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Genoma da aranha ajuda a entender segredos sobre veneno e teias

Aranha-de-veludo africana, Stegodyphus mimosarum, é fotografada durante uma refeição (Foto: Virginia Settepani/Divulgação)Aranha-de-veludo africana, Stegodyphus mimosarum, é fotografada durante uma refeição (Foto: Virginia Settepani/Divulgação)

Cientistas publicaram pela primeira vez, nesta terça-feira (6), o genoma da aranha, um avanço que ajudará a desvendar os segredos do aracnídeo e pode resultar na criação de inseticidas mais inteligentes e fibras super-resistentes inspiradas no fio produzido pelo animal.

Pesquisadores liderados por Trine Bilde, da Universidade Aarhus, da Dinamarca, decodificaram a sequência de DNA de uma tarântula (Acanthoscurria geniculate) e da aranha-de-veludo africana (Stegodyphus mimosarum), cada uma representando os dois principais grupos de aranhas.

A tarântula – que apesar da má fama, tem uma picada que dói apenas como a ferroada de uma abelha – é migalomorfa, o que significa que é uma aranha que vive no solo e fica à espreita, aguardando sua presa.

A aranha-de-veludo é uma araneomorfa, grupo de aranhas que se diversificou para explorar uma grande variação de habitats acima do solo, onde vive em comunidades e tece sofisticadas teias para capturar insetos voadores.

Há muito, as aranhas fascinam os biólogos, pois combinam dons de sobrevivência com grande eficiência. Com um gasto energético mínimo, elas conseguem capturar presas com até sete vezes seu próprio peso corporal.

Os químicos, no entanto, veem as aranhas de forma diferente. Eles esperam reproduzir o fio que elas tecem, uma proteína complexa muitas vezes mais forte que o aço, e usar as neurotoxinas contidas no veneno do animal, que matam insetos específicos, como base para pesticidas seletivos mais verdes.

Os genomas, publicados no periódico “Nature Communications”, oferecem o panorama mais abrangente até agora dos genes envolvidos nesses cobiçados processos, explicou o cientista Jesper Bechsgaard.

“No caso das proteínas venenosas, fornecemos mais diversidade que poderia, potencialmente, ser utilizada para objetivos específicos”, afirmou.

“No caso das proteínas do fio, fornecemos muitas sequências completas de diferentes tipos de fios que potencialmente poderiam ser úteis para outros que estudam como representar o fio em, por exemplo, células bacterianas”, emendou.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Grupos humanitários questionam eficácia de ajuda entregue à Síria

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Sete semanas depois de caminhões de ajuda humanitária da ONU atravessarem a fronteira da Turquia para a Síria pela primeira vez, trabalhadores e autoridades de ajuda humanitária lotados no centro turco de ajuda ainda não sabem onde os suprimentos foram parar.

O comboio de 78 caminhões com comida, leitos e remédios destinados sobretudo à província curda de Hasakah foi considerado um teste da boa vontade das autoridades sírias e dos rebeldes em atender a uma resolução da ONU que exige a permissão de passagem da ajuda humanitária nas linhas de frente do conflito e fronteiras, nas rotas mais diretas aos necessitados.

Mas nenhuma lista de distribuição foi entregue relacionada a essa ou qualquer outra remessa da ONU desde a resolução, dizem os funcionário de ajuda humanitária em Gaziantep, perto da fronteira turca, o que dificulta os esforços de uma série de entidades que tentam coordenar uma resposta à pior crise humanitária do mundo.

“Ainda não sabemos para onde foi o comboio e não nos sentimos confortáveis com isso. A ONU está refém do regime (sírio)”, disse uma autoridade turca, sob condição de anonimato, já que seu governo ainda não se posicionou publicamente sobre o assunto.

De acordo com o estipulado pelo governo sírio, a entrega foi repassada a agência sírias parceiras, incluindo o Crescente Vermelho Árabe sírio.

Funcionários da ONU chegam à cidade velha de Homs para entregar ajuda humanitária neste sábado (8) (Foto: AFP)Funcionários da ONU chegam à cidade velha de Homs para entregar ajuda humanitária em fevereiro(Foto: AFP)

A Reuters questionou a ONU em Damasco por informações sobre a distribuição final dos suprimentos em Hasakah, mas ninguém estava disponível para falar sobre o assunto. O Crescente Vermelho Árabe na Síria não pôde ser contatado.

A resolução da ONU, adotada pelo Conselho de Segurança em fevereiro, em uma rara demonstração de unanimidade sobre a Síria, tinha como objetivo impulsionar o acesso da ajuda humanitária e ameaçava tomar “medidas adicionais” se o governo sírio e os rebeldes não atendessem à determinação.

Mas a falta de transparência em torno das entregas da ONU torna o monitoramento difícil, de acordo com organizações não-governamentais (ONGs) internacionais, que escreveram no mês passado a diversos integrantes do Conselho de Segurança da ONU, alertando que a falta de coordenação significava que a ajuda não estava chegando às áreas prioritárias.

“É um dano em dobro, porque não há prestação de contas, transparência e coordenação, e a todo momento Assad se atribui o crédito (pelas entregas de ajuda humanitária) e criminaliza qualquer um que atravesse a fronteira em áreas controladas por rebeldes”, disse o gestor de projetos de uma ONG ocidental que pediu anonimato, sob o temor de prejudicar ainda mais as já frágeis relações com o órgão multilateral.

arte síria versão 15.04 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Novo scanner portátil ajuda a revelar ‘composição química’ de objetos

Apetrecho permite que usuário saiba, por exemplo, a quantidade de agrotóxico de verduras, legumes e frutas (Foto: Consumer Physies/BBC)Apetrecho permite que usuário saiba, por exemplo, a quantidade de agrotóxico de verduras, legumes e frutas (Foto: Consumer Physics/BBC)

Uma startup israelense criou um dispositivo que revela instantaneamente a composição química de diferentes objetos, de comida a joias, passando por medicamentos e até mesmo plantas.

Na prática, isso permite saber, por exemplo, se uma maçã tem agrotóxicos ou se uma joia não passa de uma bijuteria barata.

Do tamanho de uma caixa de fósforos, o pequeno aparelho foi inventado pela empresa Consumer Physics, sediada em Tel-Aviv, que alega ter desenvolvido o primeiro espectrômetro (instrumento ótico usado para medir as propriedades da luz) molecular barato e de fácil acessibilidade do mundo.

O dispositivo se assemelha a um scanner de mão: o usuário aponta o equipamento em direção a um objeto, pressiona um botão que emite uma luz azul e, alguns segundos depois, obtém as informações sobre suas características moleculares.

Dror Sharon, co-fundador da Consumer Physics, diz acreditar que a invenção, batizada de SCiO, pode se tornar um ‘Google’ para o mundo físico, ou seja, uma maneira de buscar e descobrir instantaneamente a composição dos objetos ao nosso redor.

O SCiO custa US$ 199 (R$ 450) e foi revelado ao público pela primeira vez na semana passada. O projeto consumiu três anos de pesquisa e levantou mais de US$ 900 mil (R$ 2 milhões) na plataforma de crowdfounding (financiamento coletivo) Kickstarter – quatro vezes mais do que a meta inicial da companhia, de US$ 200 mil (R$ 450 mil) – em apenas 40 dias.

SCiO revela composição química de produtos, como queijo (Foto: BBC)SCiO revela composição química de
produtos, como queijo (Foto: BBC)

Hardware
O lançamento do dispositivo retrata um fenômeno que especialistas já estão chamando de ‘renascimento do hardware’. Isso porque, depois de anos concentrando seus investimentos em start-ups de software, como aplicativos ou sistemas operacionais, os investidores parecem ter ‘redescoberto’ uma nova fonte de receitas: as fabricantes de hardware.

‘Montar uma start-up de hardware requer muito menos capital de giro e é muito menos arriscado’, diz Boris Wertz, investidor e dono do fundo de private equity Version One Ventures.

Segundo ele, a ascensão do processo de impressão 3-D, a universalidade dos smartphones e linhas de produção mais eficientes facilitaram a entrada de novos players no mercado – e sem a necessidade de investimentos vultosos.

Nessa semana, desenvolvedores novatos estão tendo a chance de expor seus produtos, na esperança de obter o dinheiro necessário para materializar seus sonhos – e, quem sabe, se tornar um novo Twitter ou Facebook.

A disputa pela atenção dos investidores ocorre na feira de tecnologia TechCrunch Disrupt, um dos maiores eventos do tipo dos Estados Unidos.

Dois dos finalistas da competição ‘Start-up Battlefield’, realizada durante o evento, são duas fabricantes de hardware: a Tango PC, que fabrica computadores com sistema operacional Windows do tamanho de smartphone usando ‘tecnologia espacial’ e a Mink, que desenvolve impressoras de maquiagem.

As estatísticas também comprovam o novo foco dos investidores. Segundo a Dow Jones VentureSource, mais de US$ 869 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) foram investidos em start-ups de hardware em 2013, praticamente o dobro dos US$ 422 milhões (R$ 940 milhões) aplicados em 2012.

Parte do que vem atraindo investidores como Wertz é que as fabricantes de hardware são agora capazes de exibir protótipos e arrecadam fundos para seus projetos via sites de crowdfunding (financiamento coletivo).

‘O crowdfunding se adequa perfeitamente à proposta das fabricantes de hardware’, diz Scott Miller, fundador da Dragon Innovation, que ajuda as companhias a levantar dinheiro para fabricar produtos, principalmente na China.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Genoma da aranha ajuda a entender segredos sobre veneno e teias

Aranha-de-veludo africana, Stegodyphus mimosarum, é fotografada durante uma refeição (Foto: Virginia Settepani/Divulgação)Aranha-de-veludo africana, Stegodyphus mimosarum, é fotografada durante uma refeição (Foto: Virginia Settepani/Divulgação)

Cientistas publicaram pela primeira vez, nesta terça-feira (6), o genoma da aranha, um avanço que ajudará a desvendar os segredos do aracnídeo e pode resultar na criação de inseticidas mais inteligentes e fibras super-resistentes inspiradas no fio produzido pelo animal.

Pesquisadores liderados por Trine Bilde, da Universidade Aarhus, da Dinamarca, decodificaram a sequência de DNA de uma tarântula (Acanthoscurria geniculate) e da aranha-de-veludo africana (Stegodyphus mimosarum), cada uma representando os dois principais grupos de aranhas.

A tarântula – que apesar da má fama, tem uma picada que dói apenas como a ferroada de uma abelha – é migalomorfa, o que significa que é uma aranha que vive no solo e fica à espreita, aguardando sua presa.

A aranha-de-veludo é uma araneomorfa, grupo de aranhas que se diversificou para explorar uma grande variação de habitats acima do solo, onde vive em comunidades e tece sofisticadas teias para capturar insetos voadores.

Há muito, as aranhas fascinam os biólogos, pois combinam dons de sobrevivência com grande eficiência. Com um gasto energético mínimo, elas conseguem capturar presas com até sete vezes seu próprio peso corporal.

Os químicos, no entanto, veem as aranhas de forma diferente. Eles esperam reproduzir o fio que elas tecem, uma proteína complexa muitas vezes mais forte que o aço, e usar as neurotoxinas contidas no veneno do animal, que matam insetos específicos, como base para pesticidas seletivos mais verdes.

Os genomas, publicados no periódico “Nature Communications”, oferecem o panorama mais abrangente até agora dos genes envolvidos nesses cobiçados processos, explicou o cientista Jesper Bechsgaard.

“No caso das proteínas venenosas, fornecemos mais diversidade que poderia, potencialmente, ser utilizada para objetivos específicos”, afirmou.

“No caso das proteínas do fio, fornecemos muitas sequências completas de diferentes tipos de fios que potencialmente poderiam ser úteis para outros que estudam como representar o fio em, por exemplo, células bacterianas”, emendou.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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EUA oferecem ajuda em buscas por jovens nigerianas sequestradas

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Arte mapa sequestro Nigéria (Foto: G1)

Os Estados Unidos colocaram nesta terça-feira (6) a disposição uma equipe de especialistas para ajudar a encontrar as 200 meninas e adolescentes nigerianas, em meio à indignação internacional por seu sequestro pelas mãos do grupo islamita Boko Haram.

O secretário de Estado, John Kerry, fez esta proposta ao presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, em uma conversa por telefone, informou a porta-voz da pasta, Jennifer Psaki.

Os detalhes da operação ainda devem ser apresentados, acrescentou Psaki durante uma coletiva de imprensa.

Washington também propôs instaurar uma equipe de coordenação em sua embaixada em Abuja, que seria integrada por militares americanos e especialistas em situações de sequestro.

Segundo a porta-voz, John Kerry se reunirá com o presidente Barack Obama na tarde desta terça e o tema do sequestro das jovens nigerianas “deve ser um ponto importante em suas discussões”.

“O presidente nos pediu para fazer todo o possível para ajudar o governo nigeriano a encontrar e libertar as estudantes”, indicou.

Já a ONU disse nesta terça que o possível envio de uma missão à Nigéria para ajudar no resgate das mais de 200 meninas é uma decisão que depende do Conselho de Segurança, informa a agência Efe.

“O envio de uma força de desdobramento rápido tem que acontecer através do Conselho de Segurança”, respondeu hoje à imprensa uma porta-voz das Nações Unidas, que reiterou a “profunda preocupação” do organismo pelo sequestro das menores.

Na noite desta segunda-feira (5), homens armados que seriam integrantes do grupo extremista Boko Haram sequestraram mais oito meninas com idades entre 12 e 15 anos em uma vila no nordeste da Nigéria.

O sequestro das meninas ocorre depois do sequestro de outras 200 estudantes pelo grupo militante islâmico no mês passado.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Brasil

 

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EUA oferecem ajuda à Nigéria para localizar meninas raptadas

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Os Estados Unidos disseram nesta quinta-feira que oferecem ajuda à Nigéria em sua busca por cerca de 200 meninas sequestradas por militantes islâmicos em uma escola no nordeste do país, situado no oeste da África.

“Estamos envolvidos em conversas com o governo nigeriano sobre o que poderíamos fazer para ajudar em seus esforços para encontrar e libertar essas jovens mulheres”, disse a porta-voz do Departamento de Estado, Marie Harf, no contato diário com a imprensa. “Nós vamos continuar a ter essas conversas e ajudar de qualquer modo que pudermos.”

Homens armados suspeitos de serem do movimento islâmico radical Boko Haram invadiram em 14 de abril uma escola secundária de meninas na aldeia de Chibok, no Estado de Borno, colocaram as adolescentes em caminhões e desapareceram em direção a uma área remota na fronteira com o Camarões.

O sequestro ocorreu no mesmo dia em que a explosão de uma bomba, também atribuída ao Boko Haram, matou 75 pessoas na periferia da capital, Abuja, no primeiro ataque contra a capital em dois anos.

Mas a brutalidade da ação na escola chocou os nigerianos, já acostumados há muito tempo a ouvir falar de atrocidades relacionadas a insurgência islamista que dura cinco anos e está cada vez mais sangrenta. O Boko Haram é agora visto como a principal ameaça de segurança à Nigéria, principal produtor energia da África.

Marie não entrou em detalhes sobre o tipo de assistência que Washington está oferecendo, mas disse: “Nós sabemos que o Boko Haram está ativo na área e temos trabalhado em estreita colaboração com o governo nigeriano para a capacitação na luta contra essa ameaça.”

Separadamente, um grupo de senadores norte-americanos apresentou uma resolução condenando o sequestro e pedindo ajuda do governo dos EUA no esforço de resgate.

“Os EUA e a comunidade internacional devem trabalhar com o governo nigeriano para garantir que essas meninas voltem a suas casas e aprofundar os esforços para combater a crescente ameaça representada pelo Boko Haram”, disse o senador Chris Coons, de Delaware, presidente do Subcomitê de Assuntos Africanos no Senado, e um dos seis patrocinadores da resolução.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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Comissão Europeia oferece ajuda de 365 milhões de euros à Ucrânia

A Comissão Europeia (CE) anunciou nesta terça-feira (29) uma ajuda especial para a Ucrânia no valor de 365 milhões de euros com o intuito de contribuir para transição e estabilização do país, assim como dar impulso às reformas democráticas, ao papel da sociedade civil e ao desenvolvimento socioeconômico.

A CE precisou em comunicado que essa assistência está condicionada ao progresso das reformas da administração pública, da constitucional, da legislação eleitoral e da justiça, assim como da luta contra a corrupção.

Segundo a comissão, com sede em Bruxelas, os primeiros desembolsos dessa nova ajuda ocorrerão depois da assinatura de um acordo financeiro entre a CE e o governo ucraniano.

Este apoio faz parte do conjunto de ajudas anunciado pelo presidente da CE, José Manuel Durão Barroso, em 5 de março, e está dividido em duas partes.

A primeira consistirá em um “contrato para desenvolver o Estado” ucraniano, que incluirá 355 milhões de euros e que proporcionará um apoio ao orçamento do país a curto prazo para respaldar o processo de transição.

Concretamente, o acordo servirá para que o governo da Ucrânia afronte os problemas econômicos mais urgentes e prepare mais reformas em profundidade no contexto da associação política e integração econômica entre esse país e a UE, sobre a base do acordo de associação e livre-comércio que Bruxelas espera assinar com Kiev.

Os primeiros 250 milhões de euros, segundo a CE, espera-se que sejam entregues pouco depois da assinatura de um acordo financeiro com as autoridades ucranianas.

A segunda parte da ajuda é uma assistência de 10 milhões de euros para apoiar a sociedade civil, a qual complementará o respaldo proporcional à Ucrânia sob o contrato de desenvolvimento do Estado.

Essa quantidade será entregue através de uma convocação de propostas para financiar ações que deverão realizar organizações da sociedade civil, assim como por meio de assistência técnica que impulsione um diálogo estruturado entre as autoridades e os representantes da sociedade.

O programa anunciado pela CE em março para a Ucrânia também inclui uma ajuda macrofinanceira de 1 bilhão de euros, que combinará com 610 milhões que a UE já tinha acordado conceder a Kiev e que sairão do programa de assistência da União a terceiros países.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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