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Alunos criam mosaico de Abraham Lincoln com moedas de 1 centavo

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Estudantes de uma escola nos EUA criaram um mosaico com a imagem do ex-presidente americano Abraham Lincoln usando moedas de um centavo de dólar. A moeda de um centavo, por sinal, traz o retrato de Lincoln.

Estudantes criaram mosaico com a imagem de Abraham Lincoln usando moedas de um centavo de dólar (Foto: Reprodução/Imgur/JRals)Estudantes criaram mosaico com a imagem de Abraham Lincoln usando moedas de um centavo de dólar (Foto: Reprodução/Imgur/JRals)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Professora é morta a facadas diante de alunos na Inglaterra

Fotografia da professora Ann Maguire (à direita) é vista em cerca na qual foram colocadas homenagens à educadora. Ela foi morta a facadas diante de seus alunos nesta segunda (28) na Inglaterra (Foto: Darren Staples/Reuters)Fotografia da professora Ann Maguire (à direita) é vista em cerca na qual foram colocadas homenagens à educadora. Ela foi morta a facadas diante de seus alunos nesta segunda (28) na Inglaterra (Foto: Darren Staples/Reuters)

Uma professora morreu após ser esfaqueada na frente de seus alunos dentro de uma escola em Leeds, na Inglaterra, nesta segunda-feira (28). O autor do crime, segundo a polícia britânica, foi um estudante de 15 anos. O jovem foi detido, de acordo com informações da emissora “BBC”.

Ann Maguire, de 61 anos, dava aulas de espanhol na escolar católica Corpus Christi, Ela chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a polícia local, a professora recebeu diversos golpes com uma faca, que foi encontrada no local do crime. “O incidente em si foi muito rápido, e nenhum outro aluno ou funcionário foi ferido. Entretanto, está claro que foi uma situação bastante traumática para todos os envolvidos”, disse o superintendente da polícia de West Yorkshire, Paul Money.

Segundo ele, o adolescente suspeito de ter cometido o crime foi contido por outro professor e detido em seguida.

A morte deixou alunos e outros funcionários da escola inconsoláveis. Ann iria se aposentar em setembro deste ano, e já havia reduzido suas horas de trabalho, dando aulas apenas quatro vezes por semana. Ela trabalhava na escola há 40 anos.

“Ela era encantadora, não posso acreditar que alguém pudesse querer fazer algo tão horrível”, disse Aine Arnold, estudante de 17 anos da escola.

A escola permaneceu aberta após o ataque. Foi oferecido suporte psicológico para os alunos e funcionários.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Movimento para atrasar aulas e dar mais horas de sono a alunos ganha força nos EUA

Estudos científicos americanos sugerem que hora de início das aulas deve obedecer "relógio bilológico" (Foto: Arquivo pessoal)Estudos científicos americanos sugerem que hora
de início das aulas deve obedecer “relógio
bilológico” (Foto: Arquivo pessoal)

Um movimento para que as escolas de High School (equivalente ao Ensino Médio) comecem suas aulas mais tarde, permitindo assim que os alunos tenham mais horas de sono, vem ganhando força nos Estados Unidos.

A ideia não é nova, mas vem conquistando cada vez mais adeptos com a recente publicação de vários estudos sobre os benefícios de ajustar o início das aulas ao relógio biológico dos adolescentes.

Nos últimos meses, até mesmo o secretário de Educação dos Estados Unidos, Arne Duncan, manifestou apoio ao movimento.

‘Senso comum para melhorar desempenho estudantil que muito poucos implementaram: deixe os adolescentes dormirem mais, comece as aulas mais tarde’, disse Duncan em sua conta no Twitter.

‘Acho que entramos no radar nacional’, disse à BBC Brasil a fundadora do movimento Start School Later (Comece a Escola Mais Tarde, em tradução livre), Terra Ziporyn Snider.

Ela é autora de uma petição online, com assinaturas de moradores dos 50 Estados americanos, pedindo que o governo proíba escolas de iniciar as aulas antes das 8h.

Atualmente, segundo o Departamento de Educação, 42% das escolas públicas americanas de Ensino Médio começam as aulas antes das 8h.

‘Acreditamos que, com algum tipo de padrão nacional ou estadual seria mais fácil para as escolas enfrentar a oposição (à mudança de horário)’, afirma Snider, que é doutora em História da Medicina.

Pesquisas
Segundo diversas pesquisas, quanto mais tarde o horário de início das aulas, melhor o desempenho dos adolescentes.

Nessa idade, além de sentir mais sono, eles costumam adormecer mais tarde, por volta das 23h. Com o início das aulas antes das 8h, não dormem as oito horas consideradas necessárias para que tenham um bom desempenho.

Um estudo publicado neste mês pela Universidade de Minnesota, comparando dados de 9 mil estudantes de oito escolas em três Estados, concluiu que escolas cujas aulas começavam a partir das 8h35 apresentavam melhores notas, maiores índices frequência e pontualidade.

Até mesmo as taxas de acidentes automobilísticos com motoristas de idades entre 16 e 18 anos foram reduzidas – em até 70% no caso de uma escola que mudou o horário das 7h35 para as 8h55 (muitos alunos nos Estados Unidos, onde a idade mínima para dirigir varia de Estado para Estado, vão de carro para a escola).

O estudo concluiu ainda que estudantes que dormiam menos de oito horas por noite registravam mais sintomas de depressão e uso de cafeína, drogas e álcool.

Obstáculos
Mas apesar dos benefícios apontados pelas pesquisas, muitas escolas que tentam atrasar o início das aulas enfrentam resistência das comunidades, que nos Estados Unidos costumam ter sua vida organizada em torno dos horários escolares.

Entre os principais obstáculos mencionados estão a interferência na prática de esportes, que geralmente ocorre após as aulas e, assim, sofreria atrasos. Além de dificuldades de reorganizar o cronograma dos ônibus escolares, que costumam fazer mais de uma viagem levando alunos de diferentes séries.

Adversários da mudança também costumam citar o impacto sobre os empregadores que têm estudantes como funcionários de meio turno, além do menor tempo para atividades extracurriculares.

‘Mas o problema real é a norma social sobre o sono nos Estados Unidos’, diz Snider. ‘Simplesmente não encaramos sono e horário escolar, e questões de saúde pública, como questões importantes.’

Pioneira
O movimento para atrasar o início das aulas começou em meados dos anos 1990, quando pesquisas sobre o tema se tornaram mais populares.

Uma das primeiras escolas dos Estados Unidos a adotar a mudança foi a Edina High School, na cidade de Edina, no Estado de Minnesota.

Em 1995, após receber uma carta da Associação Médica do Estado alertando para as conclusões de estudos sobre o tema, a escola decidiu atrasar o início das aulas das 7h25 para as 8h30.

‘No início, muitos pais me perguntavam: ‘Por que vocês estão fazendo isso”, disse à BBC Brasil o superintendente da escola na época, Kenneth Dragseth, hoje aposentado.

‘Muita gente pensava que os adolescentes simplesmente deveriam ser fortes e acordar cedo.’

Segundo Dragseth, após ajustes iniciais, que incluíram mudanças nos horários dos ônibus e dos treinos esportivos, a mudança transcorreu sem problemas.

‘No primeiro ano após a mudança, fizemos uma pesquisa com os pais, e 96% disseram que estavam satisfeitos’, lembra.

‘Uma pesquisa com os alunos demonstrou que estavam se saindo melhor nos testes e mais satisfeitos com o ambiente escolar’, afirma Dragseth.

Esforços
Nos últimos anos, escolas em todo o país vêm adotando horários mais flexíveis. No entanto, para muitos estudantes isso ainda é um sonho distante.

‘Se quiser tomar banho, arrumar o cabelo e comer alguma coisa, preciso acordar às 5h45 para chegar à escola a tempo do início das aulas, às 7h40’, disse à BBC Brasil Rhian Williams, estudante do penúltimo ano do ensino médio no Estado de Michigan.

Ela conta que costuma dormir depois da meia-noite e sempre deixa três despertadores ligados, mas muitas vezes acaba conseguindo sair da cama somente às 7h. ‘Saio correndo de casa, sem comer nada, e tenho que dirigir em alta velocidade para não chegar atrasada.’

Ryan Edwards, 17 anos, prestou depoimento sobre sua rotina ao conselho escolar de sua região, no Estado da Virgínia, em uma discussão sobre a possibilidade de mudar o horário das aulas, que começam às 7h20.

Ele acorda às 6h15 e, depois da escola, trabalha em um restaurante. Nunca chega em casa antes das 22h30.

‘Eu costumava ser um estudante nota A, mas desde que comecei o Ensino Médio, minhas notas caíram. Às vezes mal consigo ficar acordado durante as provas’, disse Edwards à BBC Brasil.

Mudança
Carrie Close, 18 anos, estudante do último ano do Ensino Médio em Farmington, no Maine, chegou a redigir uma proposta para apresentar às autoridades locais pedindo mudanças no horário, mas a iniciativa não foi adiante.

‘Costumo acordar às 6h para estar na escola às 7h45. Não tenho tempo de tomar café da manhã e estou sempre com fome’, disse Close à BBC Brasil.

‘Obviamente não me sinto motivada a estudar. Hoje, primeiro dia de primavera (no Hemisfério Norte), quando acordei ainda era noite e nevava’, conta.

Snider observa que os pais também sofrem com a situação, e cita a experiência com seus três filhos (o mais novo acaba de ingressar na faculdade).

Mas ela acredita que a atenção que o movimento vem ganhando vai acabar mudando a percepção pública.

‘Esse tema tem de ser encarado como questão de saúde. Isso, ao lado de esforços locais, vai levar a uma reforma’, acredita.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Professora troca arquivos e exibe vídeo de sexo caseiro para alunos

Pais dos alunos da 7ª série de uma escola em Little Rock, no estado de Arkansas (EUA), ficaram chocados ao saberem que uma professora exibiu por engano uma gravação amadora de sexo feita por ela, em vez de um vídeo didático programado para a aula.

A professora da Forest Heights Middle School, que não foi identificada, teria se confundido ao abrir os arquivos da aula, que estavam gravados no mesmo lugar do vídeo de sexo, de acordo com o site de notícias “Arkansas Matters”.

Os pais dos alunos teriam ficados revoltados com o incidente, e ouviram dos filhos que as imagens mostravam a professora durante um ato sexual com seu noivo.

A direção da escola garantiu que a exibição foi um acidente e que a professora pediu desculpas aos alunos pelo erro.

Os representantes da instituição disseram também que buscam a ação disciplinar adequada para o incidente, além de uma explicação a respeito de como o vídeo íntimo foi parar junto com os arquivos destinados à aula.

Professora da Forest Heights Middle School exibiu vídeo de sexo com o noivo por engano para alunos da 7ª série nos EUA (Foto: Reprodução/Google Street View)Professora da Forest Heights Middle School exibiu vídeo de sexo com o noivo por engano para alunos da 7ª série nos EUA (Foto: Reprodução/Google Street View)

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisadores adaptam jogo criado no Reino Unido para ajudar alunos no PI

Jogo criado pelos pesquisadores do Reino Unido está sendo adptado por piauienses (Foto: Gilcilene Araújo /G1)Jogo criado pelos pesquisadores do Reino Unido está sendo adptado por piauienses (Foto: Gilcilene Araújo /G1)

Eles já foram premiados por desenvolver aparelhos eletrônicos que ajudam pessoas com deficiência visual. Agora, um grupo de pesquisadores formado por alunos das universidades públicas do Piauí está adaptando um jogo que ajudará os alunos da rede pública de ensino a aprender lógica nas primeiras séries do ensino fundamental. De acordo com o professor Marcelino Almeida, o protótipo desenvolvido em solo piauiense é uma adaptação do original que foi criado por pesquisadores no Reino Unido e quando estiver concluído, irá auxiliar os professores no ensino de noções de direita, esquerda e ir para frente.

“Nós tivemos acesso a este aparelho através da licença creative commons que são regras que permitem aos estudiosos a disponibilizarem suas pesquisas na internet. E quando vimos este mecanismo decidimos desenvolver aqui para que alunos da rede pública tenham facilidade em aprender lógica nas primeiras séries do ensino fundamental”, comentou.

O objetivo do jogo é guiar um robô ao seu destino, criando sequências de instruções. A criança coloca no tabuleiro a peça que indica siga frente, dobre à esquerda ou direita, em seguida o robô segue os comandos que foram estabelecidos.

Piauienses querem disponibilizar jogo para rede pública de ensino (Foto: Gilcilene Araújo /G1)Piauienses querem disponibilizar jogo para rede
pública de ensino (Foto: Gilcilene Araújo /G1)

“Através desses algoritmos simples, as crianças aprendem os fundamentos lógicos de programação que são necessários para codificação mais avançada que será ensinada futuramente. Além disso, ajudará os professores a repassar orientações simples aos estudantes do ensino fundamental”, relatou o professor.

Marcelino revelou que o jogo criado pelos pesquisadores do Reino Unido deverá ser colocado no mercado em agosto deste ano. E o protótipo piauiense deverá ser disponibilizado para as escolas públicas em seguida.

Premiações
O grupo de pesquisadores denominado de Labiras foi premiado duas vezes ao participar da Mostra Nacional de Robótica. A primeira premiação aconteceu em 2012, na época eles criaram  uma luva ultrassônica, um equipamento que durante o seu deslocamento informa quando ele se aproxima de algum obstáculo, podendo assim desviar e continuar a se locomover.

Já em 2013, o reconhecimento veio pelo projeto denominado de bengala mecânica para deficientes visuais, que, através de um sensor, capta a aproximação de obstáculos de diversas alturas e envia ao usuário um aviso sonoro ou vibratório.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Professora é presa por ensinar alunos a não sujarem a Escola em BH

Uma professora teria sido presa em Belo Horizonte (MG) após colocar alunos para limpar pichações em escola pública. Será que isso aconteceu mesmo?

A notícia apareceu no Facebook no dia 04 de janeiro de 2014. De acordo com o texto, acompanhado da foto de uma senhora idosa com a mão tampando o rosto, uma professora da escola estadual Professor Caetano Azeredo (em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais) foi presa ao dar continuidade num projeto que visava ensinar aos alunos a importância da limpeza na escola, fazendo com que os pequenos limpassem as pichações das paredes da instituição.

A notícia afirma que o pai de uma das crianças resolveu denunciar a professora por exploração do trabalho infantil e a professora (que já é aposentada) foi algemada e levada de camburão à delegacia.

O assunto gerou inúmeros compartilhamentos no Facebook e dezenas de milhares de comentários. A maioria deles condenando o ato do pai da criança por ter denunciado a professora.

Mas será que essa história é real?

Professora teria sido presa em Belo Horizonte por ensinar os alunos a limparem a escola! (foto: Reprodução/Facebook) Professora teria sido presa em Belo Horizonte por ensinar os alunos a limparem a escola! (foto: Reprodução/Facebook)

A notícia tem todas as características de um boato digital:

Não é datadaCita o nome de entidades para dar mais credibilidadeNão cita fontesTem um tom conspiratório e apelativoPede para ser compartilhada para o maior numero de pessoas

Quando o fato teria ocorrido? O texto não afirma. Sabemos, pelo artigo, que essa seria a segunda vez que a escola promove esse tipo de mutirão. No entanto, não sabemos quando esses trabalhos teriam ocorrido.

Outra dúvida que surge é: Uma professora tem autonomia para promover esse tipo de atividade na escola? É bem provável que não!

Nenhuma ação pedagógica pode ser promovida na escola partindo apenas de um professor. Dentro da organização escolar, um projeto desse tipo deve ser levado aos coordenadores e estes, juntamente com a direção da escola, desenvolvem toda a ação para o evento. Isso, claro, num mundo ideal…

Mas, vamos supor que a senhora idosa tenha se metido a passar por cima da hierarquia da instituição e tenha mesmo colocado os pequenos para trabalhar. Ela não iria presa (com direito a algemas, camburão e tudo mais). No máximo, a tal professora sofreria um processo administrativo. Afinal, ela estaria mesmo explorando as crianças ao colocar os alunos para trabalhar ao invés de ensinar e, como sabemos da morosidade da justiça brasileira, iria demorar um bocado de tempo até que tudo se resolva.

Além disso, a professora não seria processada sozinha. Os coordenadores e a direção teriam que responder pelo ato (claro que estamos falando de uma hipótese que poderia acontecer no mundo ideal).

Nenhum jornal ou site publicou nada a respeito dessa historia, a não ser em blogs que copiaram o mesmo texto (sem mudarem uma vírgula) que, ao que parece, surgiu na fanpage Verdade Oculta no Facebook. A Verdade Oculta, para quem não sabe, tem vários precedentes de notícias falsas em seu acervo.

O autor do texto já prevê que muitos iriam questionar a razão do fato não ter aparecido nos jornais locais e se previne. O texto explica que o caso não saiu na imprensa e que o relato de professores e de diretores é a única fonte confiável.

O autor também pede para que quem tiver em dúvida, que ligue para a escola para confirmar. Fizemos o que o a notícia pede para fazer e não tivemos sucesso. A secretaria da escola não funciona nos finais de semana e, como a notícia apareceu num sábado, teremos que esperar até a segunda-feira para tentar novamente.

Nesse trecho, o autor tenta enganar o leitor com a falácia da inversão do ônus da prova, que consiste em transferir para quem está duvidando a obrigação de provar algo. Ora! Quem está afirmando é que tem que provar que aquela afirmação é real.

De qualquer maneira, enviamos um e-mail para a escola citada no texto e estamos no aguardo de alguma resposta. Talvez isso demore um pouco, já que as escolas estaduais estão de férias em janeiro (claro, a secretaria da escola funciona durante as férias, mas com um pessoal reduzido e, talvez, nosso e-mail demore para ser respondido).

Em resposta ao nosso e-mail, Simone Lage, diretora da Escola Estadual  Professor Caetano Azeredo, nos respondeu que essa história não procede e que trata-se de um boato eletrônico!

O que chama a atenção na manchete é que o nome da professora não foi citado. Muitos afirmarão que isso foi feito propositalmente, uma vez que a sua identidade foi poupada por questões de segurança. No entanto, o seu rosto (ainda que tampado) aparece na manchete. Era pra mostrar ou não?

Uma rápida busca na web e descobrimos que a mulher mostrada na notícia não tem nada a ver com o fato citado na matéria. A senhora que aparece na foto é, na verdade, de outra notícia. De acordo com o G1, a mulher da imagem é uma idosa de 90 anos que foi presa no dia 26 de março de 2013, após furtar uma blusa e um colar em uma loja de um shopping Center em Goiânia (GO).

É muito provável que a história seja falsa. Conforme resposta da própria diretoria da escola referida, essa história não passa de mais um boato eletrônico! A foto usada na manchete é de uma ladra que roubou um shopping em Goiás no começo de 2013.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisa sobre tamanho do pênis de alunos gera críticas na Indonésia

O ministério da Educação da Indonésia criticou nesta quinta-feira (5) as autoridades de uma pequena cidade da província de Aceh por pedir aos estudantes que aplicassem uma pesquisa escolar para que os alunos avaliassem o tamanho de seu pênis.

Questionário foi distribuído a meninos de escola em Sabang (Foto: Reprodução/Google Maps)Questionário foi distribuído a meninos de escola em Sabang (Foto: Reprodução/Google Maps)

O questionário distribuído na terça-feira a meninos de 11 a 12 aos em uma escola da cidade de Sabang contém imagens dos órgãos genitais e pergunta aos alunos se eles têm sonhos eróticos.

A mãe de um aluno disse que seu filho teve de fazer a ordenação de imagens do menor ao maior pênis e responder com qual seu órgão sexual mais se parecia.

“Isso é uma indecência”, afirmou a mãe, indicando ter apresentado uma queixa ante a escola.

As autoridades da área de educação de Sabang alegaram que o questionário tinha por objetivo avaliar o estado de saúde das crianças.

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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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