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ONG entrega 340 mil assinaturas de apoio à votação do Marco Civil

Integrantes da ONG Avaaz fizeram a entrega simbólica na Câmara de assinaturas de apoio ao Marco Civil da Internet (Foto: Nathalia Passarinho / G1)Integrantes da Avaaz fizeram a entrega simbólica na
Câmara de assinaturas de apoio ao Marco Civil da
Internet (Foto: Nathalia Passarinho / G1)

Na tentativa de pressionar o Congresso Nacional a aprovar o Marco Civil da Internet, integrantes da Avaaz, ONG internacional que organiza petições virtuais, entregou nesta terça-feira (25) à Câmara dos Deputados um abaixo-assinado com 344 mil assinaturas em defesa do projeto. Caixas de papelão que simbolizam as assinaturas coletadas pela web serão colocadas no Salão Verde para que os deputados possam tomar conhecimento da campanha.

De acordo com o diretor do projeto, Michael Freitas Mohallen, integrante da Avaaz, o objetivo da entidade é defender pontos centrais do Marco Civil, como a garantia de privacidade dos dados de internautas e a neutralidade da rede, que proíbe a venda diferenciada de conteúdo, como pacotes somente de acesso a e-mails.

“Queremos levar as vozes de mais de 340 mil pessoas para sensibilizar os deputados da importância de aprovar o Marco Civil da Internet. A gente vê a neutralidade sendo contestada no mundo, com negociações privadas que transformam a internet em avenidas. Esse projeto é necessário para garantir internet livre e democrática”, afirmou Mohallen.

A votação do projeto está marcada para a tarde desta terça (25) na Câmara. A matéria tranca a pauta de votações do plenário da Casa desde outubro do ano passado e causou várias divergências entre deputados da base e oposição, governo e o setor de telecomunicações e internet.

Na semana passada, em busca de um acordo, o governo aceitou fazer concessões ao texto, como a retirada do artigo que obrigava empresas de internet a manterem os dados de internautas brasileiros no Brasil. O texto, da forma como estava, exigia que empresas internacionais, como Google e Facebook, instalassem data centers no país para abrigar essas informações em território nacional.

O governo aceitou ainda alterar um dos trechos mais polêmicos da matéria, que prevê a regulamentação por decreto da chamada neutralidade da rede. O governo aceitou incluir no projeto a obrigatoriedade de a presidente ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) antes de formular as regras que regularão a venda de conteúdo.

Mais cedo nesta terça, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse acreditar na aprovação do projeto. Segundo ele, o texto “honrará” a Casa. “Vamos concluir a discussão, como ficou acertado semana passada. E votamos hoje  à noite o Marco Civil. Acho que clima é de aprovação, depois dos embates e discussões  que tivemos aqui com ministro [da Justiça] Cardozo, com área técnica do governo. Acho que vamos chegar a um texto que honrará esta Casa”, declarou.

De acordo com o parlamentar, não será necessário realizar nova rodada de negociações entre parlamentares e governo sobre o texto. Alves, no entanto, acredita que a sessão será demorada. “Estamos pronto para ela [sessão de votação no plenário]. Dormi bem na noite de hoje. Estou pronto para passar a noite na Casa votando”, declarou Alves.

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Assinaturas do Office 365 são 4% da receita do Microsoft Office

A divisão de negócios da Microsoft que administra o Office registrou um aumento na receita de 5% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período em 2012. O crescimento foi impulsionado por uma onda de empresas assinando contratos de licenciamento de longo prazo.

O Office 365, programa de assinatura expandido da Microsoft promovido para empresas e consumidores – no qual a gigante está depositando suas esperanças para impulsionar a renda – será responsável ??por cerca de 4% da receita da divisão para o ano fiscal, segundo a Microsoft.

A receita para a Microsoft Business Division (MBD) no primeiro trimestre foi de 6,1 bilhões de dólares, 5% acima do primeiro trimestre de 2012, quando foram excluídos os ajustes para o programa de upgrade gratuito do Office. Isso contrastou com o quarto trimestre, ano sobre ano, para a Divisão Windows, que foi atingida por uma grave recessão nas vendas de PCs.

O aumento na receita da MBD resultou de vendas para empresas, que cresceram 10% com relação ao ano passado, disse Chris Suh, gerente-geral de relações com investidores. “Isso foi impulsionado pelo crescimento de 16% no licenciamento de vários anos”, disse Suh.

A Microsoft há muito conta com acordos de licenciamento com empresas para atingir a maior parte de sua receita do Office. As empresas não só compram essas licenças, mas também se inscrevem (e pagam mais) para o Software Assurance, anuidade que dá aos clientes o direito de futuras atualizações.

Recentemente, no entanto, a Microsoft lançou o Office 365 como uma alternativa, promovendo planos de assinatura como cinco instalações-por-usuário do Office 2103 e outros benefícios, na tentativa de seduzir os clientes a abandonarem as tradicionais licenças “perpétuas” – aquelas pagas uma única vez, para usar o tempo que desejar – e aderir aos programas de assinatura mensal ou anual.

Os clientes empresariais pagam entre 13 e 20 dólares por mês por usuário – ou entre 150 e 240 dólares por ano por usuário – no Office 365. Se uma assinatura expira, o Office 2013 localmente instalado muda para um modo reduzido, que não permite aos usuários criar novos documentos ou editar os já existentes.

Na semana passada, o CFO da Microsoft (que já está de saída da empresa), Peter Klein, salientou a importânciado Office 365 para a estratégia de receita da Microsoft e elogiou o seu sucesso. “Este trimestre foi o nosso mais forte para o Office 365, como nunca antes visto, com adições líquidas de até cinco vezes mais em relação ao ano anterior”, disse Klein. “Um em cada quatro dos nossos clientes corporativos agora tem Office 365, e o negócio está em uma taxa de execução de receita anual de 1 bilhão de dólares.”

Esses números podem soar impressionantes à primeira vista.

Mas Klein acrescentou que um quarto dos clientes corporativos da Microsoft se inscreverem para usar o Office 365 não significa que 25% de todas as licenças do Office vendidas para as empresas, de fato, foram substituídas por assinaturas.

Como observou o analista Wes Miller, da Directions on Microsoft, em uma entrevista na semana passada, poucas empresas estão adotando por completo a nova estrutura de pagamento do Office 365. A maior parte delas continua – e continuará por algum tempo – a depender de uma abordagem híbrida, onde compra mais licenças definitivas  do Office e se inscrevem para o Office 365 para o restante.

Ao longo dos últimos quatro trimestres – de 1 de abril de 2012 a 31 de março de 2013 – a receita da MBD foi de 23,8 bilhões de dólares. Usando esse número, o 1 bilhão do Office 365 representaria 4,2% do total.

Ainda assim, Klein destacou a esperança da Microsoft no Office 365, como ele mesmo avisou os analistas do Wall Street que ele iria impactar na receita no curto prazo. “Esperamos aumentar nossa base de clientes, aumentar a satisfação do cliente por meio de atualizações contínuas, e reduzir a pirataria”, disse Klein, acrescentando que os custos da Microsoft para apoiar os serviços de assinatura cairão ao longo do tempo.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Assinaturas do Office 365 são 4% da receita do Microsoft Office

A divisão de negócios da Microsoft que administra o Office registrou um aumento na receita de 5% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período em 2012. O crescimento foi impulsionado por uma onda de empresas assinando contratos de licenciamento de longo prazo.

O Office 365, programa de assinatura expandido da Microsoft promovido para empresas e consumidores – no qual a gigante está depositando suas esperanças para impulsionar a renda – será responsável ??por cerca de 4% da receita da divisão para o ano fiscal, segundo a Microsoft.

A receita para a Microsoft Business Division (MBD) no primeiro trimestre foi de 6,1 bilhões de dólares, 5% acima do primeiro trimestre de 2012, quando foram excluídos os ajustes para o programa de upgrade gratuito do Office. Isso contrastou com o quarto trimestre, ano sobre ano, para a Divisão Windows, que foi atingida por uma grave recessão nas vendas de PCs.

O aumento na receita da MBD resultou de vendas para empresas, que cresceram 10% com relação ao ano passado, disse Chris Suh, gerente-geral de relações com investidores. “Isso foi impulsionado pelo crescimento de 16% no licenciamento de vários anos”, disse Suh.

A Microsoft há muito conta com acordos de licenciamento com empresas para atingir a maior parte de sua receita do Office. As empresas não só compram essas licenças, mas também se inscrevem (e pagam mais) para o Software Assurance, anuidade que dá aos clientes o direito de futuras atualizações.

Recentemente, no entanto, a Microsoft lançou o Office 365 como uma alternativa, promovendo planos de assinatura como cinco instalações-por-usuário do Office 2103 e outros benefícios, na tentativa de seduzir os clientes a abandonarem as tradicionais licenças “perpétuas” – aquelas pagas uma única vez, para usar o tempo que desejar – e aderir aos programas de assinatura mensal ou anual.

Os clientes empresariais pagam entre 13 e 20 dólares por mês por usuário – ou entre 150 e 240 dólares por ano por usuário – no Office 365. Se uma assinatura expira, o Office 2013 localmente instalado muda para um modo reduzido, que não permite aos usuários criar novos documentos ou editar os já existentes.

Na semana passada, o CFO da Microsoft (que já está de saída da empresa), Peter Klein, salientou a importânciado Office 365 para a estratégia de receita da Microsoft e elogiou o seu sucesso. “Este trimestre foi o nosso mais forte para o Office 365, como nunca antes visto, com adições líquidas de até cinco vezes mais em relação ao ano anterior”, disse Klein. “Um em cada quatro dos nossos clientes corporativos agora tem Office 365, e o negócio está em uma taxa de execução de receita anual de 1 bilhão de dólares.”

Esses números podem soar impressionantes à primeira vista.

Mas Klein acrescentou que um quarto dos clientes corporativos da Microsoft se inscreverem para usar o Office 365 não significa que 25% de todas as licenças do Office vendidas para as empresas, de fato, foram substituídas por assinaturas.

Como observou o analista Wes Miller, da Directions on Microsoft, em uma entrevista na semana passada, poucas empresas estão adotando por completo a nova estrutura de pagamento do Office 365. A maior parte delas continua – e continuará por algum tempo – a depender de uma abordagem híbrida, onde compra mais licenças definitivas  do Office e se inscrevem para o Office 365 para o restante.

Ao longo dos últimos quatro trimestres – de 1 de abril de 2012 a 31 de março de 2013 – a receita da MBD foi de 23,8 bilhões de dólares. Usando esse número, o 1 bilhão do Office 365 representaria 4,2% do total.

Ainda assim, Klein destacou a esperança da Microsoft no Office 365, como ele mesmo avisou os analistas do Wall Street que ele iria impactar na receita no curto prazo. “Esperamos aumentar nossa base de clientes, aumentar a satisfação do cliente por meio de atualizações contínuas, e reduzir a pirataria”, disse Klein, acrescentando que os custos da Microsoft para apoiar os serviços de assinatura cairão ao longo do tempo.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Google compra DocuSign e investe no mercado de assinaturas digitais

Usuários do serviço podem fazer upload de um documento digital e solicitar pessoas específicas para assiná-lo digitalmente,com uma assinatura única ou uma inicial

O Google acaba de apostar 8,1 milhões de dólares no mercado de assinaturas digitais em documentos eletrônicos, com investimento de capital de risco na DocuSign. O anúncio foi feito pelas duas empresas na terça-feira (7).

A tecnologia DocuSign é usada pelas empresas para a assinatura de faturas digitais, acordos comerciais e outros documentos oficiais de forma segura, de acordo com o site da empresa. Ela é usada atualmente por 20 milhões de usuários que já assinaram mais de 150 milhões de documentos, e 60 mil novos usuários aderem ao serviço todos os dias.

O Google Ventures disse que decidiu investir na empresa porque as assinaturas eletrônicas estão sendo rapidamente adotados por empresas e pequenas companhias em todo o mundo. Além da tecnologia, a equipe forte e o momento do mercado atraíram a empresa de Mountain View. As empresas planejam trabalhar juntas para alcançar centenas de milhões de clientes em todo o mundo, de acordo com o braço direito do gigante das buscas.

Os usuários do serviço podem fazer upload de um documento digital para o DocuSign e solicitar pessoas específicas para assiná-lo digitalmente, com uma assinatura única ou uma inicial. A tecnologia é utilizada em indústrias como setores financeiros, seguros, tecnologia entre outros, disse a DocuSign, acrescentando que empresas como Cisco, Comcast, eBay e HP também já o estão utilizando.

A companhia também oferece um serviço para os consumidores, chamado “DocuSign Ink”, que permite que qualquer pessoa arraste e solte suas assinaturas em documentos para torná-los juridicamente vinculativos. Ele funciona em aplicativos para iPad , iPhone e Android, e também pode ser utilizado com o Outlook, novo e-mail da Microsoft.

Também pode ser usado para assinar arquivos do Microsoft Office, PDFs com reconhecimento de campo de formulário, documentos digitalizados e enviados por fax e todos aqueles de texto e imagem. Em abril a DocuSign foi integrada com o Google Drive,  serviço de nuvem do Google que inclui o Google Docs, e disse que levantou 55,7 milhões de dólares em sua mais recente rodada de investimentos. 

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Google compra DocuSign e investe no mercado de assinaturas digitais

Usuários do serviço podem fazer upload de um documento digital e solicitar pessoas específicas para assiná-lo digitalmente,com uma assinatura única ou uma inicial

O Google acaba de apostar 8,1 milhões de dólares no mercado de assinaturas digitais em documentos eletrônicos, com investimento de capital de risco na DocuSign. O anúncio foi feito pelas duas empresas na terça-feira (7).

A tecnologia DocuSign é usada pelas empresas para a assinatura de faturas digitais, acordos comerciais e outros documentos oficiais de forma segura, de acordo com o site da empresa. Ela é usada atualmente por 20 milhões de usuários que já assinaram mais de 150 milhões de documentos, e 60 mil novos usuários aderem ao serviço todos os dias.

O Google Ventures disse que decidiu investir na empresa porque as assinaturas eletrônicas estão sendo rapidamente adotados por empresas e pequenas companhias em todo o mundo. Além da tecnologia, a equipe forte e o momento do mercado atraíram a empresa de Mountain View. As empresas planejam trabalhar juntas para alcançar centenas de milhões de clientes em todo o mundo, de acordo com o braço direito do gigante das buscas.

Os usuários do serviço podem fazer upload de um documento digital para o DocuSign e solicitar pessoas específicas para assiná-lo digitalmente, com uma assinatura única ou uma inicial. A tecnologia é utilizada em indústrias como setores financeiros, seguros, tecnologia entre outros, disse a DocuSign, acrescentando que empresas como Cisco, Comcast, eBay e HP também já o estão utilizando.

A companhia também oferece um serviço para os consumidores, chamado “DocuSign Ink”, que permite que qualquer pessoa arraste e solte suas assinaturas em documentos para torná-los juridicamente vinculativos. Ele funciona em aplicativos para iPad , iPhone e Android, e também pode ser utilizado com o Outlook, novo e-mail da Microsoft.

Também pode ser usado para assinar arquivos do Microsoft Office, PDFs com reconhecimento de campo de formulário, documentos digitalizados e enviados por fax e todos aqueles de texto e imagem. Em abril a DocuSign foi integrada com o Google Drive,  serviço de nuvem do Google que inclui o Google Docs, e disse que levantou 55,7 milhões de dólares em sua mais recente rodada de investimentos. 

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Publicado por em 16 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Desenvolvedores poderão cobrar assinaturas de apps no Facebook

Em um material oficial para criadores, empresa diz que “assinaturas e pontos de preços em múltiplas moedas irão ajudar os desenvolvedores a rentabilizar de forma mais eficaz”

O Facebook disse nesta terça-feira (19) que irá começar a permitir que desenvolvedores de aplicativos em sua plataforma cobrem os usuários para assiná-los, mas irá obrigá-los a parar de usar créditos do Facebook para fazer compras por meio de apps, de acordo com um post do blog.

Atualmente a rede social não apoia o modelo de assinatura. Em vez disso, os desenvolvedores de apps em seu serviço ganham dinheiro quando os usuários compram bens virtuais. Eles fazem isso tanto em uma moeda específica da aplicação como utilizando créditos do Facebook.

Até o fim do ano, moedas reais serão aceitas para inscrições, e apps de pagamentos terão que confiar em apps de moedas. O FB explicou que o “Credits” foi lançado em uma época em que poucos aplicativos tinham suas próprias moedas. Agora muitos têm, aliviando a necessidade de uma “moeda virtual de amplo alcance”, disse o blog.

O anúncio enfatizou os benefícios para os desenvolvedores, incluindo a capacidade de “fixar o preço do mesmo item de maneira diferente com base nos diferentes mercados”. “Nós antecipamos que as características construídas em moeda local, assim como assinaturas e pontos de preços em múltiplas moedas, irão ajudar os desenvolvedores a rentabilizar de forma mais eficaz”, disse a empresa em seus materiais para desenvolvedores.

O novo modelo já está sendo utilizado por alguns desenvolvedores, incluindo Kixeye e Zynga, num teste beta privado. “Nós acreditamos que o serviço do Facebook de criar um nova maneira de realizar o pagamento para apoiar os preços em moeda local irá dinamizar os métodos de pagamento em sua plataforma, e, finalmente, oferecer opções de preços mais flexíveis. Enquanto é cedo, estamos ansiosos para trazer aos jogadores mais opções para participar de nossos jogos por meio do nosso modelo de assinatura. Já começaram as assinaturas de testes em alguns dos nossos jogos no Facebook “, disse em um e-mail um representante da Zynga.

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Publicado por em 3 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Desenvolvedores poderão cobrar assinaturas de apps no Facebook

Em um material oficial para criadores, empresa diz que “assinaturas e pontos de preços em múltiplas moedas irão ajudar os desenvolvedores a rentabilizar de forma mais eficaz”

O Facebook disse nesta terça-feira (19) que irá começar a permitir que desenvolvedores de aplicativos em sua plataforma cobrem os usuários para assiná-los, mas irá obrigá-los a parar de usar créditos do Facebook para fazer compras por meio de apps, de acordo com um post do blog.

Atualmente a rede social não apoia o modelo de assinatura. Em vez disso, os desenvolvedores de apps em seu serviço ganham dinheiro quando os usuários compram bens virtuais. Eles fazem isso tanto em uma moeda específica da aplicação como utilizando créditos do Facebook.

Até o fim do ano, moedas reais serão aceitas para inscrições, e apps de pagamentos terão que confiar em apps de moedas. O FB explicou que o “Credits” foi lançado em uma época em que poucos aplicativos tinham suas próprias moedas. Agora muitos têm, aliviando a necessidade de uma “moeda virtual de amplo alcance”, disse o blog.

O anúncio enfatizou os benefícios para os desenvolvedores, incluindo a capacidade de “fixar o preço do mesmo item de maneira diferente com base nos diferentes mercados”. “Nós antecipamos que as características construídas em moeda local, assim como assinaturas e pontos de preços em múltiplas moedas, irão ajudar os desenvolvedores a rentabilizar de forma mais eficaz”, disse a empresa em seus materiais para desenvolvedores.

O novo modelo já está sendo utilizado por alguns desenvolvedores, incluindo Kixeye e Zynga, num teste beta privado. “Nós acreditamos que o serviço do Facebook de criar um nova maneira de realizar o pagamento para apoiar os preços em moeda local irá dinamizar os métodos de pagamento em sua plataforma, e, finalmente, oferecer opções de preços mais flexíveis. Enquanto é cedo, estamos ansiosos para trazer aos jogadores mais opções para participar de nossos jogos por meio do nosso modelo de assinatura. Já começaram as assinaturas de testes em alguns dos nossos jogos no Facebook “, disse em um e-mail um representante da Zynga.

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Publicado por em 3 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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