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Anatel libera venda no Brasil do iPhone 5C e iPhone 5S, da Apple

Funcionário de operadora de telefonia mostra visores do iPhone 5S e do iPhone 5C em loja de Utah, nos Estados Unidos, na quinta-feira (19) (Foto: George Frey/Reuters)Funcionário de operadora de telefonia mostra visores do iPhone 5S e do iPhone 5C em loja de Utah, nos Estados Unidos, na quinta-feira (19) (Foto: George Frey/Reuters)

A Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) liberou a venda no Brasil dos novos smartphones da Apple, o iPhone 5S e iPhone 5C. A permissão para comercialização dos novos aparelhos em solo brasileiro é feita por meio da homologação, que foi feita pela entidade na última sexta-feira (4).

Os modelos liberados para a venda foram o A1457, dos cinco possíveis do iPhone 5S, e o A1507, de cinco possibilidades do iPhone 5C. Como os aparelhos são capazes de sintonizar a frequência de 2,5Ghz (Gigahertz), ambos são compatíveis com o 4G brasileiro. O último celular top de linha da Apple, o iPhone 5, não era compatível com a banda larga de quarta geração do país.

Os dois aparelhos foram lançados no começo de setembro. No primeiro fim de semana de vendas, o total de unidades comercializadas pelas lojas dos nove países em que os modelos chegaram primeiro chegou a nove milhões. As novidades devem chegar ao Brasil até dezembro, quando a venda será expandida para mais cem países.

Nos Estados Unidos, o iPhone 5C desbloqueado, sem contrato com operadoras, custa US$ 550 (16 GB) e US$ 650 (32 GB). Já o 5S, também desbloqueado, custa US$ 650 (16GB), US$ 750 (32 GB) e US$ 850 (64 GB).

Foi a primeira vez que a Apple apresentou dois modelos de seu smartphone. O 5C é um versão de plástico do iPhone 5 e, tido como opção de baixo custo, é aposta da companhia para ampliar mercado nos mercados emergentes e tentar minar terreno dos celulares que rodam Android, sistema operacional do Google.

Já o 5S é o novo aparelho top de linha da companhia, com leitor de digitais para destravamento de tela e com a capacidade de filmas vídeos em câmera lenta.

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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Brasil atinge 268,4 milhões de linhas de celular em agosto, diz Anatel

O Brasil atingou em agosto 268,4 milhões de linhas ativas de telefonia móvel, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quarta-feira (28).

Pela primeira vez, o celular é o único serviço telefônico de mais da metade das residências do Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As informações constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referentes a 2012. No ano, a fatia das casas brasileiras que dispensam o telefone fixo para concentrar as ligações telefônicas apenas no celular chegou a 51,3% (32,2 milhões de domicílios).

No oitavo mês do ano, foi adicionado 1,44 milhão de novas linhas. Do total de linhas móveis no país em julho, 79,06% (212,23 milhões) são linhas pré-pagas,  enquanto 20,94% (56,21 milhões) são pós-pagas.

Já a TIM, segunda no ranking, ficou com 27,17% de fatia de mercado, abaixo dos 27,22% no mês anterior, com 72,92 milhões de linhas.

As duas operadoras de celular estão no meio de uma operação que pode vir a formar uma megaoperadora de telefonia móvel. O grupo espanhol Telefónica, que controla a Vivo no Brasil, está aumentando sua participação na Telecom Italia, que no Brasil controla a TIM, sob um acordo complexo que fortalecerá a influência da companhia sobre a importante rival na América do Sul, enquanto permitirá a sócios italianos saírem de um investimento não lucrativo.

A Claro, da América Móvil, registrou participação de 25%, à frente dos 24,97% de julho, com 67,1 milhões de assinantes.

Já a Oi ficou com 18,64%, participação praticamente sem alteração em relação ao mês de de junho, com 50 milhões de assinantes.

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Publicado por em 1 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Órgãos pedem à Anatel melhores serviços de telecomunicação

A associação de defesa dos direitos dos consumidores Proteste e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) entregaram nesta quarta-feira à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em São Paulo documento exigindo melhoras no serviço de telecomunicações no país.

Segundo Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste, cerca de 200 pessoas reuniram-se na manhã desta quarta-feira (11) em frente à sede da Anatel no bairro da Vila Mariana, zona sul de São Paulo, para protestar.

“Há anos órgãos como a Proteste recebem reclamações sobre telefonia. É o mais reclamado dos setores”, disse Dolci.

No documento entregue à Anatel, as entidades pedem a criação de uma agenda de diálogo com as associações de defesa do consumidor e penalização das operadoras pela venda indiscriminada de serviços sem a devida qualidade.

As entidades também pedem medidas para promover a revisão tarifária dos serviços de telefonia fixa e as tarifas de interconexão, cobranças de ligações feitas entre números de operadoras diferentes.

Outra exigência é a efetiva implantação do Plano Geral de Metas de Competição, aprovado pela Anatel em 2012, e que tem como objetivo ampliar a concorrência no mercado.

Serviços prestados
Em comunicado, a Anatel afirmou que tem adotado “medidas no campo da regulação do serviços de telecomunicação, com vistas à melhora dos serviços prestados pelas operadoras e redução nos preços aos consumidores”.

A agência afirma estar atuando com rigor na fiscalização da qualidade, aplicando, quando cabíveis, sanções no caso de falhas na prestação dos serviços.

“Também foram adotadas, em passado recente, medidas cautelares, como a suspensão de comercialização de chips, no caso da telefonia móvel”, declarou a agência.

Para a coordenadora da Proteste, a suspensão de venda de novos chips ocorrida no ano passado não surtiu efeito até agora em melhora dos serviços das operadoras. “O ranking de reclamações foi mantido com a mesma reincidência”, declarou Maria Inês.

De acordo com a entidade, cópias das reivindicações também serão enviadas para o Ministério Público Federal, Tribunal de Contas da União e Ministério das Comunicações.

As entidades deram prazo de 15 dias para uma resposta da Anatel às reivindicações, e, caso não haja retorno, novos protestos serão convocados pela Proteste, disse Dolci.

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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Brasil registra 267 milhões de linhas móveis ativas em julho, diz Anatel

O Brasil terminou julho com 266,999 milhões de linhas de telefonia móvel ativas, com adição de 1,26 milhão no mês, mostraram dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quarta-feira (28).

A expansão da base sobre junho foi de 0,47%, enquanto o crescimento em 12 meses ficou em 4,1%.

Do total de linhas móveis no país em julho, 79,23% (211,54 milhões) são linhas pré-pagas,  enquanto 20,77% (55,45 milhões) são pós-pagas.

O total de linhas pré-pagas subiu 1,2% em 12 meses, enquanto o de linhas pós-pagas avançou 16,9%.

A Vivo manteve a liderança no mercado, com participação de 28,69%, acima dos 28,67% em junho, com 76,59 milhões de linhas.

Já a TIM, segunda no ranking, ficou com 27,22% de fatia de mercado, frente a 27,17% no mês anterior, com 72,68 milhões de linhas.

A Claro, da América Móvil, registrou participação de 24,97% no mês passado, queda frente aos 25,01% em junho, com 66,68 milhões de assinantes.

Já a Oi ficou com 18,66% de participação, abaixo dos 18,71% de junho, com 49,82 milhões de assinantes.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Vivo, TIM e Oi descumprem metas de banda larga, diz relatório da Anatel

Apesar de não serem obrigadas por lei a cumprir integralmente os contratos com os consumidores, as operadoras de telefonia derraparam e deixaram de atingir algumas metas estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de acordo com mediação da banda larga móvel e fixa realizada em julho, cujos resultados foram apresentados nesta sexta-feira (30).

Vivo e TIM descumpriram algumas das metas estabelecidas pela agência para a interent móvel, enquanto a Oi falhou em metas fixadas para a banda larga fixa. As outras operadoras, fixas e móveis, Claro, NET, GVT, Algar, aJato, Sercomtel e Cabo Telecom ficaram dentro do esperado.

No critério “velocidade instantânea”, a meta estabelecida por regulamento é de que as teles entreguem, no mínimo, 20% da velocidade contratada para serviços de internet móvel em 95%. A Vivo foi a empresa que mais falhou. Não atingir a meta no Rio, onde obteve êxito em 91,09% das medições, e em São Paulo, onde o índice de sucesso chegou a 93,55%.

“Problemas sistêmicos limitaram o número de medições, o que reduziu a validade estatística dos dados coletados e fez com que dois resultados ficassem muito próximos dos índices previstos pelo órgão regulador”, afirmou a Vivo ao G1, por meio de nota. E completa: “Já foram adotadas medidas corretivas para que os números de agosto reflitam com maior precisão o desempenho da rede da companhia”.

Já a TIM ficou aquém da meta em São Paulo, dentro do aceitável apenas em 89,51% das avaliações.

Em nota, a TIM afirmou que “está avaliando os resultados da medição para banda larga móvel, realizada em julho/13, pela Anatel”. Além disso, a empresa acrescenta que “em relação à taxa de transmissão instantânea, a companhia atingiu a meta em todos os Estados avaliados, exceto em São Paulo, mas esclarece que está investindo constantemente com foco na ampliação e otimização da sua rede”.

Velocidade média para planos acima de 2 Mbps (Megabit por segundo)

Segundo a Anatel, mais de 60 mil voluntários fizeram as medições nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Norte. Eles também analisaram velocidades para planos com velocidade abaixo dos 2 Mbps e acima desse patamar (Veja quadro ao lado).

O outro critério para avaliar a velocidade é o de “velocidade média”, segundo o qual as operadoras devem entregar no mínimo 60% da velocidade contratada –o valor é a média das velocidades instantâneas medidas ao longo de um mês. Todas as operadoras superaram a meta nessa categoria.

No entanto, algumas suaram para passar. Em São Paulo, a TIM entregou bateu a meta em 65,39% das avaliações; no Rio, TIM e Vivo atingiram, respectivamente, o estabelecido em 66,61% e a 68,87% das medições.

A Oi foi ficou abaixo dos limites no critério de “perda de pacotes”, referente à banda larga fixa. Essa situação ocorre quando um internauta não consegue acessar alguma informação na internet, porque os pacotes de dados que trafegam pela rede não encontram seu destino ou são descartados, devido a uma falha na conexão ou a sua baixa qualidade.

A meta é que a perda não fosse superior a 2% em 85% das medições. No entanto, a Oi atingiu 83,64% no Paraná e 77,72%, no Rio.

A operadora também derrapou em latência, no Rio Grande do Norte. Latência é o tempo entre a ida de um pacote de dados da casa do usuário até os servidores e a volta da informação do servidor ao domicílio. O objetivo era que em 85% das medições esse período de espera não fosse superior a 80 milissegundos. Mas em julho a tele ultrapassou o tempo máximo de resposta e só atingiu a meta em 14% das avaliações.

Em comunicado, a Oi afirma “que vem registrando avanços importantes nos indicadores de qualidade estabelecidos pela Anatel, que têm se apresentado dentro das metas fixadas pelo órgão regulador”. E completa: “a Oi atingiu os seis indicadores em quatro estados – com exceção de três casos pontuais que já foram mapeados e estão sendo cuidadosamente analisados e tratados pela companhia”.

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Publicado por em 30 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Leilão de 4G deverá acontecer em abril ou maio de 2014, diz Anatel

João Batista de rezende, presidente da Anatel (Foto: Lilian Quaino/G1)João Batista de rezende, presidente da Anatel (Foto: Lilian Quaino/G1)

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, anunciou nesta segunda-feira (19) que o próximo leilão de banda larga móvel 4G – na faixa de frequência de 700 megahertz – deverá acontecer em abril ou maio de 2014. Ele participa de workshop sobre conectividade no Rio. Em evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro, ele disse ainda que até dezembro de 2013 as cidades-sede de jogos da Copa do Mundo terão que estar com a rede 4G atual – na faixa de 2,5 gigahertz – instalada.

Na quinta-feira (15), levantamento da Anatel mostrou que as metas de qualidade da internet móvel são cumpridas pelas quatro grandes operadoras de telefonia celular (Oi, TIM, Vivo e Claro) em apenas três capitais do país – Campo Grande (MS), Cuiabá (MT) e Maceió (AL).

De acordo com o documento, nas outras 23 capitais, além do Distrito Federal, pelo menos uma das quatro grandes empresas do setor foi reprovada em um dos critérios de avaliação utilizados pela agência (taxa de sucesso na conexão com a internet e taxa de queda das conexões).

A situação é pior nas duas maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro. Na primeira, todas as operadoras descumpriram as duas metas de qualidade. Na segunda, nenhuma cumpre a meta de sucesso nas conexões.

Os números são de abril de 2013 e se referem tanto às conexões de terceira (3G) quanto de segunda geração (2G). Para ser aprovada, a operadora precisa apresentar sucesso em pelo menos 98% das tentativas de conexão feitas pelos clientes e taxa de queda de conexão não superior a 2%.

Cobertura de 3G e 4G pode ser antecipada
O presidente da Anatel disse ainda que há estudos para tentar antecipar a meta de massificação do 3G e do 4G. O plano original é completar a cobertura de 3G no país até 2017, e de 4G até 2019.

“Vamos ver se é possível, depois de cálculos financeiros e obrigações de investimentos, antecipar a massificação do 3G para 2015 ou 216 e do 4G para 2018”, disse.

Para ele, o leilão do 4G na frequência de 700 MH é estratégica para expandir a rede de fibra ótica de alta qualidade para 95% dos municípios brasileiros. O investimento em fibra ótica faz parte das obrigações das empresas vencedoras do leilão.

Orelhões wi-fi
A Anatel inicia ainda em 2013 estudos para instalação de orelhões wi-fi. Segundo Rezende, existem no país 1 milhões de orelhões, muitos subutilizados. A ideia é desativar 400 mil e modernizar os demais 600 mil, mantendo, em princípio, metade deles no formato tradicional e a outra oferecendo serviço de wi-fi. Rezende disse que a consulta pública será em março de 2014 e os novos orelhões entrarão em operação em 2015 ou 2016, na renovação contratual com as concessionárias.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Anatel pede informações a empresas sobre segurança contra espionagem

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, afirmou que a agência está levantando informações junto a empresas brasileiras sobre a segurança na rede de internet após as denúncias de espionagem por parte do governo americano. Ele participa nesta segunda-feira (19) de workshop sobre conectividade na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

“A Anatel não regula internet, regula telecom, não mexe com conteúdo. Mas cobramos das empresas que regulamos toda a atenção possível na preservação dos dados dos usuários. Perguntamos como é a rede, como é o sistema, se tem barreira contra vazamento de dados”, explicou.

Rezende disse ainda que “os americanos dizem que não estão investigando empresas brasileiras, só as americanas como Google e Facebook”, mas mesmo assim o governo trabalha o tema no nível diplomático por meio do Itamaraty e tem planos de levar a discussão para a Organização das Nações Unidas, uma vez que vários países vêm reclamando da postura dos Estados Unidos.

Enquanto o telefone fixo mostra tendência de estagnação, com os minutos usados pelos consumidores caindo de 8% a 10% ao ano, a banda larga móvel 3G já chega a 2.930 cidades brasileiras, atendendo a cerca de 90% da população, um crescimento de 430% deste 2010 – são 64 milhões de chips em operação no país em 2013, segundo a Anatel.

Mas sempre vai haver sobrecarga e descompasso entre a necessidade de infraestrutura e o serviço que o cidadão quer, a qualidade do serviço ainda não é a ideal, disse o presidente da agência.

Segundo Rezende, o usuário de banda larga fixa e móvel quer convergência em pacotes de serviços. Mas a infraestrutura para o crescimento das redes é um desafio principalmente nas restrições das postura municipais em relação à instalação de antenas.

“Sempre cito como exemplo a cidade e Campinas, em São Paulo, onde não se pode instalar antenas a menos de 300 metros de qualquer coisa. Se me perguntam se vai ter 4G lá, digo que não”, explicou.

Ele disse ainda que o setor público está atrasado em soluções de internet.

“Nos atendimentos nos Detrans e outros órgãos públicos se percebe que setor público tem que gastar e investir em tecnologia para melhorar o atendimento da população”, disse.

Segundo Rezende, a Anatel considera importante resolver os conflitos que envolvem a implantação da infraestrutura de telecomunicações, que tem demanda crescente e requer investimentos, e produção de conteúdo.

“Países como Alemanha e França estão preocupados com esse novo modelo de convergências. Quem financia o quê? Todos os aplicativos são americanos. Isso leva até à à questão da espionagem. A internet mundial passa pelos Estados Unidos. O e-mail me convidando para esse evento passa pelos Estados Unidos. Os americanos sabem que eu estou aqui”, disse Rezende, explicando o debate sobre internet gira em torno de temas como direito autoral, privacidade e segurança, neutralidade da rede e acesso à infraestrutura.

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Publicado por em 20 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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