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Apesar da pressão do governo, Alves quer adiar votação do Marco Civil

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, em sessão nesta terça (12) (Foto: JBatista/Ag.Câmara)O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.
(Foto: JBatista/Ag.Câmara)

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou nesta quarta-feira (19), ao chegar ao Congresso Nacional, que irá propor ao Palácio do Planalto que a votação do Marco Civil da Internet ocorra na próxima semana. O peemedebista adverte que o governo pode ser derrotado se forçar a votação nesta quarta.

Na tentativa de destravar as divergências em torno do projeto que cria uma espécie de Constituição para a web, o parlamentar do Rio Grande do Norte se reuniu nesta manhã, por volta das 10h, com os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e líderes das bancadas da Câmara.

“Eu vou colocar [o pedido para que a votação ocorra na próxima semana] e vou insistir muito nela porque eu tenho certeza que é o melhor para a Câmara neste momento”, enfatizou o presidente da Casa.

Alves relatou que Cardozo e Ideli pediram que a Câmara vote o marco civil nesta quarta (19). Apesar do apelo do Planalto, o deputado potiguar ressaltou que irá priorizar os interesses do Legislativo. O PMDB, partido do presidente da Casa, faz oposição ao texto relatado pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ).

Eu acho melhor o bom acordo do que uma luta incerta e muito arriscada e mais, trazendo de novo a radicalização que a gente não quer em um momento como este”Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara

“Houve um pedido por parte dos ministros José Eduardo Cardozo e Ideli, mas o meu dever maior é com a Câmara dos Deputados. Eu não quero que essa Casa passe por um desgaste de uma matéria desta importância, [de o texto] ir para o plenário com absoluta insegurança e com a possibilidade de obstrução de vários partidos”, destacou.

Indagado sobre se “algum lado” deveria “ceder”, Alves disse que a decisão será “no voto”. “Aí é questão de ir para o voto. Vamos tentar ajustar o maior acordo possível, 98%, 99%, se tiver um ou outro item em desacordo, na terça-feira, vai para o voto e quem ganhar ganhou. Quem perder, tem que entender que a democracia tem essas coisas boas, de respeito à maioria”, completou.

O parlamentar do PMDB defendeu a construção de “um bom acordo” para viabilizar a votação do projeto que irá regulamentar o uso da internet. Na avaliação de Alves, o governo corre o risco de ser derrotado se impuser que a apreciação da matéria ocorra nesta quarta.

“Como eu tenho informações que eu acho que o governo não tem, de que poderá haver, sim, uma forte obstrução de vários partidos, e de alguns parlamentares até da base aliada, eu não aconselharia forçar ainda hoje a votação. Eu acho melhor o bom acordo do que uma luta incerta e muito arriscada e mais, trazendo de novo a radicalização que a gente não quer em um momento como este”, disse.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Apesar de popularidade, Papa não convence sobre pedofilia nos EUA

Papa Francisco chega à Praça São Pedro para a audiência pública desta quarta-feira (26) no Vaticano (Foto: Vicenzo Pinto/AFP)Papa Francisco chega à Praça São Pedro para a
audiência pública desta quarta-feira (26) no
Vaticano (Foto: Vicenzo Pinto/AFP)

Um ano após sua eleição, o Papa Francisco é extremamente popular entre os católicos americanos, ainda que a sua atitude em relação aos escândalos de pedofilia não convença a todos.

Mais de oito católicos americanos em cada 10 (85%) têm uma opinião muito favorável sobre o Papa, segundo uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center por ocasião do primeiro aniversário, em 13 de março, de seu pontificado.

Mas apesar de uma grande maioria elogiar o seu “bom trabalho” na difusão da fé ou da ajuda aos pobres, apenas um americano em cada dois (54%) têm a mesma opinião sobre sua luta contra os escândalos sexuais na Igreja.

Além disso, para 70% dos católicos americanos, esta deveria ser a “prioridade número 1” do Papa.

Nos Estados Unidos e na Irlanda, a Igreja Católica tem sido marcada por grandes escândalos sexuais que foram alvos de um recente relatório altamente crítico das Nações Unidas para o Vaticano.

Na quarta-feira (5), o Papa defendeu em uma entrevista ao jornal Corriere della Sera os esforços da Igreja neste combate, mas a associação americana de vítimas SNAP o acusam de “não fazer nada, literalmente nada” para proteger as crianças.

A pesquisa mostra que, além da personalidade do Papa, os católicos americanos apoiam em grande parte uma mudança na Igreja: quase oito em cada 10 acreditam que deve permitir a contracepção, e em torno de sete dos 10 apoiam o casamento dos padres e a ordenação de mulheres.

Eles são mais divididos, 50% a favor e 43% contra, sobre o reconhecimento de casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Quase 25% da população americana é católica, 78 milhões de pessoas.

A pesquisa foi realizada entre 14 e 23 de fevereiro, com 1.821 pessoas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Apesar de ataques, ao menos 65 civis são retirados da cidade síria de Homs

O Crescente Vermelho sírio afirmou ter entregado mantimentos e remédios em áreas rebeldes da cidade de Homs, enquanto a imprensa oficial anunciou a retirada de ao menos 65 civis sitiados, no terceiro e último dia de uma trégua violada por tiros contra um comboio humanitário.

Este esforço humanitário acontece na véspera da segunda rodada de negociações entre o regime e os rebeldes sírios sob a égide da ONU em Genebra, dez dias após uma primeira tentativa que não resultou em medidas concretas para acabar com o conflito, que já deixou mais de 130 mil mortos em quase três anos, segundo uma ONG.

“Distribuímos 250 pacotes de alimentos, 190 kits de higiene e remédios para doenças crônicas”, afirmou o Crescente Vermelho em sua conta no Twitter, acrescentando que todos os seus funcionários e os da ONU conseguiram deixar Homs sem ferimentos.

A organização não apontou nenhuma das partes em conflito como responsável pelo ataque ao comboio humanitário.

A ajuda foi entregue em áreas de Homs controladas pelos rebeldes e sitiadas pelas tropas do regime sírio há mais de 600 dias.

E, segundo a agência oficial Sana, “65 civis, todos eles crianças, mulheres e idosos, foram retirados da cidade velha de Homs, em aplicação ao acordo entre a ONU e o governador de Homs”.

A televisão estatal indicou que a operação aconteceu, “apesar dos tiros de grupos terroristas armados”, em referência aos rebeldes que controlam os bairros sitiados pelo exército há 20 meses.

O Observatório Sírios dos Direitos Humanos (OSDH) e ativistas no terreno disseram, por sua vez, que disparos foram realizados contra o bairro de Qarabis, onde dezenas de civis se reuniram para serem retirados do local por veículos da ONU.

“Dezenas de civis foram retirados (…) o local em que estavam foi alvo de tiros”, declarou o OSDH. Os militantes acusam as milícias pró-regime de disparar contra civis a partir de bairros controlados pelo exército.

Desde sábado, as duas partes em conflito se acusam mutuamente de violar o cessar-fogo de três dias e de atacar os comboios de ajuda humanitária.

Neste contexto, quase 300 pessoas, entre civis e combatentes dos dois lados, morreram em meio à violência no sábado no país, segundo o OSDH.

Entre as vítimas estão 20 homens executados pelas forças do regime em Hama, no centro do país, de acordo com a ONG, e uma mulher e dois homens mortos de inanição no campo de refugiados palestinos de Yarmuk, em Damasco, que está sitiado desde junho de 2013.

A ONU e o Crescente Vermelho sírio deveriam levar no sábado uma ajuda de emergência aos civis que escolheram permanecer nos bairros sitiados de Homs e retirar outras pessoas em risco, mas a violência, que terminou com cinco mortos, incluindo um comandante rebelde, impediu a operação.

Na sexta-feira, 83 civis foram retirados da parte antiga da cidade.

A chefe das operações humanitárias da ONU, Valerie Amos, expressou em um comunicado sua “decepção” após a violação da trégua, insistindo que as Nações Unidas irão continuar a “se esforçar o máximo possível para levar ajuda para aqueles que necessitam”.

“Esperamos que mais ajuda possa entrar na cidade e que os civis possam ser retirados em segurança, mas não sei se isso vai acontecer. Tememos novos bombardeios”, declarou à AFP o ativista Abu Bilal, acrescentando que os ataques de ontem “deixaram 20 feridos, e não temos medicamentos suficientes para tratá-los”.

Em um comunicado recebido pela AFP na noite de sábado, o governador da província de Homs, Talal al-Barazi, indicou que os esforços continuarão neste domingo para retirar os civis que desejarem sair da cidade velha.

“As tropas do governo permanecem engajadas pela observância da trégua para permitir a entrada de ajuda e a saída de civis, apesar das violações do cessar-fogo por grupos armados”, disse.

Enquanto as operações continuam, bem como os confrontos no campo de batalha, o regime e a oposição se preparam para se reunir novamente em Genebra sob os auspícios do mediador internacional Lakhdar Brahimi, em uma nova tentativa de aproximar duas posições irreconciliáveis.

O regime rejeita qualquer discussão sobre a saída do presidente Bashar al-Assad e insiste em tratar do “terrorismo”, referindo-se à rebelião, enquanto, para a oposição, a questão da transição política sem Assad é primordial.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Apesar de prejuízos, Nintendo reluta sobre mudanças radicais

Satoru Iwata, presidente mundial da Nintendo, em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (13) durante a E3 2013. (Foto: Gustavo Petró/G1)Satoru Iwata, presidente-executivo da Nintendo
(Foto: Gustavo Petró/G1)

A Nintendo não deverá fazer mudanças radicais em sua gestão, como lançar jogos para dispositivos que não sejam os seus, apesar do fracasso nas vendas do videogame Wii U e da queda no valor de suas ações, afirmou o presidente-executivo da companhia, Satoru Iwata.

Motivado pelo mal desempenho do Wii U, a Nintendo alertou na sexta-feira (17) que espera seu terceiro ano consecutivo de prejuízos após ter previsto inicialmente um lucro de 100 bilhões de ienes (US$ 960 milhões) para o ano fiscal que termina em março de 2014. Por conta do resultado ruim, a previsão de vendas do Wii U foi reduzida em 70%.

“É correto questionar se a Nintendo deve continuar a usar o mesmo modelo de venda de um videogame por 20 mil a 30 mil ienes e de jogos por vários milhares de ienes cada um. Por isso, se você perguntar se estamos pensando em uma nova estrutura de negócios, a resposta é ‘sim'”, disse Iwata a jornalistas em Osaka, no Japão, na sexta (17).

No entanto, ele descartou a ideia de que o aumento de jogos em smartphones e tablets irá acelerar o declínio dos videogames. “A disseminação de dispositivos inteligentes não irá fazer com que os videogames deixem de vender. Não é algo tão simples. Se nós oferecermos algo que esteja alinhado com as mudanças ao nosso redor, acredito que as pessoas ainda precisarão de videogames”, afirmou Iwata.

Ao contrário das rivais Microsoft e Sony, cujos videogames Xbox One e PlayStation 4, respectivamente, tiveram fortes vendas, a criadora de “Super Mario” tem resistido à pressão de começar a desenvolver jogos para outras empresas.

A Nintendo conta com a popularidade de suas franquias, como “Mario” e “The Legend of Zelda”, para impulsionar as vendas de seus aparelhos. No entanto, alguns analistas dizem que a Nintendo está perdendo por não lançar uma versão de seus jogos para smartphones e tablets, que agora ultrapassam a marca de 1 bilhão de aparelhos em uso e são responsáveis por uma proporção cada vez maior de jogos.

Porém, não há sinais de que a Nintendo, que planeja revelar uma nova estratégia de gestão após liberar seus resultados trimestrais no dia 30 de janeiro, possa reavaliar seu posicionamento em relação a isso.

“Acredito que a companhia precise ver mais fracassos antes de considerar algo mais radical”, disse David Gibson, analista de pesquisa de games da Macquarie Securities, em Tóquio.

“É como um par de rodas presos na lama. Todos nós pensamos que eles estão afundando, mas eles não estão convencidos disso. Eles terão de mudar um pouco e pensar em uma nova estratégia”. 

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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G1 testou: apesar de desconfortável, ‘roupa’ para games diverte e é intuitiva

O mercado de games entrou na onda dos computadores vestíveis, tendência do mercado de tecnologia que tem diversos exemplos do gênero na feira Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas.

Um dos produtos que mais chama a atenção e parece ter saído de um filme de ficção científica é o PrioVR, da YEI Technologies. Ele é uma espécie de “roupa” formada por um conjunto de sensores colocado no corpo que capta os movimentos dos jogadores com precisão, levando-os para dentro dos games. Combinado com os óculos de realidade virtual Oculus Rift, já testados pelo G1, a proposta da empresa é dar maior imersão aos jogadores.

O G1 experimentou o PrioVR em conjunto com o Oculus Rift e o resultado é uma partida de jogos divertida e mais intuitiva, embora o acessório seja um pouco desconfortável e bastante trabalhoso de se vestir.

Vestindo tecnologia
Sozinho, leva-se quase cinco minutos para instalar o PrioVR – a versão que o G1 testou não tinha sensores para as pernas – mas com uma ajudinha a “roupa” é rápida e corretamente colocada sobre as mãos, pulsos, cotovelos e ombros. A base colocada no peito, além de servir de cérebro para o sistema, também tem sensores que captam a inclinação do corpo.

Para o teste, foi usada uma demonstração de um jogo de tiro em primeira pessoa 3D contra zumbis. Com o Oculus Rift, as imagens eram visualizadas em três dimensões e todo o movimento da cabeça era reproduzido dentro do game. Para controlar o personagem são utilizados dois controles, um em cada mão, muito parecidos com os Nunchuks do videogame Wii.

O mais interessante foi perceber o movimento dos braços sendo reproduzido dentro do game. Para mirar, era necessário literalmente apontar para o inimigo e pressionar o gatilho. Com a movimentação dos membros superiores também foi possível golpear os zumbis, ação que era feita intuitivamente no meio da partida. A imersão proporcionada pelo Oculus Rift chegou até a dar sustos quando os mortos-vivos apareciam de repente.

PrioVR é roupa que capta movimento do jogador com precisão e leva para dentro dos jogos (Foto: Gustavo Petró/G1)PrioVR capta movimento do jogador com precisão e
leva para dentro dos jogos (Foto: Gustavo Petró/G1)

Desenvolvimento e lançamento
Disponível em dois modelos, um para tronco e braços que sai por US$ 300 e outro que também tem sensores para as pernas e custa US$ 400, o PrioVR será lançado pela YEI no site de financiamentos coletivos “Kickstarter” para conseguir colocar o produto no mercado.

A intenção é lançá-lo ainda no primeiro semestre de 2014 nos Estados Unidos, diz Paul Yost, chefe de pesquisa e desenvolvimento da empresa, ao G1. A companhia trabalha na tecnologia desde 2007 e só agora conseguiu alcançar um resultado satisfatório de desempenho e precisão, segundo o executivo.

Com o sucesso do PrioVR na CES 2014, grandes desenvolvedoras de games vieram conversar com a YEI, de acordo com Yost, o que deve levar o acessório voltado para PCs também para os videogames no futuro.

Além de jogos de tiro, games de esportes e títulos de ação em terceira pessoa poderão fazer uso do dispositivo.

Algumas coisas devem mudar na versão final. Além do melhor acabamento, a bateria deve passar de 6 horas para 10 horas de duração. Caso o Kickstarter da YEI dê certo, é possível até que o preço do PrioVR baixe antes do lançamento oficial.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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CIA vai chamar funcionários de volta apesar da paralisação nos EUA

A Agência Central de Inteligência (CIA) começará a chamar de volta, a partir desta quarta-feira (9), seus funcionários enviados para casa devido à paralisação parcial do governo federal, informou o diretor John Brennan.

Entre os que regressarão estão funcionários ligados “à coleta de informação de inteligência estrangeira, análise de fontes, ações encobertas e contra-inteligencia”, disse Brennan nesta terça-feira.

“Manter nosso pessoal aos níveis drasticamente reduzidos da semana passada imporia uma ameaça à segurança da vida humana e à proteção da propriedade.”

Em uma decisão similar, o Pentágono anunciou no sábado que começará a chamar a maioria de seus funcionários licenciados devido à paralisia do governo.

O governo federal dos Estados Unidos se encontra parcialmente paralisado há oito dias, com milhares de funcionários em licença não remunerada, diante da falta de aprovação pelo Congresso do orçamento para o ano fiscal de 2014, iniciado em 1º de outubro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Cristina segue decidindo apesar de repouso médico na Argentina

Cristina Kirchner levou uma cuia de chimarrão de presente ao Papa Francisco (Foto: Gregorio Borgia/AP)A presidente argentina Cristina Kirchner (Foto: Gregorio Borgia/AP)

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, vai continuar tomando decisões de governo, apesar de permanecer em repouso durante um mês por orientação médica devido a um hematoma subdural (acúmulo de sangue na cabeça), disse uma fonte do governo.

A fonte informou ainda que o vice-presidente do país, Amado Boudou, só cumprirá um papel protocolar durante o período em que exercerá a Presidência.

“Repouso não é desconexão. As viagens, os aviões, os eventos não são recomendáveis para o sanguíneo, mas estará em cima dos temas da sua casa”, afirmou a fonte, que falou nesta segunda-feira à Reuters e pediu para não ser identificada.

O afastamento gera preocupação e especulações no país.

O hematoma vai manter a combativa líder, de 60 anos, fora de ação faltando apenas três semanas para a eleição legislativa de meio de mandato, em 27 de outubro, a qual vai determinar quanto poder no Congresso ela terá nos dois últimos anos no governo.

O vice-presidente Amado Boudou antecipou durante o fim de semana o retorno de uma viagem ao Brasil e à França e assumiu a Presidência, mas apenas formalmente, de acordo com a fonte, segundo a qual Cristina permanece no comando.

Segundo o porta-voz presidencial, o estado da presidente pode ser resultado de uma queda sofrida em agosto, embora na ocasião ela tivesse sido liberada pelos médicos.

Cristina, conhecida por acompanhar de perto o trabalho de seu gabinete, pode ter dificuldades para se manter distante durante um período politicamente sensível para a Argentina, a terceira maior economia da América Latina.

Além disso, o seu governo está no auge de uma batalha em tribunais dos Estados Unidos sobre a crise do calote da dívida argentina, um caso do qual ela gosta de falar publicamente.

Pesquisas recentes indicaram que o governo pode perder o controle do Congresso na eleição de meio de mandato, um resultado que tiraria de Cristina a oportunidade de fazer uma reforma constitucional que lhe permitiria disputar um terceiro mandato em 2015.

Reeleita em 2011 com base na promessa de elevar o papel do governo na economia, a presidente tem dito que não pensa em um terceiro mandato. Mas persistem as especulações de que seus partidários querem emendar a Constituição para que ela possa concorrer novamente.

Cristina foi eleita pela primeira vez em 2007, quando a Argentina se recuperava do catastrófico calote da dívida em 2002.

Suas políticas comerciais protecionistas, controles cambiais e de nacionalização das principais companhias aérea e de petróleo e do sistema de previdência privada mantiveram a Argentina como um pária dos mercados internacionais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Nintendo diz que Wii U teve bom início, apesar de problemas com software

Fabricante japonesa de games afirmou que novo console esgotou em algumas lojas no primeiro dia de vendas. Empresa também pede desculpas pelas falhas de rede.

A Nintendo pediu desculpas aos seus primeiros compradores do Wii U pelas interrupções em sua plataforma de games online, mas disse que as vendas do console durante o seu lançamento mundial, no domingo (18/11), nos Estados Unidos, tiveram um ótimo começo

Alguns compradores ávidos pela novidade – alguns deles inclusive ficaram aguardando em filas por horas até poderem colocar suas mãos no novo console nos EUA – se viram presos em uma atualização inicial aparentemente obrigatória, que deveria ser feita antes que pudessem, de fato, aproveitar sua nova compra. O update demorou horas e muitos compradores demonstraram seu descontentamento em fóruns e tuítes.

Uma mensagem no site do suporte da Nintendo nos EUA pedia aos usuários um pouco mais de paciência. “A atualização do sistema pode levar bastante tempo quando realizada durante a configuração inicial (para alguns usuários pode demorar uma hora ou mais para realizar o download e a instalação). Não desligue seus sistemas durante este período”.

Muitos usuários tiveram problemas ao acessar o Miiverse – uma rede social da Nintendo desenvolvida dentro do Wii U, que permite aos jogadores interagir entre si utilizando seus Mii avatars online. Uma mensagem de manutenção postada na noite do domingo dizia que “há uma falha em curso para o Miiverse”, sem prazo para recuperação. “Alguns dos serviços online estão atualmente indisponíveis. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar”

O principal porta-voz da fabricante japonesa, Yasuhiro Minagawa, disse que viu relatos de problemas com o software, mas que eles serão administrados pela subsidiária norte-americana da companhia. Apesar dos problemas enfrentados, Minagawa disse que as primeiras vendas no país continuavam fortes. “Ouvi dizer que muitas lojas estão com as unidades esgotadas”.

As vendas do Nintendo Wii U lançado fora do Japão estão sendo administradas pelas subsidiárias da companhia de cada país. Depois que as vendas tiveram início no domingo, nos Estados Unidos, o próximo maior lançamento deverá acontecer na Europa, em 30 de novembro. O Wii U estará à venda no Japão em 08 de dezembro.

É comuns haver bugs de software em consoles de jogos e outros dispositivos digitais após o lançamento, por conta do prazo apertado que as fabricantes de hardware tem que correr para cumprir e contando com atualizações para corrigir quaisquer problemas.

A Sony lançou uma atualização de software para seu portátil PlayStation Vita uma semana após o lançamento no Japão, no ano passado, antes de o dispositivo sequer estar à venda nos EUA.

A Nintendo optou por atualizar o seu Wii antes dos esperados updates para produtos dos rivais Microsoft e Sony. A companhia também tem se esforçado em fazer o seu último portátil, o 3DS, cumprir com as metas de vendas.

A característica principal do Wii U é o seu controlador “GamePad”, que é semelhante a um tablet, com tela sensível ao toque, detecção de movimento, câmera e caneta. Sua tela pequena pode, ainda, ser utilizada para complementar games jogados em uma TV maior, ou servir como tela principal.

O console principal vai utilizar a tecnologia NFC (comunicação de campo próximo) que é amplamente utilizada em sistemas de pagamento móvel, bem como um sistema expandido online que inclui o jogo e as redes sociais baseadas em torno de vários títulos. Também pode servir como um centro de entretenimento em casa, que permitirá aos usuários transmitir vídeos a partir de serviços online como o Hulu, Amazon e Netflix.

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Publicado por em 7 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Nintendo diz que Wii U teve bom início, apesar de problemas com software

Fabricante japonesa de games afirmou que novo console esgotou em algumas lojas no primeiro dia de vendas. Empresa também pede desculpas pelas falhas de rede.

A Nintendo pediu desculpas aos seus primeiros compradores do Wii U pelas interrupções em sua plataforma de games online, mas disse que as vendas do console durante o seu lançamento mundial, no domingo (18/11), nos Estados Unidos, tiveram um ótimo começo

Alguns compradores ávidos pela novidade – alguns deles inclusive ficaram aguardando em filas por horas até poderem colocar suas mãos no novo console nos EUA – se viram presos em uma atualização inicial aparentemente obrigatória, que deveria ser feita antes que pudessem, de fato, aproveitar sua nova compra. O update demorou horas e muitos compradores demonstraram seu descontentamento em fóruns e tuítes.

Uma mensagem no site do suporte da Nintendo nos EUA pedia aos usuários um pouco mais de paciência. “A atualização do sistema pode levar bastante tempo quando realizada durante a configuração inicial (para alguns usuários pode demorar uma hora ou mais para realizar o download e a instalação). Não desligue seus sistemas durante este período”.

Muitos usuários tiveram problemas ao acessar o Miiverse – uma rede social da Nintendo desenvolvida dentro do Wii U, que permite aos jogadores interagir entre si utilizando seus Mii avatars online. Uma mensagem de manutenção postada na noite do domingo dizia que “há uma falha em curso para o Miiverse”, sem prazo para recuperação. “Alguns dos serviços online estão atualmente indisponíveis. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar”

O principal porta-voz da fabricante japonesa, Yasuhiro Minagawa, disse que viu relatos de problemas com o software, mas que eles serão administrados pela subsidiária norte-americana da companhia. Apesar dos problemas enfrentados, Minagawa disse que as primeiras vendas no país continuavam fortes. “Ouvi dizer que muitas lojas estão com as unidades esgotadas”.

As vendas do Nintendo Wii U lançado fora do Japão estão sendo administradas pelas subsidiárias da companhia de cada país. Depois que as vendas tiveram início no domingo, nos Estados Unidos, o próximo maior lançamento deverá acontecer na Europa, em 30 de novembro. O Wii U estará à venda no Japão em 08 de dezembro.

É comuns haver bugs de software em consoles de jogos e outros dispositivos digitais após o lançamento, por conta do prazo apertado que as fabricantes de hardware tem que correr para cumprir e contando com atualizações para corrigir quaisquer problemas.

A Sony lançou uma atualização de software para seu portátil PlayStation Vita uma semana após o lançamento no Japão, no ano passado, antes de o dispositivo sequer estar à venda nos EUA.

A Nintendo optou por atualizar o seu Wii antes dos esperados updates para produtos dos rivais Microsoft e Sony. A companhia também tem se esforçado em fazer o seu último portátil, o 3DS, cumprir com as metas de vendas.

A característica principal do Wii U é o seu controlador “GamePad”, que é semelhante a um tablet, com tela sensível ao toque, detecção de movimento, câmera e caneta. Sua tela pequena pode, ainda, ser utilizada para complementar games jogados em uma TV maior, ou servir como tela principal.

O console principal vai utilizar a tecnologia NFC (comunicação de campo próximo) que é amplamente utilizada em sistemas de pagamento móvel, bem como um sistema expandido online que inclui o jogo e as redes sociais baseadas em torno de vários títulos. Também pode servir como um centro de entretenimento em casa, que permitirá aos usuários transmitir vídeos a partir de serviços online como o Hulu, Amazon e Netflix.

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Publicado por em 7 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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