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De quiz a guia de festas, universitários criam aplicativos para Copa no AM

Aplicativos foram desenvolvidos por universitários (Foto: Divulgação/projeto Copa)Aplicativos foram desenvolvidos por universitários (Foto: Divulgação/projeto Copa)

Se depender da tecnologia, o turista que estiver em Manaus durante a Copa terá à disposição diversos aplicativos. Quiz, guia de festas e rotas de ônibus para municípios da Região Metropolitana (RMM) são alguns dos sistemas que devem facilitar a estadia no Amazonas. A maioria dos programas está conectada ao GPS. Os universitários que criaram os apps devem promover uma feira aberta ao público no dia 5 de junho.

A ideia de criar os aplicativos surgiu em sala de aula. A professora universitária Áurea Melo conta que mais de 90% de um universo de cem estudantes aceitaram o desafio, lançado no segundo semestre de 2013. “Como nós tínhamos alguns alunos para defender o TCC [Trabalho de Conclusão de Curso], resolvemos lançar o projeto. Um dos focos foi a Copa de 2014 para que o turista possa aproveitar a cidade”, destacou.

Ela categoriza os apps em utilitários/informativos e jogos. “Nós temos um em que você escolhe a seleção [de futebol], e o aplicativo mostra os rostos dos jogadores que compõem a equipe”, frisou Áurea.

A maioria dos aplicativos está conectada ao GPS, o que facilita a localização dos pontos em Manaus. A maior parte também está traduzida em três idiomas: português, espanhol e inglês.

Um dos destaques é o programa que ajuda a localizar pontos turísticos da capital. Há ainda um aplicativo que ajuda a localizar balneários na Região Metropolitana de Manaus. Além disso, existem programas que promovem a acessibilidade, como o app criado para daltônicos, pessoas que têm dificuldade para diferenciar as cores.

Para desenvolver os aplicativos, os estudantes precisaram entrevistar diversas pessoas. De acordo com a professora universitária Anna Beatriz, coordenadora do projeto, o estudo aproximou os universitários de outras realidades. “Eles tiveram que fazer pesquisa de campo e interagiram com pessoas de diversas áreas”, disse.

Praia do Açutuba tem suas areias banhadas pelo rio Negro (Foto: Camila Henriques/G1 AM)Por meio de um dos apps, turista pode localizar
praias da região, como Açutuba em Iranduba 
(Foto: Camila Henriques/G1 AM)

Experiência
A equipe do universitário Kleber Renan Veríssimo desenvolveu um jogo interativo sobre a Copa. “Foi desafiador. Eu e meus colegas aceitamos e o resultado foi o esperado. O que chama a atenção são os dispositivos móveis. Todos nós somos capazes de inovar, seja na área de tecnologia ou em outras profissões”, ressaltou.

Para a coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda e Rádio, TV e Internet, Edilene Mafra, os aplicativos funcionam como extensões do corpo humano, como previa o teórico da comunicação Herbert Marshall McLuhan há 50 anos. “Eles têm o lado sensorial, porque nos ligam à tecnologia pela ponta dos dedos. Um dos problemas da pós-modernidade é a falta de tempo e os aplicativos nos ajudam a realizar diversas atividades simultâneamente. Então, os apps estão inseridos nesse contexto da comunicação em tempo real. O interessante é que as pessoas baixam conforme seus interesses, seja para o lazer ou outros serviços, como o Ronda no Bairro, por exemplo”, afirmou.

Feira
A apresentação dos resultados começou em fevereiro deste ano. Atualmente, os aplicativos estão disponíveis nas versões Windows e Android. Agora, os coordenadores do projeto pretendem desenvolver sistemas voltados à área da Educação.

A coordenação do projeto deve promover uma exposição dos aplicativos no dia 5 de junho na unidade 4 do Centro Universitário do Norte (Uninorte), situada no Centro de Manaus. Na ocasião, estudantes do curso Ciência da Computação vão tirar dúvidas e disponibilizar os apps ao público. “Nós pretendemos ter uma página de buscas, porque os nossos alunos estão publicando nas lojas oficiais. Assim, pelo site, as pessoas poderão ver todos os aplicativos desenvolvidos. É um atalho”, adiantou a Áurea Melo.

Confira a lista dos aplicativos criados pelos universitários:

Aplicativo fornece imagens com o tema Copa do Mundo que podem ser
utilizadas como plano de fundo.                                                                                                                            Através deste aplicativo, o usuário poderá preencher os resultados dos
jogos da Copa do Mundo através de seu dispositivo móvel. Este aplicativo
apresenta uma tabela com os jogos da Copa, onde os resultados podem ser preenchidos.Guia informativo sobre a cidade de Manaus, com seus principais pontos
turísticos.Aplicativo para localização de unidades de saúde na cidade de Manaus.Aplicativo que apresenta informações sobre a diversidade de peixes
amazônicos.O aplicativo simula uma câmera que detecta as cores de qualquer ponto em uma imagem como forma de auxiliar daltônicos a identificarem as cores corretamente.Aplicativo que mostra localização dos estabelecimentos que fornece iguarias típicas da cidade de Manaus.Este aplicativo é um guia da cidade de Manaus, contendo seus principais
pontos turísticos e opções de entretenimento. O diferencial é que os
próprios usuários do aplicativo podem fornecer informações para atualização constante do aplicativo aos demais usuários.Este aplicativo é um jogo da forca, sendo que as palavras a serem
descobertas são relacionadas a perguntas sobre a Copa do Mundo.Aplicativo que fornece as rotas de ônibus intermunicipais partindo de
Manaus.Este aplicativo é um jogo de perguntas e respostas sobre a Copa do Mundo.Aplicativo que auxilia usuários a identificarem a localização das
unidades do Centro Universitário do Norte. Além disso, o aplicativo
também informa os cursos que estão alocados em cada unidade.O usuário deste aplicativo pode traçar rotas para chegar até um contato do Facebook, se este amigo também estiver com este serviço ativado.Aplicativo com o objetivo de auxiliar estrangeiros a localizarem farmácias
na cidade de Manaus.Este é aplicativo é um quiz sobre a Copa do Mundo, contendo perguntas
relacionadas às bandeiras das seleções participantes da Copa do Mundo e perguntas relacionadas ao histórico da Copa do Mundo.Guia informativo de entretenimento na cidade de Manaus, contendo
informações sobre praias, bares, shoppings, baladas e museus.SISTEMA PARA
EXCURSÃO TURÍSTICAAtravés deste aplicativo, o usuário que queira conhecer pontos turísticos da cidade de Manaus, obtém informação de localização, histórico do ponto turístico e fotos. É possível também visualizar através do mapa como chegar no ponto turístico.GUIA DE BOLSO –
CULINÁRIA MANAUSEste aplicativo apresenta os produtos típicos da culinária manauara e os
estabelecimentos onde podem ser encontrados. O diferencial é que o
preço do produto em cada estabelecimento também é apresentado e o usuário pode selecionar vários produtos para criar uma lista e o apli
cativo gera um valor médio do consumo com base no preço médio do
produto.Este aplicativo é o jogo Super Trunfo com o tema Copa do Mundo.Jogo cujo desafio é montar uma determinada seleção estourando
apenas os balões que contém a face dos jogadores corretos.CALCULADORA DE
CORRIDA DE TAXIEste aplicativo é um guia de estimativa de preço em roteiros de taxi na cidade.Este aplicativo é um quiz contendo perguntas e respostas sobre a Região
Amazônica.Esta aplicativo apresenta cartões postais customizados com temas
amazônicos e da Copa do Mundo.Aplicativo que apresenta uma contagem regressiva para a Copa do
Mundo e permite configurar alarmes para informar a chegada dos jogos de uma determinada seleção. O usuário pode optar por uma das seleções: Brasil, Portugal, Argentina, Espanha e Itália.Este aplicativo permite que usuários interajam através do sistema de
aposta conhecido como Bolão. Cada usuário pode fornecer seu palpite
sobre o resultado dos jogos da Copa do Mundo. Após o resultado do jogo, é gerado um ranking dos usuários.Aplicativo informativo sobre os principais balneários da região metropolitana de Manaus.LENDAS FOLCLÓRICAS
BRASILEIRASAplicativo que apresenta a história das lendas folclóricas brasileiras.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Facebook lidera iniciativa para criar tecnologia de links entre aplicativos

App Links, projeto liderado pelo Facebook para criar links entre aplicativos para smartphones e tablets. (Foto: Divulgação/Facebook)App Links, projeto liderado pelo Facebook para criar links entre aplicativos para smartphones e tablets. (Foto: Divulgação/Facebook)

O Facebook lidera uma iniciativa entre empresas de tecnologia que criou uma forma criar “links” entre aplicativos. Como não há uma tecnologia padrão usada para direcionar os usuários a outros aplicativos a partir do conteúdo exibido nesses programas, a rede social lançou o projeto App Links durante a F8, conferência voltada a desenvolvedores, realizada nesta quarta-feira (30).

Crucial, a função dos hiperlinks que permitem aos usuários navegarem de um conteúdo a outro na web não ocorre tão facilmente nos aplicativos. O objetivo da rede social é que o sistema criado seja usado para facilitar a comunicação entre aplicativos diferentes. “Open source”, a tecnologia não é de propriedade de uma empresa específica.

Atualmente, criar links entre apps é chamada de “deep links” e funciona de um jeito diferente para cada sistema operacional. Com o App Links, a ideia é padronizar essa comunicar, seja o aplicativo voltado para iOS, Android ou Windows Phone –a companhia está disposta a levar a tecnologia a ouras plataformas.

Por exemplo, se alguém envia por app de mensagem uma foto do Instagram, o usuário que tocar na imagem será encaminhado diretamente ao aplicativo. Se o usuário clicar em um link para um aplicativo que não esteja instalado em seu smartphone, será encaminhado para a loja de apps destinada ao sistema operacional.

Além da rede social, apoiam o App Links mais de 25 empresas como Dropbox, Spotify, Pinterest, Hulu, Parse, Wattpad, GoodReads, Quip, Endomondo, Flixter, Venmo, Redfin e Movie. Essas companhias ou já possuem aplicativos que empregam a forma de conexão ou trabalham para fazer a implementação (Veja o site).

Empresas como a Deeplink.me e a URX criaram formas de criar links entre os apps. Mas ainda não há padrão. Criar uma forma padronizada é buscada pelas empresas de tecnologia não só para permitir maior interconexão entre os aplicativos mas também para dar a anunciantes a mesma experiência da web.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Aplicativos ‘antissociais’ ajudam internautas a proteger privacidade

Aplicativo esconde sua posição para amigos do Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)Aplicativo esconde sua posição para amigos do
Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)

No que muitos veem como sinal de uma tendência em buscar mais privacidade na internet, desenvolvedores de software estão colocando no mercado aplicativos “antissociais” ou que ajudam pessoas a transmitir mensagens “secretas”.

O aplicativo Cloak (clique aqui), por exemplo, permite que você saiba a localização de pessoas que você conhece para poder evitá-las, segundo seus idealizadores. Os usuários podem optar por receber um alerta quando certas pessoas estão próximas.

Por enquanto, o aplicativo só utiliza dados de localização do Foursquare e do Instagram, por isso só é útil se você estiver seguindo as pessoas que está tentando evitar nestas duas redes.

Os desenvolvedores dizem que estão trabalhando para associar o aplicativo, que já teria sido baixado mais de 100 mil vezes, a outras redes sociais. “Nós criamos o aplicativo porque era algo que tinha que existir. Tínhamos que criá-lo”, disseram eles à BBC.

Aplicativos como o Snapchat, que apaga fotos e vídeos segundos depois de serem vistos, e o Secret, que transmite mensagens anonimamente, estão crescendo em popularidade.

O Cloak se autodenomina como um método para “evitar ex-namorados, colegas de trabalho ou aquelas pessoas que gostam de parar e conversar. Qualquer um que a pessoa preferiria não encontrar”.

Ele foi criado pelo desenvolvedor Brian Moore e pelo ex-diretor criativo do site de notícias Buzzfeed, Chris Baker.

Baker disse ao “Washington Post” que o serviço reflete a nova direção que as redes sociais estão tomando.

“Acho que já vimos o pico das grandes redes sociais”, disse ele.

“Ferramentas como o Twitter e o Facebook são como elevadores lotados com pessoas amontoadas… Eu acho que os aplicativos antissociais estão em ascensão. Há cada vez mais desses tipos de projetos”.

Já para Nick Jones, editor-chefe da revista “App Magazine”, estes nichos de aplicativos estão sendo desenvolvidos não porque haja uma grande necessidade dos consumidores, mas porque os desenvolvedores estão ansiosos para capturar alguns dos poucos mercados de mídia social que permanecem inexplorados.

“As pessoas são obrigadas a diversificar seus aplicativos e encontrar um ângulo único para o seu aplicativo, e depois tentar vendê-lo para o Facebook e ganhar um bom dinheiro”.

Mas ele admitiu: “O ‘secreto’ tem suas vantagens, é bastante atraente”.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Aplicativos ‘antissociais’ ajudam internautas a proteger privacidade

Aplicativo esconde sua posição para amigos do Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)Aplicativo esconde sua posição para amigos do
Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)

No que muitos veem como sinal de uma tendência em buscar mais privacidade na internet, desenvolvedores de software estão colocando no mercado aplicativos “antissociais” ou que ajudam pessoas a transmitir mensagens “secretas”.

O aplicativo Cloak (clique aqui), por exemplo, permite que você saiba a localização de pessoas que você conhece para poder evitá-las, segundo seus idealizadores. Os usuários podem optar por receber um alerta quando certas pessoas estão próximas.

Por enquanto, o aplicativo só utiliza dados de localização do Foursquare e do Instagram, por isso só é útil se você estiver seguindo as pessoas que está tentando evitar nestas duas redes.

Os desenvolvedores dizem que estão trabalhando para associar o aplicativo, que já teria sido baixado mais de 100 mil vezes, a outras redes sociais. “Nós criamos o aplicativo porque era algo que tinha que existir. Tínhamos que criá-lo”, disseram eles à BBC.

Aplicativos como o Snapchat, que apaga fotos e vídeos segundos depois de serem vistos, e o Secret, que transmite mensagens anonimamente, estão crescendo em popularidade.

O Cloak se autodenomina como um método para “evitar ex-namorados, colegas de trabalho ou aquelas pessoas que gostam de parar e conversar. Qualquer um que a pessoa preferiria não encontrar”.

Ele foi criado pelo desenvolvedor Brian Moore e pelo ex-diretor criativo do site de notícias Buzzfeed, Chris Baker.

Baker disse ao “Washington Post” que o serviço reflete a nova direção que as redes sociais estão tomando.

“Acho que já vimos o pico das grandes redes sociais”, disse ele.

“Ferramentas como o Twitter e o Facebook são como elevadores lotados com pessoas amontoadas… Eu acho que os aplicativos antissociais estão em ascensão. Há cada vez mais desses tipos de projetos”.

Já para Nick Jones, editor-chefe da revista “App Magazine”, estes nichos de aplicativos estão sendo desenvolvidos não porque haja uma grande necessidade dos consumidores, mas porque os desenvolvedores estão ansiosos para capturar alguns dos poucos mercados de mídia social que permanecem inexplorados.

“As pessoas são obrigadas a diversificar seus aplicativos e encontrar um ângulo único para o seu aplicativo, e depois tentar vendê-lo para o Facebook e ganhar um bom dinheiro”.

Mas ele admitiu: “O ‘secreto’ tem suas vantagens, é bastante atraente”.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criador do ‘Flappy Bird’ diz que game voltará à loja de aplicativos da Apple

'Flappy Bird' ainda pode ser jogado por usuários que baixaram o jogo antes de ele ser retirado do ar (Foto: Bruno Araujo/G1)‘Flappy Bird’ ainda pode ser jogado por usuários que baixaram o jogo antes de ele ser retirado do ar (Foto: Bruno Araujo/G1)

Os jogadores que ficaram órfãos quando o criador de “Flappy Bird” retirou o game das lojas de aplicativos já têm motivo para deixar de chorar. O desenvolvedor do game, Dong Nguyen, afirmou nesta quarta-feira (19) que o jogo será disponibilizado novamente pela AppStore.

A revelação foi feito pelo vietnamita em sua conta no Twitter. Há mais de um mês, Nguyen avisou que não aguentava mais e retirou o aplicativo das lojas de aplicativos. “Eu ainda não vendi o ‘Flappy Bird’, por favor não perguntem”, tuitou, em 8 de fevereiro, após informar sobre a exclusão, que ocorreu no dia seguinte.

Nesta quarta-feira, a conta no Twitter @painfullpacman perguntou: “Você irá colocar Flappy Bird de novo na AppStore?”. O desenvolveu respondeu que “sim”, mas que “não em breve”.

Outros tuiteiros começaram então a bombardear o vietnamita de questionamentos sobre quando isso irá acontecer, mas não obtiveram êxito. “Você já colocou ‘Flappy Bird’ na loja novamente?”, perguntou @samuelabiu. “Ainda não”, limitou-se a dizer Nguyen.

Depois de ser retirado das lojas de aplicativo da Apple e do Google, o jogo virou peça de colecionador entre os jogadores que possuíam o app instalado em seus smartphones e tablets.

Um internauta chegou a pedir R$ 50 mil por um smartphone Nexus 4, da LG, no Mercado Livre, que possuía o “Flappy Bird” instalado.

A exclusão das lojas de app surpreendeu porque o game chegava a render R$ 119 mil por dia com anúncios ao vietnamita.

O culto dos fãs gerou várias paródias pela internet. Um brasileiro criou um serviço para que desenvolvedores construíssem suas próprias montagens.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Sobe uso de aplicativos para táxi e cooperativas pedem regulamentação

Cresce o uso de aplicativos para chamar táxi no país (Foto: Montagem/Divulgação)Cresce o uso de aplicativos para chamar táxi no
país  (Foto: Montagem/Divulgação)

Aplicativos para os consumidores chamarem táxi pelo smartphone são cada vez mais utilizados em todo o país, o que faz com que as criadoras das ferramentas registrem crescimentos de até 100% ao mês. Com o aumento da demanda, elas começam a entrar no mercado corporativo – algumas já oferecem e outras desenvolvem soluções para empresas.

Contudo, enquanto o recurso tecnológico avança no mercado, ele preocupa cooperativas de táxis. As entidades se sentem ameaçadas e pedem regulamentação dos aplicativos nos municípios. Algumas prefeituras já estão tomando medidas e discutindo a melhor forma de lidar com o uso da ferramenta.

Taxistas deixam de atender chamadas vindas da cooperativa, caso chegue alguma primeiro pelo aplicativo.

“Eu fico ligado em todos os aplicativos. Se a cooperativa não chama, tem algum aplicativo que está me chamando e eu atendo. Se a corrida vem para mim, eu vou atender quem me chamou e coloco ocupado nos demais”, explica o taxista Carlos Henrique, de 47 anos.

Ele disse que é taxista há 5 anos em São Paulo e que sempre trabalhou em cooperativa. Contou que usa três aplicativos há aproximadamente 4 meses e seu faturamento aumentou em até 25%. “O pessoal que é credenciado usa a Ligue Táxi [a cooperativa] e o aplicativo. A ideia é a praticidade para todo mundo.”

Taxista disse que faturamento aumentou em até 25% (Foto: Gabriela Gasparin/G1)Taxista Carlos Henrique disse que faturamento
subiu em até  25% (Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Para Carlos Henrique, a novidade é uma tendência. “Com o tempo, não vai ter mais ninguém dando sinal na rua, isso é fato”, disse. O taxista afirmou que até mesmo sua cooperativa começará a trabalhar com o sistema de aplicativo na próxima semana.

Busca feita pelo Google a pedido do G1 aponta a existência de ao menos dez aplicativos para chamar táxi no país (alguns não operam em todas as cidades, mas apenas em regiões específicas) – mas a lista não é fechada.

De acordo com o Google, dois deles (Easy Taxi e 99Taxis) já estiveram na lista dos mais populares da loja online Google Play, que oferece aplicativos para o sistema Android, usado pela maioria dos celulares. Uma pesquisa rápida na loja da Apple, que tem aplicativos para iPhone, também mostra mais de dez resultados.

Usuário destaca rapidez
Um dos grandes atrativos é que os táxis chegam com rapidez. Dependendo da região, pode ser em menos de 5 ou 10 minutos, por conta da localização via GPS, dizem as empresas – os aplicativos localizam o taxista que está mais perto do passageiros.

Márcio Sá disse que passou a pedir táxi por aplicativo porque o atendimento é mais rápido (Foto: Gabriela Gasparin/G1)Márcio Sá disse que passou a pedir táxi por
aplicativo porque o atendimento é mais rápido
(Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Usuário frequente de táxi, o administrador Márcio Sá, de 48 anos, passou a usar o sistema há 6 meses. “Você não precisa sair na rua caçando táxi. O serviço das cooperativas é muito lento, tem poucos carros. Pelo aplicativo é muito mais rápido e não tem custo adicional nenhum.”

O autônomo Clóvis Miranda, de 62 anos, diz que passou a ter 40% a mais de viagens desde que passou a adotar os apps, há 2 meses.

Ele trabalha com dois aplicativos, mas seu filho, que usa o táxi com maior frequência, já baixou cerca de quatro. “É melhor. Às vezes a gente sai do ponto para levar o passageiro e na volta o aplicativo já avisa sobre alguém no meio do caminho”, diz. Mesmo com a cobrança de um deles, de R$ 2 por corrida, ele disse que vale a pena financeiramente. “Só quando o passageiro está muito longe às vezes pode não compensar”, diz.

O que dizem as cooperativas
Taxistas de cooperativas também usam o aplicado entre uma corrida e outra, de acordo com Edmilson Americano, presidente da Associação Brasileira das Cooperativas e Associações de Táxis (Abracomtaxi) e da Guarucoop, cooperativa de taxistas que atendem no aeroporto de Guarulhos.

As cooperativas, contudo, ainda não perceberam saída dos cooperados para atender apenas pelos aplicativos, explicou. Americano disse ainda que muitas delas já desenvolveram seus próprios aplicativos.

“Nossa orientação é que cada associação regional pressione as prefeituras locais por uma regulamentação. Queremos a concorrência leal e que seja respeitada a legislação”, afirmou

Entre as reivindicações das cooperativas está uma fiscalização maior do cadastro dos taxistas nos aplicativos (por questão de segurança) e do município onde estão atuando (eles devem pegar passageiros saindo da cidade onde têm alvará).

“Na realidade, qualquer facilitador para o usuário nós vamos ver sempre com bons olhos. Mas há omissão muito grande de poderes públicos de não regulamentar de forma a criar regras para todos, como tem regras para as cooperativas e associações de taxi”, disse. Entre as regras citadas estão o recolhimento de impostos pelas cooperativas, que encarecem os custos dos cooperados.

Estão sob análise os impactos que esses aplicativos produzem em toda a cadeia de táxis, para verificar a necessidade ou não de eventual regulamentação legal”Secretaria de Transportes de São Paulo

Atuação das prefeituras
Algumas prefeituras já começam a buscar atender à reivindicação das cooperativas. Em São Paulo, a Secretaria de Transportes disse que o uso dos aplicativos sendo analisado pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP).

“Estão sob análise os impactos que esses aplicativos produzem em toda a cadeia de táxis que circula pela cidade, como empresas de táxi e rádio-taxi, para verificar a necessidade ou não de eventual regulamentação legal da questão. Algumas empresas que criaram e disponibilizam esses aplicativos já procuraram o DTP no sentido de registrarem seus aplicativos”, disse.

Para Natalício Bezerra, presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo, a solução é positiva. “Ninguém pode segurar a tecnologia”, afirmou.

Em Curitiba, as recentes notificações a taxistas que utilizam aplicativos de celular chamaram a atenção para uma controvérsia entre Poder Público e as empresas que atuam na área. Enquanto a lei municipal exige um cadastro específico para liberar as operações, as empresas alegam que a legislação vigente não atende às especificidades deste tipo de serviço.

Desenvolvedoras crescem
Lançado em abril de 2012 no Brasil, o aplicativo Easy Taxi hoje tem 5 milhões de usuários e 100 mil taxistas cadastrados em 23 países (80 cidades, sendo 32 delas no Brasil). “A Easy Taxi é uma empresa que, de setembro de 2012 para cá, cresceu mais de 100% ao mês. A gente dobra de tamanho todo mês, é crescimento absurdo”, disse Tallis Gomes, presidente da empresa.

O 99Taxis entrou em funcionamento em agosto de 2012 e atualmente está presente em 60 cidades brasileiras. O número de corridas passou de 300 por dia em janeiro de 2013 para 26 mil ao dia em dezembro, afirmou Pedro Soma, gerente de operações da 99Taxis. Segundo ele, há 30 mil taxistas e quase 1 milhão de passageiros cadastrados.

O Taxijá foi lançado em julho de 2012 e atualmente tem quase 13 mil taxistas cadastrados em quatro cidades brasileiras (São, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador), com 210 downloads do aplicativo pelos consumidores, informou o presidente, Arthur Pelanda. “Estamos crescendo 43% ao mês em demanda de usuários”, disse. “Temos um plano bem agressivo, até a Copa, de estar nas cidades-sede”, revela.

Há apps que cobram de taxistas
As empresas criadoras dos aplicativos, contudo, ainda buscam formas de aumentar os ganhos. A principal estratégia é primeiro estabelecer o mercado e criar o costume entre os usuários, para depois começar a lucrar.

A 99Taxis, por exemplo, ainda não tem receita. “Somos totalmente de graça tanto para os usuários quanto para os taxistas”, disse o gerente Soma. Uma das formas pela qual eles esperam começar a lucrar é por meio de um sistema de pagamento dentro do aplicativo, além do serviço corporativo, que a empresa está desenvolvendo. “Nós vamos disponibilizar boleto eletrônico”, explicou.

A Easy Taxy cobra R$ 2 reais por corrida aos taxistas e também tem receita por meio dos pagamentos eletrônicos. “A gente tem receita nos lugares em que o serviço já está estabelecido, além de outras formas de receita com publicidade e acordos comerciais”, afirmou Tallis Gomes.

Uma das justificativas para cobrar a corrida dos taxistas é que, nas cooperativas, eles pagam de R$ 800 a mais de R$ 1 mil por mês. “O taxista hoje paga para a cooperativa R$ 1,5 mil por mês, para ele pagar isso para a gente tem que fazer 700 corridas, né?”, questiona Gomes.

A Taxijá desenvolveu o sistema para as empresas. Cada funcionário tem uma senha para fazer corridas, que são pagas por boleto. O serviço só está disponível em São Paulo e já conta com mais de 50 empresas cadastradas. A meta é alcançar 150 até o final do ano.

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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Participantes da Campus Party 2014 dão dicas de 10 aplicativos; assista

Um aplicativo que faz o iPhone 5 girar sozinho e tirar uma foto em 360º, outro que transfere arquivos pela rede Wi-Fi e um terceiro que administra suas finanças pessoais são algumas das dicas de apps legais e diferentes para o seu smartphone feitas pelos participantes da Campus Party Brasil 2014, os campuseiros. Assista ao vídeo acima para ver as sugestões e veja abaixo onde baixar cada um dos aplicativos.

Chomp SMS: troca a interface de mensagens do Android para uma mais parecida com a do iPhone e do WhatsApp. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui);

WiFi File Transfer: dispensa o cabo USB e permite transferir arquivos entre dispositivos pela rede Wi-Fi. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui);

Quora: app de uma rede social de perguntas e respostas que tem uma base de usuários acadêmica. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Toshl: gerencia suas finanças e ajuda a controlar gastos e orçamentos. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui), iOS (clique aqui), Symbian (clique aqui) e Windows Phone (clique aqui);

Any.do: lista de tarefas que ajuda a substituir a agenda tradicional. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Pocket: salva links para você acessar depois e os sincroniza entre todos seus dispositivos. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Duolingo: ferramenta que ajuda de forma lúdica no aprendizado de outros idiomas. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Aviary: conjunto de filtros e ajustes de imagem que pode ser alternativa ao Instagram. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Goodreads: organiza suas leituras passadas, atuais e futuras. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Cycloramic: app de câmera que tira fotos em 360º com facilidade. Custa R$ 2,40 para Android (clique aqui) e US$ 0,99 para iOS (clique aqui);

Serviço
Campus Party Brasil 2014
Quando: de 27 de janeiro a 2 de fevereiro
Onde: Anhembi Parque – Avenida Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo/SP
Quanto: Os ingressos para participar do evento estão esgotados. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.
Horário da área gratuita: das 10h às 21h

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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