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Desperdício ameaça a segurança alimentar mundial, diz Banco Mundial

O Banco Mundial afirmou nesta quinta-feira (27) que o desperdício de alimentos no mundo representa uma “grave ameaça” para a segurança alimentar.

“Milhões de pessoas no mundo dormem com fome todas as noites, enquanto milhões de toneladas de alimentos acabam no lixo ou apodrecendo antes de serem comercializados”, denunciou o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, em um comunicado da instituição.

De acordo com o relatório do Banco Mundial sobre os preços dos alimentos, entre um quarto e um terço dos alimentos produzidos a cada ano são desperdiçados ou perdidos em algum ponto da cadeia de produção.

Cerca de 35% deste desperdício é de responsabilidade do consumidor final, especialmente nos países desenvolvidos.

Além disso, 24% se perde durante a produção de alimentos e 24% durante o armazenamento e distribuição, indica o Banco Mundial, sem especificar onde o restante é perdido.

Fonte G1

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Menina fica ‘encantada’ ao alimentar aves com a mãe em Belarus

09/02/2014 10h00 – Atualizado em 09/02/2014 10h00

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Idosa de 81 anos é presa nos EUA ao alimentar ursos com ração para cães

Mary Musselman foi presa após alimentar repetidamente ursos da região com ração para cachorro (Foto: Divulgação/Highlands County Jail)Mary Musselman foi presa após alimentar
repetidamente ursos da região com ração para
cachorro (Foto: Divulgação/Highlands County Jail)

Uma senhora de 81 anos foi presa na pequena cidade de Sebring, na Flórida (EUA), após repetidamente alimentar ursos da região com comida de cachorro, mesmo sendo alertada diversas vezes por oficiais da Comissão de Conservação de Vida Marinha e Selvagem da Flórida (FWC, em inglês).

Mary Musselman, uma professora aposentada de educação física, foi abordada pela organização duas vezes no fim de 2013, e recebeu panfletos e vídeos explicando por que não poderia continuar dando comida aos animais, de acordo com o jornal “ABC Action News”.

Musselman teria chegado a colocar até 18 potes com ração de cachorro para que os ursos pudessem se alimentar.

A senhora, no entanto, ignorou todos os avisos, e acabou sendo colocada em condicional por um ano, com obrigação de receber agentes da FWC semanalmente em sua casa.

Porém, a idosa afirmou aos agentes que não iria parar, mesmo sabendo que isso influenciaria no comportamento dos ursos, fazendo com que eles perdessem o medo de seres humanos, o que pode aumentar o número de incidentes graves.

No início do ano, Musselman foi detida novamente e chegou a resistir à prisão, ameaçando os policiais que a prenderam. Ao juiz, ela alegou que alimentava os ursos porque acreditava que eles morreriam de fome se não o fizesse, apesar de todas as orientações da Comissão do estado.

A idosa está presa na cadeia do condado de Highlands e não teve fiança estabelecida.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Intoxicação alimentar fecha sétimo melhor restaurante do mundo

O chef Heston Blumenthal, em foto tirada em 12 de março de 2009. O britânico fechou seu restaurante Dinner depois que 24 convidados adoeceram (Foto: Ben Stansall/AFP)O chef Heston Blumenthal, em foto tirada em 12 de março
de 2009. O britânico fechou seu restaurante Dinner depois
que 24 convidados adoeceram (Foto: Ben Stansall/AFP)

O chef britânico Heston Blumenthal fechou durante uma semana seu restaurante londrino “Dinner”, duas estrelas no Guia Michelin, e sétimo melhor do mundo segundo a revista Restaurant, por causa de um vírus intestinal que infectou seus clientes, indicaram neste domingo (2) as autoridades sanitárias locais.

O famoso chef, adepto da cozinha molecular, já teve que fechar em 2009 seu restaurante “The Fat Duck” (3 estrelas), situado em Bray, oeste de Londres, depois que vários clientes foram vítimas de um “norovírus”, que provoca vômitos e diarreia. As autoridades do bairro londrino de Westminster informaram que 24 clientes e 21 funcionários adoeceram.

Várias análises mostraram esta semana a presença do norovírus no restaurante Dinner, no Hotel Mandarin Oriental, situado no bairro de Knightsbridge, informou James Armitage, encarregado da segurança sanitária na câmara de Westminster.

Em seu site na internet, o “Dinner” informou que permanecerá fechado durante uma semana a partir deste domingo (2).

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Projeto solta veados em montanha chinesa para alimentar tigres

Membro da WWF carrega veado ferido que foi levado à reserva para servir de presa para os tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)Membro da WWF carrega veado ferido que foi levado à reserva para servir de presa para os tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)

Conservacionistas que buscam preservar o tigre de Amur, ou tigre-siberiano – o maior felino do mundo – estão soltando veados nas montanhas do nordeste da China para servirem de alimentos para o tigre.

Centenas desses animais, cujo nome científico é Panthera tigris altaica, já habitaram as florestas de carvalho da Manchúria. Hoje, apenas cerca de 20 sobrevivem no ambiente selvagem.

Historicamente, o povo dessa região ao mesmo tempo reverencia e caça os tigres. No passado, a China abrigava diversas subespécies de tigres, mas atualmente o legado permanece apenas no folclore.

Ambientalistas citam o aumento dos assentamentos humanos, a exploração da madeira e a caça ilegal tanto dos tigres – para uso na medicina chinesa – quanto de suas presas, como causas da dramática queda da população desses animais.

“O número de presas é muito pequeno em comparação com outros países”, diz Rohit Singh, da organização global Iniciativa Tigres Vivos, da WWF.

Veado solto em reserva da China servirá como alimento dos tigres de Amur, em perigo de extinção. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)Veado solto em reserva da China servirá como
alimento dos tigres de Amur, em perigo de extinção.
(Foto: AFP Photo/Wang Zhao)

A WWF tem um projeto para aumentar o número de veados na reserva natural Jilin Wangqing em um esforço para dar aos tigres, e também aos leopardos de Amur, uma chance de sobreviver e se multiplicar.

Em 2012, 37 veados foram soltos na área. No mês passado, um número parecido foi liberado no local, para servirem de alimentos para o tigre.

Apetite insaciável
O diretor da base de Vladivostok da Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS, na sigla em inglês), Dale Miquelle, diz que um tigre precisa matar cerca de 50 veados por ano para sobreviver. Seria necessário ter uma população de presas cerca de 10 vezes maior do que isso para resolver o problema.

“Em última instância, o projeto vai ser certificar-se que as presas sejam protegidas da caça ilegal e que elas tenham área para expandir sua população e que seu habitat não seja destruído por outras atividades”, diz Miquelle.

A reserva Wangqing é parte de um corredor que liga a população dos tigres de Amur da China com a da Rússia, a menos de 100 quilômetros de distância. O corredor é ‘muito importante para tigres’, diz Tang Lijun, diretor do escritório de administração da reserva, acrescentando que ações têm reduzido o corte de árvores na área para ajudar a preservar a espécie.

As medidas incluem o estímulo a esquemas alternativos de renda para trabalhadores da floresta, como a pesca, o cultivo de fungos e outros empreendimentos agrícolas.
Estimativas apontam que o número de tigres selvagens está entre 2.700 e 3.200, de acordo com Joseph Vattakaven, da WWF. Há um século, esse número era estimado em 100 mil.

Membros da WWF instalam câmera em reserva chinesa onde veados foram soltos para servirem de alimento para tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)Membros da WWF instalam câmera em reserva chinesa onde veados foram soltos para servirem de alimento para tigres. (Foto: AFP Photo/Wang Zhao)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Malaui vende avião presidencial com objetivo de alimentar os pobres

O Malaui planeja usar os US$ 15 milhões arrecadados com a venda do avião presidencial do país para alimentar mais de 1 milhão de pessoas necessitadas, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira (5).

O Malaui irritou doadores ocidentais, que fornecem cerca de 40% do orçamento nacional, quando o falecido presidente Bingu wan Mutharika adquiriu um avião Dassault Falcon 900EX, com 14 lugares, em 2009.

A presidente Joyce Banda, que substituiu Mutharika depois que este morreu de ataque cardíaco, em abril de 2012, fez da venda do avião uma prioridade do seu governo, na esperança de reparar o dano causado pelas desavenças do antecessor com os doadores.

“Os US$ 15 milhões que recebemos pela venda do avião presidencial serão usados para adquirir milho localmente, a fim de alimentar as massas sofredoras, e parte irá para a produção de legumes”, disse Nations Msowoya, porta-voz do Tesouro do Malaui.

Segundo ele, os US$ 15 milhões representam mais de metade da verba destinada para a compra de milho até o final de março para 1,46 milhão de pessoas cadastradas pelo Comitê de Avaliação da Vulnerabilidade no Malaui, um órgão afiliado à ONU.

O Reino Unido, principal doador para o Malaui, criticou a compra do avião em 2009 e por causa disso reduziu em 3 milhões de libras ( US$ 4,7 milhões) a ajuda ao país africano.

Mas Banda, candidata a um novo mandato no ano que vem, tem sido elogiada no Ocidente pelas medidas de austeridade e pelos gestos destinados a estimular a economia.

A presidente já reduziu seu próprio salário em 30% e prometeu vender 35 veículos Mercedes-Benz da frota presidencial.

Por outro lado, a desvalorização da kwacha (moeda local) gerou inflação e elevou o preço dos alimentos nas zonas rurais, afetando a popularidade de Banda.

A venda do avião presidencial para a empresa Bohnox Entreprise, das Ilhas Virgens, foi anunciada em maio. O jato de luxo custava 300 mil por ano ao Malaui em manutenção e seguro, segundo uma fonte oficial.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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‘Vampiros’, Offspring diz se alimentar de jovens e toca no Rock in Rio

Grupo californiano Offspring em foto de divulgação do álbum 'Days go by' (Foto: Divulgação/Sam Jones)O guitarrista Noodles (1º da esq) com o Offspring, que retorna ao Brasil (Foto: Divulgação/Sam Jones)

Quase cinco anos se passaram desde o último show do Offspring no Brasil. Com apresentações marcadas para 14 de setembro, no Rock in Rio, e dia 15 no Credicard Hall, em São Paulo, a banda californiana sobe ao Palco Sunset em sua estreia na edição brasileira do festival – eles já tocaram em Lisboa, Portugal, em 2008 e 2012.

O guitarrista Kevin “Noodles” Wasserman, que estava em turnê na França quando conversou com o G1 por telefone, conta não se lembrar exatamente da última passagem pelo Brasil, no Festival Planeta Terra, em 2008, mas diz que as primeiras vezes, quando acompanham o Vandals, foram marcantes. “É até difícil colocar em palavras o que aquilo significou”. Noodles afirma que multidões como a do Rock in Rio fazem ele passar por uma “experiência fora do corpo”. “Você olha do alto toda aquela massa de gente, dançando, cantando, com as mãos para o alto. É um sentimento incrível. Só quem passa por isso sabe”, diz.

Ele aproveita para refletir sobre os 30 anos de carreira do grupo. “Quando começamos, nos primeiros dez anos de banda, fazíamos shows como hobby e tocávamos, às vezes, para cinco a oito pessoas, e amávamos. Nos últimos 20 anos, estamos viajando o mundo e tocando para plateias maravilhosas e continuamos empolgados”, conta. “Nos divertimos quando fazemos música. Seja gravando no estúdio, o que leva mais tempo e não tem um feedback imediato, seja quando você toca ao vivo. É legal a nossa música ainda ser apreciada e as nossas canções antigas continuarem fazendo sucesso”, completa.

No começo, fazíamos shows como hobby, tocávamos para 8 pessoas, e amávamos. Nos últimos 20 anos, estamos viajando o mundo e continuamos empolgados”Noodles, guitarrista do Offspring

Para ele, tocar no Palco Sunset não influencia na performance. “Nós sabemos que vamos estar no palco secundário, mesmo assim acho que teremos um público enorme. Se tocássemos no palco principal, não ia mudar muito”, diz.

Noodles conta que ainda vê “muitos rostos jovens” nos shows do Offspring, que fez mais sucesso no meio da década de 90, quando lançou “Americana” e vendeu mais de 15 milhões de discos. “Nós somos como vampiros, nos alimentamos da energia desses adolescentes. Obviamente eles não estavam lá em 94, mas também ainda vemos pessoas que vão aos shows porque são fãs desde ‘Smash’ e do ‘Americana’.”

Noodles adianta que o grupo pretende misturar hits com “deep cuts”, que seriam canções de lado B. “Em festival, temos que fazer hits amigáveis, que tocam em rádios, mas também queremos fazer algumas músicas de rock rápido e agressivo, que não são muito tocadas. Haverá fãs do Offspring que querem ouvir um pouco de tudo”, afirma.

Dexter Holland, do Offspring, canta com a banda em festival paulistano em 2008 (Foto: Mateus Mondini/G1)Dexter Holland, do Offspring, em festival de SP em
2008 (Foto: Mateus Mondini/G1)

O vocalista Dexter Holland disse ao G1, em agosto de 2012, que poderia colocar o rock de volta nas paradas, dominadas pelo pop dançante. Noodles dá risada quanto à observação e diz que espera que isso aconteça. Ele conta que só assiste a videoclipes pela internet e se disse surpreso pela MTV continuar a apostar no Video Music Awards. “Sinceramente, eu não vi o VMA, mas soube pelo Instagram e pelo Twitter que tiraram sarro do prêmio. A MTV agora é só reality show, ‘Snooki & JWOWW’, ‘Jersey Shore’ e coisas do tipo. Então, não sei qual é a relevância desse prêmio. Nós nunca fizemos parte desse mundo. Acho que só participamos uma vez na Europa e foi divertido”, conta.

Lançado em julho do ano passado, “Days go by” é o nono e mais recente álbum de estúdio do Offspring. Questionado sobre um próximo disco, Noodles diz que eles só vão pensar nisso em janeiro de 2014, quando voltarem para o estúdio. “Nós temos trabalhado em algumas coisas enquanto estamos em turnê. Não temos um álbum pronto, mas temos algumas músicas, que não sabemos se vamos lançar como single ou não. Faremos turnê até o fim desse ano e depois trabalharemos nisso”, finaliza.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Música

 

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