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EUA vão reforçar apoio a aliados da Otan por crise na Ucrânia

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O Pentágono estuda medidas de apoio adicionais a seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Leste Europeu, diante da preocupação crescente com as manobras militares russas às portas da Ucrânia, informou um porta-voz militar americano nesta terça-feira (29).

Os Estados Unidos planejam fortalecer os exercícios de treinamento programados para junho nos países bálticos, no momento em que Moscou caracteriza as sanções decididas contra ela como a “Cortina de Ferro” do Ocidente.

Segundo o contra-almirante John Kirby, o Pentágono pretende fazer exercícios por mar e terra “mais fortes, usando elementos adicionais que já se encontram na Europa – provavelmente mais aviões, possivelmente mais navios”.

O secretário americano da Defesa, Chuck Hagel, sugeriu isso a seu homólogo da Estônia, Sven Mikser, durante uma reunião nesta terça no Pentágono.

Em paralelo, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reuniu-se na Casa Branca com a primeira-ministra da Letônia, Laimdota Straujuma, e destacou o “firme compromisso” de Washington com a defesa coletiva de seus aliados da Otan, anunciou o Executivo americano em um comunicado.

“Ambos os líderes conversaram sobre a importância crítica de fortalecer a segurança energética da Europa, por meio de ações coordenadas entre os Estados europeus”, completou a nota

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Vídeo de novo ‘Castlevania’ mostra inimigos e aliados de Drácula

A produtora Konami divulgou um novo vídeo do game de aventura “Castlevania: Lords of Shadow 2” que mostra alguns dos inimigos e aliados de Drácula, pela primeira vez protagonista de um jogo da série. Assista ao lado.

Sequência do título de 2010, “Lords of Shadow 2” continua a reinterpretar a história de “Castlevania” e mostra Gabriel Belmont, herói do primeiro game, transformado em um rei dos vampiros enfraquecido e desgostoso com sua imortalidade. No jogo, Drácula terá de recuperar seus poderes para enfrentar o retorno de um antigo inimigo.

De acordo com a Konami, o novo “Castlevania” se passa em um mundo aberto, o que permite um maior nível de exploração, e substitui o sistema de magias do primeiro “Lords of Shadow” por duas novas armas: a “Void Sword”, que permite roubar a força vital dos inimigos e recuperar a energia de Drácula, e as “Chaos Claws”, que ajudam a derrotar os inimigos mais fortes.

Outra novidade do jogo é o seu esquema de câmera, que possibilita ao jogador mudar o ângulo sobre o campo de batalha enquanto explora o cenário.

“Castlevania: Lords of Shadow ” será lançado nos Estados Unidos no dia 25 de fevereiro com versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PCs.

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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EUA vão interromper espionagem de líderes aliados, promete Obama

O presidente dos EUA, Barack Obama, chega para falar sobre as mudanças na espionagem americana nesta sexta-feira (17) (Foto: AFP)O presidente dos EUA, Barack Obama, chega para falar sobre as mudanças na espionagem americana nesta sexta-feira (17) (Foto: AFP)

O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira (17) uma série de reformas nos programas de inteligência dos EUA, após o caso dos vazamentos feitos pelo ex-consultor Edward Snowden.

Obama anunciou que as agências de inteligência vão interromper a prática de espionar as comunicações de dezenas de líderes internacionais considerados “amigos e aliados” dos EUA.

“Deixamos claro à comunidade de inteligência que, ao menos que exista um urgente propósito de segurança nacional, não vamos monitorar as comunicações de chefes de Estado e de governo entre nossos mais próximos amigos e aliados”, disse em discurso no Departamento de Justiça, em Washington.

No entanto, Obama afirmou que a inteligência americana vai continuar coletando informações sobre as “intenções” de outros governos, e os EUA não vão “pedir desculpas” pelo fato de sua inteligência ser mais eficiente.

Privacidade
Obama classificou as mudanças anunciadas nesta sexta como as mais profundas desde que ele assumiu o governo.

Elas diminuem o poder da NSA (Agência de Segurança Nacional) e outros órgãos de inteligência, em respeito à proteção das liberdades civis, mas mantêm a coleta de informações.

As medidas anunciadas também prevêem o fim do armazenamento, por parte do governo, de uma enorme quantidade de dados telefônicos, os chamados metadados. Obama anunciou que vai pedir que seja desenvolvido um método alternativo para estocar essa informação.

Obama ressaltou que é necessária uma nova abordagem do tema.

“Por isso, ordenei uma transição que eliminará o programa de coleta de metadados como existe atualmente, a Seção 215, e criar um mecanismo que preserve as capacidades que temos sem que o governo mantenha esses metadados”, completou.

Ele reiterou que a coleta de metadados não significa que o conteúdo dos telefonemas seja vasculhado pelas agências de inteligência. Segundo ele, a partir de agora, o acesso ao conteúdo desses telefonemas terá que ser aprovado por tribunais secretos.

“Acredito que os críticos estão certos quando apontam que sem salvaguardas este tipo de programa pode ser usado para conseguir mais informações sobre nossas vidas privadas, e abrir a porta para programas de coleta de dados mais intrusivos”, disse.

O presidente orientou o secretário de Justiça, Eric Holder, e a própria NSA a apresentarem em 60 dias uma alternativa para armazenar esses dados.

No entanto, o mandatário americano deixou claro que a retenção de dados telefônicos pode se tornar uma ferramenta vital para que os mecanismos de inteligência detectem contatos entre “suspeitos de terrorismo”, e que, por isso, deve continuar.

Requisição de dados
Segundo Obama, os provedores de serviços de comunicação terão de dar mais informações aos seus usuários sobre requisições de dados feitas pelos órgãos do governo americano.

As reformas também vão incluir novas regras para o uso das Cartas de Segurança Nacional, que obrigam empresas a fornecer informações ao governo sem saberem o motivo da investigação. Obama disse que, no futuro, o segredo dessas cartas vai terminar em um determinado período, a menos que o governo demonstre a necessidade de manter as informações secretas.

Obama também prometeu aos cidadãos estrangeiros mais proteção em relação à possível coleta de seus dados, disse que os EUA “não estão espionando pessoas comuns” fora do país e negou que a espionagem americana tenha objetivos comerciais.

“Considerando o poder único do Estado, não é suficiente que os líderes digam: ‘Confiem em nós, não vamos cometer abusos com os dados que coletamos'”, disse Obama.

Obama também pedirá ao Congresso que estabeleça uma comissão externa de defensores da privacidade para o tribunal responsável por monitorar atividades de inteligência.

Contra o terrorismo
O democrata voltou a defender as práticas de espionagem do governo, que, segundo ele, são essenciais para prevenir ataques terroristas, proteger as tropas americanas e evitar crimes, inclusive virtuais.

Segundo Obama, diante disso, é impossível “desarmar unilateralmente” as agências de inteligência. Ele reiterou que é necessário equilibrar o respeito à privacidade com as necessidades de segurança.

O presidente americano também voltou a criticar o vazamento de informações, feitas pelo ex-consultor Snowden, afirmando que “vai levar anos” até o país entender as consequências.

Segundo Obama, a divulgação de dados secretos permitiu que os inimigos agora saibam quais são os métodos de  monitoramento usados pelo país.

Ex-técnico da CIA Edward Snowden divulgou documentos secretos (Foto: The Guardian/AP)Edward Snowden (Foto: The Guardian/AP)

Obama disse que os governos não são o único risco à privacidade dos usuários, lembrando que as grandes corporações também se valem de informação online, com fins comerciais.

Vazamentos
As mudanças anunciadas por Obama nesta sexta foram estimuladas pelos vazamentos de informações feitos, ao longo do último ano, por Snowden.

Snowden, um ex-contratado da NSA e agora exilado na Rússia, divulgou por meses nos meios de comunicação internacionais denúncias sobre a espionagem americana de líderes de outros países, como a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel. O Palácio do Planalto brasileiro e o Itamaraty informaram que não comentarão espionagem dos EUA.

As revelações enfureceram os aliados de Washington, envergonharam a Casa Branca e escandalizaram legisladores e ativistas do direito à privacidade.

O governo americano assegura que a informação que reúne é usada apenas para localizar suspeitos de terrorismo e que as autoridades não ouvem ligações telefônicas pessoais.

Em dezembro, um painel de cinco especialistas escolhidos por Obama formulou 46 recomendações para mudanças, muitas delas focadas no programa ultrassecreto de coleta de dados das chamadas telefônicas feitas no país.

O conjunto de propostas do presidente americano representa um compromisso entre as exigências dos defensores das liberdades civis, que consideram inconstitucional a coleta de dados, e as resistências a qualquer mudança na comunidade de inteligência.

Ativista protesta contra a espionagem, nesta sexta-feira (17), em frente ao prédio do Departamento de Justiça dos EUA, em Washington (Foto: AFP)Ativista protesta contra a espionagem, nesta sexta-feira (17), em frente ao prédio do Departamento de Justiça dos EUA, em Washington (Foto: AFP)

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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ao menos 36 combatentes aliados são mortos por rebeldes na Síria

Movimento nas ruas de Demasco na quinta-feira (3) (Foto: Diaa Al-Din/Reuters)Movimento nas ruas de Demasco na quinta-feira (3) (Foto: Diaa Al-Din/Reuters)

Dezenas de jihadistas morreram ou foram capturados nas últimas 24 horas na Síria por forças rebeldes que decidiram combater seus ex-aliados, aos quais acusam de abusos, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH) neste sábado (4).

Segundo o observatório, ao menos 36 combatentes, entre integrantes e aliados do Estado Islâmico no Iraque e o Levante (EIIL), morreram desde sexta-feira na província síria de Idleb e outras dezenas foram capturados pelos rebeldes nesta região do nordeste do país.

Em um comunicado, a opositora Coalizão Nacional Síria demonstrou neste sábado seu apoio total ao combate dos rebeldes contra seus ex-aliados jihadistas, vinculados à Al-Qaeda.

Segundo o OSDH e os rebeldes, na sexta-feira explodiram violentos combates entre o EIIL e as três coalizões rebeldes nas províncias de Idleb e Aleppo (norte).

A Coalizão Nacional Síria considera crucial que “as forças rebeldes continuem defendendo a revolução contra as milícias de Al-Assad e contra as forças da Al-Qaeda, que tentam trair a revolução”.

Os jihadistas, entre eles inúmeros estrangeiros, se uniram à rebelião contra o regime de Bashar al Assad, quando a revolta e suas origens pacíficas se converteu num conflito aberto.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Pentágono diz que paralisação afeta credibilidade dos EUA com aliados

A paralisação do governo dos EUA vai minar a credibilidade norte-americana no exterior e levar aliados a questionar o comprometimento dos EUA com obrigações de tratados, advertiu nesta terça-feira (1º) o chefe de Defesa dos EUA, que se prepara para colocar 400 mil trabalhadores civis em licença sem remuneração.

O secretário de Defesa, Chuck Hagel, em visita à Coreia do Sul para celebrar os 60 anos do tratado de defesa mútua das duas nações, disse que os advogados do Pentágono estão analisando uma nova lei aprovada pelo Congresso para ver se mais trabalhadores civis podem ser poupados das licenças.

Mas, no momento, quando os 800 mil civis do departamento se apresentarem para o trabalho nesta terça-feira, cerca de metade será informada que não está isenta da lei da paralisação do governo e solicitada a voltar para casa, disse Hagel a repórteres.

O Pentágono e outras agências do governo dos EUA começaram a implementar planos de paralisação nesta manhã, depois que o Congresso não conseguiu chegar a um acordo para o financiamento do governo federal no ano fiscal que começou nesta terça-feira.

Uma medida de última hora aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Barack Obama vai garantir que 1,4 milhão de funcionários militares do Pentágono em todo o mundo continuem a receber salários durante a paralisação. Eles eram obrigados a trabalhar sob a lei anterior, mas não receberiam salário até que o Congresso aprovasse o financiamento.

A nova lei também assegura que os civis que são obrigados a trabalhar, apesar da paralisação, também sejam pagos, segundo Hagel. Mas sob a lei, qualquer pessoa que não esteja diretamente envolvida na proteção de vidas e bens não são consideradas isentas e devem ser colocadas de licença.

O chefe do Pentágono disse que desde que chegou a Seul, na noite de domingo, tem sido questionado por autoridades sul-coreanas sobre a paralisação do governo dos EUA.

“Isso tem um efeito sobre nossos relacionamentos ao redor do mundo e leva direto à pergunta óbvia: você pode contar com os Estados Unidos como um parceiro de confiança para cumprir os compromissos com seus aliados?”, disse Hagel a repórteres.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Aliados de presidente deposto farão sexta-feira de protestos no Egito

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Aliados do presidente islamita deposto do Egito, Mohamed Morsi, convocaram esta quarta-feira (21) a população para a “sexta-feira dos mártires”, um novo dia de protestos contra o golpe militar que o derrubou há sete semanas.

Um grupo intitulado “Coalizão Nacional para Apoio da Legitimidade”, que pede a volta de Morsi, disse que vai “permanecer nas ruas” contra o golpe.

O país enfrenta uma violenta crise política desde a deposição de Morsi, no início de julho.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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