estupro atrai mais
mil depoimentos num mês (Foto: BBC)

Um site francês em que pessoas relatam ter sido vítimas de estupros cometidos por familiares ou amigos ganhou grande repercussão na França e já recebeu mais de mil depoimentos apenas um mês após seu lançamento.

No site Je Connais un Violeur (‘Eu conheço um estuprador’, em tradução livre), os depoimentos das vítimas são anônimos e os agressores não podem ser identificados.

‘O objetivo é mostrar que os estupradores não são apenas marginais ou loucos que atacam em ruelas sombrias ou estacionamentos escuros. Isso corresponde a uma minoria. Na maior parte dos casos, os estupradores são parentes, namorados ou amigos’, disse à BBC Brasil Pauline (que não quis divulgar o sobrenome), criadora do site.

Segundo o site, que se baseia em estatísticas de associações ligadas ao tema, como Unidos Contra o Estupro, em 80% dos casos a vítima conhece o estuprador. E um terço das agressões sexuais é cometido por maridos ou parceiros regulares.

‘Não existe um perfil típico do estuprador. Ele pode ser qualquer um e de qualquer meio social: um homem casado, um irmão, um bom amigo ou um vizinho’, afirma Pauline.

‘É dentro de casa que ocorre a maioria dos estupros’, diz.

No site, há também vítimas masculinas, como um homem que afirma ter sofrido abusos sexuais na infância cometidos por uma babá.

Pauline, que integra a direção da ONG Ouse o Feminismo, diz ter ficado surpresa com o grande número de relatos recebidos logo após a criação do site, no final de agosto.

‘Eu sei que o estupro é algo bem mais comum do que se imagina, mas é um assunto tabu e normalmente as vítimas violentadas por pessoas conhecidas preferem não falar a respeito ou têm dificuldades para reconhecer que tenham sofrido uma agressão’, afirma.

‘Algumas pessoas até duvidam que tenham sido estupradas pelo fato de não terem sido ameaçadas com uma arma’, diz Pauline.

Ação judicial
Segundo ela, vários depoimentos feitos no site são de pessoas que contaram pela primeira vez ter sofrido um estupro. ‘Outras comentaram com algumas pessoas, que não acreditaram ou minimizaram o problema’, afirma.

Foi o que ocorreu com a francesa Fanny, de 27 anos, que contou à BBC Brasil ter sido estuprada aos 16 anos por dois amigos e novamente aos 22 anos por um namorado.

‘Na época, não falei abertamente sobre as agressões porque me sentia culpada. Cada vez que comentava o assunto, as pessoas desdramatizavam o ocorrido. O site me deu a chance de ser mais livre para falar a respeito e percebi que meu caso não é isolado’, afirma Fanny.

‘Eu me dizia para parar de ficar triste e aceitar o que aconteceu. Mas percebi, ao ver histórias parecidas com a minha, que é importante reconhecer que foi um estupro’.

‘Hoje constato que deveria ter tomado uma atitude’, diz Fanny, que após relatado sua história diz que irá em breve entrar com uma ação na Justiça contra seus agressores.

Desmistificação
Émilie, de 26 anos, também contou no site a agressão sexual que sofreu há sete anos, cometida por um antigo namorado.

‘O site é um canal de comunicação importante para pessoas que, como eu, demoram para admitir que sofreram um estupro. Eu mesma minimizei o ocorrido na época. Foi um choque e não sabia como agir’, afirmou à BBC Brasil.

‘Comentei o assunto com algumas pessoas, mas não tive apoio. Me sentia culpada’, conta.

‘O site desmistifica o estupro e mostra que os estupradores não são apenas psicopatas ou bandidos. As pessoas podem se identificar com as experiências relatadas’, afirma Émilie.

Ela diz não se sentir psicologicamente capaz de enfrentar um processo contra seu agressor.

‘Tenho receio de perder a ação. Além disso, foi há sete anos, não há provas, será a minha palavra contra a dele’, diz.

‘Mas para mim já é importante o fato de poder falar a respeito’, afirma.

Os depoimentos publicados no site não contêm os detalhes das cenas dos estupros. Detalhes das ações dos agressores também não são mencionados.

‘Isso é para evitar que os relatos alimentem fantasias de pervertidos sexuais’, diz Pauline.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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