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Troncos de árvores recolhidos no rio Amazonas, no AP, viram obras de arte

Material recolhido em limpeza da Prefeitura de Macapá foi reaproveitado (Foto: John Pacheco/G1)Material recolhido em limpeza da prefeitura de Macapá foi reaproveitado (Foto: John Pacheco/G1)

Troncos e madeiras trazidos pelo rio Amazonas viraram obras de arte e integram uma exposição num shopping de Macapá. Bancos, esculturas e mesas fazem parte da mostra ‘DNA’, organizada por artistas da Associação Macapaense de Artesãos e Artesãs (Amaarte). O evento, que iniciou no dia 3 de fevereiro e segue até março, faz parte da programação de aniversário dos 256 de Macapá, comemorado em 4 de fevereiro.

Obras são marcadas com traços das culturas indígenas Maracá e Cunani (Foto: John Pacheco/G1)Obras são marcadas com traços das culturas
Maracá e Cunani (Foto: John Pacheco/G1)

As matérias-primas foram retiradas em ações de limpeza na frente da cidade feitas pela prefeitura, em setembro de 2013. Além do caráter expositivo, as obras destacam um conceito de arte sustentável utilizando produtos que acumulam todos os dias no rio que banha os bairros Cidade Nova, Perpétuo Socorro, Centro, Santa Inês e Araxá, na capital.

Ao todo, 30 peças ficarão expostas no hall de entrada e nos corredores do shopping localizado na Rodovia JK, na Zona Sul de Macapá. As obras são marcadas com traços e iconografias das culturas Maracá e Cunani, grafismo indígena amapaense.

Os noivos Luís Laabs e Suelem Laabs disseram que ficaram encantados com o reaproveitamento dos materiais usados nas obras. “É lindo, quando passamos pela orla olhamos aquela quantidade de lixo no rio Amazonas e, desse jeito, dá para ver que é possível aproveitar tudo mesmo”, disse Suelem, sentada em um balanço feito com troncos de árvores.

Casal em balanço feito com troncos de árvores exposto em Macapá (Foto: John Pacheco/G1)Casal em balanço feito com troncos de árvores recolhidos no rio Amazonas (Foto: John Pacheco/G1)

Fonte G1

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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Bandeira do Brasil aparece em foto do Rio Amazonas!

Fotógrafo teria conseguido imagem sensacional da bandeira do Brasil ao fotografar por do sol no rio Amazonas! Será verdade?

A imagem apareceu na web em 2007, mas voltou a fazer sucesso em dezembro de 2013 no Facebook. Nela podemos ver o que parece ser uma obra perfeita da natureza capturada por um fotógrafo no momento certo: O por do sol, aliado ao reflexo das nuvens no rio criam a imagem da bandeira do Brasil!

Mas será que essa imagem é real ou mais uma farsa da web?

Dá uma olhada na foto abaixo e descubra conosco se isso é verdade ou farsa:

Foto mostra o que parece ser a bandeira do Brasil no rio Amazonas! Verdade ou farsa? (foto: Reprodução/Facebook) Foto mostra o que parece ser a bandeira do Brasil no rio Amazonas! Verdade ou farsa? (foto: Reprodução/Facebook)

A foto é falsa e foi feita duplicando-se um pedaço de outra imagem.

Paisagem-Bandeira-do-Brasil

Perceba abaixo que alguns trechos da fotografia se repetem em ambos os lados da paisagem:

Veja alguns pontos se repetindo em ambos os lados evidenciando a montagem! Veja alguns pontos se repetindo em ambos os lados evidenciando a montagem!

Imagem falsa! Alguém fez uma imagem espelhada de um por do sol e a espalhou pela web!

Colaborou conosco o leitor e amigo do E-farsas Rubens Junior!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 12 de dezembro de 2013 em Tecnologia

 

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Operação no Amazonas apreende quase 1,1 tonelada de pescado

Quelônios foram apreendidos em fiscalização (Foto: Batalhão Ambiental/divulgação)Quelônios foram apreendidos em fiscalização
(Foto: Batalhão Ambiental/divulgação)

A operação “Boina Verde”, que fiscaliza mercados no Amazonas, apreendeu uma tonelada e 97 quilos de peixe, além de 97 quelônios, na manhã deste domingo (6), na Feira da Liberdade, no município de Manacapuru, a 68 km de Manaus. Os produtos ilegais seriam comercializados pelos feirantes do local. A intervenção recolheu ainda 190 ovos de quelônios e mais de 640 quilos de carne de caça. Um feirante foi preso e encaminhado para a delegacia do município.

Durante a apreensão, 95 quelônios vivos foram encontrados dentro de uma caixa d’água, em um dos boxes da feira. De acordo com o Tenente Abreu, do Batalhão Ambiental, esta não é a primeira vez que produtos irregulares são comercializados livremente no local. “A feira da liberdade é recorrente em questões de infrações ambientais, principalmente em carne de caça e quelônios. Nós fazemos campanha de conscientização mas, infelizmente, a tradição do consumo desses animais ainda é muito apreciado pelos amazonenses. Só há a oferta porque há a procura”, lamentou.

Segundo o tenente, parte dos comerciantes ilegais fugiram ao constatar a presença dos soldados da fiscalização. Apenas uma pessoa foi detida no local, apreendida com dois quelônios mortos e outros 70 ovos do animal.

O policial informou que irá solicitar levantamento da Sessão de Inteligência para identificar outros feirantes que vendiam as mercadorias proibidas.

Pescado ilegal estava sendo comercializado nas feiras (Foto: Batalhão Ambiental/divulgação)Pescado ilegal estava sendo comercializado
nas feiras (Foto: Batalhão Ambiental/divulgação)

O pescado ilegal foi doado à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município. Os quelônios mortos, carne de caça, e os ovos de quelônios apreendidos na operação foram enterrados na lixeira pública de Manacapuru, conforme previsto na legislação ambiental. Os 95 quelônios encontrados vivos serão reintegrados a natureza pelas equipes do Batalhão Ambiental.

Segundo recomendações do órgão, a população pode ajudar na fiscalização dos produtos, fazendo denúncia por meio do telefone (92) 8842-1547 ou pelo 190.

“É importante que toda a sociedade nos ajude nesta operação. O consumo de carne de caça e quelônios é uma prática ilegal e todos devem se conscientizar disso”, frisou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Audiência vai discutir matança de botos no interior do Amazonas

Botos esquartejados foram encontrados em barco no município de Tapauá (Foto: Edmar Barros /VC NO G1)Botos esquartejados foram encontrados em barco
em Tapauá (Foto: Edmar Barros/VC NO G1)

A matança de botos no Amazonas será investigada pelo Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM). O órgão vai promover uma audiência no dia 1º de outubro para discutir a prática no interior do estado. O encontro será realizado no auditório da Justiça Federal, localizado na Avenida André Araújo, bairro Aleixo, Zona Centro-Sul de Manaus.

De acordo com a instituição, um dos principais objetivos da audiência é colher informações e propostas que auxiliem na conclusão de uma investigação conduzida pelo MPF desde 2012.

Segundo o órgão, a população poderá participar das discussões. Serão convidados para os debates representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Associação Amigos do Peixe Boi, Instituto Piagaçu, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), Marinha do Brasil, Polícia Federal e 7ª Vara Federal no Amazonas, entre outros.

Matança em Tapauá
O MPF e a Polícia Civil investigam a matança de aproximadamente 20 botos da espécie Tucuxi em Tapauá, a xx km de Manaus. Os animais foram encontrados esquartejados em uma embarcação na noite do dia 20 de junho.

O flagra teria sido feito pelo prefeito do Município, Almino Albuquerque, quando voltava com uma comitiva de uma atividade administrativa. Na época, ele afirmou ao G1 que suspeitaram de um barco ancorado. “Os suspeitos estavam próximos a um local de pescaria e com a luz do barco acesa. Quando nos aproximamos, eles apagaram a luz. Chegando lá, encontramos só os botos. Tinha uns pescadores também, mas os donos do barco haviam fugido”, afirmou o prefeito de Tapauá.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Várzeas são ideais para adaptação de peixe-boi no Amazonas, aponta Inpa

Em 2009, grupo tentou reintegração com quatro animais. Dois morreram, um se perdeu e outro teve que ser resgatado. (Foto: Arquivo Pessoal/Anselmo d´Affonseca)Em 2009, grupo tentou reintegração com quatro animais. Dois morreram, um se perdeu e outro teve que ser resgatado (Foto: Arquivo Pessoal/Anselmo d’Affonseca)

Após duas tentativas frustradas de reintegração de peixes-boi à natureza, uma equipe da Associação de Amigos do Peixe-Boi (Ampa) concluiu que os ambientes de várzea – áreas às margens de rios que são inundadas em períodos de cheias – são mais apropriados para a adaptação da espécie. Em entrevista ao G1, o veterinário do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Anselmo D’Affonseca, afirmou que esses locais têm mais opções de alimentos, o que evita um dos principais problemas que o animal enfrenta atualmente: o estresse.

“Verificamos que muitos peixes-boi chegam aqui com o psicológico afetado e isso gera outras consequências. O animal emagrece, fica com a imunidade baixa e isso abre a porta para uma série de doenças”, apontou D´Affonseca, responsável pela adaptação dos animais no Inpa, junto a uma equipe de três pesquisadores, dois técnicos, seis tratadores e um grupo de alunos de mestrado e doutorado.

Veterinário faz parte de equipe que atende peixes-boi no Inpa logo após resgate (Foto: Camila Henriques/G1 AM)Veterinário faz parte de equipe que atende peixes-boi logo após resgate (Foto: Camila Henriques/G1 AM)

Desde outubro do ano passado, a Ampa mantém alguns animais em um estágio de “pré-soltura” no município de Manacapuru, a 168km de distância de Manaus. “A espécie tem praticamente todas as condições para se adaptar aquele ambiente natural. Posteriormente, eles serão recapturados e veremos quais as condições deles”, explicou o especialista.

Atualmente, Inpa conta com mais de 50 exemplares da espécie (Foto: Camila Henriques/G1 AM)Atualmente, Inpa conta com mais de 50
exemplares da espécie (Foto: Camila
Henriques/G1 AM)

A experiência, acredita o veterinário, terá um saldo mais positivo que as realizadas em 2008 e 2009 na região do Cuieiras, no Rio Negro. “Foram quatro animais que não se adaptaram bem – dois vieram a óbito, um foi resgatado e o outro desapareceu”, contou D’Affonseca. “Reformulamos os planos e decidimos soltar na várzea, que é um ambiente muito mais rico em alimentos para a espécie. Nós vamos coletar plantas aquáticas em áreas de Iranduba [município a 27km da capital amazonense] para dar ao animal um condicionamento físico e ensiná-lo a se alimentar naquele ambiente”, completou.

Nesse sentido, a “pré-soltura” em Manacapuru é a principal mudança para que o peixe-boi aprenda a se adaptar. Atualmente, o Inpa conta com 56 exemplares da espécie. Todos os anos, pelo menos sete filhotes são resgatados e levados para a equipe da Ampa. De acordo com o veterinário, muitos animais ainda chegam debilitados e morrem cedo. No entanto, esse número tem diminuído.

“Hoje, 70% dos filhotes recuperados sobrevivem. Há uns cinco anos, a média era de 50%. A recuperação diferencia para cada animal. Alguns não aceitam a mamadeira e precisam se alimentar com sonda, o que dificulta no início”, resumiu.

Filhotes de peixe-boi são maioria no Inpa, de acordo com veterinário (Foto: Camila Henriques/G1 AM)Filhotes de peixe-boi são maioria no Inpa, de acordo com veterinário (Foto: Camila Henriques/G1 AM)

Entre animais recuperados e apreendidos, a maioria dos mamíferos no Inpa faz parte do primeiro grupo. Segundo D’Affonseca, os índices de apreensões estão em queda no estado. “Está próximo de zero, porque as pessoas têm consciência de que manter essa espécie em cativeiro é ilegal e que pode render punições por danos ambientais ou por maus tratos a animais”, disse.

Os maus tratos, porém, ainda preocupam a equipe do Ampa. “Muitos chegam com peso abaixo do normal e marcas pelo corpo. Ainda bem que essa é uma condição cada vez mais rara. A grande parte dos animais que chega aqui é encontrada; 99% deles são filhotes”, completou.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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