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EMC prepara armazenamento flash para data centers com o Projeto X

A empresa está usando a tecnologia da XtremIO, que adquiriu em maio deste ano, para construir uma matriz de todos os flashes de codinome Project X, que deverá chegar ao mercado no próximo ano.

17 de dezembro de 2012 – 15h30

A EMC está desenvolvendo armazenamento flash para uso em data centers, e no momento trabalha em um software para amarrar todos os componentes flash corporativos juntos.

A empresa está usando a tecnologia que ganhou por meio da aquisição em maio deste ano da XtremIO para construir uma matriz de todos os flashes de codinome Project X, que deverá chegar ao mercado no próximo ano. A plataforma também incluirá o software que a EMC planeja usar com produtos flash em outros ambientes, inclusive em servidores e em redes de servidores.

Segundo Zahid Hussain, gerente geral da Divisão de Produtos Flash da EMC, o Project X possibilita a criação de uma arquitetura de armazenamento com base em flash desde o início sem incompatibilidades herdadas de discos rígidos e outras tecnologias mais antigas.

Agora, segundo a empresa, em versão beta, o Projeto X será construído com processadores x86 e padrão de discos de estado sólido, juntamente com interfaces de rede padrão, tais como Ethernet e Fibre Channel.

Mas a essência da oferta é um software que pode ser aplicado a outros elementos flash de armazenamento em uma empresa. Ele “tira proveito de múltiplos núcleos, compreende as características de flash, além de ser projetado para ser modular e escalável”, explicou Hussain.

A EMC continuará a desenvolver o VCache, um servidor baseado em produto flash.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Cinco problemas dos 5 serviços mais populares de armazenamento em nuvem

Sincronização e segurança são os itens mais citados pelos usuários de Dropbox, Google Drive, Sugar Sync, iCloud e Box.

19 de novembro de 2012 – 07h30

Um novo estudo do site de suporte técnico FixYa indica que os usuários dos cinco principais serviços de armazenamento em nuvem estão preocupados com a segurança, a capacidade e o desaparecimento de arquivos.

“Armazenamento de arquivos na cloud está se tornando o método esperado para compartilhamento de arquivos tanto em dispositivos pessoais como corporativos”, avalia o CEO do FixYa, Yaniv Bensadon. “Esperamos que o relatório FixYa Cloud Storage Report ajude os consumidores a escolher o serviço que esteja mais em linha com suas necessidades”, diz. 

O FixYa pediu aos usuários do site que listassem os cinco maiores problemas que têm com os serviços de armazenamento em nuvem Dropbox, Google Drive, Sugar Sync, iCloud e Box. 

O levantamento revelou alguns problemas comuns, como sincronização. Diante do quadro, o FixYa sugere correções e recomendações para evitar os problemas. Veja abaixo.

Dropbox

O Dropbox é um dos serviços de armazenamento mais populares, que reúne cerca de 100 milhões de usuários em todo mundo. Todos os dias, 1 bilhão de arquivos é enviado para o site, afirmam funcionários da empresa.

O Dropbox suporta praticamente todos os sistemas operacionais, de Windows, Mac OS X a Linux em desktops, além de BlackBerry, Android e iOS em dispositivos móveis.

Quase metade dos usuários (40%) do Dropbox apontou que segurança é o principal medo em relação ao serviço. E preocupaç!ão também levou a IBM a proibir que seus funcionários usassem o sistema para armazenar arquivos.

Limites de capacidade de armazenamento estão em segundo na lista, item citado por 25% dos respondentes. Em seguida estão limitações ma sincronização de arquivo (15%); respostas lentas (10%) e “outros” (5%).

Recentemente, o DropBox lidou com vários problemas de segurança, incluindo uma queda do serviço que resultou em e-mails de spam enviados para uma parte de sua base de usuários. “Em 2011, por exemplo, contas foram acessadas sem a necessidade de inserir senha”, apontou o FixYa no relatório.

Usuários que dependem do Dropbox para conteúdo pessoal, como fotos, música ou entretenimento, não se sentem desencorajados pelas questões de segurança, observou o FixYa.

“No entanto, quem utiliza Dropbox para armazenar informações financeiras pessoais ou itens semelhantes que possam representar um risco devem ficar longe do serviço”, recomendou o FixYa. “O mesmo vale para empresas de médio porte à procura de uma maneira fácil de compartilhar extratos bancários ou informações de negócios.”

Google Drive

Quando o Google Drive surgiu, a perda de pastas estava no topo da lista de reclamações dos usuários (30%). Problemas com sincronização de arquivos foi notado por 20% dos entrevistados.

Outros 20% indicaram que estavam descontentes com a conversão automática de Google Drive para Google Docs, enquanto 20% não gostavam de erros desconhecidos que ocorreram enquanto usavam o serviço. 

“Apesar de preocupações com segurança não serem unanimidade entre os usuários do serviço em comparação com outros de nuvem, o Google Drive ainda tem alguns problemas de usabilidade gerais que precisam ser tratados”, comentou a FixYa. “Para a maior parte, no entanto, esses problemas podem ser resolvidos rapidamente.”

SugarSync

A falta de suporte do Quickbooks liderou as preocupações dos usuários do SugarSync, com 30%. O QuickBooks é um software de contabilidade usado por empresas e como o SugarSync não suporta o Quickbooks, é uma tarefa difícil para os usuários financeiros usarem essa funcionalidade.

Outros 30% dos entrevistados reclamaram sobre o valor de espaço de armazenamento do SugarSync. O SugarSync oferece uma degustação gratuita por 30 dia, bem como um plano de 5 GB de armazenamento. Mas, no geral, “o preço é mais elevado do que outros serviços em nuvem como o iCloud”, avaliou o FixYa.

Problemas de sincronização de arquivos foram relatados por 15% dos entrevistados e outros 15% citaram problemas para armazenar arquivo do iTunes. 

iCloud 

O iCloud, da Apple, tornou-se um problema depois que usuários atualizaram seus sistemas para o OS X Mountain Lion, de acordo com 35% dos entrevistados pelo FixYa.

“Infelizmente, os usuários estão enfrentando problemas com o iCloud no novo sistema operacional quando tentam realizar uma série de atividades”, disse o FixYa. “Isso inclui inscrição no serviço, sincronização entre dispositivos ou backup”, observou.

O FixYa recomenda que os usuários com problemas de sincronização no ‘Notes’ tentem usar o Evernote. O Evernote é um aplicativo de anotações que faz tudo da quase tudo que o ‘Notes’ faz, mas melhor é melhor, de acordo com o FixYa.

Além disso, a incapacidade de sincronizar arquivos com dispositivos não-Apple no iCloud foi notado por 25% dos entrevistados. Outra insatisfação expressa por 15% dos respondentes foi a quantidade de espaço de armazenamento.

Box

O Box tornou-se popular entre as pequenas empresas devido à sua segurança nativa e recursos de gerenciamento. No entanto, 25% dos entrevistados escolheram “questões de segurança” como o principal problema do serviço e outros 25% apontaram “fazer upload de documentos”. Problemas com arquivos de backup foram relatados por 20% dos entrevistados.

“Embora as questões de segurança não sejam um grande problema para os usuários corporativos, os usuários de contas pessoais têm relatado ao FixYa preocupações com a proteção”, afirmou o relatório.

O FixYa recomenda que os usuários que têm problemas ao efetuar o upload de arquivos reiniciem suas máquinas e limpem o cache do navegador antes de tentar novamente.

Diferente dos concorrentes, o Box é uma plataforma mais colaborativa, algo que o Google Drive está trabalhando. “Isso significa que as pessoas podem adicionar comentários sobre o arquivo que está acessível para qualquer pessoa com permissão. Elas também podem executar e visualizar as tarefas definidas por outros usuários que têm relaç!ao com o arquivo”, assinalou o FixYa. 

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Publicado por em 25 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Apple estende armazenamento gratuito no iCloud por mais um ano

Se você tinha uma conta MobileMe para armazenamento online, a Apple tem boas notícias para te dar: a extensão complementar dos serviços de armazenamento que devia ter acabado no último dia 30/9 foi estendida por mais um ano, de acordo com um documento da página de suporte da empresa.

Antecessor do atual serviço iCloud, o MobileMe oferecia 20GB de armazenamento como parte de uma taxa anual de 99 dólares. Para facilitar a transição do MobileMe para o iCloud (que oferece 5GB de armazenamento gratuito), os usuários do MobileMe receberam 20GB de armazenamento gratuito no iCloud até 30/9 deste ano. Depois disso, esses consumidores teriam de pagar 40 dólares por ano pelos 20GB. Os usuários do MobileMe que tinham feito upgrade de seu espaço para 40GB ou 60GB receberam 50GB de armazenamento gratuito no iCloud; eles teriam de pagar 100 dólares por ano por esses 50GB.

Mas se você tem um upgrade de armazenamento gratuito e decidir que precisa de ainda mais espaço, a Apple te avisa que você será cobrado. Além disso, a empresa afirma que você não pode voltar para seu plano complementar de armazenamento se decidir então cancelar um upgrade (por exemplo, você fez o upgrade de 20GB para 50GB, e então decide depois retornar a 20GB).

De acordo com o documento do site, a Apple decidiu estender o prazo como um “agradecimento aos seus antigos clientes do MobileMe que seguiram para o iCloud”. Algumas pessoas podem pensar que essa extensão é uma explicação – ou uma solução – para um bug aparente descoberto na semana passada, em que usuários do serviço descobriram que poderiam ter 25GB de armazenamento de graça até 2050.

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Amazon aprimora serviço de armazenamento para desenvolvedores

Com o Cross-Origin Resource Sharing, desenvolvedores não precisam mais usar servidores proxy personalizados entre sua aplicação web e a nuvem da Amazon.

03 de setembro de 2012 – 18h05

A Amazon está acrescentando uma capacidade de compartilhamento de recursos de origem cruzada (também conhecido por Cross-Origin Resource Sharing, ou apenas CORS) para seu serviço de armazenamento S3 (Simple Storage Service), permitindo aos desenvolvedores criar mais facilmente  que acessam dados armazenados na nuvem da empresa.

Agora, os desenvolvedores podem implementar, arrastar e soltar uploads baseados em HTML5 para o Amazon S3, mostrar o progresso do envio, ou ainda atualizar conteúdos, segundo a empresa. Até agora, os desenvolvedores tinham de executar um servidor proxy personalizado entre a sua aplicação web e o S3 para ter esses recursos, o que complicava todo o processo.

O CORS permite aos desenvolvedores criar aplicativos web que fazem solicitações para outros domínios diferentes do que forneceu o conteúdo principal. Páginas web externas, folhas de estilo e aplicações HTML5 hospedadas em diferentes domínios podem agora usar fontes da web e imagens armazenados no S3, permitindo que esses recursos sejam usados ??em vários sites.

Responsáveis pela administração do sistema e desenvolvedores podem usar o Console de Gerenciamento da Amazon S3 ou a API (interface de programação de aplicativos) para configurar uma porção de recursos S3 para CORS.

Para ser capaz de usar solicitações cross-origin, os desenvolvedores têm que criar a chamado configuração CORS, um documento XML com regras que identificam o que pode acessar as configurações S3. Podem ser adicionadas até cem regras para o documento de configuração, segundo a Amazon escreveu no guia do desenvolvedor S3.

Armazenar dados em S3 usando padrões da Amazon custa a partir de 0,125 dólares por gigabyte por mês para o primeiro 1 TB de dados. A Amazon também oferece uma opção com custo reduzido. Além disso, os usuários devem pagar por solicitações e transferências de dados da nuvem.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Amazon aprimora serviço de armazenamento para desenvolvedores

Com o Cross-Origin Resource Sharing, desenvolvedores não precisam mais usar servidores proxy personalizados entre sua aplicação web e a nuvem da Amazon.

03 de setembro de 2012 – 18h05

A Amazon está acrescentando uma capacidade de compartilhamento de recursos de origem cruzada (também conhecido por Cross-Origin Resource Sharing, ou apenas CORS) para seu serviço de armazenamento S3 (Simple Storage Service), permitindo aos desenvolvedores criar mais facilmente  que acessam dados armazenados na nuvem da empresa.

Agora, os desenvolvedores podem implementar, arrastar e soltar uploads baseados em HTML5 para o Amazon S3, mostrar o progresso do envio, ou ainda atualizar conteúdos, segundo a empresa. Até agora, os desenvolvedores tinham de executar um servidor proxy personalizado entre a sua aplicação web e o S3 para ter esses recursos, o que complicava todo o processo.

O CORS permite aos desenvolvedores criar aplicativos web que fazem solicitações para outros domínios diferentes do que forneceu o conteúdo principal. Páginas web externas, folhas de estilo e aplicações HTML5 hospedadas em diferentes domínios podem agora usar fontes da web e imagens armazenados no S3, permitindo que esses recursos sejam usados ??em vários sites.

Responsáveis pela administração do sistema e desenvolvedores podem usar o Console de Gerenciamento da Amazon S3 ou a API (interface de programação de aplicativos) para configurar uma porção de recursos S3 para CORS.

Para ser capaz de usar solicitações cross-origin, os desenvolvedores têm que criar a chamado configuração CORS, um documento XML com regras que identificam o que pode acessar as configurações S3. Podem ser adicionadas até cem regras para o documento de configuração, segundo a Amazon escreveu no guia do desenvolvedor S3.

Armazenar dados em S3 usando padrões da Amazon custa a partir de 0,125 dólares por gigabyte por mês para o primeiro 1 TB de dados. A Amazon também oferece uma opção com custo reduzido. Além disso, os usuários devem pagar por solicitações e transferências de dados da nuvem.

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Publicado por em 16 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Amazon torna serviço de armazenamento mais amigável a desenvolvedores

Com o Cross-Origin Resource Sharing, desenvolvedores não precisam mais usar servidores proxy personalizados entre a sua aplicação web e a nuvem da Amazon

A Amazon está acrescentando uma capacidade de compartilhamento de recursos de origem cruzada (também conhecido por Cross-Origin Resource Sharing, ou apenas CORS) para seu serviço de armazenamento S3 (Simple Storage Service), permitindo aos desenvolvedores criar mais facilmente aplicações web que acessam dados armazenados na nuvem da empresa.

Agora os desenvolvedores podem implementar, arrastar e soltar uploads baseados em HTML5 para o Amazon S3, mostrar o progresso do envio, ou ainda atualizar conteúdos, segundo a Amazon. Até agora, os desenvolvedores tinham de executar um servidor proxy personalizado entre a sua aplicação web e o S3 para ter esses recursos, o que complicava todo o processo.

O CORS permite aos desenvolvedores criar aplicativos web que fazem solicitações para outros domínios diferentes do que forneceu o conteúdo principal. Páginas web externas, folhas de estilo e aplicações HTML5 hospedadas em diferentes domínios podem agora usar fontes da web e imagens armazenados no S3, permitindo que esses recursos sejam usados ??em vários sites.

Responsáveis pela administração do sistema e desenvolvedores podem usar o Console de Gerenciamento da Amazon S3 ou a API (interface de programação de aplicativos) para configurar uma porção de recursos S3 para CORS.

Para ser capaz de usar solicitações cross-origin, os desenvolvedores têm que criar a chamado configuração CORS, um documento XML com regras que identificam o que pode acessar as configurações S3. Podem ser adicionadas até 100 regras para o documento de configuração, segundo a Amazon escreveu no guia do desenvolvedor S3.

Armazenar dados em S3 usando padrões da Amazon custa a partir de 0,125 dólares por gigabyte por mês para o primeiro 1 TB de dados. A Amazon também oferece uma opção com custo reduzido. Além disso, os usuários devem pagar por solicitações e transferências de dados da nuvem.

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Publicado por em 16 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Amazon torna serviço de armazenamento mais amigável a desenvolvedores

Com o Cross-Origin Resource Sharing, desenvolvedores não precisam mais usar servidores proxy personalizados entre a sua aplicação web e a nuvem da Amazon

A Amazon está acrescentando uma capacidade de compartilhamento de recursos de origem cruzada (também conhecido por Cross-Origin Resource Sharing, ou apenas CORS) para seu serviço de armazenamento S3 (Simple Storage Service), permitindo aos desenvolvedores criar mais facilmente aplicações web que acessam dados armazenados na nuvem da empresa.

Agora os desenvolvedores podem implementar, arrastar e soltar uploads baseados em HTML5 para o Amazon S3, mostrar o progresso do envio, ou ainda atualizar conteúdos, segundo a Amazon. Até agora, os desenvolvedores tinham de executar um servidor proxy personalizado entre a sua aplicação web e o S3 para ter esses recursos, o que complicava todo o processo.

O CORS permite aos desenvolvedores criar aplicativos web que fazem solicitações para outros domínios diferentes do que forneceu o conteúdo principal. Páginas web externas, folhas de estilo e aplicações HTML5 hospedadas em diferentes domínios podem agora usar fontes da web e imagens armazenados no S3, permitindo que esses recursos sejam usados ??em vários sites.

Responsáveis pela administração do sistema e desenvolvedores podem usar o Console de Gerenciamento da Amazon S3 ou a API (interface de programação de aplicativos) para configurar uma porção de recursos S3 para CORS.

Para ser capaz de usar solicitações cross-origin, os desenvolvedores têm que criar a chamado configuração CORS, um documento XML com regras que identificam o que pode acessar as configurações S3. Podem ser adicionadas até 100 regras para o documento de configuração, segundo a Amazon escreveu no guia do desenvolvedor S3.

Armazenar dados em S3 usando padrões da Amazon custa a partir de 0,125 dólares por gigabyte por mês para o primeiro 1 TB de dados. A Amazon também oferece uma opção com custo reduzido. Além disso, os usuários devem pagar por solicitações e transferências de dados da nuvem.

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Publicado por em 9 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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