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Porto italiano foi escolhido para transferir arsenal químico da Síria

O porto italiano de Gioia Tauro, na Calábria, sul da Itália, foi escolhido para a transferência do arsenal químico da Síria, indicou o ministro italiano de Infra-estruturas, Maurizio Lupi, nesta quinta-feira (16). A expectativa é que o material seja destruído no mar.

“O porto de Gioia Tauro é o mais adequado”, afirmou o ministro ante o Parlamento, ao se referir à operação de transferência de armas químicas de um navio dinamarquês a um norte-americano que deverá ser realizada no início de fevereiro.

A Síria removeu do país o primeiro lote de material de armas químicas a partir da cidade portuária de Latakia no último dia 7.

O arsenal foi colocado em uma embarcação dinamarquesa e segue agora para a Itália, segundo a Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq), que monitora a retirada de material químico da Síria.

Os materiais foram carregados em dois pontos do porto sírio de Latakia em uma embarcação comercial dinamarquesa, que zarpou sob escolta de unidades navais de Dinamarca, Noruega e Síria, rumo às águas internacionais.

Em dezembro, o Pentágono começou a equipar o navio “MV Cape Ray” com o material necessário para destruir a bordo uma parte do arsenal químico sírio. O navio de 200 metros de comprimento estava na base naval de Norfolk, Virgínia (leste dos Estados Unidos), e é parte dos 46 navios da frota de reserva, preparada para ficar operacional em poucos dias.

Segundo especialistas, as armas químicas da Síria poderão ser processadas e destruídas no mar.  A Albânia já rejeitou um pedido dos Estados Unidos para receber e desmantelar as armas. Em seguida, a Opaq passou a estudar a possibilidade de realizar o trabalho no mar, em um navio ou uma plataforma marítima.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Navios militares zarpam rumo à Síria para escoltar arsenal químico

Quatro navios militares com bandeiras norueguesa e dinamarquesa zarparam nesta sexta-feira do Chipre rumo à Síria, onde devem escoltar os primeiros carregamentos de armas químicas que devem ser destruídos no mar, informou um porta-voz militar.

A retirada dos agentes químicos do arsenal sírio deve ser concluída até 31 de dezembro, mas a data expirou sem que outra tenha sido fixada.

“As quatros embarcações zarparam com destino a uma zona de espera nas águas internacionais perto das costas da Síria, à espera para entrar no porto de Lataquia quando receberem a ordem”, afirmou o porta-voz militar norueguês, Lars Magne Hovtun.

Para escoltar as armas químicas até a Itália, onde serão destruídas a bordo de um navio americano equipado para a operação, as embarcações serão acompanhadas por navios chineses e russos.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Putin diz estar satisfeito por Assad cooperar na destruição de arsenal

Presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa na Indonésia da APEC (Foto: Beawiharta/ AFP)Presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa na Indonésia da APEC (Foto: Beawiharta/ AFP)

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta terça-feira (8) que a Síria coopera “ativamente” com a destruição das armas químicas.

“Os líderes sírios se envolveram ativamente neste trabalho e atuam de forma muito transparente, ajudando as agências internacionais”, declarou Putin, citado pela agência RIA Novosti, à margem da reunião Ásia-Pacífico em Bali.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Espero que este trabalho continue no mesmo ritmo e da mesma forma”, completou.

Putin também destacou que as dúvidas sobre a resposta adequada das autoridades sírias à decisão tomada sobre as armas químicas não se confirmaram.

Putin afirmou que durante a reunião em Bali conversou com o secretário de Estado americano, John Kerry, sobre a destruição das armas químicas sírias.

“Nós temos um entendimento comum sobre o que precisa ser feito e como. Estou muito feliz que o presidente (Barack) Obama esteja tomando essa posição (sobre as armas químicas)”, disse Putin a jornalistas no final do cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico na ilha indonésia de Bali.

Especialistas internacionais encarregados de iniciar o processo de verificação e eliminação das armas químicas chegaram à Síria no início deste mês. A Rússia, aliada de longa data da Síria e fornecedora de armas ao país, se ofereceu para ajudar no processo de destruição.

Putin disse que acredita que os peritos da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) será capaz de realizar o objetivo de eliminar as armas químicas da Síria dentro de um ano.

O presidente russo também propôs convidar os países com maioria da população muçulmana, como a Indonésia, para a conferência de paz sobre a Síria conhecida como Genebra 2.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Inspetores responsáveis pelo fim de arsenal químico chegam à Síria

Vinte inspetores internacionais responsáveis pela operação de desmantelamento das armas químicas do regime de Bashar al-Assad entraram nesta terça-feira (1º) na Síria pelo posto de fronteira de Masnaa.

Os inspetores da Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq), responsáveis por aplicar uma resolução da ONU sobre a destruição do arsenal químico sírio, cruzaram a fronteira a bordo de jipes brancos.

As autoridades sírias divulgaram em 19 de setembro uma lista dos locais de produção e armazenamento de armas químicas que devem ser inspecionados em 30 dias em virtude de um acordo Rússia-EUA.

O acordo prevê o desmantelamento das armas químicas no país até meados de 2014.

A operação de desarmamento é muito ambiciosa e perigosa. Outras foram realizadas no Iraque e Líbia, mas nunca em plena guerra.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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EUA pedem à Síria que revele logo o tamanho de seu arsenal químico

O governo dos Estados Unidos pediu nesta quinta-feira (12) ao regime sírio que revele o mais rápido possível o tamanho e as características de seu arsenal químico, pouco antes de uma reunião do secretário de Estado John Kerry em Genebra com o chanceler russo Serguei Lavrov.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

Acompanhado por uma equipe de especialistas, Kerry conversará com Lavrov sobre a proposta russa de colocar o arsenal sob supervisão internacional e depois destruir as armas.

“É factível, mas difícil”, declarou uma fonte americana aos jornalistas que acompanham Kerry.

Esta fonte do Departamento de Estado afirmou que Washinton espera que o regime sírio “declare o mais rápido possível todo seu arsenal”, como demonstração de compromisso.

O secretário de Estado viajou acompanhado de vários especialistas em desarmamento, armas químicas e não proliferação do Pentágono, das Forças Armadas e de outros departamentos do governo.

“O objetivo é ver se realmente há uma via confiável para avançar, se os russos são sérios no que dizem e, mais importante, se Assad é sério no que diz”, afirmou uma fonte do Departamento de Estado.

“Vamos conversar com os russos sobre a amplitude do problema, as diferentes formas de destruição destas armas, os centros de produção, as diversas instalações”, completou.

O ministro sírio das Relações Exteriores, Walid al-Mualem, declarou esta semana que o país está disposto a aderir à Organização para a Proibição de Armas Químicas e que apoia o plano russo para colocar estas armas sob controle internacional.

No entanto, o ceticismo é grande a respeito da seriedade do regime sírio sobre a eliminação das armas químicas ou se apenas deseja ganhar tempo, enquanto prossegue com os combates contra a oposição armada.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Falta de dados gera especulações sobre arsenal químico da Síria

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O arsenal químico da Síria, que existe há várias décadas, é considerado um dos maiores no Oriente Médio, mas continua a ser alvo de especulações, já que as informações públicas são quase inexistentes.

 A oposição síria acusa o regime de Damasco recorrer às armas químicas, inclusive num ataque nesta quarta-feira, com centenas de mortos, e exige uma posição da comunidade internacional, enquanto que as autoridades e o Exército sírio negam categoricamente esse tipo de acusação.

O Reino Unido, a França e os Estados Unidos acusam o Exército sírio de ter recorrido em várias ocasiões às armas químicas contra a oposição. Por sua vez, a Rússia, aliada de Damasco, afirma ter provas de que os rebeldes utilizaram gás sarin em março perto de Aleppo, no norte do país.

O regime sírio reconheceu pela primeira vez em 23 de julho de 2012 possuir armas químicas e ameaçou utilizá-las em caso de intervenção militar ocidental, mas nunca contra a sua própria população.

Em março, governo e rebelião se acusaram mutuamente de ter feito uso de armas químicas no conflito.

A Síria é um dos poucos países a não ter assinado a Convenção sobre a Interdição de Armas Químicas e não é membro da Organização encarregada de controlar a sua aplicação, a OIAC.

O programa químico sírio iniciou nos anos 1970, com a ajuda do Egito e, em seguida, da ex-URSS. A Rússia nos anos 1990 e o Irã a partir de 2005 também forneceram apoio ao país, segundo a Nuclear Threat Initiative, uma organização independente que coleta informações sobre as armas de destruição em massa.

De acordo com uma especialista do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, trata-se do “maior programa de armas químicas no Oriente Médio, criado com o objetivo de contrabalancear o programa nuclear de Israel”.

Importantes informações sobre este programa foram coletadas junto a oficiais que desertaram, mas elas estão “longe de serem completas”, diz esta especialista.

Segundo um especialista do centro de estudos sobre a não-proliferação de armas do Instituto Monterey (Estados Unidos), os estoques sírios contam com “centenas de toneladas” de agentes químicos diversos.

“Sua variedade de agentes químicos é bastante robusta”, concorda um especialista francês da Fundação para a Pesquisa Estratégica.

“Os sírios conseguiram dominar a síntese de compostos organofosforados: a última geração, mais eficaz e mais tóxica, de armas químicas. Nesta família, há sarin e VX, assim como agentes muito mais velhos como o gás mostarda”, declarou um ano atrás.

Em 30 de janeiro, aviões israelenses bombardearam perto de Damasco um galpão de mísseis terra-ar e um complexo militar adjacente suspeito de abrigar produtos químicos. Israel teme a transferência de armas para o Hezbollah, de acordo com uma autoridade americana.

De acordo com o “New York Times”, o ataque poderia ter danificado o principal centro de pesquisa sobre armas químicas e biológicas no país.

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Oracle amplia arsenal de social media com a compra da Involver

Startup criada em 2007 foi comprada pela Oracle por conta de suas ferramentas de software para criação de campanhas de social media e web social

A Oracle anunciou nesta terça-feira, 10/07, que vai comprar a startup de social media Involver, consolidando seu movimento na direção de adicionar ao seu portfólio mais software para marketing, análise de dados e serviços ao consumidor voltados para a construção de aplicações na chamada “web social”.

O acordo de compra deve se consolidar dentro de um mês. A Involver é criadora de uma SML (Social Markup Language) que permite a empresas desenvolver “aplicações altamente customizadas para sites de social mídia e campanhas de web”. A Involver também tem um conjunto de ferramentas de design de aplicativos que utiliza recurso de “drag-and-drop” e um conjunto de aplicações já prontas para, segundo a Oracle, tornar “os sites sociais mais virais”.

Segundo a Oracle, os recursos da Involver vão ampliar a habilidade da companhia de trafegar no cenário da web social porque se adicionam aos produtos da Vitrue, empresa de marketing social que também foi comprada pela Oracle em maio de 2012, e serão acrescentadas a uma ampla suite de recursos de software que inclui software para customer-service da RightNow e ferramentas de monitoramento de social media da Collective Intellect, ambas compras recentes de empresas da Oracle.

A Involver foi criada em 2007 e tem mais de um milhão de marcas e agências de publicidade utilizando seu software, segundo dados no site da empresa. Seus clientes incluem Best Buy, Sony Pictures e a empresa de bolsas e calçados Coach.

A briga da Oracle no cenário do software social será mais intensa possivelmente contra a Salesforce.com, que recentemente adquiriu a Buddy Media, concorrente da Vitrue.

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Publicado por em 29 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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