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Arquivo da tag: armazenamento

Sony e Panasonic anunciam disco com 300 GB de armazenamento

As companhias japonesas Sony e Panasonic informaram nesta segunda-feira (10) que criaram um novo formato de disco óptico com capacidade de armazenamento de até 300 GB (Gigabytes), que chegará ao mercado em 2015, mas poderá atingir 1 TB (Terabyte).

A nova tecnologia, chamada de Archival Disc, é uma substituta natural do Blu-ray, que possui capacidade de armazenamento de 25 GB a 200 GB.

Outro tipo de disco óptico largamente utilizado, os DVD-R, tem capacidade para armazenar 4,7 GB. Ou seja, os novos discos de Sony e Panasonic de 300 GB podem armazenar até mais de 63 vezes o mesmo que um DVD-R comum.

As empresas informaram ainda que os esforços para ampliar a capacidade de arquivamente não vai parar por aí. A tecnologia do Archival Disc será aprofundada para que a capacidade de armazenamento por disco fique entre 500 GB e 1 TB (Terabyte). O que, em relação aos DVD-R, representa um salto na capacidade de 106 vezes e 217 vezes, respectivamente.

Segundo Sony e Panasonic, a aposta em uma mídia física em tempos de computação em nuvem (em que os arquivos digitais ficam guardados em servidores externos e somente são acessados pela internet) como a nova geração de armazenamento ocorre porque os discos ópticos são resistentes a pó, água, mudanças de temperatura e umidade.

Além disso, dizem as empresas, os discos permitem compatibilidade entre diferentes gerações de formatos, o que garante que um dado continue a ser lido mesmo com a evolução dos formatos.

As companhias nadam também contra a maré da indústria de computadores. Os notebooks, o tipo de computador mais vendido no mundo, já começam a ser desenhados sem leitor de CD e DVD. Dell e Apple são algumas das empresas que aderiram a essa tendência.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Microsoft eleva armazenamento na nuvem do SkyDrive Pro

A Microsoft aumentou nesta terça-feira (27) a capacidade de armazenamento de seu serviço na nuvem SkyDrive Pro de 7 GB (Gigabytes) para 25 GB. Os usuários comuns do SkyDrive continuam com os mesmo 7 GB.

O Pro é o serviço de armazenamento profissional na nuvem para o pacote de softwares Office 365.

Ainda em agosto, uma falha com uma interface para smartphones provocou um efeito dominó nos servidores da Microsoft que acabaram derrubando os serviços de e-mail on-line Outlook e do SkyDrive.

Após resolver o problema, a Microsoft pediu desculpas e anunciou mudanças em sua plataforma.

O SkyDrive Pro permite fazer colaborações com outros usuários em tempo real e editar documentos na internet de qualquer lugar por meio da aplicação on-line chamada Office Web.

Além da expansão para usuários profissionais, a Microsoft elevou para 2 GB o tamanho máximo de arquivos guardados pelos usuários nas contas de SkyDrive. A experiência na utilização da ferramenta também foi melhorada ao liberar o salvamento automático das últimas dez versões de um documento.

Os administradores de redes profissionais agora podem escolher liberar mais capacidade para usuários corporativos. Antes, a única opção era permitir utilização de 25 GB. Agora é possível escolher 50 GB e 100 GB.

Em maio, o Google elevou a capacidade de armazenamento gratuito de seus serviços Gmail (de e-mail), Drive (disco rígido na internet) e Google+ Photos (extensão para fotos da rede social).

Essas ferramentas, que antes tinham capacidade individual, agora compartilharão um limite de armazenamento único de 15 GB (Gigabytes). Os limites anteriores eram de 10 GB para o Gmail e de 5 GB para o Drive e Google+ Photos.

Se um usuário utilizar a capacidade plena, terá direito a 20 GB. Com o compartilhamento, perdeu 5 GB de espaço gratuito.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Quase 80% dos usuários perdem informações por armazenamento inadequado

Neste domingo (31) é comemorado o Dia Mundial do Backup para incentivar os usuários a adotar melhores práticas para evitar a perda de dados

Neste domingo (31/3) é comemorado o Dia Mundial do Backup. E atire a primeira pedra quem nunca perdeu um arquivo porque realizou o procedimento de forma errada – ou nunca o realizou. Um levantamento recente realizado pela ESET, fornecedora de soluções de segurança da informação, mostrou que 77% dos usuários da América Latina já perderam dados por não realizarem uma cópia de segurança adequada.

Com o aumento no uso de dispositivos móveis – como smartphones, tablets e notebooks, o risco de perder informações é grande e, segundo a empresa de segurança, a maneira mais adequada de evitar esse tipo de dor de cabeça é realizar o backup periódico e adotar práticas adequadas para evitar a perda de dados.

“A informação é um dos ativos mais importantes para empresas e pessoas na atualidade. Assim, é essencial que os usuários incorporem a cópia de segurança dos diversos dispositivos utilizados no trabalho e em casa”, alerta o gerente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge.

De acordo com Di Jorge, as pessoas precisam estar preparadas para garantir o acesso a documentos, imagens e dados, mesmo em caso de contratempos, como furto, roubo ou dano nos dispositivos, falha no fornecimento de energia e infecção dos equipamentos por códigos maliciosos.

Os especialistas do Laboratório de Pesquisas da ESET América Latina indicam aos usuários adotarem as seguintes práticas para backup:

Avalie as informações que precisam de backup
Cada usuário deve analisar as informações armazenadas nos diversos dispositivos (computadores, tablets ou smartphones) e identificar quais delas necessitam de cópia. Quando boa parte das informações contidas no equipamento precisa de uma cópia de segurança, o ideal é utilizar um software que faça esse backup de forma periódica. Enquanto que nas demais situações, o usuário pode realizar o processo de forma manual.

Adote meios de armazenamento adequados
O espaço físico em que se armazena a mídia de backup também deve ser protegido. Por exemplo, não é aconselhável transportar o meio de armazenamento usado para o backup – um HD externo ou um pen drive, por exemplo – na mesma bolsa usada para o notebook, já que em caso de perda ou roubo, ambos serão perdidos. Os meios de armazenamento podem ser: um disco rígido (HD externo), dispositivo de armazenamento USB, mídias ópticas (CD, DVD, Blu-Ray) ou nuvem (internet).

No Canal do IDGNow! no Youtube damos algumas dicas sobre armazenamento na nuvem. Acesse o vídeo clicando aqui.

Realize os backups com frequência
Essa decisão deve ser analisada de acordo com a frequência em que os arquivos são criados, modificados e apagados. Se um projeto é atualizado diariamente, será necessário realizar uma cópia de segurança todos os dias.

Vale lembrar que um programa para backup de informações não substitui uma solução de segurança, que protege contra malwares e outras ameaças online. Para atender objetivos diferentes e complementares e atingir o nível ideal de proteção das informações, a recomendação é implementar ambos softwares.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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NetApp amplia portfólio de armazenamento flash

Empresa lançou soluções baseadas apenas em discos de estado sólido e tecnologias com arquitetura de memória flash.

19 de fevereiro de 2013 – 19h30

A NetApp anunciou nesta quarta-feira (19/2) que começará a oferecer soluções de armazenamento baseadas apenas em discos de estado sólido (SSD) neste ano e também soluções com arquitetura de memória Flash destinadas a “propósitos específicos” em 2014. 

O mergulho é de cabeça. O novo sistema EF540 é composto inteiramente por memórias flash e difere de outros sistemas que utilizam cartões flash PCI e vendidos por outras empresas. Ele será abastecido com SSDs SAS no formato 2.5 polegadas. Segundo o diretor de Marketing de Plataformas de Armazenamento da empresa, Nathan Moffitt, o resultado é uma oferta consistente de 300 mil entradas e saídas por segundo (IOPS) e latência sub-segundo milisegundo.

O EF540 é baseado no sistema operacional SANtricity, da própria NetApp, direcionando o produto para companhias que rodam SAP, Microsoft SQL, Oracle, DB2, Sybase e outras operações com bancos de dados que requerem acesso consistente e de alto desempenho a pacotes de dados.

“Há um grande número de jogadores no mercado, mas vemos nos diferenciando. Isso envolve o fato de que estamos oferecendo uma plataforma que está provada nas empresas”, afirmou Moffitt. “O E-series nos dá a habilidade eliminar a experiência de 500 mil sistemas de destruição. Portanto, a arquitetura é extremamente resiliente, com muita redundância e disponibilidade. Sabemos que isso apenas funciona”, completou.

A NetApp não divulgou informações sobre capacidade ou preço do novo EF540.

Em 2014, a NetApp planeja lançar um sistema completamente em flash baseado em propósitos que terá uma arquitetura própria e única. A empresa ainda não decidiu qual será o sistema operacional do FlashRay, mas afirmou que ele será interoperável com o popular OnTap OS e oferecerá recursos como alta disponibilidade, data snapshotting, replicação e backup, acesso multi-protocolo e desduplicação de dados online. Do ponto de vista de hardware, o FlashRay será baseado em um arquitetura de clusters, o que significa que ele terá uma grande escalabilidade.

Os sistemas EF540 e FlashRay são baseados em duas arquiteturas diferentes de software e hardware, mas a NetApp acredita que eles se completarão em um ambiente corporativo. A companhia também tem planos de interoperabilidade para os dois sistemas como parte de um mapa de desenvolvimento no longo prazo. 

A companhia também apresentou grandes melhorias na linha de armazenamento FAS/V6200. A partir de hoje, o FAS/V6620 estará disponível com o dobro de memória DRAM – até 48GB – e 10% de melhora no desempenho. Já o FAS/V6250 pode ser configurado com até 72GB de memória – aumento de 50% – e 5% de melhora no desempenho de entrada e saída (I/O.

Além disso, o FASV6290 pode ser configurado com 16 portas SAS ou Canais de Fibra sem custo adicional.

(*) O jornalista viajou para SunnyVale, nos Estados Unidos, a convite da NetApp

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Os 10 melhores provedores de armazenamento na nuvem, segundo o Gartner

Estão na lista empresas como Amazon Web Services, Microsoft, HP e Google. Consultoria avaliou prós e contras dos serviços desses fornecedores.

Aproximadamente 19% das organizações ao redor do mundo estão utilizando a computação na nuvem para produção de aplicações, enquanto outros 20% contratam serviços públicos de armazenamento na cloud, segundo estudo do Gartner.

Os resultados mostram que a nuvem oferece grandes oportunidades de negócios, especialmente para serviços de armazenamento. O instituto de pesquisas estima que as empresas gastaram 109 milhões de dólares com a computação na nuvem em 2012, um crescimento de 20% em comparação com o ano anterior. 

Ao mesmo tempo, a indústria de serviços de nuvem é grande e conta com muitos provedores com estratégias agressivas para conquistar clientes. Para orientar as companhias na hora de selecionar seu parceiro, o Garnter elegeu os dez principais fornecedores de serviços de armazenamento, levando em consideração a capacidade deles de atendimento aos clientes.

Veja a seguir essa listagem com prós e contras da oferta de cada um em ordem alfabética.

Amazon Web Services

Como em muitos outros aspectos da computação em nuvem, a Amazon Web Services é considerada um líder no mercado de armazenamento em nuvem. A empresa é um player precoce e agressiva no mercado. Sua oferta acaba movimentando a concorrência, segundo o Gartner. Seu preço é “benchmark da indústria.” A oferta Simple Storage Service (S3) é o serviço básico de armazenamento, enquanto que Elastic Block Storage é para grandes volumes.

A AWS também inova. No início deste ano, anunciou o Glacier, um serviço de armazenamento de arquivos de longo prazo a baixo custo. Apresentou também recentemente na sua primeira conferência de usuários o Redshift, oferta de armazenamento baseado em dados na nuvem.

Mesmo assim, AWS tem desafios. Apesar de contar com uma ferramenta para vincular os dados que estão nas instalações das empresas em nuvem, chamada de AWS Storage Gateway, a capacidade de criar arquiteturas híbridas com essa funcionalidade ainda está em andamento, diz o Gartner.

A AWS continua lançando produtos e serviços inovadores para manter sua liderança no mercado. Conta também com ofertas orientados para determinados setores como de governo com o seu serviço GovCloud.

AT&T

O serviço da AT&T Synaptic está alinhado com o de armazenamento EMC Atmos, utilizado como instalações de sistemas de armazenamento. Isso cria uma oportunidade para a AT & T vender soluções para a base sólida de clientes da EMC e oferecer recursos de nuvem híbrida.

O Gartner observa que este produto tem focado principalmente pequenas e médias empresas (PMEs). O AT & T Synaptic já abrange várias regiões e a companhia planeja expandir o serviço globalamente. A Europa é a sua próxima parada. Os clientes que utilizam os serviços de VPN da AT & T são liberados dos custos de entrada na nuvem.

Google Cloud Storage

Lançado em 2010, Google Cloud Storage  é o produto de armazenamento subjacente para outros produtos e serviços de nuvem do Google. A oferta inclui o Google App Engine, plataforma de desenvolvimento de aplicativos, Google Compute Engine e BigQuery, que são máquinas virtuais baseadas em cloud e uma ferramenta de análise para Big Data. Os clientes acessam o Google Cloud Storage através de uma API . O serviço está disponível nos EUA e Europa.

Porém, o que está impedindo a plataforma de armazenamento em nuvem do Google de ganhar mais presença no mercado é a falta de suporte direcionado a clientes corporativos, afirma o Gartner. Isso faz com que o Google Cloud Storage seja ideal para clientes sofisticados que querem criar e gerenciar a implantação, bem como para desenvolvedores que procuram alta capacidade de armazenamento para aplicativos do Google.

HP

A HP anunciou a versão beta pública de sua plataforma para armazenamento em nuvem e estreou em maio de 2012. O projeto foi concebido para trabalhar com a rede de computadores e distribuição de conteúdo (CDN) e se associou recentemente com a Akamai. A tecnologia é baseada em OpenStack e a HP oferece suporte via chat 24/7 com garantia de disponibilidade de 99,95%.

“Entre os fornecedores de armazenamento na nuvem com base em OpenStack, a HP está bem posicionada para entender as necessidades de TI dos clientes. Isso em razão de a fabricante ter uma extensa linha de hardware, software e opções de serviço”, avalia o Gartner.

Mas como o Object Storage Cloud é novo, a HP deve evoluir e aperfeiçoar as ofertas de arquitetura e serviços. O sistema replica automaticamente os dados através de três zonas de resiliência disponibilidade (os clientes podem escolher o que fazer na nuvem da Amazon), e a HP processa as informações em seu hardware e em nuvem pública nas instalações de clientes, possibilitando que a configuração de rede híbrida se torne mais fácil.
IBM

O armazenamento em nuvem da IBM é parte de sua oferta empresarial SmartCloud, que inclui outros serviços, tais como o desenvolvimento de aplicativos baseados em nuvem e infraestrutura.

Para o Gartner, a desvantagem principal da IBM é a falta de integração entre os vários aspectos da oferta SmartCloud. Por exemplo, a IBM vende sua solução de backup em nuvem e de recuperação, mas esses serviços não utilizam o Object Storage SmartCloud em seu servidor

Talvez essa integração não aconteça porque a IBM está associada com a Nirvanix, outro fornecedor de armazenamento em nuvem para executar o armazenamento de objteto do SmartCloud armazenamento.

O Gartnert acredita que a heterogeneidade desses serviços sob o guarda-chuva da IBM SmartCloud poderia criar “silos de capacidades” para vários serviços.  Porém, observa que a IBM está comprometida em integrar seus produtos e serviços. Sua experiência em vender para departamentos de TI de grandes empresas dá uma vantagem significativa para que se torne um player importante no mercado de armazenamento corporativo na nuvem.
Internap

A história da Internap é de um provedor de serviços gerenciados que recentemente tornou-se também um player em nuvem. Seu sistema de armazenamento na cloud é o AgileFiles, baseado em plataforma OpenStack Swift e está disponível nos EUA, Europa e Ásia, com planos de expansão futura.

Para diferenciar seu serviço, a Internap tentou separar os recursos avançados de rede em serviço como Manager Internet Route Optimizer (MIRO), que analisa o desempenho das formas possíveis de fornecer e escolher melhor conteúdos. Sua maior limitação, de acordo com o Gartner, é ainda a tímida presença no mercado.
Microsoft

Depois da Amazon Web Services, o Windows Azure Blob Storage da Microsoft, é segundo previsões do Gartner, o segundo serviço de armazenamento mais utilizado. Atualmente, a tecnologia conta com mais de um bilhão de objetos e cresce 200% ao ano. O produto dá suporte para uma ampla gama de recursos, incluindo armazenamento de objetos, tabela, SQL Server e uma rede de entrega de conteúdo (CDN).

O armazenamento Blob Azure está numa verdadeira corrida para oferecer o menor preço, já que a Amazon e Google baixaram seus custos constantemente no ano passado. Seu objetivo é ser o mais competitivo entre os três. O Gartner chama a Microsoft de “rápida seguidora” das características da AWS. Suas opções de suporte atraem clientes de grandes empresas, de acordo com a consultoria, oferecendo uma equipe de apoio prático, baseado em prestações.

A Microsoft recentemente expandiu sua oferta com a compra da StorSimple, fornecedor de  armazenamento em nuvem.
Nirvanix

O fornecedor de armazenamento em nuvem Nirvanix é dedicado exclusivamente a este mercado. O Gartner avalia que o provedor é ideal para empresas que procuram as necessidades de armazenamento de dados intensivos. Entretanto, a consultoria considera inconvenientes para os clientes que procuram um provedor que oferece todos os cálculos em uma plataforma de armazenamento.

Mas o Nirvanix tem algumas características atraentes, segundo o Gartner. O instituto de pesquisa destaca a capacidade do provedor de ter serviços de armazenagem público e ofertas mistas para instalações em companhias com opções suporte de alta qualidade. Apesar disso, pode não ser a opção para as PMEs, que preferem preços sobre a demanda.
Rackspace

O Rackspace é outro player importante no ecossistema de armazenamento em nuvem, com sua oferta Cloud Files, que conta com um robusto conjunto de serviços de apoio, incluindo infraestrutura e rede uma CDN alimentada por Akamai.

Para atender as companhias que necessitam de armazenamento de alto desempenho, o produto do provedor é o Cloud Storage Block. O Rackspace trabalha duro no projeto de código aberto OpenStack e o andamento de seus projetos estão sendo monitorados de perto.

Por causa de seu trabalho no ambiente OpenStack, o Gartner avalia que os serviços públicos de armazenamento em nuvem do Rackspace integram muito bem com nuvens movidas pelo OpenStack, podendo criar cloud híbrida para os clientes.

Softlayer

O sistema de armazenamento CloudLayer da Softslayer é baseado na plataforma OpenStack Swift. O serviço acompanha uma variedade de outros oferecidos pelo Softlayer, incluindo computação e CDN. 

O Softlayer também tem uma oferta SAN com presença internacional. Possui centros de dados em sua sede em Dallas (EUA) em Amisterdã e Cingapura. Mas a falta de ciclos de implementação e suporte turnkey faz com que o produto não seja ainda muito procurado pelo mercado empresarial, afirma o Gartner.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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NetApp amplia portfólio de armazenamento flash

Empresa lançou soluções baseadas apenas em discos de estado sólido e tecnologias com arquitetura de memória flash.

19 de fevereiro de 2013 – 19h30

A NetApp anunciou nesta quarta-feira (19/2) que começará a oferecer soluções de armazenamento baseadas apenas em discos de estado sólido (SSD) neste ano e também soluções com arquitetura de memória Flash destinadas a “propósitos específicos” em 2014. 

O mergulho é de cabeça. O novo sistema EF540 é composto inteiramente por memórias flash e difere de outros sistemas que utilizam cartões flash PCI e vendidos por outras empresas. Ele será abastecido com SSDs SAS no formato 2.5 polegadas. Segundo o diretor de Marketing de Plataformas de Armazenamento da empresa, Nathan Moffitt, o resultado é uma oferta consistente de 300 mil entradas e saídas por segundo (IOPS) e latência sub-segundo milisegundo.

O EF540 é baseado no sistema operacional SANtricity, da própria NetApp, direcionando o produto para companhias que rodam SAP, Microsoft SQL, Oracle, DB2, Sybase e outras operações com bancos de dados que requerem acesso consistente e de alto desempenho a pacotes de dados.

“Há um grande número de jogadores no mercado, mas vemos nos diferenciando. Isso envolve o fato de que estamos oferecendo uma plataforma que está provada nas empresas”, afirmou Moffitt. “O E-series nos dá a habilidade eliminar a experiência de 500 mil sistemas de destruição. Portanto, a arquitetura é extremamente resiliente, com muita redundância e disponibilidade. Sabemos que isso apenas funciona”, completou.

A NetApp não divulgou informações sobre capacidade ou preço do novo EF540.

Em 2014, a NetApp planeja lançar um sistema completamente em flash baseado em propósitos que terá uma arquitetura própria e única. A empresa ainda não decidiu qual será o sistema operacional do FlashRay, mas afirmou que ele será interoperável com o popular OnTap OS e oferecerá recursos como alta disponibilidade, data snapshotting, replicação e backup, acesso multi-protocolo e desduplicação de dados online. Do ponto de vista de hardware, o FlashRay será baseado em um arquitetura de clusters, o que significa que ele terá uma grande escalabilidade.

Os sistemas EF540 e FlashRay são baseados em duas arquiteturas diferentes de software e hardware, mas a NetApp acredita que eles se completarão em um ambiente corporativo. A companhia também tem planos de interoperabilidade para os dois sistemas como parte de um mapa de desenvolvimento no longo prazo. 

A companhia também apresentou grandes melhorias na linha de armazenamento FAS/V6200. A partir de hoje, o FAS/V6620 estará disponível com o dobro de memória DRAM – até 48GB – e 10% de melhora no desempenho. Já o FAS/V6250 pode ser configurado com até 72GB de memória – aumento de 50% – e 5% de melhora no desempenho de entrada e saída (I/O.

Além disso, o FASV6290 pode ser configurado com 16 portas SAS ou Canais de Fibra sem custo adicional.

(*) O jornalista viajou para SunnyVale, nos Estados Unidos, a convite da NetApp

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Quase 80% dos usuários perdem informações por armazenamento inadequado

Neste domingo (31) é comemorado o Dia Mundial do Backup para incentivar os usuários a adotar melhores práticas para evitar a perda de dados

Neste domingo (31/3) é comemorado o Dia Mundial do Backup. E atire a primeira pedra quem nunca perdeu um arquivo porque realizou o procedimento de forma errada – ou nunca o realizou. Um levantamento recente realizado pela ESET, fornecedora de soluções de segurança da informação, mostrou que 77% dos usuários da América Latina já perderam dados por não realizarem uma cópia de segurança adequada.

Com o aumento no uso de dispositivos móveis – como smartphones, tablets e notebooks, o risco de perder informações é grande e, segundo a empresa de segurança, a maneira mais adequada de evitar esse tipo de dor de cabeça é realizar o backup periódico e adotar práticas adequadas para evitar a perda de dados.

“A informação é um dos ativos mais importantes para empresas e pessoas na atualidade. Assim, é essencial que os usuários incorporem a cópia de segurança dos diversos dispositivos utilizados no trabalho e em casa”, alerta o gerente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge.

De acordo com Di Jorge, as pessoas precisam estar preparadas para garantir o acesso a documentos, imagens e dados, mesmo em caso de contratempos, como furto, roubo ou dano nos dispositivos, falha no fornecimento de energia e infecção dos equipamentos por códigos maliciosos.

Os especialistas do Laboratório de Pesquisas da ESET América Latina indicam aos usuários adotarem as seguintes práticas para backup:

Avalie as informações que precisam de backup
Cada usuário deve analisar as informações armazenadas nos diversos dispositivos (computadores, tablets ou smartphones) e identificar quais delas necessitam de cópia. Quando boa parte das informações contidas no equipamento precisa de uma cópia de segurança, o ideal é utilizar um software que faça esse backup de forma periódica. Enquanto que nas demais situações, o usuário pode realizar o processo de forma manual.

Adote meios de armazenamento adequados
O espaço físico em que se armazena a mídia de backup também deve ser protegido. Por exemplo, não é aconselhável transportar o meio de armazenamento usado para o backup – um HD externo ou um pen drive, por exemplo – na mesma bolsa usada para o notebook, já que em caso de perda ou roubo, ambos serão perdidos. Os meios de armazenamento podem ser: um disco rígido (HD externo), dispositivo de armazenamento USB, mídias ópticas (CD, DVD, Blu-Ray) ou nuvem (internet).

No Canal do IDGNow! no Youtube damos algumas dicas sobre armazenamento na nuvem. Acesse o vídeo clicando aqui.

Realize os backups com frequência
Essa decisão deve ser analisada de acordo com a frequência em que os arquivos são criados, modificados e apagados. Se um projeto é atualizado diariamente, será necessário realizar uma cópia de segurança todos os dias.

Vale lembrar que um programa para backup de informações não substitui uma solução de segurança, que protege contra malwares e outras ameaças online. Para atender objetivos diferentes e complementares e atingir o nível ideal de proteção das informações, a recomendação é implementar ambos softwares.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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EMC prepara armazenamento flash para data centers com o Projeto X

A empresa está usando a tecnologia da XtremIO, que adquiriu em maio deste ano, para construir uma matriz de todos os flashes de codinome Project X, que deverá chegar ao mercado no próximo ano.

17 de dezembro de 2012 – 15h30

A EMC está desenvolvendo armazenamento flash para uso em data centers, e no momento trabalha em um software para amarrar todos os componentes flash corporativos juntos.

A empresa está usando a tecnologia que ganhou por meio da aquisição em maio deste ano da XtremIO para construir uma matriz de todos os flashes de codinome Project X, que deverá chegar ao mercado no próximo ano. A plataforma também incluirá o software que a EMC planeja usar com produtos flash em outros ambientes, inclusive em servidores e em redes de servidores.

Segundo Zahid Hussain, gerente geral da Divisão de Produtos Flash da EMC, o Project X possibilita a criação de uma arquitetura de armazenamento com base em flash desde o início sem incompatibilidades herdadas de discos rígidos e outras tecnologias mais antigas.

Agora, segundo a empresa, em versão beta, o Projeto X será construído com processadores x86 e padrão de discos de estado sólido, juntamente com interfaces de rede padrão, tais como Ethernet e Fibre Channel.

Mas a essência da oferta é um software que pode ser aplicado a outros elementos flash de armazenamento em uma empresa. Ele “tira proveito de múltiplos núcleos, compreende as características de flash, além de ser projetado para ser modular e escalável”, explicou Hussain.

A EMC continuará a desenvolver o VCache, um servidor baseado em produto flash.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Cinco problemas dos 5 serviços mais populares de armazenamento em nuvem

Sincronização e segurança são os itens mais citados pelos usuários de Dropbox, Google Drive, Sugar Sync, iCloud e Box.

19 de novembro de 2012 – 07h30

Um novo estudo do site de suporte técnico FixYa indica que os usuários dos cinco principais serviços de armazenamento em nuvem estão preocupados com a segurança, a capacidade e o desaparecimento de arquivos.

“Armazenamento de arquivos na cloud está se tornando o método esperado para compartilhamento de arquivos tanto em dispositivos pessoais como corporativos”, avalia o CEO do FixYa, Yaniv Bensadon. “Esperamos que o relatório FixYa Cloud Storage Report ajude os consumidores a escolher o serviço que esteja mais em linha com suas necessidades”, diz. 

O FixYa pediu aos usuários do site que listassem os cinco maiores problemas que têm com os serviços de armazenamento em nuvem Dropbox, Google Drive, Sugar Sync, iCloud e Box. 

O levantamento revelou alguns problemas comuns, como sincronização. Diante do quadro, o FixYa sugere correções e recomendações para evitar os problemas. Veja abaixo.

Dropbox

O Dropbox é um dos serviços de armazenamento mais populares, que reúne cerca de 100 milhões de usuários em todo mundo. Todos os dias, 1 bilhão de arquivos é enviado para o site, afirmam funcionários da empresa.

O Dropbox suporta praticamente todos os sistemas operacionais, de Windows, Mac OS X a Linux em desktops, além de BlackBerry, Android e iOS em dispositivos móveis.

Quase metade dos usuários (40%) do Dropbox apontou que segurança é o principal medo em relação ao serviço. E preocupaç!ão também levou a IBM a proibir que seus funcionários usassem o sistema para armazenar arquivos.

Limites de capacidade de armazenamento estão em segundo na lista, item citado por 25% dos respondentes. Em seguida estão limitações ma sincronização de arquivo (15%); respostas lentas (10%) e “outros” (5%).

Recentemente, o DropBox lidou com vários problemas de segurança, incluindo uma queda do serviço que resultou em e-mails de spam enviados para uma parte de sua base de usuários. “Em 2011, por exemplo, contas foram acessadas sem a necessidade de inserir senha”, apontou o FixYa no relatório.

Usuários que dependem do Dropbox para conteúdo pessoal, como fotos, música ou entretenimento, não se sentem desencorajados pelas questões de segurança, observou o FixYa.

“No entanto, quem utiliza Dropbox para armazenar informações financeiras pessoais ou itens semelhantes que possam representar um risco devem ficar longe do serviço”, recomendou o FixYa. “O mesmo vale para empresas de médio porte à procura de uma maneira fácil de compartilhar extratos bancários ou informações de negócios.”

Google Drive

Quando o Google Drive surgiu, a perda de pastas estava no topo da lista de reclamações dos usuários (30%). Problemas com sincronização de arquivos foi notado por 20% dos entrevistados.

Outros 20% indicaram que estavam descontentes com a conversão automática de Google Drive para Google Docs, enquanto 20% não gostavam de erros desconhecidos que ocorreram enquanto usavam o serviço. 

“Apesar de preocupações com segurança não serem unanimidade entre os usuários do serviço em comparação com outros de nuvem, o Google Drive ainda tem alguns problemas de usabilidade gerais que precisam ser tratados”, comentou a FixYa. “Para a maior parte, no entanto, esses problemas podem ser resolvidos rapidamente.”

SugarSync

A falta de suporte do Quickbooks liderou as preocupações dos usuários do SugarSync, com 30%. O QuickBooks é um software de contabilidade usado por empresas e como o SugarSync não suporta o Quickbooks, é uma tarefa difícil para os usuários financeiros usarem essa funcionalidade.

Outros 30% dos entrevistados reclamaram sobre o valor de espaço de armazenamento do SugarSync. O SugarSync oferece uma degustação gratuita por 30 dia, bem como um plano de 5 GB de armazenamento. Mas, no geral, “o preço é mais elevado do que outros serviços em nuvem como o iCloud”, avaliou o FixYa.

Problemas de sincronização de arquivos foram relatados por 15% dos entrevistados e outros 15% citaram problemas para armazenar arquivo do iTunes. 

iCloud 

O iCloud, da Apple, tornou-se um problema depois que usuários atualizaram seus sistemas para o OS X Mountain Lion, de acordo com 35% dos entrevistados pelo FixYa.

“Infelizmente, os usuários estão enfrentando problemas com o iCloud no novo sistema operacional quando tentam realizar uma série de atividades”, disse o FixYa. “Isso inclui inscrição no serviço, sincronização entre dispositivos ou backup”, observou.

O FixYa recomenda que os usuários com problemas de sincronização no ‘Notes’ tentem usar o Evernote. O Evernote é um aplicativo de anotações que faz tudo da quase tudo que o ‘Notes’ faz, mas melhor é melhor, de acordo com o FixYa.

Além disso, a incapacidade de sincronizar arquivos com dispositivos não-Apple no iCloud foi notado por 25% dos entrevistados. Outra insatisfação expressa por 15% dos respondentes foi a quantidade de espaço de armazenamento.

Box

O Box tornou-se popular entre as pequenas empresas devido à sua segurança nativa e recursos de gerenciamento. No entanto, 25% dos entrevistados escolheram “questões de segurança” como o principal problema do serviço e outros 25% apontaram “fazer upload de documentos”. Problemas com arquivos de backup foram relatados por 20% dos entrevistados.

“Embora as questões de segurança não sejam um grande problema para os usuários corporativos, os usuários de contas pessoais têm relatado ao FixYa preocupações com a proteção”, afirmou o relatório.

O FixYa recomenda que os usuários que têm problemas ao efetuar o upload de arquivos reiniciem suas máquinas e limpem o cache do navegador antes de tentar novamente.

Diferente dos concorrentes, o Box é uma plataforma mais colaborativa, algo que o Google Drive está trabalhando. “Isso significa que as pessoas podem adicionar comentários sobre o arquivo que está acessível para qualquer pessoa com permissão. Elas também podem executar e visualizar as tarefas definidas por outros usuários que têm relaç!ao com o arquivo”, assinalou o FixYa. 

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Publicado por em 25 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Apple estende armazenamento gratuito no iCloud por mais um ano

Se você tinha uma conta MobileMe para armazenamento online, a Apple tem boas notícias para te dar: a extensão complementar dos serviços de armazenamento que devia ter acabado no último dia 30/9 foi estendida por mais um ano, de acordo com um documento da página de suporte da empresa.

Antecessor do atual serviço iCloud, o MobileMe oferecia 20GB de armazenamento como parte de uma taxa anual de 99 dólares. Para facilitar a transição do MobileMe para o iCloud (que oferece 5GB de armazenamento gratuito), os usuários do MobileMe receberam 20GB de armazenamento gratuito no iCloud até 30/9 deste ano. Depois disso, esses consumidores teriam de pagar 40 dólares por ano pelos 20GB. Os usuários do MobileMe que tinham feito upgrade de seu espaço para 40GB ou 60GB receberam 50GB de armazenamento gratuito no iCloud; eles teriam de pagar 100 dólares por ano por esses 50GB.

Mas se você tem um upgrade de armazenamento gratuito e decidir que precisa de ainda mais espaço, a Apple te avisa que você será cobrado. Além disso, a empresa afirma que você não pode voltar para seu plano complementar de armazenamento se decidir então cancelar um upgrade (por exemplo, você fez o upgrade de 20GB para 50GB, e então decide depois retornar a 20GB).

De acordo com o documento do site, a Apple decidiu estender o prazo como um “agradecimento aos seus antigos clientes do MobileMe que seguiram para o iCloud”. Algumas pessoas podem pensar que essa extensão é uma explicação – ou uma solução – para um bug aparente descoberto na semana passada, em que usuários do serviço descobriram que poderiam ter 25GB de armazenamento de graça até 2050.

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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