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Justiça europeia diz que Google deve apagar dados pessoais de usuários

O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) considerou nesta terça-feira (13) que os usuários das ferramentas de busca, como o Google, podem exigir que suas informações pessoais, que são processadas e armazenadas pelos servidores, sejam apagadas.

O caso teve origem em uma ação apresentada por um cidadão espanhol que exigia que seus dados pessoais, associados a um leilão de imóveis vinculado a um embargo em 1998, e os links nos quais apareciam as informações, fossem suprimidos dos resultados de busca no Google.

O tribunal considerou na decisão que qualquer pessoa “tem o direito de ser esquecida” na internet sob certas condições, em particular quando os “dados são considerados inadequados, não pertinentes ou não mais pertinentes do ponto de vista dos fins par os quais foram tratados e do tempo transcorrido”.

O caso começou quando um espanhol apresentou uma denúncia em em 2010 à Agência Espanhola de Proteção de Dados (AEPD) contra o jornal “La Vanguardia” e o Google.

O demandante “solicitava ao jornal ‘La Vanguardia’ que eliminasse ou modificasse” duas páginas na internet da publicação nas quais anunciava o leilão de 1998 e ao Google “que eliminasse ou ocultasse seus dados pessoais”, explica o tribunal.

A AEPD não aceitou a denúncia contra o “La Vanguardia” por considerar que o jornal “publicou legalmente a informação”, mas considerou que o Google deveria adotar “as medidas necessárias para retirar os dados”.

Isto levou o Google a apresentar recursos à Audiência Nacional espanhola, que levou o caso ao TJUE. O tribunal europeu considerou nesta terça que a empresa que administra a ferramenta de busca “é responsável” pelo tratamento dos dados pessoais que coleta.

Com base na diretriz europeia sobre a proteção de dados pessoais, os usuários têm o direito, sob certas condições, de que as informações que os envolvem não apareçam mais vinculadas a seu nome em uma lista de resultados quando uma busca é feita com seu nome.

“Os links para sites que contêm esta informação devem ser suprimidos da lista de resultados, a menos que existam razões particulares – como o papel desempenhado por esta pessoa na vida pública – que justifiquem que prevaleça o interesse do público a ter acesso a esta informação ao efetuar a busca”, destacou o tribunal.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Bombeiros pedem ajuda para apagar fogo no próprio prédio no Canadá

Bombeiros da pequena cidade de Mount Albert, no Canadá, tiveram que pedir ajuda em cidades vizinhas para extinguir as chamas no prédio da própria corporação, que consumiu a construção por completo.

De acordo com o jornal “CBC News”, as chamas começaram na garagem onde estavam os veículos dos bombeiros, que tiveram que sair do prédio e não conseguiram utilizar nenhum tipo de equipamento para combater o fogo.

A equipe precisou esperar a chegada do corpo de bombeiros de East Gwillimbury, que só conseguiu controlar o fogo após duas horas. Seis carros da corporação de Mount Albert foram destruídos, mas ninguém se feriu.

O chefe dos bombeiros e o prefeito da cidade se reuniram com as lideranças de cidades próximas para estabelecer um plano de combate a emergências até que a corporação de Mount Albert seja estabelecida novamente no local.

Bombeiros de cidade no Canadá não conseguiram extinguir as chamas no prédio da própria corporação (Foto: Reprodução/YouTube/Ivy Cuervo)Bombeiros de cidade no Canadá não conseguiram extinguir as chamas no prédio da própria corporação (Foto: Reprodução/YouTube/Ivy Cuervo)

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Falha no Facebook permitia apagar fotos de qualquer usuário

O pesquisador de segurança Arul Kumar recebeu US$ 12,5 mil (quase R$ 30 mil) por informar ao Facebook a existência de uma vulnerabilidade que permitia que qualquer usuário apagasse qualquer foto enviada por outro usuário na rede social.

O especialista indiano publicou os detalhes do problema em seu blog pessoal  depois de já ter aguardado que o Facebook solucionasse a falha (Veja aqui).

O Facebook recompensa em dinheiro qualquer um que contribuir com informações sobre falhas na rede social, mas o valor pago nesse caso foi mais alto que o de costume.

O problema estava em uma função do Facebook que permite a um usuário denunciar uma foto ao Facebook como inapropriada.

Quando a rede social não remove a foto, o internauta tem a opção de enviar uma solicitação a quem fez o upload da mesma, que receberá uma notificação dizendo que alguém gostaria que a foto fosse apagada.

Essa tela possui um link para que aquele que enviou a foto possa imediatamente apagar a imagem. No entanto, qualquer outro usuário do Facebook poderia acessar esse mesmo link e apagar a imagem, porque a rede social não verificava se o usuário logado era o mesmo do dono da foto.

Dessa forma, era preciso apenas saber o link, o que também era possível adivinhar. Com isso, qualquer foto na rede social poderia ser apagada, apenas acessando endereços específicos.

Kumar publicou um vídeo demonstrando como era possível adivinhar os valores numéricos do endereço a ser acessado (Veja o vídeo).

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Falha no Facebook permitia apagar fotos de qualquer usuário

O pesquisador de segurança Arul Kumar recebeu US$ 12,5 mil (quase R$ 30 mil) por informar ao Facebook a existência de uma vulnerabilidade que permitia que qualquer usuário apagasse qualquer foto enviada por outro usuário na rede social.

O especialista indiano publicou os detalhes do problema em seu blog pessoal  depois de já ter aguardado que o Facebook solucionasse a falha (Veja aqui).

O Facebook recompensa em dinheiro qualquer um que contribuir com informações sobre falhas na rede social, mas o valor pago nesse caso foi mais alto que o de costume.

O problema estava em uma função do Facebook que permite a um usuário denunciar uma foto ao Facebook como inapropriada.

Quando a rede social não remove a foto, o internauta tem a opção de enviar uma solicitação a quem fez o upload da mesma, que receberá uma notificação dizendo que alguém gostaria que a foto fosse apagada.

Essa tela possui um link para que aquele que enviou a foto possa imediatamente apagar a imagem. No entanto, qualquer outro usuário do Facebook poderia acessar esse mesmo link e apagar a imagem, porque a rede social não verificava se o usuário logado era o mesmo do dono da foto.

Dessa forma, era preciso apenas saber o link, o que também era possível adivinhar. Com isso, qualquer foto na rede social poderia ser apagada, apenas acessando endereços específicos.

Kumar publicou um vídeo demonstrando como era possível adivinhar os valores numéricos do endereço a ser acessado (Veja o vídeo).

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Chinês promete apagar 15 velas com a força de seus punhos

Qualquer um que é viciado em filmes asiáticos ou animes como DragonBall conhece o termo TAIYOU KEN ( punho do sol) , que era um grande poder no punho e tal.

Pois é o vídeo mostra um chinês apagando velas com socos,  não chega a ser um HADOOOOKEN, mas o cidadão pelo menos cumpriu o prometido. E para provar a veracidade uma repórter e seu assistente tentaram a mesma façanha.

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Publicado por em 7 de janeiro de 2013 em Brasil

 

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Vírus Flame é capaz de se apagar da máquina infectada

Criadores enviam ordens para que sistemas comprometidos removam todos os indícios do ataque, para evitar futuras análises forenses

Os criadores do vírus de espionagem Flame enviaram uma ordem para os computadores infectados que ainda estão sob controle dos crackers para baixarem e executarem um componente, desenvolvido para remover todos os indícios do malware e evitar análises forenses da ameaça, de acordo com informações da Symantec. 

O Flame possui um recurso integrado chamado SUICIDE (suicídio, em inglês), que pode ser utilizado para desinstalar o malware dos computadores. No entanto, os criadores da ameaça decidiram distribuir um módulo de remoção automática para máquinas que ainda estejam sendo controladas e conectadas aos servidores, explicou a empresa de segurança em um post. 

O módulo se chama browse32.ocx e sua versão mais recente foi criada no início de maio. “Ainda não se sabe por que os autores decidiram não utilizar a funcionalidade SUICIDE e, ao invés disso, fazer com que o Flame realizasse ações explícitas de remoção, baseadas nesse novo módulo” explicou a Symantec. 

No entanto, apesar de possui uma funcionalidade similar ao SUICIDE (ambos apagam uma grande quantidade de arquivos associados ao malware), o novo módulo vai mais além. “ele localiza cada arquivo do Flame no disco e, em seguida, sobrescreve o disco com caracteres aletórios para prevenir que qualquer pessoa obtenha informações sobre a infecção” comentaram os pesquisadores. “O componente contém uma rotina para gerar esses caracteres durante a operação; ele tenta não deixar rastros da infecção”. 

Apagar um arquivo no Windows não remove propriamente seus dados do disco rígido. Essa ação apenas alerta o sistema de que setores do disco que estava ocupados agora estão livres para serem sobrescritos. No entanto, como não há como prever quando o sistema fará esse procedimento, o arquivo apagado ou partes dele pode ser recuperado com ferramentas específicas, pelo menos por um período de tempo. 

Na semana passada, pesquisadores da Kaspersky afirmaram que descobriram o Flame enquanto investigavam uma série de incidentes envolvendo perdas de dados no Irã, que poderiam ser causados por um malware. No entanto, ainda há não há evidências de que esses ataques tenham ligação com o próprio Flame. No entanto, os especialistas não descartaram a possibilidade que um componente do Flame, que ainda precisa ser identificado, tenha sido responsável pela destruição de dados no país, todavia, caso esse componente exista, não se trata do browse32.ocx. 

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Vírus Flame é capaz de se apagar da máquina infectada

Criadores enviam ordens para que sistemas comprometidos removam todos os indícios do ataque, para evitar futuras análises forenses

Os criadores do vírus de espionagem Flame enviaram uma ordem para os computadores infectados que ainda estão sob controle dos crackers para baixarem e executarem um componente, desenvolvido para remover todos os indícios do malware e evitar análises forenses da ameaça, de acordo com informações da Symantec. 

O Flame possui um recurso integrado chamado SUICIDE (suicídio, em inglês), que pode ser utilizado para desinstalar o malware dos computadores. No entanto, os criadores da ameaça decidiram distribuir um módulo de remoção automática para máquinas que ainda estejam sendo controladas e conectadas aos servidores, explicou a empresa de segurança em um post. 

O módulo se chama browse32.ocx e sua versão mais recente foi criada no início de maio. “Ainda não se sabe por que os autores decidiram não utilizar a funcionalidade SUICIDE e, ao invés disso, fazer com que o Flame realizasse ações explícitas de remoção, baseadas nesse novo módulo” explicou a Symantec. 

No entanto, apesar de possui uma funcionalidade similar ao SUICIDE (ambos apagam uma grande quantidade de arquivos associados ao malware), o novo módulo vai mais além. “ele localiza cada arquivo do Flame no disco e, em seguida, sobrescreve o disco com caracteres aletórios para prevenir que qualquer pessoa obtenha informações sobre a infecção” comentaram os pesquisadores. “O componente contém uma rotina para gerar esses caracteres durante a operação; ele tenta não deixar rastros da infecção”. 

Apagar um arquivo no Windows não remove propriamente seus dados do disco rígido. Essa ação apenas alerta o sistema de que setores do disco que estava ocupados agora estão livres para serem sobrescritos. No entanto, como não há como prever quando o sistema fará esse procedimento, o arquivo apagado ou partes dele pode ser recuperado com ferramentas específicas, pelo menos por um período de tempo. 

Na semana passada, pesquisadores da Kaspersky afirmaram que descobriram o Flame enquanto investigavam uma série de incidentes envolvendo perdas de dados no Irã, que poderiam ser causados por um malware. No entanto, ainda há não há evidências de que esses ataques tenham ligação com o próprio Flame. No entanto, os especialistas não descartaram a possibilidade que um componente do Flame, que ainda precisa ser identificado, tenha sido responsável pela destruição de dados no país, todavia, caso esse componente exista, não se trata do browse32.ocx. 

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Publicado por em 12 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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