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Ucrânia diz estar pronta para negociar se Rússia apoiar eleições

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A Ucrânia está disposta a apoiar uma rodada de negociações em Genebra com o propósito de reduzir a crise política com a Rússia, com a condição de que Moscou apoie as eleições presidenciais marcadas para 25 de maio, disse o chanceler em exercício da Ucrânia, Andriy Deshchytsia, nesta terça-feira (6).

“Se a Rússia estiver pronta para se comprometer em apoiar essas eleições, eliminar essa ameaça e eliminar o apoio a elementos extremistas na Ucrânia, nós estamos prontos para uma rodada de reuniões”, disse Deshchytsia em uma coletiva de imprensa após um encontro do Conselho da Europa em Viena para discutir a crise na Ucrânia.

Deshchytsia disse que o governo poderia apoiar outra rodada de negociações em Genebra se todos as partes concordarem em implementar todos os documentos eventualmente acordados em tais reuniões. “Mas… a prioridade para a Ucrânia é conduzir as eleições presidenciais.”

O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse mais cedo em Viena que seria “incomum” conduzir uma eleição presidencial na Ucrânia enquanto o governo mobiliza o Exército contra partes de sua própria população.

Lavrov disse que os grupos de oposição na Ucrânia teriam que participar de qualquer rodada de negociações. Deshchytsia, rejeitou a sugestão.

“Como governo legítimo da Ucrânia representamos todas as regiões do país. Caso contrário, deveríamos pedir aos russos que enviem representantes da Chechênia e Daguestão, e a UE que esteja representada por seus diferentes países”, disse o ministro.

Deshchytsia também pediu ajuda para a realização das eleições presidenciais de 25 de maio. “Pedimos a todos os sócios o envio de observadores internacionais a Ucrânia para vigiar as eleições e para fazer todo o possível para eliminar as ameaças e as provocações externas apoiadas pela Rússia na Ucrânia”, declarou .

Ao mesmo tempo, o presidente da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), Didier Burkhalter, pediu um “cessar-fogo” na Ucrânia para a eleição presidencial.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Greenpeace acusa multinacional de apoiar desmatamento na Indonésia

A organização não-governamental Greenpeace acusou nesta quarta-feira (26) a multinacional Procter & Gamble (P&G) de se abastecer de óleo de palma proveniente de plantações na Indonésia, que seriam responsáveis pelo desmatamento no país.

Segundo a France Presse, a ONG afirma que o óleo de palma entra na composição de produtos da empresa, como os xampus Head & Shoulders e Pantene, além do creme de barbear Gillette.

“O fabricante do Head & Shoulders deve deixar o desmatamento de fora de nossos banheiros”, afirmou o Greenpeace.

Em nota, a P&G informou que não teve acesso ao estudo e alega ser uma “companhia comprometida com o abastecimento sustentável do óleo de palma”.

“Temos estabelecida a meta de garantir que 100% de todas as compras de óleo de palma provenham de fontes sustentáveis e estamos trabalhando prioritariamente com nossos fornecedores para garantir o cumprimento deste compromisso até 2015”, afirma a nota.

Em outro ponto do informe, a multinacional diz que “se opõe firmemente às práticas de desmatamento irresponsáveis e encara qualquer denúncia relacionada a nossos fornecedores de forma séria e criteriosa, assim, investigamos detalhadamente todas as possíveis acusações”

Recentemente, o Greenpeace tem criticado várias multinacionais por não considerarem o desmatamento na Indonésia em função da produção de óleo de palma, necessário para seus produtos. Um fotógrafo da AFP comprovou o atual processo de desmatamento nas terras de abastecedores da P&G na parte indonésia da ilha de Bornéu.

Segundo o WWF, a ilha de Bornéu perdeu mais da metade da selva que cobria mais de 90% de sua superfície há décadas. Ainda segundo a ONG, a Indonésia planeja aumentar em mais de 60% a produção de óleo de palma até 2020.

Imagem feita em 24 de fevereiro durante sobrevoo na região de de Bornéu mostra desmatamento em área concedida a empresa fabricante de óleo de palma (Foto: Bay Ismoyo/AFP)Imagem feita em 24 de fevereiro durante sobrevoo na região de de Bornéu mostra desmatamento em área concedida a empresa fabricante de óleo de palma (Foto: Bay Ismoyo/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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EUA impõem sanções contra Ruanda por apoiar recrutamento de crianças

Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (3) sanções contra Ruanda pelo caso de recrutamento de crianças como soldados ligados à rebelião do movimento M23 na República Democrática do Congo (RDC), que Kigali teria apoiado.

“Anunciamos uma lei relativa à proteção das crianças-soldados. Vários países, incluindo Ruanda, estão sujeitos a sanções nos termos desta lei”, disse a nova secretária adjunta de Estado para a África, Linda Thomas-Greenfield, em uma conversa com jornalistas pela internet.

A responsável máxima do Departamento de Estado para o continente africano não informou quando a lei foi aprovada e quais são as sanções previstas contra Kigali.

“Nosso objetivo é trabalhar com os países em causa para assegurar o fim de todo envolvimento nesses atos de crianças-soldados e no recrutamento de crianças como soldados. Esta questão está ligada ao M23 e continuaremos conversando com o governo de Ruanda”, disse Thomas-Greenfield.

Os rebeldes do M23 estão ativos no leste da RDC. O grupo é composto principalmente por ex-rebeldes tutsis congoleses que ingressaram no exército da RDC, quando assinado o acordo de paz em 2009.

Rebelaram-se em abril de 2012, alegando que o acordo não foi respeitado.

A ONU acusa Ruanda e Uganda de apoiar o M23, o que é negado pelos dois países.

As negociações de paz avançam na capital de Uganda, Kampala.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Europeus pedem resposta forte na Síria, mas sem apoiar ação militar

Os países europeus concordaram neste sábado (7) com a necessidade de uma resposta internacional forte na Siria, mas não apoiaram o projeto de intervenção militar defendido pelo secretário de Estado americano, John Kerry.

Um dia depois da reunião de cúpula do G20 na qual o presidente americano, Barack Obama, não conseguiu um amplo apoio internacional, o presidente pediu ao Congresso americano que aprove uma intervenção militar contra a Síria.

“Somos os Estados Unidos. Não podemos continuar com os olhos vendados diante das imagems que temos visto na Síria”, declarou em seu programa semanal de rádio.

O governo dos Estados Unidos conseguiu a adesão da Alemanha ao pedido de ‘resposta internacional forte’ aos ataques químicos cometidos em 21 de agosto nas proximidades de Damasco, que na véspera foi assinado por 11 países do G20.

Sem retomar exatamente os termos do pedido, os ministros europeus das Relações Exteriores pediram neste sábado em Vilna uma ‘resposta clara e forte’.

Ao ler a declaração final do encontro, a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, destacou que os ministros concordam que existem “fortes suspeitas” de que o regime sírio é responsável pela utilização de armas químicas nos ataques que provocaram centenas de mortes nos subúrbios de Damasco.

Mas os ministros insistiram que “apenas uma solução política pode acabar com o terrível banho de sangue, as graves violações dos direitos humanos e a destruição da Síria’.

John Kerry, que viajou a Vilna para explicar a posição de Washington, celebrou o acordo.

“Estamos muito satisfeitos com a declaração dos europeus, uma declaração forte baseada no princípio de responsabilidade”, declarou, antes de deixar a Lituânia.

A chefe de Governo da Alemanha, Angela Merkel, comemorou a posição unânime europeia e destacou a “importância inestimável”.

Os países europeus mais prudentes manifestaram satisfação com o compromisso assumido na sexta-feira pelo presidente francês, François Hollande, de esperar a divulgação do relatório da ONU antes de entrar em uma operação militar.

“Recebemos muito favoravelmente as declarações de Hollande”, resumiu Ashton.

“Isto permitiu desbloquear as discussões em Vilna”, disse um diplomata.

Mas John Kerry notificou aos aliados europeus que Washington não assumiu o mesmo compromisso.

“Disse claramente que os Estados Unidos não decidiram esperar este relatório antes de uma possível ação”, explicou uma fonte americana.

Kerry viajará ainda no fim de semana a Paris e Londres, anste de retornar a Washington na segunda-feira.

Obama, que pretende discursar aos americanos na terça-feira, defendeu na semana passada ataques “seletivos e limitados” contra a Síria, mas somente depois de receber autorização do Congresso, que voltará a se reunir na segunda-feira.

Muitos países da UE consideram o relatório da ONU uma etapa essencial para confirmar de maneira independente as acusações de ataques químicos.

Jean Asselborn, chefe da diplomacia de Luxemburgo, país que atualmente tem uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, afirmou que a elaboração do documento ainda pode demorar uma semana e meia.

Mas ele disse que é possível que ‘elementos importantes sejam transmitidos ao Conselho de Segurança’ antes da publicação formal.

Os contatos diplomáticos prosseguirão durante todo o fim de semana, especialmente na França, onde Hollande se reunirá com o presidente libanês, Michel Suleimane.

O Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) pediu neste sábado à comunidade internacional uma intervenção imediata na Síria para “libertar” o povo da “tirania” de seu governo.

O CCG é integrado por Bahrein, Kuwait, Omã, Emirados Árabes Unidos, Qatar e Arábia Saudita.

Contrário a uma intervenção, o papa Francisco convidou cristãos, fiéis de outras religiões e até não religiosos ateus a uma jornada de jejum e oração neste sábado. Ele presidirá uma cerimônia de quatro horas na praça de São Pedro.

No campo de batalha, os combates entre forças leais ao regime sírio e os rebeldes foram retomados na cidade cristã de Maalula e arredores, ao norte de Damasco, dois dias depois da retirada dos insurgentes de uma das entradas da localidade.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Tibco quer apoiar teles na melhoria dos serviços

Produtora norte-americana de software fornece ferramenta para monitorar serviços prestados aos clientes em tempo real.

O acompanhamento em tempo real dos serviços de telecomunicações pode ser uma saída para melhorar o atendimento aos consumidores das operadoras móveis brasileiras, que lideram o ranking nacional de reclamações dos Procons e tiveram vendas de novas linhas suspensas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A afirmação é de Murat Sommez, vice-presidente executivo de operações mundiais da Tibco, fornecedora norte-americana de software, que esteve na semana passada no País.

Sediada em Palo Alto, na Califórnia, a Tibco é uma startup de software de infraestrutura, que atua no mercado desde 1997 com o fornecimento de soluções que analisam o comportamento do cliente no momento em que ele acessa algum tipo de serviço para que as organizações possam se antecipar e evitar problemas futuros.

O setor de telecomunicações e financeiro são os maiores compradores da tecnologia Tibco. Juntos, esses dois segmentos respondem por 37% da receita da companhia, que em 2011 foi de 1 bilhão de dólares, com negócios gerados nos 28 países em que atua. A empresa está presente nos EUA, Europa, Ásia e América Latina. Nesse último, conta com escritórios próprios no México e Brasil.

No caso de operadoras móveis, Sommez explica que o software instalado na rede, acompanha em tempo real as chamadas dos consumidores, disparando alertas sobre a qualidade dos serviços. Ele observa que os usuários ficam irritados com falta de sinal ou quedas constantes. O executivo aponta pesquisas que mostram que clientes de telefonia celular, que têm sua linha derrubada por mais de seis vezes no prazo de 24 horas, mudam de operadora, recorrendo à portabilidade numérica.

Redução dos riscos

Sommez destaca que a adoção de ferramentas, que capturam informações no momento em que o consumidor está acessando a rede, prevê ocorrências antes que elas aconteçam e reduz os riscos para as companhias. 

Com relatório do cenário atual, a operadora tem como se antecipar e tomar providência antes que o cliente reclame. De acordo com o vice-presidente da Tibco, prestadora de serviços podem também mandar SMS para o usuário prejudicado e oferecer bônus de minutos, como recompensa pelas quedas de sinal. É uma forma de tentar fidelizá-lo.

Segundo o executivo, o software da Tibco opera diferente dos sistemas de Customer Relationship Management (CRM) ou business Intelligence (BI), que geram relatórios com base no histórico dos clientes. “Nossa ferramenta é um sistema nervoso que captura informações dos clientes na hora em que ele está fazendo uma ligação telefônica ou efetuando uma compra numa loja com cartão de crédito e dá informações do momento”, garante.

Um dos clientes da tecnologia da produtora de software é a gigante norte-americana de e-commerce Amazon que identifica seus clientes no momento em que eles entram na loja eletrônica em busca de novos produtos. “Todas as ofertas que eles fazem são relevantes, pois sabem na hora por onde o consumidor está passando pelo site, seus interesses e personaliza o atendimento, o que é um diferencial competitivo”, avalia.

Para Sommez, o monitoramento do comportamento dos clientes em tempo real é um dos maiores desafios do século XXI porque as companhias geram atualmente montanhas de dados, sendo que a maior parte são informações não estruturadas, aquelas que não estão armazenadas nos sistemas convencionais e são  produzidas principalmente pelas redes sociais. Ele considera que esse tipo de iniciativa é essencial para que as estratégias bem-sucedidas de Big Data.

Operação no Brasil

A Tibco aposta no mercado brasileiro para incrementar seus negócios, que mundialmente vêm registrando uma expansão de 25% ao ano. Sommez demonstra entusiasmo com o momento favorável do País e as perspectivas de crescimentos dos serviços por conta da Copa do Mundo e Olímpiadas.

“A economia em crescimento faz com que classes emergentes consumam mais. As companhias vão precisar implementar centrais de atendimento e prestar melhores serviços aos clientes”, acredita. Ele menciona a grande base de celulares do Brasil, que fechou o mês de junho com 256 milhões de linhas móveis ativas.

 “Esperamos aumento de 100% da receita no Brasil”, afirma o vice-presidente da Tibco, sem revelar faturamento no País. A companhia explora o mercado local há sete anos e conta com cerca de 30 clientes, incluindo bancos e operadoras de telecomunicações. Entre os usuários de sua ferramenta estão o Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica Federal e Vivo.

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Publicado por em 18 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Universidades de medicina vão se apoiar em telepresença

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RNP está instalando salas para aprimorar pesquisas em hospitais universitários de SP, RJ, PE, MG e DF.

29 de fevereiro de 2012 – 12h05

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, inaugura, manhã (1º/03), as salas de telepresença da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que estão a serviço da Rede Universitária de Telemedicina (Rute).

A telepresença permite a realização de reuniões imersivas, em que os participantes têm a sensação de estar fisicamente próximos de pessoas distantes. Com áudio e vídeo de alta qualidade, o sistema combina tecnologia da informação com cenografia e utiliza salas com iluminação, paredes, carpetes e móveis iguais, ligadas por uma conexão de alta capacidade.

O novo serviço da RNP tem o objetivo de aprimorar as atividades de capacitação, pesquisa e atendimento remoto realizado entre os núcleos da Rute localizados em hospitais universitários e de ensino em todo o País.

Por possibilitar a comunicação em tempo real a distância e em alta definição, o serviço elimina a necessidade de constantes viagens, reduzindo, assim, a emissão de carbono na atmosfera.

Alunos, pesquisadores e colaboradores dessas instituições, ligados a qualquer área de conhecimento, podem compartilhar informações por meio da telepresença, cujas salas também estão integradas a outros serviços de comunicação e colaboração da RNP, como a Videoconferência.

As salas estão nos seguintes localizadas em universidades e escolas de medicina do RJ, MG, PE, SP e DF.

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Publicado por em 10 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Universidades de medicina vão se apoiar em telepresença

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RNP está instalando salas para aprimorar pesquisas em hospitais universitários de SP, RJ, PE, MG e DF.

29 de fevereiro de 2012 – 12h05

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, inaugura, manhã (1º/03), as salas de telepresença da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que estão a serviço da Rede Universitária de Telemedicina (Rute).

A telepresença permite a realização de reuniões imersivas, em que os participantes têm a sensação de estar fisicamente próximos de pessoas distantes. Com áudio e vídeo de alta qualidade, o sistema combina tecnologia da informação com cenografia e utiliza salas com iluminação, paredes, carpetes e móveis iguais, ligadas por uma conexão de alta capacidade.

O novo serviço da RNP tem o objetivo de aprimorar as atividades de capacitação, pesquisa e atendimento remoto realizado entre os núcleos da Rute localizados em hospitais universitários e de ensino em todo o País.

Por possibilitar a comunicação em tempo real a distância e em alta definição, o serviço elimina a necessidade de constantes viagens, reduzindo, assim, a emissão de carbono na atmosfera.

Alunos, pesquisadores e colaboradores dessas instituições, ligados a qualquer área de conhecimento, podem compartilhar informações por meio da telepresença, cujas salas também estão integradas a outros serviços de comunicação e colaboração da RNP, como a Videoconferência.

As salas estão nos seguintes localizadas em universidades e escolas de medicina do RJ, MG, PE, SP e DF.

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Publicado por em 10 de março de 2012 em Tecnologia

 

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