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Malaysia Airlines deixa de pagar hotel a familiares de desaparecidos

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Familiares de passageiros do avião Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desaparecido desde o sábado (8) deixam hotel em Putrajaya, Malásia. Buscas pela aeronave, que levava 239 pessoas a bordo, chegam ao segundo dia no mar do sudeste da Ásia. (Foto: Samsul Said/Reuters)Familiares de passageiros do avião Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desaparecido no dia 8 de março; avião levava 239 pessoas a bordo. (Foto: Samsul Said/Reuters)

A companhia aérea Malaysia Airlines pediu aos familiares dos passageiros desaparecidos no voo MH370 no dia 8 de março que deixem o hotel de Pequim onde estavam vivendo há quase dois meses, com suas despesas pagas pela companhia aérea. As buscas aéreas pelo avião foram encerradas no dia 30 de abril.

‘A Malaysia Airlines nos pediu bruscamente para deixarmos os quartos. Estou furioso’, indicou Steven Wang. Sua mãe estava a bordo do Boeing que, segundo os investigadores, caiu no oceano Índico, sem que até o momento as causas do acidente tenham sido esclarecidas ou seus destroços encontrados.

‘Poderiam ter nos dado pelo menos um período de ajuste, para termos o tempo de nos prepararmos e de recolher nossas coisas’, lamentou Wang, interrogado pela AFP.

Wen Wancheng, cujo filho viajava no voo MH370, declarou que os familiares dos passageiros foram obrigados a deixar o hotel em um prazo de 18 horas, nesta sexta-feira.

Na noite de quinta-feira, a companhia aérea anunciou que deixaria de pagar os quartos dos familiares dos passageiros. Eles estavam há quase dois meses na capital chinesa com suas diárias pagas pela companhia malaia, principalmente no hotel Lido.

Neste hotel eram organizadas regularmente as reuniões entre funcionários da Malaysia Airlines ou as autoridades malaias com os familiares dos passageiros chineses, que eram 153 no total.

Ocorreram muitos incidentes com as famílias nestes encontros. Muitos dos parentes acreditam que Kuala Lumpur esconde a verdade desde o dia 8 de março, quando a aeronave, com destino a Pequim, desapareceu dos radares civis.

Em um comunicado, a companhia recomendou às famílias que recebam ‘as informações sobre as operações de busca e a investigação na comodidade de seus próprios domicílios’.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Mau tempo interrompe buscas de Boeing da Malaysia Airlines

As buscas por mar e ar do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines que supostamente caiu no Oceano Índico foram suspensas nesta segunda-feira (24) (terça-feira no horário local) devido ao mau tempo na região, afetada por fortes ventos e ondas gigantes, informou a Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA, na sigla em inglês).

“A AMSA realizou uma avaliação e determinou que as circunstâncias climáticas atuais são perigosas para qualquer atividade de busca por mar e ar, com risco para as tripulações […] Diante disto, a AMSA suspendeu todas as operações de busca – por mar e ar – no dia de hoje devido às condições climáticas.”

A busca ocorre em uma região de 2.500 km a sudeste de Perth, um dos locais mais inóspitos do mundo.

Nesta segunda-feira (24), o primeiro-ministro malaio, Najib Razak, confirmou que o Boeing 777-200 que fazia o trajeto Kuala Lumpur-Pequim caiu no Oceano Índico.

A informação foi obtida com base em uma nova análise de dados de um satélite da Grã-Bretanha, que apontaram que a última localização do avião com 239 pessoas a bordo foi no sul do Índico, a oeste de Perth, na Austrália. Segundo o premiê, não há sobreviventes. Até agora, porém, os destroços da aeronave ainda não foram avistados nem localizados.

“Esta é uma localização remota, longe de quaisquer possíveis locais de pouso”, disse Najib. “Assim, é com profunda tristeza e lamento que devo informá-los que, de acordo com estes novos dados, o voo MH370 terminou no sul do Oceano Índico.”

Najib acrescentou que as famílias de passageiros e tripulantes foram informadas dos desdobramentos.

Seus comentários aconteceram num momento em que um navio australiano estava perto de encontrar possíveis destroços de um avião após uma série crescente de visualizações de objetos flutuando que se acredita serem parte do avião.

Os objetos, descritos como “circulares e cinzas ou verdes” e “retangulares laranjas”, foram vistos na tarde de segunda-feira no horário local, disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, acrescentando que três aviões também estão a caminho da área.

O voo MH370 desapareceu dos radares civis menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur rumo a Pequim em 8 de março. Desde então não houve nenhuma visualização confirmada da aeronave e não há pistas sobre o que deu errado.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Entenda como são feitas as buscas pelo avião da Malaysia Airlines

Ao menos 26 países se mobilizaram nas buscas pelo Boeing da Malaysia Airlines que desapareceu no dia 8 com 239 pessoas a bordo. Nesta segunda-feira (24), o governo da Malásia afirmou que o avião caiu no sul do Oceano Índico, a 2.500 km a sudoeste de Perth, a grande cidade da costa oeste australiana, um dos lugares mais inóspitos do mundo.

A posição exata onde o avião teria caído ainda é uma dúvida. A queda na região foi concluída por causa de registros de satélites da Inglaterra que confirmaram um último sinal recebido pelo avião nessas imediações, que uma hora depois não existia mais.

Imagens de satélite da França, da China e da Austrália registradas nos últimos dias levantaram indícios de que possíveis destroços do voo MH370 poderiam estar flutuando pelo sul do Oceano Índico. Mas, até o momento, equipes de resgate não tiveram êxito em encontrar sinais definitivos da aeronave.

Nesta segunda-feira, uma aeronave australiana, envolvida nas buscas, avistou dois novos objetos. Um deles era circular e de cor verde acinzentada. O segundo, laranja e retangular. 

Agora, os trabalhos de busca estão sendo coordenados pela Austrália, que é o país mais próximo da última posição conhecida do avião, em conjunto com autoridades da Malásia e da China. As área de buscas têm cerca de 2,97 milhões de milhas quadradas – uma área quase do tamanho dos Estados Unidos. Consultado pelo G1, o oceanógrafo David Zee, que é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), estima que a profundidade na região de buscas seja de cerca de 1.500 metros.

Nesta terça-feira (25), as buscas foram interompidas devido ao mau tempo na região, afetada por fortes ventos e ondas gigantes, informou a Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA, na sigla em inglês). As circunstâncias climáticas são perigosas para qualquer atividade de busca, visto que não há nenhum lugar próximo onde os aviões podem pousar.

Veja o que está sendo usados nas buscas:

P-3AM Orion, avião que será utilizado no patrulhamento da região do pré-sal (Foto: Divulgação/FAB)P-3AM Orion (Foto: Divulgação/FAB)

Aeronaves
Ao menos 10 aeronaves de reconhecimento, com militares, e também outros modelos, equipados com sensores termais, estão no local à procura dos destroços.

Quatro aviões civis de pequeno porte da região também estão na área. Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Estados Unidos e Japão mandaram aviões de modelos semelhantes ao P3 Orion, que é dotado de radares e equipamentos eletro-ópticos.

O mesmo modelo de avião é usado pela Força Aérea Brasileira para as buscas de um avião que desapareceu no Pará e também para patrulhar a costa do país na proteção do pré-sal.

Foi um P3 Orion da Força Aérea Real da Nova Zelândia que localizou peças que poderiam ser do avião nesta segunda-feira (24).  O avião tem capacidade de longo alcance – podendo voar por até 16 horas em patrulhas marítimas – e é perfeito para este tipo de busca, segundo especialistas. Seus sofisticados sensores conseguem captar dados a até 304 metros de profundidade.

Avião da Força Aérea chinesa deve se juntar às buscas pelo voo que desapareceu. (Foto: Jason Reed/Reuters)Avião da Força Aérea chinesa apoia os trabalhos
(Foto: Jason Reed/Reuters)

Os EUA mandaram também um P8 Poseidon, recém-adquirido ao arsenal da marinha americana e que possui um alcance de até 12 mil metros, divulgou o governo norte-americano.

A aeronave fará durante as buscas, no entanto, voos curtos visuais a uma distância máxima de até 1.524 metros, em zigue-zague no Oceano e a baixa velocidade e altitude. O objetivo é permitir que os militares possam observar no mar se há alguma peça do avião.

Já a Força Aérea chinesa enviou dois aviões Ilyushin Il-76. Com quatro turbinas e de médio alcance, é um avião de transporte militar que tem equipamentos de transferência de informações, que poderiam ser úteis caso algo concreto seja retirado do mar.

Aeronave australiana procura por destroços do avião da Malasyian Airlines (Foto: Richard Wainwright/Pool/Reuters)Aeronave australiana procura por destroços 
(Foto: Richard Wainwright/Pool/Reuters)
vale este mapa malásia MH370 atualiza 24/3 (Foto: Arte G1)

Navios
O navio australiano HMAS Success está perto e é possível que recolha os objetos avistados em breve, segundo o ministro malaio dos Transportes, Hishamuddin Hussein. A embarcação está equipada com um guindaste, o que permite enganchar e rebocar destroços de grande envergadura.

A China enviou sete barcos, entre eles um quebrador de gelo que atua na Antártica. Outros dois navios mercantes, um deles britânico, que estavam passando pela rota, foram chamados para apoiar nas buscas.

A Marinha britânica também despachou para a região o navio de patrulha costeira HMS Echo, que opera desde 2002 e é equipado com submarinos e coleta de material oceanográfico, podendo oferecer apoio de perícia e análises químicas, em caso de necessidade.

A 7ª Frota da Marinha dos EUA enviou também embarcações e navios sofisticados de buscas, que ainda estão a caminho do local, segundo a agência Reuters. O porta-voz da 7º frota, comandante William J. Marks, afirma que um dos navios possui o sistema “TPL-25 Towed Pinger Locator System”, sistema que pode ser jogado no mar para localizar os sensores das caixas-pretas a até 6.096 metros de profundidade, segundo a emissora de TV CNN.

Satélites
Imagens de satélites da China, França e Estados Unidos estão sendo usadas para rastrear possíveis destroços. É atribuído ao modelo de observação terreste “Gaofen-1” a identificação das últimas imagens que apontam destroços a sudoeste da Austrália. Um satélite comercial australiano também está direcionado para apoiar possíveis objetos no Oceano Índico.

A NASA também divulgou que está solicitando de um satélite que possui câmeras operadas a partir da Estação Espacial Internacional o envio de imagens em boa resolução para tentar identificar objetos nas profundezas do Oceano Índico.

Especialistas alemães querem buscar avião malaio com minisubmarino (Foto: Reprodução/Geomar.de)Especialistas alemães querem buscar avião malaio
com minisubmarino (Foto: Reprodução/Geomar.de)

Submarinos
Um grupo de especialistas do Instituto Helmholtz de Oceanografia de Kiel, no norte da Alemanha, ofereceu o minissubmarino não-tripulado “Abyss”, um dos três submarinos que existem no mundo em condições de realizar buscas a três mil metros de profundidade.

Outros dois modelos norte-americanos, que participaram das buscas do Airbus da Air France, que caiu no Oceano Atlântico em 2009, também participarão do trabalho conjunto quando o avião for localizado.

A Malásia pediu aos Estados Unidos que forneçam a tecnologia de vigilância submarina para ajudar nas buscas, anunciou o Pentágono, que ainda avalia os equipamentos que irá enviar.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Chefe da Malaysia Airlines diz à BBC que empresa não esconde nada sobre voo

O CEO da Malaysia Airlines disse à BBC que tem certeza que o voo MH370 está desaparecido (Foto: BBC/Reprodução)O CEO da Malaysia Airlines disse à BBC que tem certeza que o voo MH370 está desaparecido (Foto: BBC/Reprodução)vale este mapa malásia MH370 atualiza 24/3 (Foto: Arte G1)

O presidente da Malaysia Airlines, companhia aérea do voo MH370 que desapareceu na Ásia em 8 de março com 239 pessoas a bordo, disse em entrevista exclusiva à BBC que a empresa “não está escondendo nada” sobre o voo e que seu possível afastamento do cargo é uma “decisão pessoal” que será decidida “depois”.

Ahmad Jauhari Yahya disse que não deixará o cargo agora pois ‘há coisas a serem feitas’ e q ualificou de injustas as dúvidas levantadas por familiares dos passageiros de que as autoridades malaias, e ele próprio, não estão divulgando todas as informações sobre o desaparecimento.

“Nós estamos fazendo tudo que podemos, dentro das nossas possibilidade, para ajudá-los”, disse, se referindo aos parentes dos passageiros.

E ressaltou: “É importante lembrar que em incidentes como esse há sempre pistas, e nesse caso, não tivemos nenhuma até, provavelmente, a noite passada (segunda-feira)”.

Buscas suspensas
Em coletiva realizada na segunda-feira, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, disse que uma análise de dados de satélite confirma que o avião da Malaysia Airlines caiu em águas remotas do Oceano Índico, no oeste da Austrália.

“É com grande tristeza e pesar que eu tenho que informar a vocês que, de acordo com novos dados, o voo MH370 chegou a seu fim no sul do Oceano Índico”, disse Razak.

O pronunciamento foi feito cinco dias depois terem sido iniciadas buscas na região. “É uma localização remota, longe de qualquer lugar possível de aterrissar”, explicou o primeiro-ministro.

Nesta terça-feira (25), as buscas pelo avião da Malaysia Airlines no Oceano Índico foram suspensas devido ao mau tempo.

A Autoridade de Segurança Marítima na Austrália (Amsa, na sigla em inglês), que está comandando as buscas, disse que fortes ventos e chuva impedem aviões de voar com segurança.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de março de 2014 em Brasil

 

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Busca por avião desaparecido da Malaysia Airlines entra na 3ª semana

Avião da Força Aérea chinesa deve se juntar às buscas pelo voo que desapareceu. (Foto: Jason Reed/Reuters)Aviões da Força Aérea chinesa devem se unir às buscas pelo voo que desapareceu. (Foto: Jason Reed/Reuters)VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

As buscas pelo avião desaparecido da Malaysia Airlines entraram na terceira semana, com um número crescente de aviões e navios se unindo ao patrulhamento no sul do Oceano Índico, onde imagens de satélites australiano, chinês e francês flagraram objetos que podem ser destroços da aeronave.

O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China.

A operação, liderada pela Austrália, faz buscas em uma área de cerca de 2.500 quilômetros ao sudoeste de Perth, com ao menos oito aeronaves, algumas da Marinha americana e da Austrália. Outros dois aviões chineses e dois japoneses também devem se juntar à patrulha.

As buscas foram deslocadas para o Índico após o anúncio de que satélites chineses flagraram objetos flutuando nas águas. Neste domingo, a possibilidade foi reforçada por imagens de um satélite francês, que também mostram objetos flutuando no sul do  Oceano Índico.

Um dos detritos flagrados pelos satélites chineses teria 22,5 metros por 13 metros. A informação inicial é de que os objetos avistados nas fotos teriam sido achados a 120 quilômetros dos possíveis destroços avistados na última quinta-feira no sul do Oceano Índico por autoridades australianas a partir de outras imagens de satélite.

No entanto os trabalhos de busca realizados na sexta-feira na área, que fica a 2,3 mil quilômetros da costa australiana, não tiveram sucesso, aumentando a tensão entre os familiares dos passageiros desaparecidos.

Na sexta-feira (21), o vice-primeiro-ministro da Austrália, Warren Truss, disse que os objetos vistos em imagens de satélite em uma área remota no sul do Oceano Índico, o que levou a uma caçada internacional em busca do avião desaparecido da Malaysia Airlines, já podem ter afundado.

“Algo que estava flutuando no mar há tanto tempo pode não estar mais”, disse Truss a repórteres em Perth, na Austrália. “Podem ter ido para o fundo.”

Segundo a emissora americana CNN, o primeiro avião enviado ao local na sexta-feira para tentar localizar os possíveis destroços não encontrou nada na área monitorada.
Um dos objetos flagrados pelos satélites australianos teria 24 metros.

Integrantes da Força Aérea japonesa posam antes de decolar para se juntar às buscas por avião desaparecido. (Foto: Mohd Rasfan/AFP)Integrantes da Força Aérea japonesa posam antes de decolar para se juntar às buscas por avião desaparecido. (Foto: Mohd Rasfan/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Os telefones dos passageiros do Malaysia Airlines continuam tocando?

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É verdade que os celulares dos passageiros do voo 370 da Malaysia Airlines continuam tocando quando chamados pelos familiares? Será que o avião pousou?

No dia 8 de março de 2014, um avião da companhia Malaysia Airlines perdeu contato duas horas após decolar em Kuala Lampur. O Boeing 777 tinha 239 pessoas e as equipes de buscas ainda procuram por alguma pista de onde a aeronave foi parar (até o fechamento dessa matéria, não a haviam encontrado).

Logo após o anuncio da perda de contato com as torres de comando do solo, os familiares tentaram entrar em contato com seus parentes que estavam no voo. Daí, muitos sites publicaram a notícia de que as chamadas feitas para os celulares dos passageiros ficavam tocando antes de caírem na caixa postal.

A notícia alimentou a teoria de que o avião, na verdade, não teria caído no mar, ma teria apenas pousado em solo e que todos estariam vivos.

Será verdade que os celulares dos passageiros continuam tocando como afirmam inúmeros sites pela web?

Boeing 777 desapareceu e parentes afirmam que os celulares dos passageiros ainda funcionam! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook) Boeing 777 desapareceu e parentes afirmam que os celulares dos passageiros ainda funcionam! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

Depois do sumiço do avião da Malaysia Airlines, muitas notícias e teorias apareceram na web a respeito do incidente misterioso. Muitas delas, pura especulação e invencionice.

Infelizmente, os celulares chamam, mas isso não significa que os aparelhos estejam ligados.

Em entrevista à CNN no dia 12 de março de 2014, o especialista em tecnologia Jeff Kagan explicou que o sistema de comunicação da telefonia celular deu uma falsa esperança aos familiares dos passageiros desaparecidos.

Jeff explica que:

 ”Quando um celular toca, ele primeiro se conecta com a rede e tenta localizar o telefone do usuário final. Se ele [o celular] não encontrar o telefone depois de alguns minutos, depois de alguns toques, normalmente, ele se desconecta e é isso que está acontecendo. Então, eles [os familiares] estão ouvindo tocar supõem que o celular está se conectando com seus entes queridos, mas não é. […] Só porque o aparelho começa a tocar não é prova de que há algum aparelho ligado do outro lado -. Isso é apenas a forma como as redes trabalham”

Ou seja, quem está ligando ouve o sinal de “chamando” uma vez, o que significa que a operadora está tentando localizar o telefone tendo como base no último local onde uma chamada foi completada. Quando a rede não encontra o aparelho naquele local, vai expandindo a sua busca, até encontrar o destinatário da chamada (ou cair na caixa postal).

Isso corrobora com informações vindas da China afirmando que as ligações feitas de lá para os passageiros chamam apenas uma vez e então cai.

Como ainda não encontraram nenhuma pista do paradeiro do Boeing 777, muito se especula sobre o que de fato teria acontecido com a aeronave. As teorias vão desde um possível sequestro, passando por alguma explosão no ar ou ainda (a teoria que achamos mais curiosa) que o aparelho tenha ido para outra dimensão no Triangulo das Bermudas (sim, tem site que está afirmando isso). Nenhuma dessas teorias se confirmou (ainda).

Os celulares dos passageiros parecem estar chamando quando os familiares tentam contato, mas isso é apenas o como o sinal da telefonia celular funciona.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Buscas por avião da Malaysia Airlines desaparecido são ampliadas

As buscas para localizar o Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido na madrugada do último sábado (8) com 239 pessoas a bordo, foram estendidas, após três dias de operações que não deram resultados.

“A área de busca foi ampliada no Mar da China Meridional, de 50 milhas náuticas (90 km) para 100 milhas de raio, em torno do local onde o controle de tráfego aéreo perdeu o contato com a aeronave, entre o leste da Malásia e o sul do Vietnã”, indicou o chefe da Aviação Civil da Malásia, Azharuddin Abdul Rahma.

Ele confirmou que as operações já haviam sido estendidas no dia anterior na costa oeste da Malásia e por terra, enquanto que o Exército malaio evocou uma “real possibilidade” de que o voo MH370, que fazia o trajeto entre Kuala Lumpur e Pequim, mudou de itinerário.

A expansão significativa da área de busca reflete a perplexidade das autoridades após o misterioso desaparecimento da aeronave dos radares cerca de uma hora após a decolagem.

Também ocorre após o anúncio de que a amostra procedente de uma mancha de petróleo encontrada em frente à costa da Malásia não pertence ao Boeing 777.

“Este combustível não é utilizado nos aviões”, e sim nos barcos, declarou a porta-voz da polícia marítima da Malásia, Faridah Shuib.

A mancha foi vista a 185 km da costa oriental da Malásia, não muito distante do local onde os controladores de tráfego aéreo perderam o contato com a aeronave.

Uma série de anúncios contraditórios sobre possíveis destroços avistados nesta região provocaram mais desespero entre os parentes dos passageiros.

A Malásia chegou a anunciar o envio de vários barcos para investigar um objeto flutuante que poderia ser um bote salva-vidas. Mas um navio vietnamita encontrou apenas uma “cobertura mofada para bobina de cabos”, segundo o chefe do Estado-Maior do Exército vietnamita Vo Vo Tuan à AFP.

mapa avião desaparecido malásia - VALE ESTE (Foto: Arte/G1)

A aviação vietnamita avistou no domingo à noite, a 80 km da ilha Tho Chu, sul do país, dois objetos que poderiam pertencer ao voo MH370, que viajava com 227 passageiros a bordo de 14 nacionalidades diferentes, incluindo 153 chineses, e 12 tripulantes.

Na China, onde os familiares dos desaparecidos esperam por notícias, a imprensa criticou duramente as autoridades da Malásia e da companhia aérea, acusadas de ‘reação tardia’. Também lamentaram as ‘carências’ nos dispositivos de segurança.

Enquanto o porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Quin Gang, exigiu uma intensificação das buscas. “A Malásia atribui grande importância a este acidente (e mostra) uma atitude sincera”, mas “deve intensificar os seus esforços”, disse.

Um mistério desconcertante
Nas buscas, iniciadas na costa leste da Malásia, participam 40 navios e 22 aeronaves de vários países, principalmente da China, Estados Unidos, Vietnã, Malásia, Filipinas e Cingapura.

Enquanto o governo da Malásia abriu no domingo uma investigação por terrorismo pelo desaparecimento do avião, no qual dois passageiros viajavam com passaportes roubados (um italiano e outro austríaco), Azharuddin Abdul Rahman tinha poucas respostas às muitas questões.

Questionado sobre a possibilidade de uma mudança de trajeto ou desintegração da aeronave em pleno voo, ele observou que nada poderia ser excluído.

“Estamos estudando todos os aspectos possíveis do que poderia ter acontecido”, declarou. “Este desaparecimento é desconcertante e estamos aumentando nossos esforços”, acrescentou.

Sobre as duas pessoas que embarcaram com os passaportes roubados, as autoridades malaias, que anunciaram que identificaram um deles sem fornecer mais detalhes, negaram informações anteriores, segundo as quais os dois homens “teriam traços asiáticos”.

Se a tragédia do voo MH370 for confirmada, esta será uma das piores catástrofes aéreas da história da China.

“As autoridades malaias não podem fugir de suas responsabilidades”, afirma o jornal Global Times, conhecido pelo nacionalismo.

“A resposta inicial da Malásia não foi suficientemente rápida. Foram registradas carências por parte da Malaysia Airlines e das autoridades de segurança”, completa.

“Se (o desaparecimento) foi provocado por um problema mecânico ou por um erro do piloto, a responsabilidade é da Malaysia Airlines. Se foi um atentado, os controles de segurança do aeroporto de Kuala Lumpur devem ser punidos”, afirma o Global Times.

Para o jornal oficial China Daily, “não é possível descartar a hipótese terrorista”. Ao mesmo tempo, lamentou que as autoridades malaias e internacionais não tenham informado ainda a identidade dos passageiros com passaportes falsos.

Abdul Rahman confirmou que tem informações de que cinco passageiros despacharam a bagagem, mas não embarcaram na aeronave.

Mas a companhia aérea informou que, quando as ausências foram registradas, as bagagens foram isoladas, de acordo com o procedimento habitual.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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