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Banda larga no Brasil tem aprovação de 52,2% dos usuários, aponta pesquisa

Dados fazem parte dos primeiros números divulgados pela Anatel e mostram resultados também da telefonia fixa.

Os usuários de banda larga residencial prestada pelas empresas de telefonia fixa estão satisfeitos ou totalmente satisfeitos em 52,2% dos casos. Já 25,9% consideram o serviço prestado regular ou mediano e 21,9% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos. Estes são os primeiros resultados da pesquisa nacional de satisfação dos usuários com os serviços de telecomunicações divulgada nesta sexta-feira (19/04) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

Para a elaboração da pesquisa foram ouvidos cerca de 200 mil usuários, que avaliaram os serviços de telefonia (fixa e móvel), TV por Assinatura e banda larga, em categorias como atendimento, tarifas e preços e qualidade das ligações. 

Veja abaixo as principais descobertas do estudo em cada categoria:

Telefonia fixa residencial 

Os resultados mostraram que 46,5% dos usuários estão satisfeitos ou muito satisfeitos, e 40,7% consideram o serviço mediano ou regular. Além disso, 12,8% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos. 

Telefonia fixa não residencial 

Os usuários de telefonia fixa não residencial estão satisfeitos ou totalmente satisfeitos em 55,5% dos casos, e 38,8% consideram o serviço prestado regular ou mediano. Apenas 5,7% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos.

Dos usuários de banda larga não residencial ou corporativa fornecida por empresas de telefonia fixa, 59% estão satisfeitos ou totalmente satisfeitos com o serviço, e 16,8% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos. Já 24,2% o consideram mediano ou regular.

Telefone de uso público .

No caso do telefone de uso público apenas 1,1% consideram o serviço satisfatório, enquanto 48,7% o consideram mediano ou regular e 50,2% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos.

O superintendente de Serviços Públicos da Anatel, Roberto Pinto Martins, alerta que, mesmo que o percentual de usuários insatisfeitos (na telefonia fixa) seja menor, eles ainda representam um número alto no universo de assinantes, que chega a 40 milhões.

“Temos que trabalhar para reduzir o número de usuários insatisfeitos com o serviço. E para isso, tanto a Anatel quanto as empresas precisam mergulhar nesse estudo para ver quais são os principais ofensores e trabalhar em cima disso”, disse.  

Martins explicou que a pesquisa não avaliou a qualidade dos serviços, mas a percepção dos usuários sobre a prestação. Os entrevistados atribuíram notas a itens como eficiência dos canais de atendimento das prestadoras, clareza das informações, qualidade das ligações, serviços de manutenção, preços e tarifas.

A empresa que apresentou maior índice de satisfação dos clientes, na telefonia fixa, foi a GVT, com 67,1% de aprovação. A Telefônica teve o menor índice de satisfação: 55,4%

Com base nesses dados, a Anatel deverá adotar medidas que venham ao encontro das demandas dos usuários de telecomunicações. Os dados sobre a telefonia móvel e a televisão por assinatura serão apresentados na próxima semana, em eventos no Recife e em São Paulo.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Tim Cook despenca em ranking de aprovação entre funcionários

Segundo pesquisa da Glassdoor, CEO da Apple caiu do 1º para o 18º lugar, mas continua à frente de diretor da Microsoft. Mark Zuckerberg, do Facebook, virou líder. A taxa de aprovação do CEO da Apple, Tim Cook, caiu nos últimos 12 meses, fazendo com o que sucessor de Steve Jobs caísse para a 18ª posição no ranking anual dos diretores executivos dos EUA.

Em uma pesquisa feita pelo site especializado Glassdoor, Cook recebeu uma taxa de aprovação de 93% entre 640 funcionários da Apple – o levantamento foi feito entre março de 2012 e março de 2013.

Essa queda colocou Cook atrás de outros CEOs de tecnologia da lista, como Mark Zuckerberg, do Facebook, que ficou em primeiro; Larry Page, do Google, que aparece em 11º; e o diretor da Amazon, Jeff Bezos, em 16º.

No estudo anterior – feito entre março de 2011 e de 2012 – Cook ficou em primeiro lugar no ranking da Glassdoor com uma taxa de aprovação de 97%. O ex-CEO da Apple, Steve Jobs, havia ficado com a liderança do mesmo ranking  um ano antes, com uma taxa de aprovação de 95%.

glassdoorceo201301.jpg

A queda de 4% na aprovação de Cook pode ser atribuída a diferentes fatores, incluindo o declínio de cerca de 36% nas ações da Apple desde o ápice atingido em setembro de 2012 e a sombra cada vez maior da Samsung no mercado de smartphones e tablets.

Apesar da queda, Cook se saiu muito melhor do que o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, que nem conseguiu entrar no Top 50 da Glassdoor por ter atingido uma taxa de aprovação de 47% entre 2012 e 2013. 

O “chefão” da Apple também ficou a frente de outros CEOs de tecnologia, como Michael Dell, da Dell, que ficou com 81%, e Larry Ellison, da Oracle, com 82%.

Para calcular seus rankings, a Glassdoor pergunta aos funcionários atuais das empresas “Você aprova a maneira como seu CEO está liderando a empresa?”.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Aprovação de projeto de Lei de antenas pelo Senado agrada teles

Matéria será encaminhada para Câmara dos Deputados. Medida permite que operadoras compartilhem infraestrutura de telefonia móvel.

13 de dezembro de 2012 – 20h17

O setor de telecomunicações recebeu com entusiasmo a aprovação hoje (13/12), por quatro comissões do Senado Federal, do projeto de Lei das Antenas, que vai trazer facilidades para a implantação de infraestrutura de telefonia móvel, permitindo a expansão dos serviços e a melhoria na cobertura dos sinais. A medida vem num momento em que é crescente a demanda da população brasileira por serviços móveis, especialmente a banda larga no celular.

“A proposta do Senado é importante também para viabilizar a instalação da quarta geração da telefonia móvel (4G), que, pelas características técnicas da faixa de radiofrequência que será usada (2,5 GHz), vai exigir um número de antenas duas a três vezes superior ao de estações rádio base de terceira geração (3G)”, informa nota do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil).

Levantamento da entidade mostra que apenas para as 12 cidades sede da Copa do Mundo serão necessárias 9,5 mil licenças para a instalação de antenas de 4G. Pelo cronograma de instalação, previsto no edital, o serviço de quarta geração deve estar funcionando em abril de 2013 nas cidades sede da Copa das Confederações e em dezembro de 2014 nas cidades-sede do mundial de futebol.

O PL das Antenas, aprovado no Senado, e que ainda será submetido à votação na Câmara dos Deputados, também avança muito ao estabelecer prazo de 60 dias para a emissão de licenças de instalação de antenas. “A aplicação desse período vai acelerar a expansão da infraestrutura, que em muitos municípios pode durar até mais de um ano, devido à burocracia e à limitação prevista em diversas leis municipais restritivas”, informa o SindiTelebrasil.
Ao todo, são mais de 250 diferentes leis no Brasil, impondo dificuldades para o licenciamento de antenas e atrasando a expansão dos serviços.

O compartilhamento de antenas, que também consta do projeto, vem referendar a iniciativa das empresas de uso compartilhado de infraestrutura. Em outubro, as prestadoras de telefonia móvel assinaram um Termo de Compromisso para intensificar o compartilhamento de infraestrutura de 4G, com o objetivo de reduzir o impacto urbanístico e o de proporcionar maior agilidade e sucesso no processo de licenciamento municipal.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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TI agiliza aprovação de compras na Dafiti

AppId is over the quota
E-commerce de moda implementa solução de pagamento em loja on-line e dá velocidade a processos

08 de fevereiro de 2012 – 08h30

Comprar pela internet virou febre entre os internautas. Segundo recente pesquisa global da consultoria KPMG International, o ritmo da mudança de hábitos de compra converge para a plataforma on-line e essa tendência segue acelerada. De olho nesse cenário está a Dafiti. A companhia nasceu em janeiro de 2011 e deu início à estruturação tecnológica para atender à demanda projetada e ganhar peso no setor.

O negócio, especializado no comércio de calçados, acessórios e roupas, é totalmente baseado na web e tinha como premissa oferecer agilidade ao consumidor digital, garantir velocidade na aprovação dos pedidos e automatizar os procedimentos de pagamento. O crescimento veio rápido. Por isso, investiu em um sistema de pagamento eletrônico da Braspag [especializada em soluções de pagamento e serviços financeiros para e-commerce], o Pagador.

O sócio-diretor da Dafiti Thibaud Lecuyer explica que a companhia tinha duas opções: desenvolver um meio de pagamento para cada bandeira que trabalha [Mastercad, Visa, Diners Clube, American Express e Hipercard, a mais recente] ou então utilizar uma plataforma do mercado que realizasse a integração. A segunda opção foi a escolhida. “Para ter uma loja com escala é preciso contar com um provedor experiente com capacidade de suprir com rapidez nossa necessidade”, afirma.

Philipp Povel, diretor de TI da Dafiti, diz que o site foi lançado em um mês e a rapidez de adoção e o desempenho da tecnologia foram levados em conta. O CIO da companhia, Rodrigo Rodrigues, completa que a ideia era que, uma vez implementado, a organização não precisasse se preocupar com questões de performance. “Mais que isso, era necessário disponibilizar ao cliente diferentes maneiras de adquirir nossos produtos”, comenta Rodrigues.

A tecnologia, prossegue, disponibiliza várias formas de efetuar o pagamento do pedido e há planos para ainda neste ano adicionar outros, entre eles, a divisão do valor da compra em dois cartões distintos e a opção de cartão de débito.

Segundo Lecuyer, não é possível relacionar a adoção da tecnologia ao aumento de vendas. “Por outro lado, ao oferecer mais formas para os clientes podemos aumentar a taxa de conversão em número de vendas de maneira mais rápida”, assinala.

O sistema suporta milhares de operações, número que não foi revelado pelo executivo. No entanto, Lecuyer afirma que o site recebe, em média, entre 7 milhões e 8,5 milhões de visitantes únicos por mês, marca conquistada após a companhia ter passado a veicular um comercial na TV. Figura, hoje, na lista dos maiores varejistas on-line de moda do País ao lado de gigantes concorrentes como Netshoes, focada no segmento esportivo.

Um dos diferenciais do Pagador que logo chamou a atenção, aponta, foi a segurança. “Temos controle de todas as transações, permitindo utilizar em paralelo o sistema de antifraude para a aprovação das transações”, conta. Robustez também foi apontada por ele. “Fizemos testes para nos certificar de que não haveria falhas, pois em nosso setor qualquer problema pode gerar a desistência do consumidor na compra e fazê-lo partir para a concorrência”, detalha.

No Natal, época em que os varejistas costumam registrar salto nas vendas, foi a prova de que o sistema era estável e está em linha com os planos de expansão da Dafiti, que quer dobrar o número de visitantes a cada temporada, projeta Povel.

“Havíamos testado, mas não simulado a disponibilidade do sistema com alto volume de visitas e vendas e tudo correu normalmente. O fato de nos prepararmos de forma gradativa nos ajudou”, relata. O executivo explica que as campanhas de marketing digital e na televisão, que ampliaram as visitas, já tinham sido prova da robustez da tecnologia.

Ainda que por algum motivo a compra não seja concluída [por falta de saldo, cartão bloqueado, entre outros], ele aponta que a Dafiti tem acesso a uma série de relatórios que balizam ações da equipe de atendimento, como entrar em contato, de forma pró-ativa, com o consumidor para ajudá-lo a concluir a compra da melhor forma possível. A loja virtual conta ainda com um data warehouse, que permite ter uma análise mais detalhada e guiar as tomadas de decisão.

TI orquestrada
Por trás das operações do site está o ERP da Uniconsult, implementado em agosto de 2011. Desde o nascimento, a loja contava com outro sistema de gestão empresarial, que, se tivesse sido mantido, afirma Povel, talvez não fosse possível crescer com a eficiência desejada. Considerando ainda que em dezembro do ano passado a companhia expandiu as vendas para Chile e Argentina. “A mudança nos permitiu não só agregar as melhores práticas do mercado, mas também conquistar mais escalabilidade.”

O ERP reúne todas as informações dos negócios, incluindo a gestão do transporte, o SAC, a plataforma de e-commerce [desenvolvida internamente], o Warehouse Management System (WMS) e ainda é responsável por auxiliar diretamente na troca de produtos da loja, realizado de forma gratuita para todo o Brasil. “Essa é a nossa filosofia: oferecer mais com inovação e inovamos com a troca solicitada no formato on-line, isso traz mais benefícios ao cliente”, pontua Lecuyer.

Rodrigues diz que a companhia está preparada para o crescimento e que é missão infindável da Dafiti oferecer mais serviços ao cliente. “Preparamos nossa estrutura de forma adequada e já estamos com diversos projetos na mira para conquistar essa meta”, assegura, sem revelar detalhes. TI é a chave e por isso ele avisa: “estamos recrutando”.

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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TI agiliza aprovação de compras na Dafiti

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E-commerce de moda implementa solução de pagamento em loja on-line e dá velocidade a processos

08 de fevereiro de 2012 – 08h30

Comprar pela internet virou febre entre os internautas. Segundo recente pesquisa global da consultoria KPMG International, o ritmo da mudança de hábitos de compra converge para a plataforma on-line e essa tendência segue acelerada. De olho nesse cenário está a Dafiti. A companhia nasceu em janeiro de 2011 e deu início à estruturação tecnológica para atender à demanda projetada e ganhar peso no setor.

O negócio, especializado no comércio de calçados, acessórios e roupas, é totalmente baseado na web e tinha como premissa oferecer agilidade ao consumidor digital, garantir velocidade na aprovação dos pedidos e automatizar os procedimentos de pagamento. O crescimento veio rápido. Por isso, investiu em um sistema de pagamento eletrônico da Braspag [especializada em soluções de pagamento e serviços financeiros para e-commerce], o Pagador.

O sócio-diretor da Dafiti Thibaud Lecuyer explica que a companhia tinha duas opções: desenvolver um meio de pagamento para cada bandeira que trabalha [Mastercad, Visa, Diners Clube, American Express e Hipercard, a mais recente] ou então utilizar uma plataforma do mercado que realizasse a integração. A segunda opção foi a escolhida. “Para ter uma loja com escala é preciso contar com um provedor experiente com capacidade de suprir com rapidez nossa necessidade”, afirma.

Philipp Povel, diretor de TI da Dafiti, diz que o site foi lançado em um mês e a rapidez de adoção e o desempenho da tecnologia foram levados em conta. O CIO da companhia, Rodrigo Rodrigues, completa que a ideia era que, uma vez implementado, a organização não precisasse se preocupar com questões de performance. “Mais que isso, era necessário disponibilizar ao cliente diferentes maneiras de adquirir nossos produtos”, comenta Rodrigues.

A tecnologia, prossegue, disponibiliza várias formas de efetuar o pagamento do pedido e há planos para ainda neste ano adicionar outros, entre eles, a divisão do valor da compra em dois cartões distintos e a opção de cartão de débito.

Segundo Lecuyer, não é possível relacionar a adoção da tecnologia ao aumento de vendas. “Por outro lado, ao oferecer mais formas para os clientes podemos aumentar a taxa de conversão em número de vendas de maneira mais rápida”, assinala.

O sistema suporta milhares de operações, número que não foi revelado pelo executivo. No entanto, Lecuyer afirma que o site recebe, em média, entre 7 milhões e 8,5 milhões de visitantes únicos por mês, marca conquistada após a companhia ter passado a veicular um comercial na TV. Figura, hoje, na lista dos maiores varejistas on-line de moda do País ao lado de gigantes concorrentes como Netshoes, focada no segmento esportivo.

Um dos diferenciais do Pagador que logo chamou a atenção, aponta, foi a segurança. “Temos controle de todas as transações, permitindo utilizar em paralelo o sistema de antifraude para a aprovação das transações”, conta. Robustez também foi apontada por ele. “Fizemos testes para nos certificar de que não haveria falhas, pois em nosso setor qualquer problema pode gerar a desistência do consumidor na compra e fazê-lo partir para a concorrência”, detalha.

No Natal, época em que os varejistas costumam registrar salto nas vendas, foi a prova de que o sistema era estável e está em linha com os planos de expansão da Dafiti, que quer dobrar o número de visitantes a cada temporada, projeta Povel.

“Havíamos testado, mas não simulado a disponibilidade do sistema com alto volume de visitas e vendas e tudo correu normalmente. O fato de nos prepararmos de forma gradativa nos ajudou”, relata. O executivo explica que as campanhas de marketing digital e na televisão, que ampliaram as visitas, já tinham sido prova da robustez da tecnologia.

Ainda que por algum motivo a compra não seja concluída [por falta de saldo, cartão bloqueado, entre outros], ele aponta que a Dafiti tem acesso a uma série de relatórios que balizam ações da equipe de atendimento, como entrar em contato, de forma pró-ativa, com o consumidor para ajudá-lo a concluir a compra da melhor forma possível. A loja virtual conta ainda com um data warehouse, que permite ter uma análise mais detalhada e guiar as tomadas de decisão.

TI orquestrada
Por trás das operações do site está o ERP da Uniconsult, implementado em agosto de 2011. Desde o nascimento, a loja contava com outro sistema de gestão empresarial, que, se tivesse sido mantido, afirma Povel, talvez não fosse possível crescer com a eficiência desejada. Considerando ainda que em dezembro do ano passado a companhia expandiu as vendas para Chile e Argentina. “A mudança nos permitiu não só agregar as melhores práticas do mercado, mas também conquistar mais escalabilidade.”

O ERP reúne todas as informações dos negócios, incluindo a gestão do transporte, o SAC, a plataforma de e-commerce [desenvolvida internamente], o Warehouse Management System (WMS) e ainda é responsável por auxiliar diretamente na troca de produtos da loja, realizado de forma gratuita para todo o Brasil. “Essa é a nossa filosofia: oferecer mais com inovação e inovamos com a troca solicitada no formato on-line, isso traz mais benefícios ao cliente”, pontua Lecuyer.

Rodrigues diz que a companhia está preparada para o crescimento e que é missão infindável da Dafiti oferecer mais serviços ao cliente. “Preparamos nossa estrutura de forma adequada e já estamos com diversos projetos na mira para conquistar essa meta”, assegura, sem revelar detalhes. TI é a chave e por isso ele avisa: “estamos recrutando”.

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Publicado por em 3 de março de 2012 em Tecnologia

 

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E-commerce de moda implementa solução de pagamento em loja on-line e dá velocidade a processos

08 de fevereiro de 2012 – 08h30

Comprar pela internet virou febre entre os internautas. Segundo recente pesquisa global da consultoria KPMG International, o ritmo da mudança de hábitos de compra converge para a plataforma on-line e essa tendência segue acelerada. De olho nesse cenário está a Dafiti. A companhia nasceu em janeiro de 2011 e deu início à estruturação tecnológica para atender à demanda projetada e ganhar peso no setor.

O negócio, especializado no comércio de calçados, acessórios e roupas, é totalmente baseado na web e tinha como premissa oferecer agilidade ao consumidor digital, garantir velocidade na aprovação dos pedidos e automatizar os procedimentos de pagamento. O crescimento veio rápido. Por isso, investiu em um sistema de pagamento eletrônico da Braspag [especializada em soluções de pagamento e serviços financeiros para e-commerce], o Pagador.

O sócio-diretor da Dafiti Thibaud Lecuyer explica que a companhia tinha duas opções: desenvolver um meio de pagamento para cada bandeira que trabalha [Mastercad, Visa, Diners Clube, American Express e Hipercard, a mais recente] ou então utilizar uma plataforma do mercado que realizasse a integração. A segunda opção foi a escolhida. “Para ter uma loja com escala é preciso contar com um provedor experiente com capacidade de suprir com rapidez nossa necessidade”, afirma.

Philipp Povel, diretor de TI da Dafiti, diz que o site foi lançado em um mês e a rapidez de adoção e o desempenho da tecnologia foram levados em conta. O CIO da companhia, Rodrigo Rodrigues, completa que a ideia era que, uma vez implementado, a organização não precisasse se preocupar com questões de performance. “Mais que isso, era necessário disponibilizar ao cliente diferentes maneiras de adquirir nossos produtos”, comenta Rodrigues.

A tecnologia, prossegue, disponibiliza várias formas de efetuar o pagamento do pedido e há planos para ainda neste ano adicionar outros, entre eles, a divisão do valor da compra em dois cartões distintos e a opção de cartão de débito.

Segundo Lecuyer, não é possível relacionar a adoção da tecnologia ao aumento de vendas. “Por outro lado, ao oferecer mais formas para os clientes podemos aumentar a taxa de conversão em número de vendas de maneira mais rápida”, assinala.

O sistema suporta milhares de operações, número que não foi revelado pelo executivo. No entanto, Lecuyer afirma que o site recebe, em média, entre 7 milhões e 8,5 milhões de visitantes únicos por mês, marca conquistada após a companhia ter passado a veicular um comercial na TV. Figura, hoje, na lista dos maiores varejistas on-line de moda do País ao lado de gigantes concorrentes como Netshoes, focada no segmento esportivo.

Um dos diferenciais do Pagador que logo chamou a atenção, aponta, foi a segurança. “Temos controle de todas as transações, permitindo utilizar em paralelo o sistema de antifraude para a aprovação das transações”, conta. Robustez também foi apontada por ele. “Fizemos testes para nos certificar de que não haveria falhas, pois em nosso setor qualquer problema pode gerar a desistência do consumidor na compra e fazê-lo partir para a concorrência”, detalha.

No Natal, época em que os varejistas costumam registrar salto nas vendas, foi a prova de que o sistema era estável e está em linha com os planos de expansão da Dafiti, que quer dobrar o número de visitantes a cada temporada, projeta Povel.

“Havíamos testado, mas não simulado a disponibilidade do sistema com alto volume de visitas e vendas e tudo correu normalmente. O fato de nos prepararmos de forma gradativa nos ajudou”, relata. O executivo explica que as campanhas de marketing digital e na televisão, que ampliaram as visitas, já tinham sido prova da robustez da tecnologia.

Ainda que por algum motivo a compra não seja concluída [por falta de saldo, cartão bloqueado, entre outros], ele aponta que a Dafiti tem acesso a uma série de relatórios que balizam ações da equipe de atendimento, como entrar em contato, de forma pró-ativa, com o consumidor para ajudá-lo a concluir a compra da melhor forma possível. A loja virtual conta ainda com um data warehouse, que permite ter uma análise mais detalhada e guiar as tomadas de decisão.

TI orquestrada
Por trás das operações do site está o ERP da Uniconsult, implementado em agosto de 2011. Desde o nascimento, a loja contava com outro sistema de gestão empresarial, que, se tivesse sido mantido, afirma Povel, talvez não fosse possível crescer com a eficiência desejada. Considerando ainda que em dezembro do ano passado a companhia expandiu as vendas para Chile e Argentina. “A mudança nos permitiu não só agregar as melhores práticas do mercado, mas também conquistar mais escalabilidade.”

O ERP reúne todas as informações dos negócios, incluindo a gestão do transporte, o SAC, a plataforma de e-commerce [desenvolvida internamente], o Warehouse Management System (WMS) e ainda é responsável por auxiliar diretamente na troca de produtos da loja, realizado de forma gratuita para todo o Brasil. “Essa é a nossa filosofia: oferecer mais com inovação e inovamos com a troca solicitada no formato on-line, isso traz mais benefícios ao cliente”, pontua Lecuyer.

Rodrigues diz que a companhia está preparada para o crescimento e que é missão infindável da Dafiti oferecer mais serviços ao cliente. “Preparamos nossa estrutura de forma adequada e já estamos com diversos projetos na mira para conquistar essa meta”, assegura, sem revelar detalhes. TI é a chave e por isso ele avisa: “estamos recrutando”.

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Publicado por em 3 de março de 2012 em Tecnologia

 

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