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Alpinista quer completar maratona de 117 picos mais altos dos Andes

Os penitentes são uma formação de gelo ou neve em pontas, que podem chegar a 4 metros de altura, bastante comuns nos Andes. São formados pelo Sol aquecendo partículas de poeira na superfície do gelo. O efeito é então ampliado pela ação do vento. Nessa fot (Foto: Maximo Kausch/BBC)Os penitentes são uma formação de gelo ou neve em pontas, que podem chegar a 4 metros de altura, bastante comuns nos Andes. São formados pelo Sol aquecendo partículas de poeira na superfície do gelo. O efeito é então ampliado pela ação do vento. Nessa fot (Foto: Maximo Kausch/BBC)

Depois de escalar 59 montanhas com 6 mil metros de altitude nos Andes, o montanhista Maximo Kausch poderia se dar por satisfeito: de acordo com os registros que mantém, ele já seria a pessoa que mais escalou montanhas com mais de 5,5 mil metros em todo o mundo.

Porém, o projeto pessoal do alpinista é mais ambicioso. Ele pretende escalar todas as 117 montanhas com mais de 6 mil metros da cordilheira sul-americana.

Ele subiu os 59 picos, do Equador até a região central do Chile, em dois anos – e espera concluir as escaladas restantes em outros dois. A tarefa parece impossível para um montanhista ocasional, mas é diversão pura para alguém que passa oito meses por ano nas montanhas.

‘Ninguém vai na maioria desses lugares há anos ou décadas. Estou montando um banco de dados que vai ficar disponível para qualquer montanhista que queira escalá-las’, diz ele.

Deserto Maximo nasceu na Argentina e se mudou para o Brasil com a família quando tinha oito anos. Ele trabalha como guia de montanha e já escalou em mais de 25 países, como China, Arábia Saudita, Tadjiquistão, Nepal e Paquistão.

Ele começou a escalar com 15 anos, e aos 17 subiu sua primeira montanha acima de 5,5 mil metros. Aos 23 já estava guiando clientes em montanhas com mais de 8 mil metros no Himalaia.

Em 2012, depois de escalar pela quinta vez o Cho Oyu (montanha no Himalaia com 8.201 metros), Maximo teve a ideia de escalar todos os picos com mais de 6 mil metros dos Andes.

‘No início, achei que seriam cerca de 50 picos. Passei 3 anos mapeando as possíveis rotas e como me aproximar das montanhas.’ Muitas delas sequer têm nome ou são conhecidas por quatro ou cinco nomes diferentes.

‘Não sabemos quase nada sobre os Andes. As pessoas conhecem o Aconcágua (a montanha mais alta das Américas, com 6.962 metros) ou o Siula Grande (6.344 metros), por causa do livro ‘Tocando o Vazio’ (publicado no Brasil em 2004). Mas além desses (picos de) 6 mil (metros) há pelo menos 115 outros picos menos explorados, e muitos nunca foram escalados por ninguém antes’, diz Maximo.

Muitos desses picos nunca foram explorados, e boa parte recebe poucos visitantes. Ele pretende colocar o mapeamento à disposição de qualquer montanhista. Nesta foto, um acampamento a 5,3 mil metros no Quitaraju, Peru (Foto: Maximo Kausch/BBC)Muitos desses picos nunca foram explorados, e boa parte recebe poucos visitantes. Ele pretende colocar o mapeamento à disposição de qualquer montanhista. Nesta foto, um acampamento a 5,3 mil metros no Quitaraju, Peru (Foto: Maximo Kausch/BBC)

Uma quantidade considerável desses cumes está em regiões desérticas, a centenas de quilômetros de vilas e povoados. ‘Havia épocas em que eu ficava até 15 dias completamente sozinho sem ver nenhum tipo de sinal humano, nem trilha ou mesmo pegadas. Durante a noite, eu via aviões voando a 10 mil metros de altitude, e era o único vestígio humano com que eu tinha contato.’

O método usado por ele para explorar os picos é pouco convencional. Lugares como o Aconcágua normalmente levam cerca de 20 dias para serem escalados, com equipe e estrutura de apoio. Maximo vai sozinho, sem nenhuma equipe de apoio, levando equipamento e suprimentos em uma moto adaptada para funcionar em altitude.

O projeto tem sido realizado nas brechas entre suas expedições comerciais. Na primeira fase, ele fez os primeiros 30 cumes, entre setembro e outubro de 2012.

‘Eu fazia três ou quatro cumes em alguns dias, às vezes dois no mesmo dia, e descia para a cidade mais próxima para me abastecer e partir para a próxima sequência’, lembra Kausch.

Imprevistos Além da paciência para concluir um projeto dessa magnitude, ele afirma que é preciso gostar de adrenalina e ter sangue frio para lidar com mudanças de rota e riscos não previstos.

‘Na região do vulcão Salín, no norte do Chile, tive que desviar de minas terrestres antitanque, colocadas em 1978 pelos militares. Foi um erro de planejamento que me colocou ali. Mas quando descobri, já era tarde, e percorri os últimos cem metros praticamente em pânico.’

Outro risco é de os equipamentos falharem. No norte argentino, numa região desértica perto do vulcão Veladero, ele se deu conta de que o óleo de motor da moto havia queimado totalmente. ‘Para não deixar o motor fundir coloquei o único óleo que eu tinha, de cozinha, que queimou na hora. A moto ficou cheirando a fritura no resto da viagem.’

Para rodar 15 mil quilômetros por estradas precárias e encostas não frequentadas, o ‘curso’ foi prático. ‘Eu nunca tinha subido numa moto. No primeiro quilômetro de terra, a moto caiu pelo menos sete vezes. No mesmo dia consegui dobrar a estrutura externa e capotar duas vezes. Essa foi a minha autoescola.’

Ao longo do projeto, Maximo Kausch se deparou com diversos achados arqueológicos. Ele afirma ter encontrado 14 ruínas nos cumes, possivelmente altares de sacrifícios humanos, construídas pelos incas há mais de 500 anos. Embora parte delas já esteja catalogada por arqueólogos argentinos e chilenos, outras são desconhecidas.

Recorde Maximo acredita ter quebrado o recorde mundial e se tornado a pessoa com mais montanhas de altitude extrema no currículo ao chegar, em agosto de 2013, ao 59º cume com mais de 6 mil metros, embora tal recorde não tenha sido oficializado ainda.

Acredita-se que o recorde anterior era do guia suíço Michael Siegenthaler, que em 2005 completou a escalada de 60 montanhas, três delas com menos de 6 mil metros.

Siegenthaler, porém, usou equipe de apoio e investiu cerca de 200 mil francos suíços (cerca de R$ 488 mil). Entre a adaptação da moto, suprimentos e logística, Maximo gastou R$ 9 mil até agora, sem patrocínio.

Em novembro, ele deve voltar do Himalaia, para onde está indo conduzir expedições comerciais, e rumar aos Andes para retomar o projeto nos meses seguintes.

E, para depois de concluir esse desafio, Maximo já está pensando em outro: ‘Eu imagino algo como escalar todas as montanhas de 5 mil dos Andes: são cerca de 400.’

Fonte G1

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Primeiro estudo do ar de Fukushima confirma altos níveis de radiação

Imagem aérea da usina de Fukushima feita na quinta-feira (19) (Foto: Kyodo News/AP)Imagem aérea da usina nuclear de Fukushima feita na quinta-feira (19) (Foto: Kyodo News/AP)

A Agência da Energia Atômica do Japão (JAEA, na sigla em inglês) completou o primeiro estudo detalhado de contaminação do ar nos arredores da usina nuclear de Fukushima e confirmou altos níveis de radiação, informou nesta terça-feira (24) o jornal “Asahi Shimbun”.

O órgão público, encarregado de pesquisar e promover a energia atômica, conseguiu fazer uma medição da área mais próxima à central nuclear, em um raio de 3 km em torno dela, através do o uso de um helicóptero com controle remoto, no fim do ano passado.

Até agora, não era possível analisar a radiação aérea nesse setor, devido à proximidade dos reatores danificados pelo tsunami de 11 de março de 2011. Graças ao helicóptero não tripulado, a JAEA detectou mais de 19 microsieverts (unidade de medida usada para avaliar efeitos da radiação) por hora a 1 metro acima o solo nas áreas imediatamente ao sul e a oeste da usina, segundo os dados recém-divulgados.

Apesar de as leituras na direção noroeste terem sido menores (entre 9,5 e 19 microsieverts por hora), a instituição destacou que, mesmo assim, os níveis também estão relativamente altos. A JAEA divulgou ainda a radiação medida, em dezembro do ano passado, de 10 mil pontos diferentes dentro de uma área de 80 km ao redor da usina, situada a cerca de 220 km da capital, Tóquio.

O resultado mostra que o volume de radiação nessa área caiu 36% em relação aos dados obtidos pela primeira vez em junho de 2011, três meses após o acidente nuclear. A JAEA explicou que essa queda se deve principalmente à diminuição dos níveis de césio-134, isótopo que tem uma vida média de dois anos e que também foi “varrido” por sucessivas chuvas.

Apesar disso, em 60% da área foram detectados níveis de 1 millisievert por ano (quantidade máxima recomendada pela Comissão Internacional de Proteção Radiológica) ou mais. Em todo caso, a quantidade de radiação em casas e prédios caiu 35% em relação a junho de 2011, e nas vias que atravessam zonas de florestas (onde os materiais radioativos tendem a se acumular) a queda foi de 44%, graças aos trabalhos de descontaminação.

O desastre na central de Fukushima forçou o deslocamento de 52 mil pessoas que viviam em torno da usina e afetou a pesca, a agricultura e a pecuária locais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Níveis altos de radioatividade são detectados em Fukushima, no Japão

Níveis muito elevados de radioatividade foram medidos neste sábado (31) na central nuclear de Fukushima, perto dos depósitos de água radioativa, semelhantes aos produzidos recentemente por um grande vazamento, anunciou a companhia Tepco.

“As patrulhas de controle registraram radioatividade muito elevada em quatro locais”, explicou a Tokyo Electric Power, a empresa que administra a central, em um comunicado.

A radioatividade média é tão alta que, se um homem se expor desprotegido a ela por uma hora, receberia nesse curto período a dose máxima autorizada em um ano para um funcionário da usina devidamente protegido.

A companhia acrescentou em seu comunicado que nenhum vazamento foi encontrado.

“Nós não detectamos diminuição alguma no nível de água em qualquer um dos depósitos, e as torneiras estão bem fechadas”, assegurou a Tepco.

Na segunda-feira, 19 de agosto, a Tepco anunciou a descoberta de “poças de água contaminada com radioatividade perto de depósitos”, informando que a quantidade vazada chegava a 300 toneladas.

O tanque com problemas foi localizado, mas não o ponto exato onde ocorreu o vazamento, que provavelmente durava várias semanas.

Mais de mil depósitos de vários tipos, e de vários fabricantes, estão instalados em áreas abertas em torno da central. Cerca de 350 são do mesmo modelo do que registrou o vazamento.

Os vazamentos de água altamente contaminada começaram em março de 2011, devido a danos causados à usina nuclear de Fukushima Daiichi no terremoto seguido de tsunami de março de 2011.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Níveis altos de radioatividade são detectados em Fukushima, no Japão

Níveis muito elevados de radioatividade foram medidos neste sábado (31) na central nuclear de Fukushima, perto dos depósitos de água radioativa, semelhantes aos produzidos recentemente por um grande vazamento, anunciou a companhia Tepco.

“As patrulhas de controle registraram radioatividade muito elevada em quatro locais”, explicou a Tokyo Electric Power, a empresa que administra a central, em um comunicado.

A radioatividade média é tão alta que, se um homem se expor desprotegido a ela por uma hora, receberia nesse curto período a dose máxima autorizada em um ano para um funcionário da usina devidamente protegido.

A companhia acrescentou em seu comunicado que nenhum vazamento foi encontrado.

“Nós não detectamos diminuição alguma no nível de água em qualquer um dos depósitos, e as torneiras estão bem fechadas”, assegurou a Tepco.

Na segunda-feira, 19 de agosto, a Tepco anunciou a descoberta de “poças de água contaminada com radioatividade perto de depósitos”, informando que a quantidade vazada chegava a 300 toneladas.

O tanque com problemas foi localizado, mas não o ponto exato onde ocorreu o vazamento, que provavelmente durava várias semanas.

Mais de mil depósitos de vários tipos, e de vários fabricantes, estão instalados em áreas abertas em torno da central. Cerca de 350 são do mesmo modelo do que registrou o vazamento.

Os vazamentos de água altamente contaminada começaram em março de 2011, devido a danos causados à usina nuclear de Fukushima Daiichi no terremoto seguido de tsunami de março de 2011.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Níveis altos de radioatividade são detectados em Fukushima, no Japão

Níveis muito elevados de radioatividade foram medidos neste sábado (31) na central nuclear de Fukushima, perto dos depósitos de água radioativa, semelhantes aos produzidos recentemente por um grande vazamento, anunciou a companhia Tepco.

“As patrulhas de controle registraram radioatividade muito elevada em quatro locais”, explicou a Tokyo Electric Power, a empresa que administra a central, em um comunicado.

A radioatividade média é tão alta que, se um homem se expor desprotegido a ela por uma hora, receberia nesse curto período a dose máxima autorizada em um ano para um funcionário da usina devidamente protegido.

A companhia acrescentou em seu comunicado que nenhum vazamento foi encontrado.

“Nós não detectamos diminuição alguma no nível de água em qualquer um dos depósitos, e as torneiras estão bem fechadas”, assegurou a Tepco.

Na segunda-feira, 19 de agosto, a Tepco anunciou a descoberta de “poças de água contaminada com radioatividade perto de depósitos”, informando que a quantidade vazada chegava a 300 toneladas.

O tanque com problemas foi localizado, mas não o ponto exato onde ocorreu o vazamento, que provavelmente durava várias semanas.

Mais de mil depósitos de vários tipos, e de vários fabricantes, estão instalados em áreas abertas em torno da central. Cerca de 350 são do mesmo modelo do que registrou o vazamento.

Os vazamentos de água altamente contaminada começaram em março de 2011, devido a danos causados à usina nuclear de Fukushima Daiichi no terremoto seguido de tsunami de março de 2011.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Com preços altos, loja de e-books da Apple não compensa no Brasil

Lançada sem alarde no Brasil há algumas semanas, a loja de livros digitais da Apple, a iBookstore, ainda precisa melhorar seus preços para conquistar os leitores brasileiros.

Em pesquisa feita pela Macworld Brasil com 10 best-sellers de autores sugeridos pela própria Apple na página inicial da iBookstore, todos tiveram preço igual ou maior do que as versões impressas, de acordo com o site comparador de preços Buscapé.

Por exemplo, a obra “A Guerra dos Tronos – Crônicas de Gelo e Fogo, Vol 1”, de George R.R. Martin, sai por 38 reais na iBookstore contra 25 reais pela versão impressa na FNAC – confira a lista comparativa abaixo.

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Além disso, a própria biografia do cofundador e ex-CEO da Apple, Steve Jobs, sai mais em conta na versão em papel, que custa 26 reais, em comparação aos cerca de 34 reais cobrados pela loja online da Apple.

O preço arredondado dos e-books acontece porque, assim como faz com filmes, apps e músicas, a Apple só comercializa os livros digitais em dólar no Brasil, o que pode causar confusão na hora da compra e inclui a cobrança do imposto IOF (imposto sobre operações financeiras). Até o momento, a companhia não se pronunciou sobre quando adotará o real como moeda oficial em sua loja online no país.

A iBookstore chega ao Brasil para competir com outras lojas de e-books para aparelhos iOS e Android, como Saraiva, Submarino, Livraria Cultura, FNAC, entre outras. Apesar dos muitos rumores sobre a estreia da Amazon no país, até o momento não há nenhum informação oficial sobre o assunto.

e-books mais caros no Brasil

O valor maior dos e-books de livros best-sellers em comparação às versões impressas não é exclusividade da Apple. Na loja de livros digitais da Saraiva, por exemplo, encontramos títulos, como “Um Homem de Sorte”, por 20 reais, preço bem acima dos 12,90 reais cobrados na versão impressa de bolso pela própria rede de livrarias.

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Segundo a assistente de negócios digitais da Companhia das Letras, Marina Pastore, essa distorção pode acontecer porque muitas lojas dão descontos especiais apenas nas versões em papel dos livros. “Aqui na Cia das Letras, o padrão é pegar o preço do impresso e cobrar, em média, 30% a menos no e-book”, explica Marina. Com um catálogo atual de 524 títulos digitais disponíveis no país, a editora espera fechar o ano com 700 obras e terminar 2013 com um pouco mais do dobro desse número, 1.500.

– Lista comparativa de preços de e-books na iBookstore e versões impressas em sites brasileiros

Coleção – O Guia do Mochileiro das Galáxias (Douglas Adams)

Versão digital: US$7 (R$14) cada livro – 70 reais a coleção na iBookstore / ou por R$13 cada na Saraiva

Versão impressa: R$17 cada ou R$29,90 a coleção completa com cinco livros no Submarino

Código da Vinci (Dan Brown)

Versão digital: US$10 (R$20) na iBookstore / R$20 na Saraiva

Versão impressa: R$19,71 no Extra e Casas Bahia

O Alquimista (Paulo Coelho)

Versão digital: US$8 (R$16) na iBookstore / Não disponível na Saraiva

Versão impressa: R$13no Extra 

À Espera de um Milagre (Stephen King)

Versão digital: US$13 (R$26) na iBookstore / R$24,90 na Saraiva

Versão impressa: R$19,90 no Submarino

A Guerra dos Tronos – Crônicas de Gelo e Fogo, Vol 1 (George RR Martin)

Versão digital: US$19 (R$38) na iBookstore / Não disponível na Saraiva

Versão impressa: R$25 na FNAC

Os Homens que não Amavam as Mulheres (Stieg Larsson)

Versão digital: US$12 (R$24) na iBookstore /R$22,50 na Saraiva

Versão impressa: R$18 na FNAC

Crepúsculo (Stephanie Meyer)

Versão digital: US$10 (R$20) na iBookstore / R$19,90 na Saraiva

Versão impressa: R$19,71 no Extra

Um Homem de Sorte (Nicholas Sparks)

Versão digital: US$11 (R$22) na iBookstore / R$20 na Saraiva

Versão impressa: R$12,90 na Saraiva

O Homem Duplicado (José Saramago)

Versão digital: US$10 (R$20) na iBookstore / R$19,50 na Saraiva

Versão impressa: R$16 no Extra

Jogos Vorazes (Suzanne Collins)

Versão digital: US$14 (R$28) na iBookstore / R$27,50 na Saraiva

Versão impressa: R$21 no Extra e FNAC

Steve Jobs – A Biografia (Walter Isaacson)

Versão digital: US$17 (R$34) na iBookstore / R$32,50 na Saraiva

Versão impressa: R$26 na FNAC

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Publicado por em 25 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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