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Síria diz que Israel ameaça segurança no Oriente Médio

A Síria acusou nesta quarta-feira (19) Israel de ameaçar a segurança no Oriente Médio por bombardear posições sírias nas Colinas de Golã, em resposta a um atentado contra soldados israelenses, o que pode desencadear um conflito entre os dois países após décadas de calma.

O ataque aéreo israelense na madrugada desta quarta-feira deixou um morto e outras sete pessoas feridas, segundo as forças armadas sírias.

“Advertimos (Israel) contra as tentativas desesperadas incitando a escalada de tensão. A repetição destes atos agressivos ameaça a segurança da região”, indicou o exército sírio em um comunicado.

Israel bombardeou na madrugada desta quarta-feira posições do exército sírio em resposta a um atentado com bomba, que feriu quatro soldados israelenses quando patrulhavam a linha de demarcação entre Síria e Israel nas Colinas de Golã.

“Atacamos quem nos ataca”, declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante o Conselho de Ministros. “São elementos sírios que não apenas permitiram, mas também cooperaram nos ataques contra nossas forças”, acrescentou.

Soldados de Israel andam ao lado de unidades móveis de artilharia perto da cidade de Katzrin, nas Colinas de Golã, nesta quarta-feira (19). Israel atacou alvos sírios. (Foto: Ronen Zvulun/Reuters)Soldados de Israel andam ao lado de unidades móveis de artilharia perto da cidade de Katzrin, nas Colinas de Golã, nesta quarta-feira (19). Israel atacou alvos sírios. (Foto: Ronen Zvulun/Reuters)

Netanyahu também indicou que Israel continuará proibindo “a transferência de armas por ar, mar e terra”, em referência aos equipamentos militares destinados ao movimento xiita libanês, Hezbollah, que combate na Síria junto às forças do presidente sírio, Bashar al-Assad.

Jornalistas da AFP viram ao meio-dia desta quarta-feira três carros de combate israelenses perto da fronteira de demarcação entre os dois territórios, perto de Makhdal Shams, capital das localidades drusas de Golã.

O ministro israelense da Defesa, Moshe Yaalon, havia atribuído pouco antes ao regime de Bashar al-Assad ‘tudo o que ocorre’ em seu território.

“Se continuar cooperando com elementos terroristas que querem prejudicar Israel, faremos com que pague um preço muito alto”, disse Yaalon.

O bombardeio israelense foi feito “contra várias posições militares sírias, que serviram para realizar o ataque contra os funcionários militares ontem”, disse o exército de Israel em um comunicado.

O atentado com bomba, ocorrido na parte ocupada desde 1967 pelo Estado hebreu nas Colinas de Golã, deixou quatro soldados feridos, um deles em estado grave.

Este ataque aéreo é o episódio mais violento desde a guerra de 1973 nas imediações da linha de demarcação entre as partes síria e israelense das Colinas de Golã.

Algumas zonas do lado sírio desta região estão controladas pelos rebeldes que lutam contra as forças de Bashar al-Assad, entre eles grupos jihadistas hostis a Israel.

Segundo o Estado hebreu, o Hezbollah, aliado de Assad e inimigo de Israel, também está presente no lado sírio de Golã.

“Não toleraremos nenhum atentado contra nossa soberania, nossos soldados ou nossos cidadãos. Responderemos com determinação e com força (…) quando e onde ocorrer, como fizemos nesta noite”, acrescentou Yaalon.

O exército sírio considerou que o ataque israelense busca “desviar a atenção das sucessivas vitórias” das forças de Bashar al-Assad na guerra síria, que neste mês entrou em seu quarto ano.

Assim como muitos analistas de segurança israelenses, o general Amos Yadlin estima que o regime sírio pode estar por trás do ataque de terça-feira contra um veículo militar israelense.

“O ataque de ontem era profissional. Não há dúvidas de que os sírios estavam informados e pode ser que o tenham realizado em nome do Hezbollah”, indicou Yadlin em uma entrevista à rádio militar.

Trata-se do terceiro incidente nas últimas duas semanas na fronteira setentrional de Israel. Os oficiais israelenses acusam o exército sírio de cumplicidade nestes ataques.

Os dois ataques anteriores, nos dias 5 e 14 de março, foram atribuídos ao Hezbollah, o movimento xiita libanês que travou uma sangrenta guerra contra Israel em 2006.

Nesta ocasião, Israel não acusou diretamente o Hezbollah, embora Netanyahu tenha indicado na terça-feira que o número de jihadistas e de elementos do Hezbollah aumenta na parte síria das Colinas de Golã.

Embora até o momento ninguém tenha reivindicado o atentado de terça-feira, os analistas apontam semelhanças com o cometido na semana passada contra tropas israelenses na fronteira com o Líbano, atribuído ao Hezbollah.

Israel ocupou as estratégicas Colinas de Golã na Guerra dos Seis Dias, de 1967, e as anexou em 1981, sem nenhum reconhecimento da comunidade internacional.

Síria e Israel continuam oficialmente em guerra. No entanto, a linha de demarcação nas Colinas de Golã é considerada uma fronteira tranquila desde o fim da guerra de Yom Kippur, em 1973.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Após ameaça, polícia reforça segurança na sede do Facebook

A polícia fez buscas e reforçou a proteção na sede do Facebook, na noite de terça-feira (11), após a companhia receber uma ameaça que se revelou “totalmente não crível”, segundo autoridades da região de San Francisco.

O Facebook, maior rede social do mundo, reteve os funcionários na sede até que a polícia chegasse, segundo Dave Bertini, porta-voz da polícia na localidade de Menlo Park, na Califórnia. Os funcionários foram autorizados a sair do local por volta de 20h30 (0h30 de quarta-feira em Brasília).

“Foi uma ameaça totalmente não crível e não substanciada”, disse Bertini, sem entrar em detalhes sobre qual foi a ameaça. “Não tenho nem certeza de que tenha sido especificamente para a sede do Facebook em Menlo Park.”

O Facebook não quis comentar o incidente, e a polícia de San Francisco não respondeu de imediato aos contatos da Reuters.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Após ameaça, polícia reforça segurança na sede do Facebook

A polícia fez buscas e reforçou a proteção na sede do Facebook, na noite de terça-feira (11), após a companhia receber uma ameaça que se revelou “totalmente não crível”, segundo autoridades da região de San Francisco.

O Facebook, maior rede social do mundo, reteve os funcionários na sede até que a polícia chegasse, segundo Dave Bertini, porta-voz da polícia na localidade de Menlo Park, na Califórnia. Os funcionários foram autorizados a sair do local por volta de 20h30 (0h30 de quarta-feira em Brasília).

“Foi uma ameaça totalmente não crível e não substanciada”, disse Bertini, sem entrar em detalhes sobre qual foi a ameaça. “Não tenho nem certeza de que tenha sido especificamente para a sede do Facebook em Menlo Park.”

O Facebook não quis comentar o incidente, e a polícia de San Francisco não respondeu de imediato aos contatos da Reuters.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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G7 ameaça Rússia caso país não detenha referendo na Crimeia

Os líderes dos países do G7, grupo que reúne as maiores economias do mundo, pediram em comunicado divulgado nesta quarta-feira (12) que a Rússia detenha a realização de um referendo sobre o status da região ucraniana da Crimeia e cancele suas ofensivas para que a região se anexe a Moscou.

arte crimeia 05.04 (Foto: Arte/G1)

Caso isso não seja feito, os países ameaçaram realizar ações concretas contra a Rússia.

“Além do impacto na união, soberania e integridade territorial da Ucrânia, a anexação da Crimeia pode gerar graves implicações legais em relação à proteção da unidade e da soberania de todos os Estados”, afirmaram os líderes do G7 em um pronunciamento conjunto da Casa Branca.

“Se a Rússia continar as ações, nós teremos que tomar uma ação futura, individualmente ou coletivamente”, afirmou o texto.

UE prepara resposta
A União Europeia vai começar a preparar novas respostas às ações da Rússia na Ucrânia se o governo russo não mostrar sinais de recuo no fim de semana, disse nesta terça-feira (11) o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, em uma advertência que foi repetida pelo primeiro-ministro polonês.

Desde a queda do presidente da Ucrânia motivada por protestos pró-Ocidente, as forças russas consolidaram seu domínio na península ucraniana da Crimeia dias antes de um referendo apoiado pela Rússia sobre o futuro da região, marcado para domingo. O novo governo em Kiev e seus aliados ocidentais denunciaram a votação como ilegal.

“Se o fim de semana transcorrer sem uma mudança visível na conduta da Rússia, então na segunda-feira, no Conselho Europeu (encarregado das Relações Exteriores), vamos ter de definir uma nova etapa de medidas”, disse o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, durante visita à capital da Estônia, Tallinn.

“Nós não queremos confronto, mas a ação do lado russo, infelizmente, faz com que seja necessário que nos preparemos, como acabo de apontar para vocês”, afirmou Steinmeier, fazendo um balanço de um dia de viagem pelos três Estados bálticos, todos membros da UE e da Otan, cuja proximidade com a Rússia – que os governava no tempo soviético – os deixa inquietos com os acontecimentos na Ucrânia.

Em Varsóvia, o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse aos repórteres: “No que se refere às sanções contra a Rússia, uma decisão de fato já foi tomada, especialmente sobre o processo de introdução de sanções. A consequência disso será o início de sanções na segunda-feira.”

A Polônia tem um interesse especial na Ucrânia e adotou uma posição inflexível. Os dois países compartilham uma fronteira e grandes porções do oeste da Ucrânia pertenciam à Polônia antes da Segunda Guerra Mundial. A política externa polonesa é movida pelo medo de a Rússia — que antes exercia poder sobre o país — se expandir para o oeste pela Ucrânia e, em seguida, ameaçar as próprias fronteiras da Polônia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Premiê da Turquia ameaça proibir YouTube e Facebook no país

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, envolvido em um escândalo político-financeiro, ameaçou proibir YouTube e Facebook na Turquia após as eleições municipais de 30 de março, em entrevista difundida na noite desta quinta-feira (6).

“Tomaremos novas medidas neste terreno após 30 de março (…), incluindo uma proibição [de YouTube e Facebook]”, declarou Erdogan ao canal turco ATV.

Desde a denúncia judicial de dezembro passado contra dezenas de pessoas ligadas ao regime (incluindo empresários, funcionários e políticos) envolvendo corrupção, a oposição exige a demissão de Erdogan.

A Internet tem sido utilizada para divulgar conversas telefônicas envolvendo casos de corrupção ligados ao regime.

Erdogan afirmou na quarta-feira (5) que está disposto a abandonar a política caso seu partido perca as municipais de 30 de março.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Polônia diz que dependência alemã do gás russo ameaça a Europa

A dependência da Alemanha do gás russo ameaça a soberania da Europa, afirmou o primeiro-ministro polonês Donald Tusk, que exige maior firmeza da União Europeia para conter a Rússia na crise da Ucrânia.

“A dependência da Alemanha do gás russo pode limitar realmente a soberania da Europa. Estou convencido”, declarou Tusk, dois dias antes de uma visita a Varsóvia da chanceler alemã, Angela Merkel.

“Para mim, o tema da Ucrânia é um tema sobre o futuro e a segurança da União Europeia”, completou o primeiro-ministro polonês durante uma visita a uma base militar no norte do país.

Tusk se declarou favorável a uma “certa revisão da política energética da UE”.

“Discutirei muito abertamente com a senhora Merkel, mostrando que as atuais concepções sobre a política climática e de gás correm o risco de constituir uma ameaça para a segurança e a soberania de toda a Europa”, insistiu.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Desperdício ameaça a segurança alimentar mundial, diz Banco Mundial

O Banco Mundial afirmou nesta quinta-feira (27) que o desperdício de alimentos no mundo representa uma “grave ameaça” para a segurança alimentar.

“Milhões de pessoas no mundo dormem com fome todas as noites, enquanto milhões de toneladas de alimentos acabam no lixo ou apodrecendo antes de serem comercializados”, denunciou o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, em um comunicado da instituição.

De acordo com o relatório do Banco Mundial sobre os preços dos alimentos, entre um quarto e um terço dos alimentos produzidos a cada ano são desperdiçados ou perdidos em algum ponto da cadeia de produção.

Cerca de 35% deste desperdício é de responsabilidade do consumidor final, especialmente nos países desenvolvidos.

Além disso, 24% se perde durante a produção de alimentos e 24% durante o armazenamento e distribuição, indica o Banco Mundial, sem especificar onde o restante é perdido.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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