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FBI ajuda a analisar simulador de piloto de avião que sumiu na Malásia

As autoridades da Malásia solicitaram maior envolvimento na investigação do avião desaparecido em 8 de março aos Estados Unidos e o FBI ajudará a revisar os dados do simulador de voo encontrado na casa do piloto, o capitão Zaharie Ahmad Shah, informaram nesta quarta-feira (19) fontes do FBI, segundo as agências internacionais. As fontes pediram anonimato porque a investigação é conduzida pelo governo da Malásia.

As emissoras de TV norte-americanas CNN, ABC e CBC também divulgaram a informação citando fontes do FBI. Entre os especialistas forenses que estão participando de uma análise de uma cópia do simulador de voo localizado na casa do comandante estão funcionários do laboratório do FBI de Quantico, na Virginia, diz a CNN. O simulador poderia ser enviado para o laboratório nos EUA.

“Chamos técnicos internacionais e nacionais para examinar o simulador do piloto. Há certa informação que foi apagada há pouco tempo e estamos tentando recuperá-la”, disse o ministro da Defesa e interino da pasta de Transportes da Malásia, Hishamudin Husein, durante entrevista à imprensa em Penang, a 50 quilômetros de Kuala Lumpur.
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Arte avião MH370 17/03 sumido malásia (Foto: Arte G1)

As autoridades malaias divulgaram que alguns dados haviam sido apagados do simulador, que foi produzido pelo próprio comandante do voo, e solicitaram ajuda ao FBI para recuperar essa informação, após registrar a residência do comandante aos arredores de Kuala Lumpur no fim de semana passado.

As equipes consideram que estes dados poderiam lançar alguma pista sobre o paradeiro do avião, um Boeing 777, que levava 239 pessoas a bordo.

O secretário de Justiça dos EUA, Eric Holder, reconheceu nesta quarta-feira (19) que os dois governos estão “em conversas em andamento sobre como podemos ajudar”. “Estamos trabalhando com as autoridades da Malásia, mas não temos nenhuma teoria”, disse Holder.

Até agora, as autoridades da Malásia tinham aceitado a ajuda de governos estrangeiros em trabalhos de busca do voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido no dia 8, quando partia da capital, Kuala Lumpur, para Pequim. No entanto, e embora uma equipe do FBI de cerca de 12 pessoas tenha se deslocado à Malásia, não havia participado das investigações, e só havia sido informado sobre sua evolução.

Fontes próximas à investigação indicaram â agência EFE que o programa do simulador encontrado na casa do piloto, que era comandante do voo que sumiu, possui treinamentos de aterizagens realizados nas Maldivas, no Sri Lanka, no sul da Índia e em uma base militar dos Estados Unidos em Diego Garcia, uma ilha no Oceano Índico.

Ofertas de ajuda
Além disso, a Malásia ainda não respondeu às ofertas de ajuda por parte do Instituto Oceanográfico dos EUA, cuja experiência em rastreamentos submarinos ajudou a localizar os destroços do voo Air France 447 que caiu no Oceano Atlântico em 2009.

Malásia conserva o papel de país coordenador, mas delegou em outras nações parte das operações perante a vasta zona que se deve registrar, de 2,2 milhões de milhas náuticas quadradas ou 5,6 milhões de quilômetros quadrados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Prefeitura de Fukushima vai analisar por conta própria radiação no oceano

Imagem aérea da usina de Fukushima feita na quinta-feira (19) (Foto: Kyodo News/AP)Imagem aérea da usina de Fukushima feita na quinta-feira (19) (Foto: Kyodo News/AP)

A prefeitura de Fukushima, no Japão, onde fica a usina nuclear que sofreu um acidente após um terremoto e um tsunami em 2011, vai analisar por conta própria o impacto dos vazamentos radioativos da central.

Um novo derramamento de água contaminada foi detectado nesta quinta-feira (3) no complexo, de acordo com a Tokyo Electric Power (Tepco). A companhia informou que 430 litros de água contaminada escaparam de outro tanque de armazenamento e que uma parte, provavelmente, foi parar no mar, em frente à usina.

Durante o encontro, um funcionário responsável pela política nuclear anunciou que a prefeitura tentará começar a medir a radiação a partir de amanhã.

A Tepco já faz uma análise de água perto da usina, enquanto a Autoridade de Regulação Nuclear (NRA) do Japão anunciou em setembro que realizaria um estudo no fundo do leito marinho em 60 mil pontos situados até a 50 quilômetros da central. Os resultados desta análise serão divulgado no ano que vem.

Prioridade
Durante a reunião desta sexta, o governador da província de Fukushima, Yuhei Sato, lembrou que o vazamento ocorreu pouco depois do presidente da Tepco, Naomi Hirose, assegurar que a gestão de água contaminada seria a principal prioridade da operadora. Sato disse que agora duvida da honestidade de Hirose e criticou duramente a Tepco.

Além dos vazamentos detectados nos tanques de armazenamento, que servem para guardar a água usada para esfriar os reatores, estima-se que 300 toneladas de líquido radioativo acumulado no subsolo da usina escapem diariamente para o oceano.

Este acúmulo é a soma da água do sistema de refrigeração, que vaza para os porões da usina, e dos canais subterrâneos, que entram pelas instalações da central devido aos danos estruturais provocados pelo terremoto e o tsunami.

Para poder resolver o problema da grande quantidade de água acumulada na central, a operadora reiniciou nesta semana os testes de um novo sistema para eliminar grande parte dos materiais radioativos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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