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Clientes da Amazon podem adicionar produtos à ‘sacola’ pelo Twitter

Amazon permite adicionar itens à 'sacola' usando o Twitter (Foto: Divulgação/Amazon)Amazon permite adicionar itens à ‘sacola’ usando o
Twitter (Foto: Divulgação/Amazon)

A empresa norte-americana de comércio eletrônico Amazon começou a aceitar nos Estados Unidos que seus clientes adicionem produtos à “sacola” por meio do Twitter. A novidade passa a funcionar no país a partir desta segunda-feira (5). As companhias não informaram quando o serviço deve chegar ao Brasil e a outros mercados.

Com o novo recurso, os norte-americanos não precisam acessar a loja on-line da Amazon para incluir um determinado produto à lista de itens que serão comprados pelo site. Para que o produto seja adicionado à cesta, os usuários devem retuitar uma mensagem que contenha o link da Amazon para o item desejado e incluir na postagem a “hashtag” “#AmazonCart” .

O sistema da Amazon cuida de associar o perfil no Twitter à conta do usuário na loja de comércio eletrônico. Para que a nova forma de selecionar produtos funcione, porém, é necessário estabelecer uma conexão entre as contas na Amazon e no Twitter.

A empresa diz que, além de aumentar a velocidade e a agilidade das compras, os usuários não precisam deixar o Twitter para escolher seus produtos.  “Não há mais a necessidade de trocar de aplicativo, de digitar senhas ou de tentar lembrar um produto visto no Twitter”, diz comunicado da Amazon.

O próximo passo é finalizar a compra. Para isso, porém, é necessário acessar o site da companhia de varejo.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tecnologia gratuita da Amazon converte livros didáticos no Brasil

A varejista online Amazon anunciou nesta terça-feira (18) que uma tecnologia da companhia foi escolhida pelo Ministério da Educação (MEC) para conversão digital e distribuição de mais de 200 livros didáticos em tablets, serviço que será gratuito, conforme proposta do governo que foi aberta a companhias interessadas.

Embora a tecnologia Whispercast utilize o formato Kindle, compatível com o leitor digital de mesmo nome da Amazon, ela também roda em PCs e em tablets com sistema operacional Android, da Samsung, e IOS, da Apple. Nos Estados Unidos, ela já é usada em diversas escolas como ponto de acesso para compra e distribuição de livros e documentos para programas educacionais.

Sem precisar o tamanho do investimento da Amazon, o diretor geral da operação brasileira, Alex Szapiro, afirmou que a companhia apostou no investimento para popularizar o uso de seu aplicativo, e, principalmente, fomentar o hábito de leitura em dispositivos digitais.

Com o aplicativo gratuito, os professores podem, por exemplo, realizar anotações e usar o dicionário diretamente nos livros didáticos.

“Pessoas com maior grau de leitura vão acabar consumindo mais livros. É um projeto de longuíssimo prazo”, afirmou Szapiro à Reuters. Segundo dados da Câmara Brasileira do Livro, os livros didáticos respondem por 35% do faturamento do setor como um todo, considerando tanto títulos físicos quanto digitais.

No âmbito do termo de cooperação com o governo, que tem vigência até fevereiro de 2015, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) já está utilizando a tecnologia da Amazon para gerenciar e distribuir seu catálogo de livros didáticos digitais para professores do ensino médio de escolas públicas. Até o momento, mais de 40 milhões de títulos foram entregues.

Em 2012, o MEC anunciou a compra de cerca de 382 mil tablets voltados para esse público mediante um desembolso de 117 milhões de reais. Na época, as empresas nacionais Positivo e Digibrás venceram pregão eletrônico para fornecer os equipamentos, num processo do qual a Amazon não participou.

Atualmente, o tablet da companhia norte-americana, o Kindle Fire, não é vendido no Brasil – apenas os e-readers da marca são comercializados no país. No Congresso, tramita um projeto de lei para isentar equipamentos do tipo de impostos, para que passem a receber o mesmo tratamento dos livros de papel.

Segundo Szapiro, os e-readers poderiam ser de 40% a 50% mais baratos sem a incidência de IPI, imposto de importação, ICMS e PIS/Cofins, desconto que a Amazon pretende repassar aos consumidores caso a companhia deixe de arcar com os encargos tributários. O Kindle é vendido no Brasil por R$ 300, com o modelo mais caro Paperwhite chegando a R$ 700.

Após pouco mais de um ano vendendo apenas livros digitais no país, a Amazon passou a ofertar o dispositivo eletrônico em seu site brasileiro no início de fevereiro.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Anatel vaza joystick de suposto videogame da Amazon

Anatel vaza imagens do suposto controle do videogame da Amazon (Foto: Reprodução/Anatel)Anatel vaza imagens do suposto controle do videogame da Amazon (Foto: Reprodução/Anatel)

Mais uma vez a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não conseguiu manter em segredo de produtos e aparelhos ainda não divulgados pelas empresas e vazou imagens do controle de um suposto videogame da Amazon. O controle aparece em imagens, foi homologado em novembro de 2013, mas até o momento o videogame da maior varejista online do mundo não foi anunciado.

Rumores de que a Amazon estaria desenvolvendo um console de videogame circulam há meses. Ele teria o sistema operacional Android – assim como o Ouya -, rodaria games de tablets e de smartphones e seria um centro de entretenimento baseado nos conteúdos oferecidos pela loja: filmes e músicas em formato digital. Ele também teria conexão com a TV.

Estes mesmos rumores apontam que este videogame custaria US$ 300 e seria lançado nos Estados Unidos ainda em 2014.

De acordo com a homologação vazada pela Anatel, o controle se conectaria ao videogame por meio de conexão Bluetooth e usaria duas pilhas tamanho AA. O design do acessório lembra bastante o do Xbox One, da Microsoft. Há ainda botões para controle de conteúdo multimídia em sua parte inferior.

A Amazon, famosa pelo leitor digital Kindle, tem como planos entrar no mercado de games. Ela comprou o estúdio Double Helix, dos recentes “Killer Instinct” e “Strider” no início de fevereiro, em um acordo que não teve o valor da compra divulgado.

Detalhe do suposto controle de videogame da Amazon vazado pela Anatel (Foto: Reprodução/Anatel)Detalhe do suposto controle de videogame da Amazon vazado pela Anatel (Foto: Reprodução/Anatel)

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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Amazon compra estúdio dos games ‘Killer Instinct’ e ‘Strider’, diz site

Cena de 'Killer Instinct', game para Xbox One da Double Helix (Foto: Divulgação/Microsoft)Cena de ‘Killer Instinct’, game para Xbox One da Double Helix (Foto: Divulgação/Microsoft)

A varejista on-line Amazon comprou o estúdio Double Helix Games, responsável pelos novos jogos das séries “Killer Instinct” e “Strider”, segundo o “TechCrunch”. De acordo com o site especializado, o anúncio da aquisição seria feito no dia 13. O valor da negociação não foi revelado.

A possível compra da Double Helix, estúdio que trabalha com os videogames de nova geração PlayStation 4 e Xbox One, reforça o rumor de que a gigante on-line pretende lançar um videogame próprio. Em 28 de janeiro, o site “VG247” afirmou citando fontes que o aparelho da Amazon irá rodar o sistema operacional Android e custar menos de US$ 300, oferecendo “streaming” e download de jogos, música, filmes e conteúdo para TV e “competindo diretamente com Sony, Microsoft e Nintendo”.

Ao “TechCrunch”, a Amazon confirmou o negócio e disse que “adquiriu a Double Helix como parte de nosso compromisso constante em criar jogos inovadores para os consumidores”. O G1 procurou a representação nacional da empresa para confirmar a transação.

Capcom anunciou novo game do ninja Strider Hiryu; 'Strider' deve chegar no início de 2014 (Foto: Divulgação/Capcom)Double Helix trabalhou em novo game do ninja
Strider Hyriu (Foto: Divulgação/Capcom)

Mesmo com a compra, a Amazon afirmou que irá continuar oferecendo suporte aos jogos atuais e aos projetos futuros da Double Helix, segundo o “TechCrunch”. “Killer Instinct”, atualmente o título mais popular do estúdio, é um “remake” do clássico jogo de luta da década de 90 e foi lançado gratuitamente junto do Xbox One, em 22 de novembro. Já “Strider”, outra reincarnação de um game clássico, será lançado para PlayStation 3 e PS4 em 18 de fevereiro e no dia seguinte para Xbox 360, Xbox One e PCs.

Segundo o “TechCrunch”, os 75 funcionários da Double Helix se tornarão empregados da Amazon e continuarão a trabalhar de seu escritório na Califórnia (EUA). O estúdio foi fundado em 2007 a partir de outras duas empresas: The Collective e Shiny Entertainment, esta última criadora das franquias “Earthworm Jim” e “MDK”.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Com Kindle, Amazon inicia venda on-line de produtos físicos no Brasil

Vice-presidente da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro, segura um Kindle Paperwhite, aparelho que a empresa começa a vender e, assim, inaugura sua operação comercial de produtos físicos no país. (Foto: Divulgação/Amazon)Vice-presidente da Amazon no Brasil, Alexandre Szapiro segura um Kindle Paperwhite, aparelho que inaugura a operação comercial da empresa de produtos físicos no país (Foto: Divulgação/Amazon)

Depois de ter chegado ao Brasil há um ano e dois meses, a Amazon começará a vender produtos físicos no país. A maior varejista do comércio eletrônico do mundo, que até então só comercializava bens digitais no país, inicia nesta sexta-feira (7) a venda on-line de seu leitor eletrônico Kindle.

“A gente está abrindo uma operação de varejo tradicional, como todo mundo conhece: com armazém, logística”, disse ao G1 Alexandre Szapiro, vice-presidente da Amazon no Brasil.

A companhia que faturou US$ 74,5 bilhões no ano passado chegou ao Brasil em dezembro de 2012 vendendo apenas livros digitais. No mesmo mês, o Kindle começou a ser vendido por outras lojas, como Ponto Frio e Livraria da Vila. Em novembro, a Amazon ampliou sua operação on-line e iniciou a venda de aplicativos para o sistema Android.

Kindle Paperwhite, sexta geração do leitor digital da Amazon. (Foto: Divulgação/Amazon)Kindle Paperwhite, sexta geração do leitor digital
da Amazon (Foto: Divulgação/Amazon)

Segundo Szapiro, antes de começar a venda de bens físicos, a Amazon teve que trabalhar em processos internos: criar padrões de atendimento ao consumidor, bem como estruturar processos de logística e de armazenamento dos eletrônicos. “A gente dá um passo quando achamos que estamos prontos para dá-lo”, afirmou.

Lista de presentes
Além de iniciar a venda do Kindle, a empresa traz outras duas novidades. Uma delas é o pré-registro. Os consumidores que já tiverem conta na Amazon e comprarem um Kindle na loja on-line da empresa receberão o aparelho com todos seus dados e biblioteca de e-books já registrados nele.

A outra novidade é que os clientes da Amazon poderão criar listas de desejos no site da empresa no Brasil. Ou seja, os usuários poderão gravar produtos que pretendem comprar e foram vistos em outros sites. Apesar de esse ser um bom indício de que a Amazon pode estar se preparando para aumentar o número de produtos físicos no Brasil, Szapiro prefere não comentar.

Por ora, logística e armazenamento serão feitos por empresas terceirizadas, mas, segundo Szapiro, “como toda a tecnologia que está em volta de tudo aquilo que a gente aprendeu em outros mercados nos últimos 19 anos”.

Serão três os modelos de Kindle vendidos pela Amazon no Brasil. O mais básico deles custa R$ 300. Com maior tela e contraste, o novo Kindle Paperwhite sai por R$ 480. Por fim, o Paperwhite com conexão gratuita à rede de internet 3G é vendido por R$ 700. Pesando cerca de 200 gramas, todos possuem suporte à conexão Wi-Fi. O frete é gratuito.

‘Brasileiro gosta de ler
Agora, com a venda própria de Kindle, o Brasil se torna o primeiro país da América Latina onde a Amazon possui operação varejista de bens físicos. No México, a empresa norte-americana opera apenas com livros virtuais. Isso quer dizer que a trajetória de maior varejista do mundo foi construída pela Amazon com presença em apenas em 12 países (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão, França, Canadá, China, Itália, Espanha, índia e Austrália).

Desde que chegou ao país, a Amazon ampliou seu portfólio de livros digitais de 13 mil para 28 mil títulos. Caso o consumidor não tenha um Kindle, é possível ler os livros comprados na  Amazon por meio do aplicativo gratuito Kindle, disponível para smartphones, tablets e computadores.

Apesar de não mencionar quantos e-books ou Kindles foram vendidos, Szapiro diz estar muito otimista. “O Brasileiro é apaixonado pela leitura, quem lê realmente adora ler”.

“Quando a gente vai a áreas remotas do Brasil, a gente sabe de casos de leitores que têm de pegar o carro e percorrer 150 km para chegar ao primeiro local onde tem livraria”.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Amazon começa a vender novo Kindle no Brasil por R$ 480

Kindle Paperwhite, sexta geração do leitor digital da Amazon, é vendido por R$ 480. (Foto: Divulgação/Amazon)Kindle Paperwhite, sexta geração do leitor
digital da Amazon, é vendido por R$ 480.
(Foto: Divulgação/Amazon)

A Amazon começa a vender nesta quinta-feira (12) no Brasil o Kindle Paperwhite, sexta geração do seu leitor eletrônico. O dispositivo chega por R$ 480 e é a porta de entrada para a loja virtual do Kindle, que reúne mais de dois milhões de livros.

O novo “e-reader” é equipado com um processador mais potente que executa funções com até 25% de mais rapidez do que a versão anterior do aparelho. A tela sensível ao toque também foi melhorada e responde com maior precisão.

Mais leve, com 213 gramas, o novo Kindle tem um sistema de iluminação que espalha a luz para a base da tela, o que evita que ela seja direcionada para os olhos e, assim, cause desconforto após seguidas horas de leituras. A bateria continua a mesma, com duração de oito semanas.

Além das novidades técnicas, o Kindle Paperwhite também traz novas ferramentas. Com o “Page Flip”, é possível ler um livro página por página e realizar pesquisas por capítulos sem perder o ponto em que a leitura foi interrompida.

Enquanto estiver no meio de um livro, os usuários também podem consultar o significado de uma palavra no dicionário ou fazer pesquisas na Wikipédia sem desmarcar a página.

Por meio do “Construtor de Vocabulário”, as palavras mais pesquisadas no dicionário são reunidas em uma lista e podem ser revistas dentro de contexto para que seus vários significados possam sem demostrados.

Algo já presente nas outras edições do dispositivo é a organização dos livros digitais na nuvem, o que libera a leitura de uma mesma obra no Kindle ou em smartphones e tablets que rodem o aplicativo “Kindle”.

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Publicado por em 12 de dezembro de 2013 em Tecnologia

 

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França aprova lei para proteger livrarias locais e atinge a Amazon

Os parlamentares franceses aprovaram nesta quinta-feira (3) uma lei para proteger as livrarias locais que atinge diretamente a Amazon, ao proibir livrarias na internet de oferecer entrega gratuita a clientes além de um desconto máximo de 5% no preço dos livros.

A lei faz parte da regulação mais ampla sobre preços de livros e que limita descontos, aprovada em 1981 pelo governo socialista para proteger na ocasião pequenas livrarias das cadeias de supermercados da França.

Na última década, lojas on-line têm desafiado livrarias físicas, o que levou os editores franceses a fazerem lobby para uma mudança na lei para impedir o que classificam de “dumping” e “concorrência desleal” da Amazon.

Segundo um relatório do parlamento francês, as vendas on-line subiram para 13,1% das vendas totais de livros em 2011, ante 3,2% em 2003.

“A lei (de preços de livros) é parte da nossa herança cultural”, disse o parlamentar conservador Christian Kert, que patrocinou o projeto.

A Câmara dos Deputados da França, com o apoio do governo socialista, aprovou por unanimidade a lei, que segue agora para votação no Senado. A expectativa é que a lei seja aprovada pelo Senado até o fim do ano.

A Amazon disse que a lei causará um efeito perverso ao prejudicar as vendas de livros em catálogo e de pequenas editoras, que muitas vezes eram comprados on-line.

“Todas as medidas que visam a aumentar o preço dos livros vendidos on-line vão reduzir a capacidade do povo francês de comprar obras culturais e discrimina aqueles que compram online”, disse a Amazon.

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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