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Facebook altera privacidade e posts são divulgados apenas para amigos

O Facebook alterou sua configuração padrão de privacidade, limitando a audiência dos primeiros posts de novos usuários para “apenas para amigos”, em uma reversão de uma característica que, segundo críticos, fazia com que as pessoas compartilhassem mais informação pessoal que o desejado.

A companhia disse nesta quinta-feira (22) que a atualização de status que novos usuários publicam será agora visível apenas para amigos na configuração padrão, em vez de ser vista pelo público geral como anteriormente. Os usuários vão continuar podendo customizar suas configurações para que as atualizações sejam vistas por uma grande ou pequena audiência.

A mudança na configuração padrão, implementada pelo Facebook de forma silenciosa algumas semanas atrás, é resultado das respostas de usuários, disse o diretor de produto da empresa, Mike Nowak, em entrevista à Reuters.

“Algumas vezes as pessoas sentiram que estavam sendo surpreendidas de forma desagradável com o fato de que suas informações estavam se tornando mais públicas do que esperavam ou pretendiam”, disse. “A resposta que recebemos é que compartilhar demais é pior que de menos.”

A iniciativa reflete uma mudança de estratégia do Facebook sobre como lida com informação que as pessoas compartilham em sua rede social de 1,28 bilhão de usuários.

Em 2009, o Facebook introduziu um atributo que permitia que usuários compartilhassem posts para além de seu círculo de amigos. Quando novos usuários entravam no Facebook, suas atualizações de status eram automaticamente compartilhadas com o público em geral, a menos que os usuários alterassem manualmente as configurações.

A reversão desta quinta-feira ocorre enquanto usuários de internet parecem interessados em limitar quem vê suas atividades online. Aplicativos móveis como Snapchat e Whisper oferecem anonimato, o que se tornou popular entre muitos usuários. Em fevereiro, o Facebook anunciou planos de adquirir o WhatsApp, um aplicativo de mensagens instantâneas, por 19 bilhões de dólares.

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Publicado por em 27 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Oficial da Fifa diz que apenas multar clubes por racismo é ‘desrespeitoso’

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O presidente da Força-Tarefa da Fifa contra o Racismo e a Discriminação afirmou nesta terça-feira (13) que apenas multar clubes envolvidos em episódios de racismo nos estádios de futebol é “muito desrespeitoso”. Jeffrey Webb, que é também o presidente da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), disse, a um seleto grupo de jornalistas durante uma reunião em Manhattan, nos Estados Unidos, que algumas federações nacionais de futebol ainda ignoram as propostas de normas mais rígidas para punir os casos de racismo, e estão sendo muito lenientes.

Webb citou o recente caso da banana atirada no gramado por um torcedor do Villarreal, em um jogo contra o Barcelona, pela Liga Espanhola, no dia 27 de abril.

Na ocasião, o jogador brasileiro Daniel Alves, lateral do Barcelona, pegou a banana do chão e a comeu, antes de seguir a partida.

O caso levantou mais uma vez o debate sobre o racismo no futebol. Jeffrey Webb, da Fifa, afirmou que, mesmo com toda a repercussão mundial do episódio, a pena aplicada pela Federação Espanhola de Futebol ao Villarreal foi de apenas 12 mil euros.

“Vocês viram o incidente que aconteceu na Liga e claro, vocês viram a punição, que foi muito, muito infeliz”, disse ele aos jornalistas, segundo a agência de notícias Reuters. “Eu achei que foi muito desrespeitoso, para ser honesto com vocês.”

Daniel Alves Banana (Foto: Reprodução)Daniel Alves deu resposta a torcedor que atirou
banana em campo na Espanha (Foto: Reprodução)

Em outro episódio recente, uma banana foi atirada em campo durante uma partida da primeira divisão do futebol italiano no domingo (11).

Sem poder para punir
Webb afirmou aos jornalistas, porém, que a Fifa não tem o poder de aplicar punições em clubes porque essa é a jurisdição das associações nacionais. “Nós aprovados novas regulamentações, que dão oportunidades para banimento, redução de pontos e multas muito mais rígidas do que as monetárias”, explicou ele.

“[Quando as associações nacionais] multam os clubes em 25 ou 50 mil dólares, isso não é nada, é um tapa no pulso, na verdade. Eu acho que a Fifa criou outras leis, a Uefa também aprovou várias normas. Agora, claro, isso tem que ser aplicado nas outras ligas.”

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Governo divulga apenas um terço das pesquisas com animais no país

arte animais (Foto: Arte/G1)

Levantamento do G1 e dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que dados sobre pesquisas com animais realizadas hoje no país ainda são escassos, desconhecidos pelo governo ou mantidos sob sigilo. Só um terço das instituições autorizadas têm suas pesquisas divulgadas oficialmente, e apenas 4% buscam alternativas a esses métodos.

O governo federal publica a lista de instituições e tipos de testes no site do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), órgão responsável pelo controle das pesquisas com animais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Dos 230 institutos ou universidades autorizados, 196 estão cadastrados, e apenas 77 têm suas informações disponibilizadas (33,4%).

Leia também:
Conselho nega vetar animais em testes e dá 5 anos para validar alternativas

O G1 pesquisou cada instituição da lista de credenciadas no site. Muitas das informações fornecidas estão truncadas ou incompletas e os registros nem sempre são atuais.

Por meio da Lei de Acesso à Informação, o G1 pediu ao ministério o “detalhamento do tipo de pesquisa aprovada e para quais fins se destina”. O Concea afirma que não possui os dados e que cabe às Comissões de Ética no Uso de Animais (CEUA) de cada universidade ou laboratório divulgá-los no site. A CEUA é uma comissão obrigatória criada pelas próprias instituições para avaliar e autorizar os testes.

Sigilo
O conselho diz também que as comissões, com base na Lei Arouca, não estão obrigadas a informar ao público que tipo de pesquisa estão fazendo com os animais. “Compete à CEUA decidir sobre a não disponibilização da informação”, respondeu José Mauro Granjeiro, coordenador do Concea.

“A Resolução Normativa do Concea nº 12, de 2013, em seu item 5.2.3.6, colocou as informações produzidas no âmbito da CEUA sob o resguardo de sigilo e confidencialidade. São consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e, portanto, passíveis de classificação as informações cuja divulgação ou acesso irrestrito possa prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico (…)”, completa.

O que diz o Concea sobre a divulgação de informações
‘São consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e, portanto, passíveis de classificação [sigilo] as informações cuja divulgação ou acesso irrestrito possa prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico.’

Sem controle
A reportagem do G1 procurou alguns dos institutos que, segundo o ministério, não publicaram suas informações.

No caso do Instituto Royal, invadido por um grupo para resgatar dezenas de beagles usados em pesquisas em São Paulo, o governo foi quem declarou o sigilo das pesquisas. O instituto encerrou suas atividades, mas chegou a ter projeto de R$ 5,25 milhões aprovado em parceria com dois ministérios, divulgado apenas como “criação, manejo e fornecimento de animais para desenvolvimento pré-clínico de fármacos” e classificado pela Finep (Agência Brasileira da Inovação).

Ana Lúcia Marigo é secretária da CEUA da Embrapa Meio Ambiente, um dos institutos para os quais não constam informações no site. Segundo ela, as instituições são informadas de que devem se cadastrar no Ciuca (Cadastro das Instituições de Uso Científico de Animais), lançado em 2008 quando foi instituído o Concea. “Mas está tudo tão cru ainda”, diz.

O governo divide as instituições entre “deferidas” (76 ao todo) e “em andamento” (154), mas todas estão autorizadas a realizar as pesquisas, ainda que o Concea não tenha analisado a documentação.

“São pouquíssimas as que já têm o credenciamento deferido. A gente tinha um prazo até o ano passado para submeter e, em janeiro, recebemos uma correspondência dizendo que os dados estão sendo avaliados”, afirma a pesquisadora.

Segundo Marigo, hoje o Brasil não possui nenhum controle prévio sobre as pesquisas com animais e não é possível saber, por exemplo, se o mesmo procedimento está sendo feito em estados diferentes com o mesmo objetivo, sacrificando mais de um animal.

Até tudo começar a caminhar do jeito que deve ser vai demorar muito tempo. Muita gente está perdida e tem muita coisa errada para ser arrumada. Imagine um pesquisador que trabalha com animais há 30 anos, nunca precisou preencher um protocolo, sempre matou quantos ratos quis. É claro que a gente segue as orientações [do Concea], mas a fiscalização deles é perante os relatórios das pesquisas”Ana Lúcia Marigo, secretária da CEUA da Embrapa Meio Ambiente

“[O Concea] começou esse levantamento em 2008. Até tudo começar a caminhar do jeito que deve ser vai demorar muito tempo. Muita gente está perdida e tem muita coisa errada para ser arrumada. Imagine um pesquisador que trabalha com animais há 30 anos, nunca precisou preencher um protocolo, sempre matou quantos ratos quis. É claro que a gente segue as orientações [do Concea], mas a fiscalização deles é perante os relatórios das pesquisas”, afirma.

Octavio Presgrave, coordenador do CEUA da Fiocruz no Rio de Janeiro, também diz que o instituto vem colaborando com o Concea, apesar de as pesquisas do Centro de Pesquisas René Rachou, parte da Fiocruz Minas, não estarem listadas no site. “A gente vem alimentando, mas não sei responder se isso eles vão tornar isso público”, afirma.

Para o cientista, ainda que mantenha parte das pesquisas em sigilo, em razão de quebra de patentes, por exemplo, o governo poderia divulgar relatórios quantitativos para auxiliar a comunidade científica. “A União Europeia publica relatórios sobre quantos animais são utilizados nas pesquisas, áreas de pesquisa. Hoje só é possível saber o que o outro está fazendo através de artigos que são publicados. Acho que a ideia do Concea é juntar esses dados para poder divulgar”, afirma.

Reprodução do site do Ministério da Ciência e Tecnologia mostra um dos cadastros de pesquisas realizadas com animais no sistema. Em seu site próprio, o Centro de Pesquisas René Rachou da FioCruz Minas especifica que pesquisas realiza (Foto: Reprodução)Reprodução do site do Ministério da Ciência e Tecnologia mostra um dos cadastros no sistema do governo, no qual deveriam constar todas as informações sobre pesquisas com animais. Em seu site próprio, o Centro de Pesquisas René Rachou da FioCruz Minas especifica que pesquisas realiza e também afirma que enviou informações sobre elas ao governo (Foto: Reprodução).


Alternativas
Um relatório do governo obtido pelo G1 por meio da Lei de Acesso à Informação mostra ainda que, apesar de 230 instituições possuírem autorização para utilizar animais, apenas dez entidades buscam alternativas a esses métodos. São os dados mais recentes de que o governo dispõe no Concea em questionário realizado entre outubro e novembro de 2012.

“É chocante”, afirma Presgrave. “Quando você me dá um dado desse, óbvio, precisava ter mais, mas, no momento em que o governo financiar mais essas pesquisas, eu garanto que esse número aumenta”, avalia.

É chocante. Quando você me dá um dado desse, óbvio, precisava ter mais, mas, no momento em que o governo financiar mais essas pesquisas [alternativas], eu garanto que esse número aumenta”Octavio Presgrave, coordenador do CEUA da Fiocruz no Rio de Janeiro

Segundo o conselho, realizam pesquisas alternativas o Instituto Butantan (SP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto (USP/RP), Instituto Adolfo Lutz, Fiocruz (BA), Instituto Sírio Libanês, Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo do Campus de Ribeirão Preto (FCF-USP-RP), Fort Dog Saúde Animal, Laboratório Nacional de Biociência (LNBio) e Centro de Pesquisa Ageu Magalhães –as quatro primeiras também realizam pesquisas com animais.

Reportagem do G1 mostra que o Brasil não possui hoje um órgão para validar métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas científicas, apesar de ser proibido por lei o uso de animais quando há outros meios de se chegar ao mesmo resultado. Em março, o plenário do Concea decidiu que ocorrerá a substituição progressiva por métodos alternativos que começarão a ser validados no Brasil.

“O governo não incentiva esse tipo de pesquisa. A primeira vez que teve um edital específico foi em 2012, no valor de R$ 1,5 milhão, ao passo que um único programa na União Europeia chega a ter 50 milhões de euros de financiamento”, avalia o cientista da Fiocruz. “O que precisa é de vontade política para que isso seja executado, e mais ainda, uma boa coordenação.”

O Concea reforçou que o “monitoramento constante e periódico do emprego de técnicas alternativas no Brasil é fundamental para a avaliação de estratégias que visem intensificar o uso das mesmas, contribuindo para a maior aderência e disseminação de métodos alternativos, particularmente na comunidade acadêmica” e que “está sendo planejada uma consulta mais ampla a ser implementada em 2014”.

Financiamento
Informações sobre valores repassados a essas pesquisas também são difíceis de se obter. O ministério informou que não repassa recursos diretamente aos projetos, mas que as instituições podem pedir auxílio financeiro às agências de financiamento oficiais da área de C&T&I (Ciência, Tecnologia e Inovação) como a Finep e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). “Este ministério não possui informações sobre elas”, informou.

arte g1 pesquisas animais (Foto: Arte/G1)

O G1 procurou os órgãos responsáveis. À Finep, requereu o total financiado nos últimos cinco anos, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ou Fundo Nacional de Saúde, em projetos de pesquisas relacionados a biotérios ou animais de laboratório. A empresa pública vinculada ao ministério é quem controla essa verba.

De acordo com os dados, desde 2008 foram financiados 86 projetos com animais, que receberam R$ 270,4 milhões do fundo, e um foi identificado como “projeto da indústria de cosméticos que utiliza ensaios in vitro em substituição ao uso de animais de laboratório”.

Trata-se de um contrato de 2007 sob a rubrica “inovação tecnológica em formulações dermo-cosméticas: substâncias bioativas de origem natural micro e nanoestruturadas”, desenvolvido pela Leviale Indústria Cosmética Ltda., no valor de R$ 959.808. O contrato corresponde a 0,3% do total financiado nos últimos cinco anos nessa área.

A Finep não especificou quantos institutos que receberam verba de fomento à pesquisa realizam testes cosméticos ou relacionados à saúde. “Esclarecemos que as Instituições de Ciência e Tecnologia que desenvolvem projetos envolvendo animais de laboratório devem observar a legislação específica em vigor, Lei nº 11.794, de 8 de outubro de 2008 [Lei Arouca], cabendo às próprias instituições a constituição das Comissões de Ética no Uso de Animais.”

O CNPq financiou a R$ 437 milhões em bolsas no ano de 2013 a instituições que utilizam animais em suas pesquisas, a grande maioria universidades. O valor inclui qualquer tipo de pesquisa nessas entidades, com ou sem uso de animais, já que o conselho informou não catalogar essa informação específica em seu sistema de fomento. A Finep informou que foram financiadas bolsas no valor de R$ 1,9 milhão desde 2008 envolvendo pesquisas com animais e biotérios.

Nenhum dos órgãos possuía dados sobre verbas de incentivo a projetos de busca por alternativas aos testes com animais.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Justin Bieber será julgado em Miami apenas em julho

Justin Bieber deixa a prisão (Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP)Justin Bieber deixa a prisão em Miami
(Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP)

O julgamento do ídolo adolescente canadense Justin Bieber por dirigir sob o efeito de substâncias tóxicas em Miami foi adiado para 7 de julho, confirmou nesta quarta-feira (23) à AFP uma fonte judicial.

A decisão foi tomada em uma audiência na corte do condado de Miami-Dade, Flórida, onde os advogados do cantor, de 20 anos, pediram o adiamento, enquanto tentam chegar a um acordo com a acusação, informou o jornal ‘Miami Herald’. ‘As novas datas do caso estado versus Bieber são 25 de junho para a audiência preliminar e 7 de julho para o julgamento’, indicou a fonte judicial em um e-mail enviado à AFP.

O cantor, que enlouquece adolescentes com hits como ‘Baby’ e ‘Boyfriend’, declarou-se inocente de conduzir sob o efeito de substâncias tóxicas, resistir à autoridade e dirigir com habilitação vencida, após ser preso em Miami Beach no dia 23 de janeiro por participar de pegas em um Lamborghini. Segundo a polícia, o cantor havia fumado maconha e tomado o ansiolítico Xanax antes de ser preso por condução perigosa sob a influência de álcool ou drogas.

A presença de Bieber em Miami estava prevista inicialmente para 3 de março, mas foi adiada duas vezes, primeiramente para 5 de maio e, agora, para 7 de julho.

Bieber vem enfrentando vários problemas com a Justiça nos últimos tempos. Na semana passada, a Justiça canadense marcou para 12 de maio uma audiência preliminar no caso em que o astro do pop é acusado de agredir um motorista de limusine no fim do ano passado.

Bieber, que é a segunda pessoa mais seguida no Twitter, depois da cantora Katy Perry, também foi investigado em Los Angeles pelo suposto lançamento de ovos contra a casa de um vizinho.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Dupla registra em vídeo escalada de caverna gigante usando apenas corda

Majlis al Jinn, em Omã, o alemão Stefan Glowacz e o americano Chris Sharma, precisavam vencer 300 metros de pedra, com trechos muitas vezes verticais (Foto: Reprodução/BBC)Majlis al Jinn, em Omã, o alemão Stefan Glowacz e o americano Chris Sharma, precisavam vencer 300 metros de pedra, com trechos muitas vezes verticais (Foto: Reprodução/BBC)

Dois alpinistas realizaram o feito inédito de sair de dentro de uma das maiores cavernas do mundo usando apenas uma corda.

O projeto todo durou duas semanas e resultou em alguns ferimentos para os dois campeões de alpinismo esportivo.

Para sair da gigantesca caverna de Majlis al Jinn, em Omã, o alemão Stefan Glowacz e o americano Chris Sharma, precisavam vencer 300 metros de pedra, com trechos muitas vezes verticais.

Depois da escalada de volta para a luz, fora da caverna, o resultado, além das belas imagens registradas em vídeo e da satisfação em vencer o desafio, foram as várias bolhas nas mãos dos alpinistas.

O projeto todo durou duas semanas e resultou em alguns ferimentos para os alpinistas (Foto: Reprodução/BBC)O projeto todo durou duas semanas e resultou em alguns ferimentos para os alpinistas (Foto: Reprodução/BBC)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Respiratorianismo: Barbie humana diz que vive apenas de luz e ar!

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Será possível o ser humano viver apenas de luz e ar como afirma estar fazendo a modelo Valeria Lukyanova, conhecida como a “Barbie humana”?

No dia 28 de fevereiro, a modelo ucraniana Valeria Lukyanova, a Barbie humana, afirmou que se converteu ao Respiratorianismo e, de algumas semanas pra cá, só estaria se alimentando de luz e ar!

Sua declaração foi publicada em inúmeros jornais e revistas no mundo todo e, de acordo com o jornal britânico Daily Mail, a moça – que ganhou o apelido de “Barbie humana” por conseguir ficar parecida com a boneca – afirmou que ficou sem comer nenhum tipo de alimento ou beber uma única gota de água por várias semanas e que faltam apenas alguns passos para que ela consiga viver exclusivamente de “micro-comida-cósmica”.

“Nas últimas semanas, não tive fome. Espero estar no estágio final antes de subsistir com apenas ar e luz“, afirmou a maluca modelo.

O que é o Respiratorianismo?

Será que é possível viver sem alimentos?

O ser humano pode ficar sem se alimentar e viver de fotossíntese?

A modelo ucraniana Valeria Lukyanova, a Barbie humana, afirmou que está se alimentando apenas de luz e ar! Será possível? (foto: Divulgação) A modelo ucraniana Valeria Lukyanova, a Barbie humana, afirmou que está se alimentando apenas de luz e ar! Será possível? (foto: Divulgação)

Como já mostramos em 2012 aqui no E-farsas que Valeria Lukyanova não bate bem das ideias (ela afirma também que acredita ser de outro planeta, se comunica constantemente com alienígenas e que já conseguiu viajar no tempo), não podemos levar em consideração nenhuma das suas declarações. Além do que, notícias envolvendo a garota atraem muitos leitores e muitos jornais acabam por aumentar ou distorcer fatos relacionados à Barbie humana.

No entanto, muitos leitores do E-farsas ficaram curiosos se a “dieta da luz” realmente funciona ou não. O Respiratorianismo é eficaz?

O Respiratorianismo, ou inedia, é a suposta capacidade que alguns indivíduos alegam ter de sobreviver sem alimentos. Os adeptos dessa “modalidade alimentar” afirmam que, através de alguns passos (que incluem um jejum de 21 dias), é possível se passar a viver exclusivamente de luz e ar. Segundo dizem, é possível o ser humano viver de fotossíntese.

Antes que você fique impressionado com essa “dieta”, já vamos dar um spoiler para você e entregar o final desse artigo: ISSO NÃO FUNCIONA E QUEM TENTAR PODE MORRER!

Em diversas culturas, o jejum é considerado uma maneira de purificar a mente e o corpo das pessoas. Mas tem gente que tenta levar isso muuuuuito a sério. São os adeptos do respiratorianismo.

O conceito de Respiratorianismo se popularizou com a ajuda da australiana Ellen Greve – ou “Jasmuheen”, como é conhecida entre seus seguidores. Uma senhora que ganha a vida vendendo livros (uma busca por “Jasmuheen” no Amazon nos retorna 80 resultados. Ao todo, são 35 livros publicados por ela sobre o assunto) e realizando palestras caríssimas no mundo todo sobre o assunto (as pessoas pagam em media 2000 dólares para assistir a uma de suas palestras!). A “respiracionista” (não sabemos se o termo é esse) também possui mais de 500 vídeos produzidos por ela no YouTube.

Ellen "Jasmuheen" Greve em uma de suas palestras! (foto: Divulgação) Ellen “Jasmuheen” Greve em uma de suas palestras! (foto: Divulgação)

Ganhadora do prêmio IgNobel (uma espécie de sátira do prêmio Nobel) de literatura, em 2000, com seu polêmico livro “Nutrição Prânica”, Jasmuheen é também Presidente do Congresso Mundial de Cientistas Espirituais em Pyramid Valley (em Bangalore – Índia) e afirma que não se alimenta de outra comida além de luz e ar puro desde 1993!

Apesar disso, Ellen Greve reconheceu, em 1999, ao jornal britânico Sunday Times que toma chás de ervas e tem “orgasmos de sabores” comendo chocolates e sorvetes de vez em quando.

Sim, ela esteve aqui no Brasil no ano de 2006. Na época, ela estava divulgando o lançamento de um dos seus inúmeros livros, chamado “Os Cavaleiros da Luz”. A seguir, uma entrevista que a evangelista do Respiratorianismo concedeu ao programa Face a Face.

Note que, aos 6 minutos de vídeo, quando questionada a razão de tantas mortes de pessoas que se propuseram a tentar “viver de luz”, Jasmuheen joga a culpa inteiramente nas vítimas:

Espertalhões como essa australiana existem aos montes e é preciso ficar atento para não cair em suas armadilhas. Perceba que uma pseudociência nunca consegue sucesso por si só. Quem inventa uma besteira dessas sempre precisa se apoiar em outras pseudociências para se sustentar.

No caso de Jasmuheen, seus livros que ensinam técnicas para o Respiratorianismo misturam esoterismo com pirâmides, espiritualismo com cromoterapia e viagem astral com micro-comida-cósmica (sabe-se lá o que isso venha a ser).

Nenhum dos seus métodos foi testado cientificamente até hoje.

Em 1999, intrigados com os métodos propostos por Ellen Greve em seus livros, o programa de TV norte-americano “60 Minutes” a convidou para acompanha-la alguns dias em sua rotina. Confinada em um hotel, Jasmuheen foi filmada 24 horas por dia, durante 7 dias, numa espécie de Big Brother sem água, sem comida e sem o Pedro Bial. Sob o olhar atento das câmeras (e sem poder comer às escondidas), o que aconteceu foi:

1° dia de jejum: Ellen nem parece se abater. Passou o dia todo sem comer nada!2° dia: A escritora já mostrava sintomas de desidratação aguda, estresse e pressão arterial elevada.3° dia: Jasmuheen já havia perdido mais de £ 14 (cerca de 6 quilos) de seu peso.4 º dia: Os produtores pararam o experimento! O Dr. Berris Wink, presidente da filial de Queensland da Associação Médica Australiana, pediu a Jasmuheen que interrompesse o teste. De acordo com o médico, as pupilas da mulher estavam dilatadas, sua fala estava lenta, ela já estava muito desidratada e sua pulsação tinha dobrado de frequência!

Ao invés de admitir que sua dieta de luz é uma farsa total e que é impossível se viver sem água e comida, Ellen Greve fez o que todo charlatão faz quando falha ao ser colocada à prova: Coloca a culpa em um terceiro. Na época, Greve disse ao 60 Minutes que o ar poluído da cidade havia interferido nos testes. Como ela teoricamente se alimenta de ar, o ambiente poluído da cidade não lhe oferecia os nutrientes necessários… Tá bom, então!

Abaixo, um pequeno trecho do documentário:

De acordo com o pesquisador e escritor Mark Frauenfelder, certa vez, um jornalista australiano que estava no mesmo vôo que Jasmuheen ficou surpreso ao vê-la pedir à comissária uma refeição vegetariana. Depois de inicialmente negar que ela havia feito isso, ela disse: “Sim, eu fiz, mas eu não vou comê-lo.” Talvez ela só queria mesmo era salvar os legumes de serem comidos.

É importante também ressaltar que vários repórteres já tiveram a oportunidade de entrevistar a escritora em sua própria residência e encontraram seus armários cheios de comida. Indagada a razão de uma pessoa que não come ter comida em casa, ela explica que os alimentos são para o marido (que já foi preso uma vez apropriar-se indevidamente de um fundo de pensão). Parece que Jasmuheen, apesar de afirmar ter convertido milhares de pessoas ao respiratorianismo no mundo todo, não conseguiu converter o próprio companheiro, que ainda não é capaz de viver de luz.

Wiley Brooks, um dos pregadores do respiratorianismo, foi flagrado saindo de uma lanchonete com um hot dog! (foto: Divulgação) Wiley Brooks, um dos pregadores do respiratorianismo, foi flagrado saindo de uma lanchonete com um hot dog! (foto: Divulgação)

Claro que Ellen Greve, apesar de popular, não é a única a indicar o perigoso respiratorianismo (que ela chama de “alimentação prânica”) no mundo! Wiley Brooks, fundador do Instituto Respiratorianista da América, é um forte evangelista da técnica, mas dá umas “derrapadas” de vez em quando. Em 1993, por exemplo, ele foi pego saindo de um restaurante fast food comendo um cachorro-quente e bebendo um copão de refrigerante. Em entrevista à revista Colors em 2003, ele disse que ele quebra periodicamente seu jejum com um cheeseburger e uma coca-cola. Ah! Ele chama a Diet Coke de “luz líquida“.

Em abril de 2006, uma mulher morreu após tentar a “dieta da luz” e ficar 3 semanas sem comer. Depois de assistir a um documentário que mostrava um indiano que supostamente estaria há mais de uma década sem se alimentar, uma senhora de 50 anos também resolveu aderir a esse tipo de dieta perigosa. Quando os filhos perceberam o que estava acontecendo, já era tarde demais. De acordo com o jornal suíço Tage Anzeiger, a dona-de-casa Anna Gut (o nome foi alterado pelo jornal para preservar sua família) foi encontrada morta em seu quarto e exames constataram que a causa da morte foi inanição.

Morreu de fome…

A reportagem do Tage Anzeiger conta que essa não foi a primeira morte relacionada ao Respiratorianismo que se tem notícia. Segundo o artigo, a dieta popularizada por Ellen Greve fez muitas vítimas como, por exemplo:

Timo Degen faleceu aos 31 anos de idade (em 1997) em Munique, vítima de um colapso circulatório após tentar a dieta da luz.Lani Morris, um neozelandês que também faleceu em junho de 1998, em decorrência de um acidente vascular cerebral, causado pela perda de líquidos durante uma semana de um jejum proposto em um dos livros de Ellen Greve (na ocasião, Jasmuheen deu uma entrevista onde se defendia: “A morte de um ser humano é uma conclusão precipitada, foi, assim, o carma do falecido”, disse ela) Em setembro de 1999, a australiana Verity Linn foi encontrada morta próxima ao lago Cam em Assynt (Escócia). Ela tinha 48 anos de idade e estava extremamente magra quando morreu. Apesar das investigações não descobrirem a causa da morte, no diário da mulher havia relatos de suas experiências com a dieta e afirmações de que ela já estaria num estágio bem avançado nas técnicas respiratorionistas.Esse pessoal na África não conhece o respiratorianismo? Parece que não... (foto: reprodução) Esse pessoal na África não conhece o respiratorianismo? Parece que não… (foto: reprodução)

Não é possível se viver sem água e alimentos. Essa historia de viver de luz é farsa! Não tentem fazer isso!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Bebê ‘craque’ no skate com apenas 2 anos vira sensação na web

Um bebê de apenas 2 anos de idade se tornou sensação na internet ao mostrar suas impressionantes habilidades com um skate em Vitória, na Austrália, com direito a saltos e manobras em cenários urbanos (assista ao vídeo).

Kahlei Stone-Kelly mostrou muita habilidade em cima do skate, apesar dos usuários criticarem o fato de que ele andava sem equipamentos de proteção (Foto: Reprodução/YouTube/roseveld balimako)Kahlei Stone-Kelly mostrou muita habilidade em cima do skate, apesar de os usuários criticarem o fato de que ele andava sem equipamentos de proteção (Foto: Reprodução/YouTube/roseveld balimako)

Ainda de fralda, o menino Kahlei Stone-Kelly, que seria de uma família de skatistas, mostrou que tem bastante equilíbrio, às vezes contando com a ajuda do pai para se manter em cima da prancha em alguns saltos.

Mesmo Kahlei tendo apresentado uma performance impecável, alguns usuários criticaram o fato de ele não usar equipamentos de segurança para andar de skate. A família do menino alega que a criança começou seu treinamento quando tinha apenas 6 meses de idade, de acordo com o jornal britânico “Daily Mail”.

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Publicado por em 29 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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