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Competição de games Mega Arena começa nesta quinta em São Paulo

Palco do evrnto X5 Mega Arena que acontece em SP neste feriadão (Foto: Divulgação/X5 Mega Arena)Palco do evrnto X5 Mega Arena que acontece em SP neste feriadão (Foto: Divulgação/X5 Mega Arena)

Com as competições de esporte eletrônico se tornando mais populares no Brasil, os fãs de games poderão acompanhar jogadores profissionais e também competir no evento X5 Mega Arena. Ele acontece a partir desta quinta-feira (1º) até o domingo (4) no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

A expectativa da organização é ter mais de 80 mil pessoas nos quatro dias de competições divididas entre gamers profissionais e amadores. As disputas serão nos jogos “League of Legends”, game de batalhas em arenas com equipes de cinco jogadores; “CrossFire”, jogo de tiro em primeira pessoa com foco mais tático; “Point Blank”, de tiro em primeira pessoa; e “Combat Arms”, um dos games de tiro mais populares no país.

Além de assistir aos profissionais do esporte eletrônico competindo, os visitantes poderão jogar os games e também participar de torneios. Serão 500 computadores disponíveis para o público. Há quatro espaços de “free-play” com 400 metros quadrados cada e o palco principal tem 20 metros, com direito a um painel LED de 10 x 7 metros.

As partidas serão transmitidas ao vivo por meio do site de transmissão de games “Twitch” em dois canais (acesse aqui e aqui).

Serviço
O que é: X5 Mega Arena;
Quando: de 1º a 4 de maio;
Onde: Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Cursino, São Paulo – SP;
Ingressos: R$ 40 por dia ou R$ 112  no pacote para todos os dias do evento;
Mais informações: site oficial (acesse aqui).

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Celulares podem falhar no Itaquerão e Arena da Baixada, dizem empresas

A instalação dos equipamentos para reforçar o sinal de celular dentro dos estádios do Corinthians, em São Paulo, palco da abertura da Copa do Mundo, e do Atlético Paranaense, em Curitiba, pode não ficar pronta até a data dos jogos, admitiu nesta segunda-feira (17) o diretor-executivo do SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas de telefonia, Eduardo Levy. Segundo ele, por conta disso, os torcedores podem enfrentar falhas nas tentativas de chamadas e de acesso à internet móvel nesses locais.

Nesta segunda, o SindiTelebrasil anunciou que fechou acordo com Corinthians e Atlético-PR para a instalação da chamada “cobertura indoor”. Dos 12 estádios que vão receber jogos durante a competição, apenas nesses dois ainda não havia entendimento, o que impedia o início da obra.

Com isso, as empresas de telefonia terão menos de 100 dias para fazer a implantação dos equipamentos, entre eles centenas de pequenas antenas que ficam espalhadas pelo estádio, além de uma rede de cabos de fibra óptica. De acordo com o SindTelebrasil, entidade que representa as operadoras, o prazo médio para a instalação dessa cobertura é de 150 dias.

“Há o risco de [os equipamentos] não estarem 100% prontos e testados [nos dois estádios até a data dos jogos]”, disse Levy ao G1. “Pode haver falha e congestionamento [de chamadas e envio de dados pela internet]”, completou ele.

Levy diz que a falta de tempo pode fazer com que parte das antenas não seja colocada ou, então, que não seja possível passar os cabos por alguns pontos dentro dos estádios. Se houvesse tempo suficiente, continuou ele, cada arena receberia cerca de 300 antenas para reforçar o sinal de telefonia.

Nos estádios de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador, que receberam jogos da Copa das Confederações no ano passado, a cobertura está em fase de ajustes finais, segundo o SindiTelebrasil.

Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre, as obras começaram mais tarde, no final de 2013, mas, segundo a entidade, vão ficar prontas até a Copa.

Impasse
A demora no acordo do SindiTelebrasil com Corinthians e Atlético-PR ocorreu por falta de entendimento quanto ao valor do aluguel que as empresas de telefonia têm que pagar pela sala que vão ocupar dentro dos estádios com seus equipamentos. A entidade não informou os termos do acordo com os dois clubes.

O SindiTelebrasil estima que serão investidos cerca de R$ 200 milhões para garantir aos clientes das operadoras acesso aos serviços de telefonia e internet móvel dentro dos 12 estádios que vão receber jogos da Copa.

Esse dinheiro será aplicado, por exemplo, na instalação de antenas dentro das arenas, que vão levar sinal até telefones e tablets além de captar chamadas ou dados enviados pelos usuário. Nos seis estádios da Copa das Confederações, no ano passado, haviam 767 dessas antenas.

As informações captadas pelas antenas, nas arquibancadas, camarotes e até nos vestiários, são levadas por cabos de fibra óptica até esta sala onde fica um equipamento que identifica e separa o tráfego de cada uma das cinco operadoras – Vivo, TIM, Claro, Nextel e Oi. Dali os dados são enviados para fora do estádio, para a rede de cada uma das empresas.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Baiano fã de jogos de tabuleiro terá arena de disputas no Gamepólitan

Aventura, estratégia, batalhas, desafios. O mundo dos jogos de tabuleiro vem há décadas conquistando fãs em todo o planeta. Na capital baiana, um advogado de 33 anos aficionado pelo universo dos board games tem conseguido tornar o hobby um trabalho.

[Veja no vídeo ao lado a entrevista completa com o advogado]

José Almir “Magarem” Medeiros possui cerca de 45 títulos, gerencia dois websites sobre o assunto, além de passar muito tempo pesquisando sobre jogos. “Eu gasto hoje mais ou menos três a cinco horas por dia neste hobby, que hoje é meu trabalho”, revela.

Toda a dedicação dispensada por “Magarem”, como gosta de ser chamado, aos jogos de tabuleiro, está começando a dar resultados concretos. Neste final de semana, 15 e 16 de março, será realizada no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador, a terceira edição do Gamepólitan, o maior evento de jogos do Nordeste. E desta vez, o Nerdspot, um dos sites gerenciados por ele, terá uma arena de jogos no evento.

“Teremos 12 mesas, onde diversos títulos poderão ser jogados por até 60 pessoas”, afirma. Para conseguir dar conta de tudo, Magarem tem o apoio de cinco sócios, que dividem as tarefas do site e que também estarão no Gamepólitan, das 10h às 20h.

Ocupado diariamente com pesquisas, redação de textos e postagens, Magarem, deixa para jogar nos finais de semana. “É claro que tem aquela velha escapadinha. Chamo um amigo, um vizinho, junta uma mesa de três pessoas e jogo”, conta. “Mas hoje meu volume de jogatinas, como a gente chama, é no final de semana. A gente joga de 12h até a madrugada”, completa.

Magarem (Foto: Gabriel Gonçalves/G1 Bahia)Fã de jogos de tabuleiro dedica quase cinco horas diárias ao hobby (Foto: Gabriel Gonçalves/G1 Bahia)

E o advogado não está sozinho nesta paixão. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedo (ABRINQ) apontam que 10,5% dos brinquedos vendidos no Brasil são jogos. Uma indústria em 2013, ainda segundo a ABRINQ, movimentou R$ 4,34 bilhões.

Para participar do festival de jogos que acontece no Centro de Convenções, é preciso levar um quilo de alimento e pagar uma taxa que vai de R$ 25 a R$ 30. Para mais informações, acesse o site do evento.

Serviço
O que: Gamepólitan – Festival de Jogos
Quando: 15 e 16 de março
Onde: Centro de Convenções da Bahia.
Quanto: de 25 a 30 reais, levando um quilo de alimento.
Maiores informações: Site oficial do evento

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Saints of Valory leva som de arena ao Rock in Rio com ‘músicas para 2015’

A banda Saints of Valory é atração do Palco Sunset do Rock in Rio (Foto: Divulgação)Gavin Jasper (1º à esq) e a banda Saints of Valory: atração do Palco Sunset do Rock in Rio (Foto: Divulgação)

Há quatro anos longe do Brasil, o baixista e vocalista Gavin Jasper já tropeça em algumas palavras em português. Com sotaque um pouco carregado, o brasileiro conta por telefone ao G1 sobre sua banda Saints of Valory. O quarteto formado em Austin, no estado americano do Texas, foi escalado de última hora para o Rock in Rio. Toca no dia de Muse e Florence and the Machine, em 14 de setembro.

Segundo Jasper, a banda conseguiu a vaga por conta de seu “rock de arena”, que chamou a atenção da organização do festival. Vai tocar após o Offspring, no Palco Sunset. Terão 40 minutos para mostrar as canções de “Into The Deep”, primeiro disco do grupo, ainda sem previsão de lançamento no Brasil. Mesmo desconhecida por aqui, a banda não terá dificuldades para agradar quem morre de amores por The Killers e Coldplay. O Saints of Valory tem a seu favor músicas como “Neon eyes”, “Providence”, “Kids” e “Long time coming”, essa com “um ritmo de samba”, avisa o músico, empolgado com o primeiro show da banda fora dos Estados Unidos.

CD de estreia do Saints of Valory é produzido por Joe Chiccarelli (U2, Elton John e White Stripes)

G1 – Como foram parar no palco Sunset?
Gavin Jasper –
O Rock in Rio decidiu abrir um horário entre Offspring [Sunset] e Muse [Palco Mundo]. Já tinham falado com a gente que gostam da banda. Queriam abrir as portas do Brasil para nós. É uma honra tocar no festival.

G1 – Vocês tocam no dia de Muse e Florence + the Machine. É o dia mais rock alternativo e indie. É o perfil dos fãs da banda?
Gavin Jasper – É o dia perfeito para nós. Já fizemos festivais com essas bandas. Tocamos com o Muse há quatro meses, em Atlanta (Estados Unidos), durante um festival de basquete colegial, que tinha também o Sting. Vai ser um dia superespecial…

A banda Saints of Valory (Foto: Divulgação)A banda Saints of Valory (Foto: Divulgação)

G1 – Quem gosta de vocês gosta de bandas como Killers, Muse, Coldplay?
Gavin Jasper –
Eu acho que mais do que Coldplay, tocamos para fãs de U2, Muse… Bandas de som grande, rock de arena. As que tentam fazer o público ficar levantado. Escutamos coisas diferentes na banda. Mas é isso que sai naturalmente. O que ouvimos é indie, europeu. Mas quando tocamos é este estilo, mais arena.

G1 – O que você fez antes do Saints of Valory e por que saiu do Brasil?
Gavin Jasper –
Nosso guitarrista morou 13 anos aí. O tecladista foi de férias e acabou ficando quatro anos. No Brasil, trabalhei com Roberto Menescal em projetos de bossa nova, em inglês. Éramos músicos em outras atividades. A banda é algo velho que deu certo.

Há oito anos, todo mundo era emo, e hoje ninguém mais quer ouvir. Hoje só ouvem Lumineers e tal… Você tem que tentar ser original, ir além do seu tempo. Escrevo músicas para 2015, não para 2012″Gavin Jasper, do Saints of Valory

G1 – Como será o show?
Gavin Jasper –
Nosso set vai ser de 40 minutos. Tem uma música que vamos tocar que tem um ritmo de samba, “Long time coming”. Teremos uma ou duas covers. A garantida é de um hit do YouTube. Uma menina da Nova Zelândia, chamada Lorde… É “Royals”.

G1 – Austin é uma boa cidade para se ter banda?
Gavin Jasper –
Para lançar banda nova é uma das melhores do mundo. Há tantos lugares para tocar… Não vi nada igual. As bandas se ajudam, fazem eventos juntos. Para independentes, é perfeito.

G1 – Você chegou a compor em português?
Gavin Jasper –
Tenho ideias para escrever em português. Mas veio naturalmente em inglês. Estamos pensando em traduzir algumas músicas para lançar em português. É uma coisa que é bem possível de acontecer. Já começamos.

G1 – Como foi trabalhar com o Joe Chiccarelli?
Gavin Jasper –
A gente admira os artistas com que ele trabalhou, como Racounters, White Stripes, Elton John, U2, Jason Mraz. Ele tem histórias pra contar, experiência. Foi bom para nosso primeiro disco. Não é só produtor, mas um dos melhores engenheiros de som. Ele queria puxar a gente para inventar sons, coisas diferentes do que fazíamos antes. Arriscamos um pouco mais.

O quarteto Saints of Valory grava o clipe de 'Neon Eyes' (Foto: Divulgação)O quarteto Saints of Valory grava o clipe de
‘Neon Eyes’ (Foto: Divulgação)

G1 – Há quanto tempo saiu do Brasil?
Gavin Jasper –
Eu estou fora do Brasil há quatro anos e voltei duas vezes. Vai ser especial o Rock in Rio, porque minha família vai ver a banda pela primeira vez. Tocamos vários dias em festivais, mas é o primeiro fora dos Estados Unidos. Ninguém sabe como vai ser. Vai ser importante.

G1 – Vocês já se chamaram Diana. Por que mudaram de nome?
Gavin Jasper –
Esse projeto só foi por alguns meses, bem no início. Queríamos um nome mais original, que você bota no Google e já encontra, não existe outro. Diana foi uma coisa de começo.

G1 – Após poucos hits roqueiros, agora parece haver uma leva de bandas que tentam levar o rock um pouco mais indie ao mainstream, como Imagine Dragons, Fun, Lumineers. Estar na parada é um objetivo do Saints of Valory?
Gavin Jasper –
Não é o foco. Tudo no pop rock é uma fase. Há oito anos, todo mundo era emo, e hoje ninguém mais quer ouvir. Hoje só ouvem Lumineers e tal… Você tem que tentar ser original, ir além do seu tempo. Escrevo músicas para 2015, não para 2012. Escrevo olhando para frente.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Música

 

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Saints of Valory leva som de arena ao Rock in Rio com ‘músicas para 2015’

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A banda Saints of Valory é atração do Palco Sunset do Rock in Rio (Foto: Divulgação)Gavin Jasper (1º à esq) e a banda Saints of Valory: atração do Palco Sunset do Rock in Rio (Foto: Divulgação)

Há quatro anos longe do Brasil, o baixista e vocalista Gavin Jasper já tropeça em algumas palavras em português. Com sotaque um pouco carregado, o brasileiro conta por telefone ao G1 sobre sua banda Saints of Valory. O quarteto formado em Austin, no estado americano do Texas, foi escalado de última hora para o Rock in Rio. Toca no dia de Muse e Florence and the Machine, em 14 de setembro.

Segundo Jasper, a banda conseguiu a vaga por conta de seu “rock de arena”, que chamou a atenção da organização do festival. Vai tocar após o Offspring, no Palco Sunset. Terão 40 minutos para mostrar as canções de “Into The Deep”, primeiro disco do grupo, ainda sem previsão de lançamento no Brasil. Mesmo desconhecida por aqui, a banda não terá dificuldades para agradar quem morre de amores por The Killers e Coldplay. O Saints of Valory tem a seu favor músicas como “Neon eyes”, “Providence”, “Kids” e “Long time coming”, essa com “um ritmo de samba”, avisa o músico, empolgado com o primeiro show da banda fora dos Estados Unidos.

CD de estreia do Saints of Valory é produzido por Joe Chiccarelli (U2, Elton John e White Stripes)

G1 – Como foram parar no palco Sunset?
Gavin Jasper –
O Rock in Rio decidiu abrir um horário entre Offspring [Sunset] e Muse [Palco Mundo]. Já tinham falado com a gente que gostam da banda. Queriam abrir as portas do Brasil para nós. É uma honra tocar no festival.

G1 – Vocês tocam no dia de Muse e Florence + the Machine. É o dia mais rock alternativo e indie. É o perfil dos fãs da banda?
Gavin Jasper – É o dia perfeito para nós. Já fizemos festivais com essas bandas. Tocamos com o Muse há quatro meses, em Atlanta (Estados Unidos), durante um festival de basquete colegial, que tinha também o Sting. Vai ser um dia superespecial…

A banda Saints of Valory (Foto: Divulgação)A banda Saints of Valory (Foto: Divulgação)

G1 – Quem gosta de vocês gosta de bandas como Killers, Muse, Coldplay?
Gavin Jasper –
Eu acho que mais do que Coldplay, tocamos para fãs de U2, Muse… Bandas de som grande, rock de arena. As que tentam fazer o público ficar levantado. Escutamos coisas diferentes na banda. Mas é isso que sai naturalmente. O que ouvimos é indie, europeu. Mas quando tocamos é este estilo, mais arena.

G1 – O que você fez antes do Saints of Valory e por que saiu do Brasil?
Gavin Jasper –
Nosso guitarrista morou 13 anos aí. O tecladista foi de férias e acabou ficando quatro anos. No Brasil, trabalhei com Roberto Menescal em projetos de bossa nova, em inglês. Éramos músicos em outras atividades. A banda é algo velho que deu certo.

Há oito anos, todo mundo era emo, e hoje ninguém mais quer ouvir. Hoje só ouvem Lumineers e tal… Você tem que tentar ser original, ir além do seu tempo. Escrevo músicas para 2015, não para 2012″Gavin Jasper, do Saints of Valory

G1 – Como será o show?
Gavin Jasper –
Nosso set vai ser de 40 minutos. Tem uma música que vamos tocar que tem um ritmo de samba, “Long time coming”. Teremos uma ou duas covers. A garantida é de um hit do YouTube. Uma menina da Nova Zelândia, chamada Lorde… É “Royals”.

G1 – Austin é uma boa cidade para se ter banda?
Gavin Jasper –
Para lançar banda nova é uma das melhores do mundo. Há tantos lugares para tocar… Não vi nada igual. As bandas se ajudam, fazem eventos juntos. Para independentes, é perfeito.

G1 – Você chegou a compor em português?
Gavin Jasper –
Tenho ideias para escrever em português. Mas veio naturalmente em inglês. Estamos pensando em traduzir algumas músicas para lançar em português. É uma coisa que é bem possível de acontecer. Já começamos.

G1 – Como foi trabalhar com o Joe Chiccarelli?
Gavin Jasper –
A gente admira os artistas com que ele trabalhou, como Racounters, White Stripes, Elton John, U2, Jason Mraz. Ele tem histórias pra contar, experiência. Foi bom para nosso primeiro disco. Não é só produtor, mas um dos melhores engenheiros de som. Ele queria puxar a gente para inventar sons, coisas diferentes do que fazíamos antes. Arriscamos um pouco mais.

O quarteto Saints of Valory grava o clipe de 'Neon Eyes' (Foto: Divulgação)O quarteto Saints of Valory grava o clipe de
‘Neon Eyes’ (Foto: Divulgação)

G1 – Há quanto tempo saiu do Brasil?
Gavin Jasper –
Eu estou fora do Brasil há quatro anos e voltei duas vezes. Vai ser especial o Rock in Rio, porque minha família vai ver a banda pela primeira vez. Tocamos vários dias em festivais, mas é o primeiro fora dos Estados Unidos. Ninguém sabe como vai ser. Vai ser importante.

G1 – Vocês já se chamaram Diana. Por que mudaram de nome?
Gavin Jasper –
Esse projeto só foi por alguns meses, bem no início. Queríamos um nome mais original, que você bota no Google e já encontra, não existe outro. Diana foi uma coisa de começo.

G1 – Após poucos hits roqueiros, agora parece haver uma leva de bandas que tentam levar o rock um pouco mais indie ao mainstream, como Imagine Dragons, Fun, Lumineers. Estar na parada é um objetivo do Saints of Valory?
Gavin Jasper –
Não é o foco. Tudo no pop rock é uma fase. Há oito anos, todo mundo era emo, e hoje ninguém mais quer ouvir. Hoje só ouvem Lumineers e tal… Você tem que tentar ser original, ir além do seu tempo. Escrevo músicas para 2015, não para 2012. Escrevo olhando para frente.

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Música

 

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NEC foca em estádios e anuncia parceria com arena de Salvador

Projeto conta com uma infraestrutura IP e rede wireless para telefonia, dados e imagens, como implementação de sistemas de som e telas integradas pela fabricante japonesa.

A NEC é parceira de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) da Itaipava Arena Fonte Nova, que sediará Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014, em Salvador (BA), e abrirá os portões para uma partida inaugural no próximo domingo (07/04).

O empreendimento terá capacidade para 50 mil visitantes e o projeto conta com uma infraestrutura IP e rede wireless para telefonia, dados e imagens, como implementação de sistemas de som e telas integradas pela NEC. A arena também terá à disposição sistemas de segurança, como câmeras interligadas para monitoramento da área total, de detecção de incêndio e automação predial.

Entre as soluções disponíveis estarão telas de LED MDOOH (Media Digital Out of Home), que podem ser usadas como sistema de reconhecimento facial, que analisa características das pessoas que circulam no local, e pode ser usada para informes publicitários, oferecendo sugestões de compra aos usuários que passam em frente à tela.

Segundo Massato Takakuwa, diretor de negócios para governo da NEC no Brasil, a parceria reflete o momento que companhia vivencia no País, pois esse é o terceiro projeto dentro do conceito de arenas multiuso que a empresa participa, incluindo a Arena Pernambuco, em Recife (PE) e a Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS). “A NEC está contribuindo para a introdução da concepção de arenas tecnológicas, assim como das Smart Cities (Cidades Inteligentes) no Brasil”, afirma Takakuwa.

Agência IPNews

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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ONE OK ROCK – YOKOHAMA ARENA 2012 – DVD1

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Publicado por em 4 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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