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Aplicativos ‘antissociais’ ajudam internautas a proteger privacidade

Aplicativo esconde sua posição para amigos do Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)Aplicativo esconde sua posição para amigos do
Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)

No que muitos veem como sinal de uma tendência em buscar mais privacidade na internet, desenvolvedores de software estão colocando no mercado aplicativos “antissociais” ou que ajudam pessoas a transmitir mensagens “secretas”.

O aplicativo Cloak (clique aqui), por exemplo, permite que você saiba a localização de pessoas que você conhece para poder evitá-las, segundo seus idealizadores. Os usuários podem optar por receber um alerta quando certas pessoas estão próximas.

Por enquanto, o aplicativo só utiliza dados de localização do Foursquare e do Instagram, por isso só é útil se você estiver seguindo as pessoas que está tentando evitar nestas duas redes.

Os desenvolvedores dizem que estão trabalhando para associar o aplicativo, que já teria sido baixado mais de 100 mil vezes, a outras redes sociais. “Nós criamos o aplicativo porque era algo que tinha que existir. Tínhamos que criá-lo”, disseram eles à BBC.

Aplicativos como o Snapchat, que apaga fotos e vídeos segundos depois de serem vistos, e o Secret, que transmite mensagens anonimamente, estão crescendo em popularidade.

O Cloak se autodenomina como um método para “evitar ex-namorados, colegas de trabalho ou aquelas pessoas que gostam de parar e conversar. Qualquer um que a pessoa preferiria não encontrar”.

Ele foi criado pelo desenvolvedor Brian Moore e pelo ex-diretor criativo do site de notícias Buzzfeed, Chris Baker.

Baker disse ao “Washington Post” que o serviço reflete a nova direção que as redes sociais estão tomando.

“Acho que já vimos o pico das grandes redes sociais”, disse ele.

“Ferramentas como o Twitter e o Facebook são como elevadores lotados com pessoas amontoadas… Eu acho que os aplicativos antissociais estão em ascensão. Há cada vez mais desses tipos de projetos”.

Já para Nick Jones, editor-chefe da revista “App Magazine”, estes nichos de aplicativos estão sendo desenvolvidos não porque haja uma grande necessidade dos consumidores, mas porque os desenvolvedores estão ansiosos para capturar alguns dos poucos mercados de mídia social que permanecem inexplorados.

“As pessoas são obrigadas a diversificar seus aplicativos e encontrar um ângulo único para o seu aplicativo, e depois tentar vendê-lo para o Facebook e ganhar um bom dinheiro”.

Mas ele admitiu: “O ‘secreto’ tem suas vantagens, é bastante atraente”.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Aplicativos ‘antissociais’ ajudam internautas a proteger privacidade

Aplicativo esconde sua posição para amigos do Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)Aplicativo esconde sua posição para amigos do
Foursquare e Instagram (Foto: Divulgação/Cloak)

No que muitos veem como sinal de uma tendência em buscar mais privacidade na internet, desenvolvedores de software estão colocando no mercado aplicativos “antissociais” ou que ajudam pessoas a transmitir mensagens “secretas”.

O aplicativo Cloak (clique aqui), por exemplo, permite que você saiba a localização de pessoas que você conhece para poder evitá-las, segundo seus idealizadores. Os usuários podem optar por receber um alerta quando certas pessoas estão próximas.

Por enquanto, o aplicativo só utiliza dados de localização do Foursquare e do Instagram, por isso só é útil se você estiver seguindo as pessoas que está tentando evitar nestas duas redes.

Os desenvolvedores dizem que estão trabalhando para associar o aplicativo, que já teria sido baixado mais de 100 mil vezes, a outras redes sociais. “Nós criamos o aplicativo porque era algo que tinha que existir. Tínhamos que criá-lo”, disseram eles à BBC.

Aplicativos como o Snapchat, que apaga fotos e vídeos segundos depois de serem vistos, e o Secret, que transmite mensagens anonimamente, estão crescendo em popularidade.

O Cloak se autodenomina como um método para “evitar ex-namorados, colegas de trabalho ou aquelas pessoas que gostam de parar e conversar. Qualquer um que a pessoa preferiria não encontrar”.

Ele foi criado pelo desenvolvedor Brian Moore e pelo ex-diretor criativo do site de notícias Buzzfeed, Chris Baker.

Baker disse ao “Washington Post” que o serviço reflete a nova direção que as redes sociais estão tomando.

“Acho que já vimos o pico das grandes redes sociais”, disse ele.

“Ferramentas como o Twitter e o Facebook são como elevadores lotados com pessoas amontoadas… Eu acho que os aplicativos antissociais estão em ascensão. Há cada vez mais desses tipos de projetos”.

Já para Nick Jones, editor-chefe da revista “App Magazine”, estes nichos de aplicativos estão sendo desenvolvidos não porque haja uma grande necessidade dos consumidores, mas porque os desenvolvedores estão ansiosos para capturar alguns dos poucos mercados de mídia social que permanecem inexplorados.

“As pessoas são obrigadas a diversificar seus aplicativos e encontrar um ângulo único para o seu aplicativo, e depois tentar vendê-lo para o Facebook e ganhar um bom dinheiro”.

Mas ele admitiu: “O ‘secreto’ tem suas vantagens, é bastante atraente”.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Games de exercícios físicos ajudam a fortalecer o corpo divertindo o jogador

Os videogames oferecem há bastante tempo jogos em que os joysticks são deixados de lado e os jogadores têm que se levantar do sofá e mexer o corpo para controlar o personagem ou cumprir objetivos das fases. A evolução natural dos sensores de movimento foi trazer exercícios físicos para os videogames.

Praticar exercícios usando os videogames pode ser bastante divertido, dependendo do jogo escolhido, além de ajudar a fortalecer o corpo e a perder alguns quilos. Dentre a nova safra de games de malhação está o “Wii Fit U”, para o videogame Wii U, da Nintendo, que combina os controles com sensibilidade a movimentos Wii Remote, a balança Wii Balance Board e o GamePad, controle que lembra um tablet.

'Wii Fit U' usa a balança Balance Board para fazer exercícios físicos (Foto: Divulgação/Nintendo)‘Wii Fit U’ usa a balança Balance Board para fazer
exercícios físicos (Foto: Divulgação/Nintendo)

A diferença deste jogo para outros do gênero é que ele consegue com eficácia aliar os exercícios físicos com a diversão, usando minigames que envolvem brincar de bambolê, a descida n gelo com o “bobsled” e a brincar de boxe. Até mesmo fazer ioga é divertido no game. Há treinos para fortalecer os músculos, treinos aeróbicos e de dança.

O jogo usa a Balance Board, uma balança que mostra o equilíbrio do jogador e seu peso. Desse modo, os jogos exigem fazer esforço com pernas e abdômen para manter o ponto de apoio do jogador em um determinado ponto da tela. É assim que o “Wii Fit U” mostra que o exercício está sendo feito corretamente. Com a ajuda do GamePad, é possível ver os movimentos e, com a câmera desse acessório, o jogador se vê como em um espelho para tentar repetir os movimentos que a professora virtual mostra. Com o Wii Remote, usado em algumas atividades, o jogador também exercita os braços.

Boxe ganha um minigame divertido em 'Wii Fit U' (Foto: Divulgação/Nintendo)Boxe ganha um minigame divertido em ‘Wii Fit U’
(Foto: Divulgação/Nintendo)

Um contador de passos chamado Fit Meter apresenta as calorias e pode ser sincronizado com o jogo.

Toda a atividade realizada e as calorias queimadas, inclusive as calculadas pelo Fit Meter, são armazenadas pelo game e a evolução do jogador é apresentada em gráficos. Assim, sabe-se quanto tempo falta para atingir os objetivos como a redução de peso, por exemplo.

No Brasil, “Wii Fit U” sai por R$ 400 com a balança e o jogo sozinho é vendido por R$ 180.

Xbox Fitness traz vídeos de malhação e usa Kinect para 'ver' movimentos do usuário (Foto: Divulgação/Microsoft)Xbox Fitness traz vídeos de malhação e usa Kinect
para ‘ver’ movimentos do usuário
(Foto: Divulgação/Microsoft)

Outras opções
Os donos do Xbox One, novo videogame da Microsoft, tem uma opção para realizar exercícios físicos em casa. O console tem uma versão gratuita do “Xbox Fitness”, que traz vídeos com rotinas de aeróbica como se fossem aqueles vídeos com o professor mostrando o que fazer.

A diferença é que o sensor Kinect, que acompanha o console, consegue captar os movimentos do jogador e corrigi-lo com um aviso. Até mesmo os batimentos cardíacos são captados pelo Kinect.

Há rotinas gratuitas, mas outras podem ser compradas diretamente pelo game.

Os jogos de dança como os da série “Just Dance”, da Ubisoft, e “Zumba Fitness”, da Majesco, possuem modos de malhação, que pegam as músicas mais energéticas e as usam para criar uma série de exercícios. Difícil não ficar suado com as coreografias.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisas ajudam a melhorar a criação de tambaqui em cativeiro

O tambaqui é considerado um peixe nobre na Amazônia. A grande exploração fez com que o peixe praticamente sumisse da maioria dos rios. Por isso, é realizado um trabalho para tornar a criação em cativeiro cada vez mais eficiente.

O pescador Wagner Maia Sampaio, que sai cedo para a lida no Rio Solimões, em Manaus, sabe as espécies que devem ir para a rede. Mas entre elas não está o tambaqui. “Há mais de 15 anos que eu peguei um tambaqui nessa região. É muito difícil”, diz.

Até a década de 1980 havia tambaqui em abundância na região de Manaus. Mas, a pesca sem controle e o aumento da população causaram um desequilíbrio. A procura superou em muito a oferta. Nas feiras, é possível encontrar tambaquis de dez ou 14 quilos, que são de rios bem distantes da capital do Estado.

O peixe de cativeiro é o mais comprado na região. O preço do quilo do peixe de cativeiro custa menos da metade em relação ao valor do peixe de rio. A criação em tanques deu certo graças ao trabalho de domesticação da espécie, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

O biólogo Alexandre Honczaryk, que produz alevinos de várias espécies, explica que as fêmeas de tambaqui recebem injeções de hormônio para estimular a reprodução em cativeiro. Depois, os óvulos são misturados ao sêmen do macho e vão para as incubadoras. Quando nascem, os alevinos ficam em piscinas de pedra até a venda.

“Foram formadas famílias. Essas famílias foram colocadas sob uma criação. Foram selecionados exemplares. Esses exemplares então foram pontuados de acordo com essas características zootécnicas que a gente precisa saber e que a gente quer na linhagem”, diz Honczaryk.

A doutora em biologia Vera Val, também do INPA, diz que ainda falta desenvolver características diferenciadas no peixe. “Determinar, se eu quero uma quantidade mais de carne lombo, se eu quero uma costela de tambaqui maior, com mais carne, mais entre-costelas. Então, vamos trabalhar este aspecto”.

O consumo crescente em Manaus fez os criadores de Rondônia se anteciparem para abastecer esse mercado. A produção nos tanques da região de Ariquemes, que inclui nove municípios, saltou de 12 mil, há quatro anos, para mais de 40 mil tambaquis. Com venda garantida, uma cooperativa investiu pesado na fabricação da ração e em novas tecnologias.

São três fases de desenvolvimento. Cada filhote, ou alevino, chega pesando entre dois e cinco gramas. O abate acontece quando o tambaqui alcança de dois a três quilos. “Gira em torno de um ano o tempo total do cultivo. Mas isso vai variar de acordo com características da água, tempo de recria, tamanho final pra abate”, explica o engenheiro de pesca Vinícius Pedroti.

Os cuidados são intensos para conseguir bons resultados. O tanque recebe tratamento especial antes da colocação dos peixes. A medida é tomada para evitar riscos aos filhotes. Já com os tanques cheios, amostras de água são coletadas para análise uma vez por semana. O dono da propriedade Edson Sapirás, que aposta na mecanização, comprou um equipamento chamado de aerador, que ajuda a equilibrar o nível de oxigênio na água, que normalmente diminui à noite, sem a luz do sol.

O tamanho preferido do peixe para o consumidor de Manaus varia de três e 3,5 quilos. E 80% da produção de tambaqui de Rondônia são enviados para a capital do Amazonas. A média brasileira de consumo anual de peixe gira em torno de seis a sete quilos por pessoa. Em Manaus, os números são bem superiores, de 30 a 40 quilos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Índios ajudam a preservar variedades de mandioca em aldeias da Amazônia

As edições diárias do Globo Rural completam 13 anos. Para comemorar, o programa mostra uma série especial de reportagens sobre a domesticação de plantas e animais da Amazônia. Os índios baniwas preservaram e melhoraram diversas variedades de mandioca.

A viagem partiu de Santa Isabel do Rio Negro, no norte do Amazonas. Do município de 18 mil habitantes, no meio da selva amazônica, a equipe de reportagem saiu cedo para aprender sobre o cultivo da mandioca. De voadeira, um barco rápido, foi necessário percorrer uma hora até a tribo Acariquara, que tem 20 famílias dos povos Baniwa e Baré.

A placa na entrada da aldeia deixa os visitantes à vontade: puranga pesika significa seja bem-vindo, em nhengatú, a língua comum de várias nações indígenas. O ritual de boas vindas inclui discursos e apresentações. As mulheres e a meninas oferecem pratos preparados em cada casa, que são colocados no centro do barracão comunitário.

O Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, catalogou mais de 140 variedades de mandioca na Amazônia. Só as roças dessa aldeia têm 21 tipos que garantem uma vasta produção de alimentos. Entre elas são a mandioca amarela, a gigante, a paca, a arraia e a castanha, todas devidamente identificados e anotados pelo tucháua, o chefe da tribo.

Cuidar da roça é um trabalho duro. Cada família usa um pedaço de terra por três ou quatro anos. Depois, é preciso deixar o terreno descansar. Então, é escolhida outra área, sempre um pouco mais longe da aldeia.

A índia Lúcia da Silva cultiva 11 tipos de manivas, nome dado ao caule da planta. Ela reconhece todas pelas folhas. Quando arranca uma raiz, que é a mandioca, a índia já corta um pedaço do talo para outra crescer.

Os índios mantiveram essa forma de trabalhar as manivas diferentes ao longo de gerações e dos séculos. Dessa forma, eles ajudaram a preservar variedades de mandiocas que não se perderam até os dias de hoje. Todas são cultivadas juntas. Mas para a farinha ficar boa e para conseguir fazer todos os pratos da culinária da tribo, nenhuma mulher abre mão de acrescentar uma muda diferente.

A mandioca é carregada no cesto pendurado na cabeça e é processada na aldeia. Uma parte da raiz colhida vai para a água. Depois de dois ou três dias submersa, até mãos mais inexperientes conseguem tirar a casca. Na casa de farinha, as mulheres descascam mais mandioca para ralar. Tudo vai para o ralador. A massa que cai na canoa é colocada na peneira para ser espremida.

“Isso aqui se chama maniquera. Depois que a maniquera se concentra, ela se transforma na goma. Nesse estado não é comestível. Para se utilizar ela como maniquera, que é a nossa bebida tradicional também, ela tem que ser muito bem fervida. Antes disso, é venenosa”, explica a índia baniwa Hilma Neri.

O tucupi é um líquido de sabor forte, resultado da maniquera fervida e reduzida. A mandioca brava é venenosa porque tem ácido cianídrico, uma substância muito tóxico, mas extremamente volátil. Começa a se evaporar quando a mandioca é ralada e manuseada, que desaparece completamente com o calor da fervura e do forno. A massa que ficou na peneira também precisa secar.

O processo começa no tipiti, um tubo de palha trançado pelos homens da aldeia. A massa, quase seca, volta para a casa de farinha, passa pela peneira para tirar as fibras maiores e vai para a torra num forno de barro. Mas torrar é só uma parte. A farinha boa é feita de vários tipos de mandioca.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Aplicativos móveis ajudam a organizar e complementar os estudos

A tecnologia vem se tornando uma importante ferramenta didática de apoio aos alunos e educadores também nos dispositivos móveis. Veja uma seleção de aplicativos e games educativos para tirar o máximo de proveito de tablets e smartphones na hora de estudar.

Aplicativo Agenda do Estudante (Foto: Divulgação/App Store)Agenda do Estudante (Foto: Divulgação/App Store)

Agenda do Estudante
É um aplicativo que ajuda a gerenciar a vida acadêmica do estudante. Ele permite cadastrar data das provas, data da entrega de trabalhos, fazer o controle das notas obtidas nas avaliações, agendar lembretes de eventos e alertas de devolução de livros.

Plataforma: Android (acesse aqui)
Preço: Gratuito

Teacher Kit (Foto: Divulgação)Teacher Kit (Foto: Reprodução/TeacherKit)

TeacherKit
É um aplicativo de gerenciamento pessoal do professor. Ele oferece funcionalidades que auxiliam a organizar as aulas, fazer anotações sobre as turmas e alunos, além de controlar o lançamento das avaliações.

Plataforma: iOS 5.0 ou superior (acesse aqui)
Preço: Gratuito

GoodReader (Foto: Divulgação)GoodReader (Foto: Divulgação/App Store)

GoodReader
Um dos melhores visualizadores de documentos em formato PDF para o sistema iOS. O aplicativo permite adicionar anotações nos documentos, destacar trechos dos textos, contornar as partes mais relevantes com figuras geométricas e incluir comentários em stick notes. Também é possível gerenciar arquivos conectados com cabo USB ou internet sem fio, além de transferir arquivos para os principais serviços de armazenamento de arquivos na nuvem.

Plataforma: iOS (acesse aqui)
Preço: U$ 4,99

Aplicativo Colorama (Foto: Divulgação/App Store)Aplicativo Colorama (Foto: Divulgação/App Store)

Colorama
É um aplicativo que simula um livro de gravuras para colorir. São mais de 700 figuras para serem coloridas usando as facilidades da tela sensível ao toque. O aplicativo é recomendado para crianças de todas as idades. Ele conta com uma interface intuitiva, permitindo que todos os trabalhos fiquem salvos, impressos ou compartilhados no Facebook.

Plataforma: iOS 4.2 ou superior (acesse aqui)
Preço: U$ 24,99

Aplicativo Matrix Game (Foto: Divulgação/ App Store)Matrix Game (Foto: Reprodução/ App Store)

Matrix Game
É um game educativo que ajuda a desenvolver habilidades de percepção visual, atenção e concentração, orientação espacial e os princípios de classificação e categorização. Além disso, ajuda a desenvolver as funções executivas, como planejamento e perseverança. Ele possui versões indicadas para determinadas faixas etárias. A versão 1 destina-se a crianças com quatro anos ou mais, a versão 2 para crianças com cinco anos ou mais e a versão 3, para crianças de seis anos ou mais.

Plataforma: iOS 4.3 ou superior (acesse aqui)
Preço: Gratuito

Aplicativo Penultimate (Foto: Reprodução/Twitter.com)Aplicativo Penultimate (Foto: Reprodução/App Store)

Penultimate
É um dos melhores aplicativos para a escrita a mão livre, perfeito para quem usa o tablet para fazer suas anotações ou rascunhos manuais. O aplicativo é desenvolvido pela mesma empresa responsável pelo Evernote. Inclusive está totalmente integrado com esse outro aplicativo. Um dos diferenciais do aplicativo é a tinta digital empregada do preenchimento das ilustrações, a qualidade e intensidade das cores tornam os trabalhos ainda melhores.
Plataforma: iOS 5.1 ou superior (acesse aqui)
Preço: Gratuito

Aplicativo Book Creator (Foto: Reprodução/App Store)Aplicativo Book Creator (Foto: Reprodução/App Store)

Book Creator for iPad
É um aplicativo para a criação de e-books no formato epub (suportado por todos os leitores de livros digitas). Através dele é possível criar livros com qualidade profissional, adicionar imagens, vídeos, formatações avançadas e exportar no formato PDF para a impressão.

Plataforma: iOS 6 ou superior (acesse aqui)
Preço: U$ 4,99

Aplicativo Exercitando Matemática com mais de 300 exercícios (Foto: Reprodução/App Store)Exercitando Matemática tem mais de 300
exercícios (Foto: Reprodução/App Store)

Exercitando Matemática
Com mais de 300 exercícios de matemática, este aplicativo é ideal para quem está se preparando para o vestibular ou para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O gabarito das questões está no final de cada bloco de exercícios.

Plataforma: iOS 3.0 ou superior (acesse aqui)
Preço: U$ 1,99

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Aplicativos móveis ajudam a organizar e complementar os estudos

A tecnologia vem se tornando uma importante ferramenta didática de apoio aos alunos e educadores também nos dispositivos móveis. Veja uma seleção de aplicativos e games educativos para tirar o máximo de proveito de tablets e smartphones na hora de estudar.

Aplicativo Agenda do Estudante (Foto: Divulgação/App Store)Agenda do Estudante (Foto: Divulgação/App Store)

Agenda do Estudante
É um aplicativo que ajuda a gerenciar a vida acadêmica do estudante. Ele permite cadastrar data das provas, data da entrega de trabalhos, fazer o controle das notas obtidas nas avaliações, agendar lembretes de eventos e alertas de devolução de livros.

Plataforma: Android (acesse aqui)
Preço: Gratuito

Teacher Kit (Foto: Divulgação)Teacher Kit (Foto: Reprodução/TeacherKit)

TeacherKit
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Plataforma: iOS 5.0 ou superior (acesse aqui)
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GoodReader (Foto: Divulgação)GoodReader (Foto: Divulgação/App Store)

GoodReader
Um dos melhores visualizadores de documentos em formato PDF para o sistema iOS. O aplicativo permite adicionar anotações nos documentos, destacar trechos dos textos, contornar as partes mais relevantes com figuras geométricas e incluir comentários em stick notes. Também é possível gerenciar arquivos conectados com cabo USB ou internet sem fio, além de transferir arquivos para os principais serviços de armazenamento de arquivos na nuvem.

Plataforma: iOS (acesse aqui)
Preço: U$ 4,99

Aplicativo Colorama (Foto: Divulgação/App Store)Aplicativo Colorama (Foto: Divulgação/App Store)

Colorama
É um aplicativo que simula um livro de gravuras para colorir. São mais de 700 figuras para serem coloridas usando as facilidades da tela sensível ao toque. O aplicativo é recomendado para crianças de todas as idades. Ele conta com uma interface intuitiva, permitindo que todos os trabalhos fiquem salvos, impressos ou compartilhados no Facebook.

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Aplicativo Matrix Game (Foto: Divulgação/ App Store)Matrix Game (Foto: Reprodução/ App Store)

Matrix Game
É um game educativo que ajuda a desenvolver habilidades de percepção visual, atenção e concentração, orientação espacial e os princípios de classificação e categorização. Além disso, ajuda a desenvolver as funções executivas, como planejamento e perseverança. Ele possui versões indicadas para determinadas faixas etárias. A versão 1 destina-se a crianças com quatro anos ou mais, a versão 2 para crianças com cinco anos ou mais e a versão 3, para crianças de seis anos ou mais.

Plataforma: iOS 4.3 ou superior (acesse aqui)
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Aplicativo Penultimate (Foto: Reprodução/Twitter.com)Aplicativo Penultimate (Foto: Reprodução/App Store)

Penultimate
É um dos melhores aplicativos para a escrita a mão livre, perfeito para quem usa o tablet para fazer suas anotações ou rascunhos manuais. O aplicativo é desenvolvido pela mesma empresa responsável pelo Evernote. Inclusive está totalmente integrado com esse outro aplicativo. Um dos diferenciais do aplicativo é a tinta digital empregada do preenchimento das ilustrações, a qualidade e intensidade das cores tornam os trabalhos ainda melhores.
Plataforma: iOS 5.1 ou superior (acesse aqui)
Preço: Gratuito

Aplicativo Book Creator (Foto: Reprodução/App Store)Aplicativo Book Creator (Foto: Reprodução/App Store)

Book Creator for iPad
É um aplicativo para a criação de e-books no formato epub (suportado por todos os leitores de livros digitas). Através dele é possível criar livros com qualidade profissional, adicionar imagens, vídeos, formatações avançadas e exportar no formato PDF para a impressão.

Plataforma: iOS 6 ou superior (acesse aqui)
Preço: U$ 4,99

Aplicativo Exercitando Matemática com mais de 300 exercícios (Foto: Reprodução/App Store)Exercitando Matemática tem mais de 300
exercícios (Foto: Reprodução/App Store)

Exercitando Matemática
Com mais de 300 exercícios de matemática, este aplicativo é ideal para quem está se preparando para o vestibular ou para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O gabarito das questões está no final de cada bloco de exercícios.

Plataforma: iOS 3.0 ou superior (acesse aqui)
Preço: U$ 1,99

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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