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Gamestop prevê lucro no 4º trimestre abaixo das estimativas de analistas

A rede Gamestop, maior varejista de produtos de videogame do mundo, prevê que seu lucro no quarto trimestre de 2013 feche abaixo das estimativas dos analistas. A queda seria motivada pelo declínio maior que o esperado nas vendas de novos games para os aparelhos Xbox 360 e PlayStation 3, o que fez as ações da empresa caírem 12%.

A varejista afirma que espera um lucro entre US$ 1,85 e US$ 1,95 por ação, enquanto a média dos analistas esperava um dividendo de US$ 2,14 por ação, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Analistas mostram preocupação com preço de iPhone ‘econômico’

iPhone 5C (Foto: Divulgação/Apple)iPhone 5C (Foto: Divulgação/Apple)

O preço mais elevado do que o esperado do novo iPhone “econômico” da Apple aliviou preocupações sobre as margens de lucro da empresa, mas despertou desconfiança sobre a companhia não estar sendo agressiva o suficiente para lutar contra o Android, do Google.

As ações da Apple caíam cerca de 3% (US$ 480,50) antes de o mercado abrir nesta quarta-feira (11), um dia depois da companhia ter revelado o iPhone 5S, modelo topo de linha equipado com um leitor de impressões digitais, e o 5C, mais barato e destinado a mercados emergentes.

“Nossa preocupação é que a incapacidade/relutância da Apple em lançar uma oferta de baixo custo para os mercados emergentes quase garante que a empresa vá continuar perdendo participação de mercado em smartphones”, disseram os analistas da Sanford C. Bernstein, em relatório.

Ainda assim, o Bernstein manteve sua classificação de “outperform” (desempenho acima do mercado) para as ações da Apple, e espera que os novos iPhones tenham pouco impacto sobre as margens da empresa.

O analista Stuart Jeffrey, da Nomura Equity Research, elevou seu preço-alvo para as ações da Apple de US$ 420 para US$ 480 e afirmou que a empresa pode ter assegurado margens estáveis para os próximos trimestres com o 5C. O aparelho irá custar US$ 99 com contrato de operadora, e US$ 549 sem.

Porém, isso não foi o suficiente para o BofA Merrill Lynch e a Credit Suisse. Ambos rebaixaram as ações da Apple para “neutro”, ante recomendação anterior de “compra” e “outperform”.

“Em vez de oferecer preços atraentes para os consumidores, movendo o iPhone 5C para um segmento novo e de preços crescentes, a Apple manteve uma estratégia de preços premium, direcionando o alvo para smartphones entre US$ 400 e US$ 800”, afirma Kulbinder Garcha, analista do Credit Suisse, em relatório.

“Esse segmento não tem previsão de um crescimento significativo a longo prazo. Esta decisão, na margem, é boa para a rentabilidade, mas não para o crescimento”.

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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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ONU não evitará intensificação da guerra na Síria, dizem analistas

A resolução da ONU para neutralizar as armas químicas na Síria é de muito difícil aplicação, caso seja aprovada, e não impedirá a intensificação da guerra, segundo analistas.

O ataque com armas químicas de 21 de agosto nos subúrbios de Damasco provocou centenas de mortes e levou o governo dos Estados Unidos a ameaçar com um ataque o regime de Bashar al-Assad, ao qual atribui a ação.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

A resposta militar pode não acontecer se o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta russa para colocar o arsenal químico do regime Assad sob controle.

Executar a operação parece difícil em meio a uma guerra e, de todos os modos, o recuo dos Estados Unidos e dos países ocidentais na hora de atacar a Síria levará a uma intensificação dos combates.

Estas são as conclusões dos analistas reunidos nesta quinta-feira (12) em Londres na apresentação do ‘Relatório Estratégico 2013’, do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS).

“As ações militares em defesa dos princípios de dissuasão são mais efetivas se seguem o princípio de Macbeth: ‘se você precisa fazer algo, seriam melhor fazer rápido'”, disse John Chipman, diretor geral do IISS, em referência ao adiamento da resposta americana.

“Aqueles que consideravam eliminar o arsenal químico sírio como a questão principal, poderiam ver cumprido seu objetivo minimalista. Mas que a diplomacia sobre o uso de armas químicas acelere a diplomacia para a resolução da guerra civil é outro tema diferente”, completou.

“Os rebeldes sírios têm um sentimento de abatimento e abandono, um sentimento de que a ajuda não chega e que tido isto beneficia os radicais”, explicou Emile Hokayem, analista de segurança no Oriente Médio do IISS.

“Vamos observar uma luta intensa nas próximas semanas, com mais violência nas facções rebeldes e um regime tentanto beneficiar-se do sentimento de abandono de seus inimigos”, disse.

“Os combates vão ganhar força, provavelmente veremos mais massacres, só porque existe a impressão de que não chegará ajuda externa. Portanto é um ‘salve-se quem puder”, completou Hokayem.

“As condições para que os grupos da oposição se unam a um processo de paz diminuíram”.

Mark Fitzpatrick, diretor do programa de não-proliferação do IISS e ex-funcionário do Departamento de Estado americano, recordou que “nunca se deu uma situação na qual a comunidade internacional tenha tentado reunir, apreender e destruir armas de destruição em massa durante um conflito em marcha”.

“O melhor exemplo é o Iraque, uma vez acabada a guerra, e mesmo assim levou meses para reunir os equipamentos e anos para destruir o arsenal. Na Líbia passaram anos e ainda não conseguiram destruir todo o gás mortada”, recordou.

“Assim é imensamente difícil. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos acredita que seriam necessários 75 mil soldados para apreender as armas químicas na Síria”.

Estes soldados, argumentou Hokayem, não poderiam ser russos, os principais aliados de Bashar al-Assad.

“Se eu fosse um comandante rebelde, diria: ‘tragam-me os russos, mais objetivos”, afirmou.

O secretário de Estado americano, John Kerry, e o chanceler russo, Serguei Lavrov, se reúnem nesta quinta-feira e sexta-feira em Genebra para negociar a proposta, algo que lembra os grandes momentos da Guerra Fria.

Eles tentam recuperar a via diplomática no conflito na Síria, que em dois anos e meio deixou mais de 110 mil mortos.

A proposta tem o consentimento de Damasco. Assad anunciou que colocaria o arsenal do país sob controle internacional.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 12 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Analistas veem ‘baixa probabilidade’ de represália síria contra Israel

As chances de que o presidente da Síria, Bashar al-Assad, ordene bombardeios contra Israel em represália a um eventual ataque americano são ‘muito baixas’, avaliam analistas israelenses. Mas há uma minoria que acredita que o ‘improvável’ possa acontecer.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

Entre os analistas políticos e militares em Israel é praticamente unânime a opinião de que se houver um ataque dos Estados Unidos contra a Síria, Damasco não responderá com mísseis contra Israel, o principal aliado americano no Oriente Médio.

Para Schlomi Eldar, colunista do site Al Monitor que há 20 anos cobre a região para canais de TV israelenses e é autor de livros e documentários sobre o Oriente Médio, o regime de Assad não teria força militar para lançar uma ofensiva contra Israel após dois anos de guerra civil.

‘A Síria ameaça lançar mísseis contra Tel Aviv se os Estados Unidos a atacarem, como um mosquito que ameaça atacar um elefante. Assad pensa que ninguém percebeu que seu Exército está destroçado (…), que milhares de soldados desertaram e que necessita da ajuda do Hezbollah para retomar a cidade estratégica de Kussair’, afirma Eldar em artigo no Al Monitor.

Status quo, Al Qaeda e poderio bélico
Para o jornalista e escritor Uri Avnery, existe um ‘acordo tácito’ entre Assad, o presidente americano, Barack Obama, e o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu.

‘Todos têm interesse em manter o status quo, ou seja, todos querem manter Assad no poder na Síria’, disse em entrevista à BBC Brasil.

Avnery é fundador do movimento de paz Gush Shalom e ex-membro do Knesset, o Parlamento israelense, para partidos de esquerda.

‘Tanto para os Estados Unidos como para Israel a alternativa a Assad seria pior. Os islamistas radicais da linha da Al Qaeda tomariam o poder’, diz Avnery.

‘Nessas circunstâncias, Assad não tem interesse em atacar Israel e ampliar o confronto’, complementou.

O historiador Eyal Zisser, da Universidade de Tel Aviv, reforça a teoria de que Assad não tem meios para atacar Israel nesta altura da guerra civil que trava contra os rebeldes em seu próprio território.

‘As capacidades do Exército sírio estão bastante desgastadas, há escassez de munição, não é a Siria de três anos atrás. A Força Aérea da Síria também está em situação difícil, há falta de peças de reposição e de combustível e a manutenção é precária’, disse Zisser em entrevista ao site de noticias israelense Ynet.

Hezbollah e Irã
No entanto, para Yehuda Balanga, especialista em Síria da Universidade de Bar Ilan, se Assad se sentir ‘encurralado’, ele será, sim, capaz de atacar Israel.

Balanga pertence a uma minoria entre os analistas que acha que a probabilidade de que o presidente sírio decida lançar mísseis contra Tel Aviv é significativa.

‘Se Assad sentir que está com as costas contra a parede ele poderá mobilizar seus aliados – o Hezbollah e o Irã – para lançar uma represália.’

Para Balanga, Assad não abrirá mão do poder na Síria ‘em hipótese alguma’.

‘Se perder o poder, os sunitas poderão massacrar os alauítas’, afirmou.

Apreensão e incertezas
Nas últimas duas semanas, desde que um ataque americano à Síria vem se configurando como iminente, a mídia israelense vem debatendo incessantemente a possibilidade de que haja um ataque ao país.

Embora a maioria das previsões descarte esse cenário, o nervosismo do público vem aumentando e um dos sinais dessa tensão é a corrida de milhares de pessoas aos centros de distribuição de máscaras anti-gás.

Caso o cenário considerado ‘improvável’ acabe se concretizando e as cidades israelenses se transformarem em alvos para mísseis da Síria ou de seus aliados, muitos dos civis em Israel estarão desprotegidos.

‘Se mísseis de Bashar al-Assad caírem na retaguarda, não deveremos nos surpreender se houver caos, incerteza e falhas das autoridades que supostamente devem proteger os civis’, afirma o analista militar Reuven Pedhatzur em artigo no jornal israelense ‘Haaretz’.

Pedhatzur aponta a ‘falta de coordenação’ entre vários órgãos do governo que devem assumir a responsabilidade em casos de emergência e o fato de que faltam máscaras de gás para 40% da população.

‘Se Assad concretizar suas ameaças, o que aconteceu há 20 anos, quando mísseis Al Hussein caíram em Tel Aviv, se repetirá’, adverte Pedhatzur, em referência à primeira Guerra do Golfo, em 1991, quando as autoridades israelenses se mostraram despreparadas para proteger os civis dos mísseis lançados pelo Iraque.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Diversificar o Home pode ampliar apelo do Facebook, dizem analistas

Ao integrar ao serviço mais aplicativos de fora da rede social pode ampliar o alcance do FB para além do seu núcleo ativo de usuários

O Home, que foi revelado na quinta-feira (4), é um software disponível apenas para dispositivos Android e foi projetado para dar às pessoas acesso rápido ao conteúdo do perfil no Facebook e enviar mensagens aos amigos.

Uma de suas características principais é o Cover Feed, que substitui a tela inicial e de bloqueio do smartphone para exibir constantemente aos usuários atualizações de atividades e status de amigos e grupos que participam no Facebook.

Atualmente, todo o conteúdo do Cover Feed é gerado pela rede social, mas atualizações de outros serviços, como o Tumblr ou Instagram, poderiam ser integradas em algum momento, disse a empresa durante o evento de lançamento do Home, em sua sede em Menlo Park, Califórnia. “Com o tempo, esperamos ter mais conteúdo lá”, disse o CEO Mark Zuckerberg. “Essa é uma grande oportunidade.”

O software também é uma boa ideia se o Facebook quer realmente ampliar o seu apelo para além dos usuários mais ativos, dizem analistas. “Tratar o Home como uma plataforma onde as pessoas podem acessar outros feeds sociais, ao contrário de um aplicativo proprietário, ampliará o seu apelo”, disse o analista sênior da Opus Research.

As funções do Cover Feed são semelhantes às do News Feed – embora, em vez rolar a tela para ver as atualizações, as pessoas podem deslizá-las a medida que cada atualização ou post preenche a tela. Essas atualizações são feitas para conectar os usuários mais profundamente com seus amigos.

O Cover Feed do Home provavelmente será bastante chato para as pessoas que não são muitos ativas na rede social, disse o analista da Gartner, Brian Blau. Para que o produto ganhe um apelo massivo, uma maior variedade de atividades sociais externas terão que ser integradas a ele.

Os usuários gostam de poder personalizar seus feeds sociais, disse Blau. O Facebook atendeu a essa demanda recentemente com o novo Feed de notícias, que adicionou a habilidade de escolher o conteúdo por assunto. Esses tipos de melhorias cairiam bem para o Home, e adicionar conteúdos de terceiros é uma mudança que talvez os usuários vejam, disse Blau.

Mas há um porém: se o Home colocar mais conteúdo em futuras versões, há também a preocupação de que ele poderia tornar-se demasiado confuso. “Eles precisam encontrar o justo equilíbrio entre funcionalidade e simplicidade”, disse Sterling.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Empresa brasileira abre 60 vagas para analistas e desenvolvedores de TI

Oportunidades na Deal Group estão abertas para níveis Júnior, Pleno e Sênior.

Deal Group, empresa brasileira especializada em outsourcing, está com 60 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação que atuarão diretamente em clientes e projetos da empresa. As oportunidades são direcionadas a analistas funcionais e de negócio e desenvolvedores dos níveis Júnior, Pleno e Sênior.

Os candidatos devem ter experiência prévia nas funções e vivência em instituições financeiras e inglês são requisitos desejáveis. Além disso, as vagas exigem conhecimento em .NET, C# e Visual Basic 6. 

Os interessados devem enviar currículo para deal.recrutamento@deal.com.br, e-mail pelo qual podem ser tiradas dúvidas e obtidas mais informações sobre as oportunidades.

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Publicado por em 5 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Windows RT deve fracassar, preveem analistas

Menos capaz que o Windows 8, sistema tem como atrativos o baixo custo e longa autonomia de bateria, vantagens que estão desaparecendo rapidamente

Ah, Las Vegas. Lugar onde os sonhos se realizam e corações são despedaçados. Talvez não exista lugar mais adequado para mostrar a gigantesca aposta que é o Windows RT, o primeiro sistema operacional da Microsoft focado em tablets, e a primeira versão criada especificamente para processadores ARM.

Mas a Microsoft e a ARM não tiveram sorte, e perderam a aposta. O Windows RT não estava em sua melhor forma durante a CES 2013, e para todos os efeitos morreu no deserto de Nevada no início de janeiro de 2013.

Um voto de não-confiança
Na verdade o Windows RT começou a CES fazendo barulho: Steve Ballmer, CEO da Microsoft, subiu ao palco durante a tradicional palestra de abertura da feira, feita neste ano pelo CEO da Qualcomm, Paul Jacobs. Ballmer mostrou dois tablets com Windows RT e processadores Qualcomm, entre eles o Samsung ATIV Tab, e destacou a Samsung como uma das principais parceiras de hardware da Microsoft.

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Steve Ballmer, da Microsoft, e Paul Jacobs, da
Qualcomm, apresentam tablets com Windows RT

Mas apenas três dias depois a Samsung disse à CNET que não irá lançar o ATIV Tab nos EUA, citando uma baixa demanda em geral por tablets com o Windows RT. Mike Abrary, um Vice-Presidente Sênior (SVP) na Samsung, disse também que os consumidores não entendem a diferença entre o Windows RT e o 8.

“Não houve um posicionamento muito claro sobre o lugar do Windows RT no mercado, e qual sua relação com o 8”, disse Abrary à CNET. “Quando fizemos alguns testes e estudos para determinar como poderíamos colocar um aparelho com o RT no mercado, descobrimos que ainda seria necessário muito trabalho para educar o consumidor sobre o que é o Windows RT”.

Para ser justo, a Samsung não é um indicador das tendências no mercado de PCs. Embora a empresa produza algumas máquinas com Windows interessantes, não é um grande participante no tradicional mercado de informática e sua atenção está voltada principalmente ao Android.

Mas a Samsung não é a única fabricante (OEM) a dar um passo atrás com o RT. Tanto a HP quanto a Toshiba desistiram de planos para tablets com o sistema antes mesmo dele ser lançado. Já a Acer anunciou que seu tablet com sistema não irá aparecer nas lojas antes do segundo trimestre deste ano, se for lançado.

No momento o Dell XPS 10, ASUS VivoTab e Lenovo Yoga 11, além do Surface RT da Microsoft, são os únicos aparelhos com Windows RT no mercado nos EUA. Nenhum deles conseguiu algum sucesso, com exceção, talvez, do Surface.

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O VivoTab, da ASUS, é um dos
tablets com WindowsRT no mercado

Embora a CES estivesse cheia de aparelhos com o Windows 8, o Windows RT esteve completamente ausente. Pra piorar a situação o sucessor do Lenovo Yoga 11 – batizado de Yoga 11S – troca o processador ARM por um Intel Core. A própria Microsoft mostrou, a portas fechadas, seu tablet Surface Pro baseado em um processador Intel Core i5, e não fez um anúncio sequer sobre o Surface RT ou seus planos para o modelo no futuro.

Vantagem dos ARM? Que vantagens?
Mesmo que a Microsoft tivesse gasto mais de seu orçamento de marketing (estimado em US$ 1,5 bilhão) explicando as diferenças entre o Windows RT e o Windows 8, a mensagem não seria tão atraente para os consumidores por que, francamente, no momento o Windows RT é uma droga. E dizer que ele “é que nem o Windows 8, com a exceção de que não roda aplicativos desktop, e os aplicativos para Windows 8 na Windows Store não são tão bons” não é lá um bom argumento de vendas.

Embora não sejam capazes de rodar programas “legados” escritos para o desktop, os processadores ARM nos quais os tablets Windows RT são baseados têm, no geral, menor consumo de energia e custam menos que os de arquitetura x86 produzidos pela Intel e AMD – daí sua presença em tantos tablets Android e em aparelhos da Apple, onde a autonomia de bateria e um preço competitivo são duas das principais preocupações.

Entretanto, estes benefícios da arquitetura ARM já estão sendo desafiados por uma nova geração de processadores x86, mais especificamente o Intel Atom Z2760 “Clover Trail”. O novo chip para tablets da Intel é tão eficiente que em nossos testes de bateria um Samsung ATIV Smart PC equipado com ele durou impressionantes 9 horas e 14 minutos, superando a marca de aparelhos com processadores ARM e Windows RT como o ASUS VivoTab RT e o Surface RT da Microsoft. Em termos de desempenho bruto o Atom Z2760 fica muito aquém de seus irmãos na família Intel Core, mas é similar ao de produtos da ARM.

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AMD “Temash”, chip sob medida para tablets,
com baixo consumo e GPU Radeon integrada

Em termos de custo, tablets com Windows 8 ainda tendem a ser um pouco mais caros que suas contrapartes com Windows RT, mas modelos de baixo custo como o Dell Latitude 10 (US$ 500) e a versão de 32 GB do Acer W510 (US$ 550) já oferecem a experiência completa com o Windows 8 pelo mesmo preço que um tablet com o Windows RT. O modelo de entrada do Lenovo Yoga 11S irá custar os mesmos US$ 799 do atual modelo com Windows RT.

Em outras palavras, os tablets com Windows RT carregam todo o peso das limitações do Windows numa plataforma ARM, cujas supostas vantagens no preço e no consumo de energia estão desaparecendo rapidamente.

O golpe da Samsung no Windows RT foi seguido por dois ganchos certeiros desferidos pela AMD e Intel durante a CES. A AMD passou toda a feira demonstrando seu sistema em um chip de codinome Temash, que tem compatibilidade com DirectX 11.1, graças à GPU Radeon integrada. Tanto o Temash quanto o Intel “Bay Trail” – sucessor do Clover Trail, com o dobro de desempenho segundo a fabricante – aparecerão em tablets na segunda metade de 2013.

É uma data distante, mas os processadores da Intel e AMD irão erodir ainda mais as vantagens da arquitetura ARM quando surgirem. Rodando o Windows 8 completo, aliás.

Uma tábua de salvação?
Mesmo que o Windows RT esteja praticamente à deriva agora, isso não necessariamente significa que ele já era. Ironicamente, o maior aliado do Windows RT em sua luta pela sobrevivência é o Windows 8.

A maior falha do Windows RT é sua dependência nos aplicativos para o Windows 8. A Windows Store é atualmente tão útil quando o desktop residual no Windows RT, ou seja, não muito. Mas se a Microsoft conseguir atrair uma boa quantidade de usuários para o Windows 8 os desenvolvedores com certeza virão atrás, trazendo aplicativos novinhos em folha e feitos sob medida para o sistema junto com eles. E estes apps, antes que nos esqueçamos, rodarão tão bem nos tablets Windows RT quanto naqueles com processadores Intel e o Windows 8.

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A loja de aplicativos do Windows 8 pode
ser a salvação do Windows RT

Em outras palavras, uma adoção em grande escala do Windows 8 só irá ajudar o RT a longo prazo. Se com o tempo a Windows Store conseguir atingir seu potencial, o desktop inútil no RT será um ponto negativo com muito menos peso do que atualmente, transformando o sistema no concorrente do iPad que ele desesperadamente quer ser. O tempo também irá ajudar a reduzir a distância entre os processadores x86 e ARM, à medida em que a Intel e a AMD continuam a aumentar a eficiência energética de seus chips, enquanto a ARM introduz núcleos cada vez mais poderosos, como o Cortex-A15 encontrado no novo Nvidia Tegra 4.

Será o Windows 8 capaz de sustentar o ecossistema por tempo suficiente para dar ao Windows RT uma chance de lutar pela sobrevivência? Apesar de histórias sobre uma fraca adoção do Windows 8 e a saúde do mercado de PCs em geral, novos números do Gartner colocam as vendas de computadores em perspectiva.

A empresa de pesquisas, especializada no mercado de tecnologia da informação, estima que cerca de 353 milhões de notebooks e desktops foram vendidos em 2012, embora as entregas de produtos para as lojas tenham sido um pouco reduzidas no final do ano em relação aos anos anteriores. Mesmo que a indústria mantenha este pequeno declínio ao longo de 2013, o Windows 8 estará em centenas de milhões de computadores ao longo do ano, com a nova interface se tornando familiar para muitos usuários.

A pergunta de US$ 1,5 bilhão não é se o Windows 8 consegue gerar participação no mercado. Em vez disso a pergunta é: a Microsoft precisa da ARM se a AMD e Intel continuarem a lançar processadores de baixo custo e baixo consumo de energia? Considerando todas as outras coisas como iguais, não há motivo para escolher o Windows RT em vez do Windows 8 e seu desktop completamente funcional. A falta de retrocompatibilidade pode significar o fim do Windows RT a longo prazo – assumindo, claro, que a Microsoft não abandone completamente o desktop na versão básica do Windows 9.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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