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UE assina parte política de acordo de associação com a Ucrânia

Os chefes de Estado e de governo da União Europeia (UE) assinaram nesta sexta-feira (21) com o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, os capítulos políticos do acordo de associação que foi oferecido ao governo anterior de Kiev, cuja rejeição em novembro do ano passado desencadeou os protestos no país.

“A assinatura da parte política do acordo UE-Ucrânia simboliza a importância que damos às relações e que seguiremos em frente”, disse o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.

Com este gesto político com um governo interino, os 28 membros da UE manifestam seu apoio à Ucrânia, que vacila diante de seu vizinho, que acaba de anexar um território que até então pertencia a Kiev.

A UE, no entanto, já advertiu que este acordo não significa que a Ucrânia, que nesta semana abandonou a Comunidade de Estados Independentes (CEI, herdeira da URSS), vá se incorporar no médio prazo ao bloco.

Após a assinatura do acordo, o primeiro-ministro ucraniano Arseni Yatseniuk pediu que a UE  imponha sanções econômicas para frear as ambições da Rússia.

“A melhor maneira de conter a Rússia é impor uma verdadeira pressão econômica”, declarou Yatseniuk ante os jornalistas reunidos em Bruxelas, ao ser indagado se a “Rússia decidiu impor uma nova ordem mundial”.

“Todos temos de pagar o preço, pela paz, pela estabilidade, pela segurança e pelos valores”, acrescentou o chefe de governo ucraniano.

arte crimeia 17.03 (Foto: Arte/G1)

Os líderes europeus pretendem enviar assim um sinal a Moscou, que anunciou que formalizará nesta semana a incorporação da Crimeia e do porto de Sebastopol à Federação Russa.

O acordo foi assinado no segundo e último dia da cúpula de chefes de Estado e de governo da UE, que decidiu na quinta-feira (20) aplicar medidas punitivas contra outras 12 personalidades russas vinculadas ao referendo de secessão da península autônoma ucraniana da Crimeia e a sua anexação à Rússia.

Os europeus esperam poder assinar os outros capítulos deste acordo de 1.200 páginas, essencialmente as disposições comercial, econômica, financeira e judicial, antes do fim do ano, sem que isso implique o início de negociações de adesão no médio prazo da Ucrânia ao bloco.

A assinatura ocorre cinco dias após o referendo mediante o qual os habitantes da península da Crimeia decidiram por esmagadora maioria se separar da Ucrânia para se integrar à Rússia, em meio ao maior confronto entre o Leste e o Oeste desde o desmembramento da URSS, no início dos anos 90.

A UE prometeu no dia 5 de março um pacote de ajuda de 11 bilhões de euros às novas autoridades da Ucrânia, dos quais pode desembolsar o primeiro 1,6 bilhão após a assinatura deste acordo, desde que Kiev também alcance um compromisso com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

A UE também decidiu nesta cúpula adiantar para junho, no mais tardar, a assinatura de outro acordo similar destinado a reforçar a associação política e a integração econômica da Geórgia e da Moldávia, outras ex-repúblicas soviéticas.

Rússia
A Rússia criticou nesta sexta-feira a assinatura da parte política do Acordo de Associação entre Ucrânia e a União Europeia (UE), ao considerar que não responde aos interesses do povo ucraniano.

“Este não é um passo ditado pelos interesses da economia e do povo ucraniano em seu conjunto, mas uma nova tentativa de ganhar pontos na parte geopolítica”, afirmou Sergei Lavrov, ministro russo das Relações Exteriores.

Lavrov destacou que a assinatura do acordo ocorre “quando o Estado ucraniano está imerso em uma profunda crise e quando aqueles que se autoproclamaram governantes não contam nem com apoio e nem com legitimidade de uma grande parte de seu próprio povo.”

Acordo
O acordo de associação deverá “promover a aproximação gradual” entre UE e Ucrânia sobre os valores comuns e vínculos privilegiados que são compartilhados pelas partes, e também para fomentar a participação da Ucrânia nas políticas comunitárias e em seus programas e agências.

Além disso, oferece um marco apropriado para o diálogo político em todas as áreas de interesse mútuo e serve para “promover, preservar e reforçar a paz e a estabilidade”.

É também o ponto de partida para fortalecer as condições econômicas e comerciais que levem a Ucrânia para uma integração gradual no mercado interno da UE, inclusive o estabelecimento de uma área de livre-comércio.

Também deverá facilitar a cooperação em matéria de Justiça, Liberdade e Segurança com o objetivo de fortalecer o Estado de Direito e o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais.

A assinatura do pacto não estabelece nenhuma data concreta para a conclusão do processo de aproximação entre UE e Ucrânia. Entretanto, está prevista uma revisão do mesmo no prazo de cinco anos, ou antes, se for de comum acordo entre as partes.

Os capítulos assinados hoje se limitam a determinar as bases políticas da relação bilateral e a criar uma série de órgãos que serão responsáveis pelo acompanhamento do processo de aproximação da Ucrânia com a UE.

Incluem também o compromisso de realizar cúpulas bilaterais no mais alto nível pelo menos uma vez por ano, assim como outros encontros ministeriais de caráter social e setorial com mais frequência.

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin assina lei que conclui processo de adesão da Crimeia à Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, em foto desta sexta-feira (21) no Kremilin, em Moscou (Foto: RIA-Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service/AP)O presidente da Rússia, Vladimir Putin, em foto desta sexta-feira (21) no Kremilin, em Moscou (Foto: RIA-Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service/AP)

O presidente russo, Vladimir Putin, assinou nesta sexta-feira (21) a lei  que ratifica o tratado assinado por ele e pelas lideranças da Crimeia nesta semana, tornando a região autônoma no Mar Negro e a cidade de Sebastopol oficialmente parte da Rússia.

A cerimônia foi realizada no Kremlin e transmitida ao vivo pela televisão russa.

A assinatura, realizada após as duas câmaras do Parlamento russo ratificarem o tratado de adesão, desafia o Ocidente, que não reconhece a incorporação da Crimeia e diz que ela ainda é parte da Ucrânia.

Mais cedo nesta sexta, o Conselho da Federação (Câmara Alta do Parlamento russo) ratificou o tratado de incorporação da Crimeia à Rússia, um dia depois da Câmara Baixa.

Os senadores aprovaram de forma unânime este texto assinado na terça-feira (18) pelo presidente Vladimir Putine os líderes da Crimeia e Sebastopol, através do qual é anexada à Rússia esta região que estava desde 1954 sob a jurisdição da Ucrânia.

“Não somos testemunhas, somos os atores dos eventos históricos ocorridos nos últimos dias e cumprimos com nossa missão histórica com dignidade, com sentido de responsabilidade e patriotismo”, declarou Valentina Matvienko, presidente do Conselho da Federação, ao fim da votação.

A ratificação do tratado por parte das duas câmaras do Parlamento era uma simples formalidade. O Kremlin havia indicado na terça que o texto entrava em vigor imediatamente após sua assinatura por parte de Putin.

Na quinta-feira (20), a Duma (câmara baixa do parlamento russo) ratificou o acordo por meio do qual a Crimeia e a cidade de Sebastopol foram anexadas à Rússia.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou nesta quinta que as incorporações da Crimeia e do porto de Sebastopol à Federação Russa serão formalizadas juridicamente esta semana.

“O processo jurídico será terminado esta semana”, disse o chanceler russo em reunião com delegados do Ministério das Relações Exteriores nas entidades da Federação Russa, segundo as agências locais.

Uma vez que sejam terminados os trâmites no Legislativo, Putin poderá promulgar as leis, o último passo para completar o procedimento jurídico.

O projeto de lei constitucional, que determina que a Crimeia e Sebastopol são parte da Rússia desde 18 de março, o dia da assinatura do tratado, será apresentado hoje aos deputados por Lavrov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Telefônica Brasil assina acordo de serviços de voz e dados com a Nextel

A Telefônica Brasil confirmou nesta segunda-feira (13) um acordo para fornecer serviços de voz e dados à Nextel no país. O contrato permitirá a Nextel utilizar as redes de segunda e terceira gerações (2G e 3G) da Vivo no país, mas os ativos de espectro e rede continuarão geridos separadamente pelas operadoras, segundo o comunicado.

Reportagem publicada no Valor informa que o acordo dá uma trégua à guerra de vários anos entre a Nextel e as grandes operadoras de serviços móveis. A parceria dará à Nextel acesso a uma área de serviço mais ampla em todo o Brasil.

Conforme antecipado pelo Valor, a cúpula da americana NII Holdings, que controla a Nextel, acertou a negociação com a Telefônica no Brasil e no México, onde a companhia opera a rede da Movistar.

Segundo a Telefônica, que opera sob a marca Vivo no país, o negócio representa um passo “natural” na otimização da rede de telefonia móvel no Brasil e “demonstra o compromisso de ambas” para que se crie um “ambiente competitivo dinâmico”.

A Nextel ganhou mercado no Brasil depois de oferecer a tecnologia de conversa por rádio, chamada de iDEN, o que levou a uma guerra de preços com as grandes operadoras locais. A empresa possui 4 milhões de usuários sob esse serviço no Brasil e mais 255 mil clientes em 3G.

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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Governo assina acordo com 80 prefeitos para projeto de cidades digitais

Programa busca a modernização da gestão municipal e o desenvolvimento local através de uma rede de telecomunicações que vai interligar os órgãos públicos.

Prefeitos de 80 municípios de todo o Brasil assinaram nesta terça-feira (29/01) acordos de cooperação com o Ministério das Comunicações (MiniCom) para a implantação do Projeto Cidades Digitais. O programa busca a modernização da gestão municipal e o desenvolvimento local através de uma rede de telecomunicações que vai interligar os órgãos públicos.

A previsão é de que o projeto executivo para implantação do projeto nas 80 cidades selecionadas seja concluído até o fim de fevereiro. Durante a solenidade, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destacou que o essencial do projeto é ajudar a melhorar o processo de gestão pública, interligando diferentes áreas como educação, arrecadação e saúde.

“Tudo hoje exige informatização. Internet é bom para os negócios, para a educação e para a saúde, mas é importante sobretudo para construir e aprimorar a cidadania.”

O projeto Cidades Digitais prevê a implantação de infraestrutura entre os órgãos públicos, a instalação de aplicativos de governo eletrônico para gestão dos setores financeiro, tributário, de saúde e educação. Também inclui a capacitação de servidores públicos no uso dos aplicativos e da rede e a instalação de pontos de acesso livre e gratuito à internet para a população.

Lançado neste ano, o projeto será implantado inicialmente em 80 cidades das várias regiões brasileiras. O ministério selecionou duas empresas especializadas em infraestrutura de telecomunicações, que serão responsáveis por implantar a rede nos municípios contemplados.

As empresas já avaliaram a infraestrutura disponível e as condições de cerca de 50 cidades para receber o projeto. Esse trabalho e a apresentação de um projeto executivo deverão ser concluídos em todos os 80 beneficiados até o fim de fevereiro.

As fases seguintes serão a implantação da rede de fibra óptica e o início da operação do programa nos municípios. A previsão é de que todo esse processo seja concluído até o fim de 2013.

*Com informações da Agência MiniCom

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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IBM assina acordo de US$ 1 bilhão com Cemex para prestação de serviços

Fabricante vai provê, por dez anos, apoio ao backoffice em RH e finanças, infraestrutura, manutenção e desenvolvimento de aplicativos.

A IBM e a Cemex, fornecedora de materiais de construção, anunciaram hoje (30/7), que firmaram acordo, avaliado em 1 bilhão de dólares, para prestação de serviços de backoffice em RH e finanças, bem como serviços de infraestrutura, manutenção e desenvolvimento de aplicativos.

A aliança vai durar, inicialmente, dez anos e tem o objetivo de tornar a Cemex mais flexível e competitiva. Além disso, permitirá melhorar a qualidade dos serviços prestados, a agilidade e a escalabilidade, afirma a companhia.

“O acordo permitirá à empresa se concentrar em seu principal negócio, de cimento e agregados, melhorar sua posição financeira e responder mais rapidamente às novas necessidades do mercado”, afirma Lorenzo H. Zambrano, CEO da Cemex.

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Publicado por em 18 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Autodesk assina compra da Horizontal Systems

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Aquisição visa reforçar portfólio de soluções de modelagem de informação da construção em nuvem.

06 de fevereiro de 2012 – 18h07

A Autodesk anuncia acordo para adquirir a Horizontal Systems, provedor de soluções inovadoras de colaboração para Modelagem de Informação da Construção (BIM) em nuvem para a indústria de arquitetura, engenharia e construção (AEC).

De acordo com a empresa, a aquisição da Horizontal Systems ajudará a acelerar o movimento de BIM para cloud, proporcionando aos usuários a capacidade de acessar e coordenar com mais facilidade dados de projetos com várias disciplinas, onde e como for necessário, em todo o ciclo de vida do projeto.

Essa abordagem possibilita que arquitetos, engenheiros, proprietários e construtores em todo o mundo colaborem em tempo real em mais de 40 formatos 3D diferentes, oferecendo uma solução para distribuir dados de BIM em sistemas de negócios externos.

“A integração da tecnologia da Horizontal Systems com outras soluções para BIM da Autodesk dinamizará os processos de negócios e fluxos de trabalho para assegurar mais eficiência”, afirma Jim Lynch, vice-presidente de Soluções de Arquitetura, Engenharia e Construção da Autodesk.

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Publicado por em 2 de março de 2012 em Tecnologia

 

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