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Retirada de rebeldes de Homs ainda não tem data, diz governador sírio

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A data para a saída dos rebeldes da cidade de Homs, no centro da Síria, como parte de um acordo com as forças do governo, não foi definida e ainda pode levar dias para ser acertada, disse o governador da província nesta terça-feira (6).

A retirada dos rebeldes de Homs, uma cidade que já foi chamada de “a capital da revolução”, representa uma grande vitória simbólica para o presidente sírio, Bashar al-Assad, mas tem sido adiada desde o cessar-fogo acordado na sexta-feira.

Os rebeldes se mantêm na parte antiga da cidade e várias outras áreas, apesar de estarem sem suprimentos, desarmados e submetidos ao cerco das forças de Assad há mais de um ano.

O governador de Homs, Talal Barazi, disse que os arranjos para qualquer retirada levariam tempo e se recusou a dizer quando seria provável que isso ocorra.

“As condições são favoráveis e o ambiente é adequado para alcançar passos positivos em direção a acordos e reconciliação e à saída de grupos armados, mas ainda não definimos uma data”, disse ele à televisão Al Manar, dirigida pelo Hezbollah, aliado a Assad.

“Os próximos dias irão testemunhar, se Deus quiser, passos nessa direção, e nós esperamos que haja uma data em breve”, acrescentou.

A maioria dos rebeldes que lutam para derrubar Assad é muçulmano sunita, enquanto os aliados do presidente incluem o xiita Irã e o movimento xiita libanês Hezbollah. Assad é alauíta, uma ramificação do islamismo xiita.

O grupo Observatório Sírio de Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha, disse que a ONU e os conselhos locais tinham mediado as negociações entre os grupos rebeldes de um lado e as forças do governo, as milícias, o Hezbollah e o governo da província, de outro.

Mais de 150 mil pessoas já morreram na rebelião contra Assad. Milhões fugiram de suas casas e o governo perdeu o controle de faixas de território em todo o norte e leste. Os conflitos matam regularmente mais de 200 pessoas por dia no país.

arte síria versão 15.04 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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G1 jogou: ‘HearthStone’ é ainda mais divertido de se jogar no iPad

O plano da Blizzard de acabar com a produtividade do mundo deu finalmente seu último passo com a versão para iPad do game de cartas “HearthStone: Heroes of Warcraft”. O game que já era bom, divertido e viciante nos PCs, fica melhor com a tela sensível ao toque que torna os comandos mais naturais. Coma possibilidade de se jogar em qualquer local, inclusive partidas online, o game ganha sua versão definitiva nos dispositivos móveis. Assista ao vídeo acima.

'HearthStone' no iPad está idêntico ao visto no PC (Foto: Gustavo Petró/G1)‘HearthStone’ no iPad está idêntico ao visto no
PC (Foto: Gustavo Petró/G1)

O G1 testou uma versão preliminar do game na sede da Blizzard em São Paulo nesta quinta-feira (13). Embora o game gratuito e traduzido para o português ainda não tenha previsão de lançamento, a empresa afirma que o título deve chegar nas próximas semanas, ainda antes de abril. Há versões em desenvolvimento para iPhone e dispositivos com sistema Android, mas não há previsão de lançamento.

O game oferece partidas rápidas usando cartas, cada uma com características, força e habilidades diferentes contra outros jogadores, lembrando muito as partidas de cartas reais de “Magic The Gathering”. Em poucos minutos, no horário do recreio, em um intervalo ou no horário de almoço é possível realizar diversos confrontos, subindo de nível e personalizando o seu deck de cartas. Como o game é simples de se aprender e de se jogar, certamente muitos jogarão durante o expediente de trabalho, o que faz a Blizzard brincar sobre a “queda de produtividade mundial” que o título pode provocar.

Uma das possibilidades mais legais que o game oferece no tablet é usar sua conta Battle.net (usadas nos jogos da Blizzard como “Diablo III” e “World of Warcraft”) e ver os amigos que estão online para chamá-los para partidas. Basta estar conectado em uma rede Wi-Fi, 3G ou 4G. Outros jogadores de todo o mundo também poderão ser enfrentados por meio das partidas de ranking. Também é possível participar de treinos contra o computador ou de amistosos, que não contam pontos para o ranking, contra amigos e desconhecidos.

'HearthStone' é game de batalha on-line usando cartas (Foto: Divulgação/Blizzard)‘HearthStone’ é game de batalha on-line usando
cartas (Foto: Divulgação/Blizzard)

“HearthStone” no iPad está idêntico ao visto no PC. O jogo foi criado especialmente para tablets, por isso seu desempenho em um iPad 4 (modelo lançado antes do Air) está como fluido, sem nenhum travamento durante as batalhas, ao visualizar as cartas ou nas animações. Todos os menus e gráficos estão iguais, inclusive com as cartas especiais animadas, que dão outro ar aos confrontos. As canções de Russell Brower também estão lá para acompanhar os confrontos de quem jogar com os fones de ouvido.

O diferencial está na tela sensível ao toque do iPad. Enquanto no PC o jogador usa o mouse para realizar os comandos, selecionando as cartas e arrastando os ataques para o alvo, no iPad se usa, obviamente, os dedos para realizar tais ações. É muito mais rápido e intuitivo, principalmente para quem não jogou o game no PC e vai direto para o tablet. Não há atrasos nos comandos e visualizar as cartas que estão na mão é muito simples: basta tocar nela para que ela salte e apresente suas características.

Embora os controles sejam simples, jogar “HearthStone” em alto nível não é fácil. É necessário conhecer as cartas que estão no deck, saber o momento certo de usá-las e ter sorte para que elas apareçam no momento certo. O jogador recebe cartas ao conquistar objetivos e vitórias mas, quem desejar, pode comprar novas cartas usando moedas do jogo recebidas como prêmio ou gastar dinheiro real.

Os valores dos pacotes de cartas no iPad serão os mesmos da versão de PC: 2 pacotes custam R$ 6,50; 7 pacotes saem por R$ 22; 15 por R$ 44; e 40 por R$ 110. Os valores para iPad, de acordo com a Blizzard, ainda não foram definidos, mas não devem ser diferentes dos preços da versão de PC.

Comandar 'HearthStone' por meio da tela sensível ao toque do iPad é mais fácil (Foto: Gustavo Petró/G1)Comandar ‘HearthStone’ por meio da tela sensível ao toque do iPad é mais fácil (Foto: Gustavo Petró/G1)new WM.Player( { videosIDs: “3210771”, sitePage: “g1/tecnologia/games/videos”, zoneId: “110461”, width: 620, height: 349 } ).attachTo($(“#3210771”)[0]);

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Análise: Papa ainda tem desafio de quebrar resistências dentro da Igreja

Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Jamais a Santa Sé seria a mesma depois daqueles dias surpreendentes, entre os meses de fevereiro e março de 2013. Em Roma, como enviado especial da GloboNews para a cobertura do conclave convocado pelo próprio Papa Bento XVI, foi possível acompanhar uma série de acontecimentos inéditos no Vaticano, que teve início com a decisão de Ratzinger em renunciar ao seu pontificado. Isso não ocorria há seis séculos.

Tão surpreendente quanto a renúncia, foi também a escolha pelos purpurados que se reuniram na Capela Sistina naqueles dias de muito frio e chuva: depois de cinco escrutínios, foi eleito o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, o primeiro papa latino-americano, o primeiro papa jesuíta e o primeiro papa Francisco da história da Igreja.

O gesto revolucionário de Bento XVI abriria espaço para as mudanças que ele não havia conseguido fazer durante os oito anos que ficou à frente da Igreja.

Ao longo do primeiro ano de pontificado, Francisco promoveu profundas transformações dentro e fora dos muros do Vaticano. Em poucos meses, o novo Papa tirou a Igreja da agenda negativa em que vivia: disputa de poder na Cúria Romana, suspeitas de fraude no Banco do Vaticano, vazamento de documentos secretos e escândalos de pedofilia, entre outros problemas. Com seu estilo simples e pastoral, Francisco conquistou as massas, aumentou a frequência nas igrejas e deu novo vigor aos fiéis.

Recentemente, ouvi do cardeal de Aparecida, dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB, uma observação que me chamou atenção para definir o pontificado de Francisco: “As pessoas no tempo do Papa João Paulo II iam à Roma para ver o Papa. No tempo do papa Bento XVI, as pessoas iam para escutar o Papa Bento. E agora as pessoas estão indo à Roma para tocar no Papa Francisco.”

Também começo a perceber esse sentimento em relação ao Papa Francisco. Isso ficou claro na cobertura jornalística da primeira grande aparição internacional do novo papa, no Rio de Janeiro, em julho, durante a Jornada Mundial da Juventude.

Os olhos do mundo estavam em cada gesto e reação de Francisco. E foi durante a visita ao Brasil que o papa concedeu a primeira entrevista exclusiva, que foi ao ar pela Globonews e pelo Fantástico, da Rede Globo (ver vídeo acima).

Na longa conversa que tive com o Papa, ele antecipou as principais diretrizes do pontificado: condenou o luxo e pregou uma Igreja mais simples e acolhedora. “Para mim é fundamental a proximidade da Igreja. Porque a Igreja é mãe. E nem você nem eu conhecemos uma mãe por correspondência. A mãe… dá carinho, toca, beija, ama”, disse o Papa Francisco, numa síntese do seu pensamento.

Em outra longa entrevista, Francisco aprofundou o tema com novos recados para a Igreja. Foram três encontros com o jesuíta italiano Antonio Spadaro. O resultado dessa conversa foi publicado em setembro, na revista “La Civiltà Cattolica”. O texto mostra que Bergoglio não tocará na doutrina da Igreja Católica. Mas sinaliza para uma significativa mudança de tom na Santa Sé. O Papa ressalta que a Igreja não pode ser obcecada por temas morais como a condenação ao aborto, à contracepção e ao casamento entre homossexuais.

Contra o retrato de Super-Homem
A necessidade de mudança não se refletiu apenas no tom, mas também nas ações do novo Papa. Em pouco tempo, Francisco substituiu os titulares de cargos estratégicos na Cúria Romana. Na Congregação do Clero, saiu o cardeal conservador Mauro Piacenza e entrou o cardeal Beniamino Stella. Para a Secretaria de Estado, o papa substituiu o ex-poderoso cardeal Tarcisio Bertone pelo cardeal Pietro Parolin.

Para aprofundar o processo de reforma da Cúria, o governo da Igreja Católica, o Papa Francisco acionou o G-8, como é conhecido o conselho de oito cardeais. Um dos primeiros resultados dos encontros foi a criação de uma comissão para proteger os menores vítimas de abusos sexuais e combater os casos de pedofilia no clero.

Recentemente, ao fazer um balanço de seu primeiro ano de pontificado, Francisco tirou a Igreja das cordas sobre esse tema, ao afirmar em entrevista ao jornal italiano  “Corriere della Sera” que “ninguém tem feito mais na luta contra a pedofilia do que a Igreja Católica, que talvez seja a única instituição pública que atua com transparência e responsabilidade (sobre o assunto)”.

Nesse balanço de seu primeiro ano como Pontífice, Francisco contou ainda que não gosta da “mitologia” criada em torno dele e que considerou ofensivo um Papa ser retratado como um Super-Homem.

Além de levar a vida com extrema simplicidade, Francisco começou a cobrar o exemplo por parte dos integrantes da cúpula da Igreja. Numa decisão surpreendente, determinou o afastamento do bispo alemão Tebartz-Van Elst. Conhecido como “bispo de luxo” por gastar cerca de 35 milhões de euros em uma casa paroquial, ele foi obrigado a deixar a diocese por um período indeterminado.

Em outra atitude inédita, o Papa determinou que fosse enviado às paróquias de todo o mundo um amplo questionário para a preparação da Assembléia de Bispos, o sínodo sobre a família. O questionário de 38 perguntas aborda de forma direta temas-tabu, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, adoção por casais homossexuais e o divórcio.

Contra a redução de católicos
Em apenas um ano, a Igreja avançou em relação ao seu maior desafio atual: estancar a queda no número de católicos praticantes. Algumas pesquisas já apontam esse fenômeno na Europa. O “efeito Francisco” também chegou às redes sociais. Quando assumiu, a conta do Papa no Twitter tinha 2 milhões de seguidores. No fim de outubro, atingiu a marca de 10 milhões de seguidores  – um salto de 400% em sete meses.

Em dezembro, Francisco foi eleito a personalidade do ano pela revista norte-americana “Time”, que ressaltou que o Papa se tornou a voz da consciência e que poucas vezes, um novo ator no cenário mundial captou tanta atenção de maneira tão rápida como fez Francisco.

Mas se de um lado Francisco teve sucesso na estratégia de atrair mais fiéis para a Igreja, por outro, já começa a enfrentar reação de setores mais conservadores, incomodados com as mudanças.

O vaticanista espanhol Juan Arias, do jornal “El País”, registrou em artigo que o Papa levantou o debate sobre a situação dos divorciados na Igreja. Mas que, em seguida, o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Ludwing Müller, afirmou em artigo no jornal “Observatório Romano” que não se pode mudar a doutrina católica para readmitir os descasados nos sacramentos. O gesto foi interpretado como uma referencia indireta à posição do Papa. O cardeal Marx, arcebispo de Munique, reagiu e afirmou que Müller não poderia impedir a discussão sobre a comunhão aos divorciados.

Fora da Igreja, também há críticas, como a dos integrantes do Tea Party, grupo americano de extrema direita do Partido Republicano, que chamou Francisco de marxista. O próprio Papa, em entrevista ao jornal italiano “La Stampa”, afirmou não se sentir ofendido em ser chamado de marxista. E defendeu a doutrina social da igreja.

Reforma da Cúria
No primeiro documento escrito exclusivamente pelo novo Papa, Francisco apresentou o plano da maior reforma feita no Vaticano em pelo menos meio século ao propor a descentralização da Igreja. Na Exortação Apostólica intitulada “A Alegria do Evangelho”, Francisco diz preferir uma Igreja ferida e suja, porque esteve nas ruas, a uma Igreja doente por estar confinada e agarrada à sua própria segurança.

Ele condenou o que define como a “globalização da indiferença” e reafirmou a “opção preferencial pelos pobres”. Ao destinar uma parte importante de seu texto à situação mundial, ele criticou o modelo econômico atual.

Em janeiro, o anúncio da primeira lista de criação de cardeais de Francisco foi um claro sinal do que ele deseja para o seu pontificado. Dos 16 purpurados com menos de 80 anos, e que, portanto, podem votar num conclave, apenas quatro ocupam cargos na Cúria Romana e 12 são titulares de arquidioceses espalhadas pelo Mundo.

A nomeação mais surpreendente foi a do monsenhor Chibly Langlois, bispo de Les Cayes: o primeiro cardeal do Haiti. Um forte sinal de que Francisco deve usar o título de cardeal para fortalecer a posição de prelados da Igreja em países periféricos e que enfrentam dificuldades políticas e socais.

Para a América Latina, além do Haiti, o Papa Francisco fez questão de indicar com as primeiras nomeações prelados próximos e de sua confiança, como dom Orani Tempesta, no Rio, e o sucessor dele em Buenos Aires, o arcebispo Mario Aurelio Poli.

Nessa primeira lista, chama atenção a ausência da nomeação de cardeais de sedes tradicionais, como a do patriarcado de Veneza ou do arcebispado de Turim. Ao invés de favorecer nomes da Cúria e da Itália, Francisco aprofundou a estratégia de universalização da Igreja.

Um destaque especial para a lista foi a nomeação de Loris Capovilla, de 98 anos, que foi secretário do Papa João XXIII. Apesar de não poder votar num conclave por causa da idade, a escolha de Capovilla foi uma homenagem e um símbolo de que Francisco quer resgatar a importância do pontificado de João XXIII, responsável por convocar o Concílio Vaticano II.

Esse, talvez, será o grande desafio de Francisco para os próximos anos: abrir caminhos e quebrar resistências em todos os níveis da Igreja Católica para conseguir implementar suas mudanças e retomar o concílio. Para um observador distante, os passos de Francisco podem ser lentos. Mas para os padrões da Santa Sé, a velocidade dessas transformações em tão pouco tempo é algo sem precedentes nas últimas décadas.

Mesmo assim, já é consenso dentro dos muros do Vaticano que muitas das mudanças sugeridas só devem ser adotadas nos futuros pontificados. Afinal, esse é o tempo da Igreja.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Motorola deve lançar novo modelo do Moto X ainda em 2014

Smartphone Moto X criado pelo Google após a compra da Motorola, tem função de câmera instantânea. (Foto: Divulgação/Motorola Mobility)Smartphone Moto X criado pelo Google após a
compra da Motorola, tem função de câmera
instantânea. (Foto: Divulgação/Motorola Mobility)

O primeiro smarphone lançado pela Motorola após ter sido adquirida pela chinesa Lenovo deve ser uma nova versão do Moto X, que deve chegar ao mercado ainda em 2014. A revelação foi feita pela própria fabricante de celulares durante uma sessão de perguntas e respostas nesta quarta-feira (26) com usuários pelo Twitter.

A Motorola sugeriu que o lançamento deve ocorrer no próximo verão. No fim de janeiro, o Google vendeu sua área de celulares Motorola Mobility à Lenovo por US$ 3 bilhões. Como parte da transação, a companhia de internet comprou quase 6% da chinesa.

O Moto X foi o primeiro smartphone desenvolvido pela Motorola inteiramente já como uma empresa do Google, após ter sido adquirida em 2012 por US$ 12, 5 bilhões. Lançado em agosto de 2013, o aparelho, além de rodar o Android, possui tela de 4,7 polegadas.

Um tuiteiro perguntou se livre do Google a Motorola iria buscar experimentar outros sistemas operacionais além do Android.

O questionamento ecoa um dos fatos que movimentaram a semana da tecnologia. Durante a Mobile World Congress, em Barcelona, a Nokia anunciou três modelos de celular que funcionam com o sistema do Google.

Desde setembro de 2013, quando foi comprada por US$ 7,18 bilhões, a companhia finlandesa faz parte do conjunto de ativos Microsoft. Para competir em um mundo dominado por aparelhos móveis, a norte-americana, maior desenvolvedora de software do mundo, criou seu próprio sistema operacional para smartphones e tablets. Desde que abandonou o Symbian, o Windows Phone era o sistema oficial dos celulares Nokia.

Já a Motorola não pretende cometer tal “traição”. “Nós continuaremos focados no Android”, escreveu a companhia no Twitter.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Warner Bros. lançará novo ‘Batman: Arkham Knight’ ainda em 2014

Cena do game "Batman: Arkham Knight", que será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC. (Foto: Reprodução)Cena do game “Batman: Arkham Knight”, que será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC. (Foto: Reprodução)

A Warner Bros. lançará ainda em 2014 o game “Batman: Arkham Knight”, que promete colocar um ponto final na saga do herói mascarado para conter os supervilões. Com lançamento previsto para Xbox One, PlayStation 4 e PC.

A pré-venda do jogo foi aberta apenas para jogar com a vilã Arlequina. Ela e outros inimigos que Batman teve de enfrentar nos jogos anteriores estarão de volta: Espantalho, Pinguim, Duas Caras (Veja o trailer abaixo).

Uma das novidades do game é que o batmóvel poderá ser dirigido pelos jogadores. Além disso, a área que pode ser explorada pelo herói será ampliada.

Marcando a volta da Rockestedy à franquia, “Batman: Arkhan Knight” é sequência direta de “Batman: Arkham City” de 2011 –que continuou a sequência iniciada em “Batman: Arkham Asylum”, de 2009.

Nesse intervalo de três anos, a Warnes Bros. lançou outro jogo da franquia. Produzido pela WB Montreal, “Batman: Arkham Origins” acompanhava o herói se transformando na lenda que aterrorizaria os bandidos da cidade e, por isso, o desenrolar da história é posicionado antes dos acontecimentos mostrados nos outros dois games da saga.

Em “Batman: Arkham Knight”, o herói enfrentará as consequências do desdobramento das ações nos games anteriores e terá de colocar ordem no caos gerado pela crise em Arkham.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Para Rússia, prazo para destruição de armas químicas sírias ainda é realista

O prazo estabelecido até 30 de junho para a destruição do arsenal químico da Síria como parte de um acordo internacional permanece “completamente realista” apesar dos atrasos, disse um diplomata russo nesta sexta-feira, segundo a agência de notícias Interfax.

Mikhail Ulyanov, chefe do Departamento de Segurança e Desarmamento do Ministério das Relações Exteriores, disse que os atrasos foram provocados por questões de segurança na estrada até a cidade portuária de Latakia e pelo apoio técnico insuficiente da comunidade internacional, de acordo com a Interfax.

Nesta quinta-feira (30), os EUA se mostraram preocupados com o atraso na saída das armas químicas, segundo indicação do Pentágono.

Um porta-voz do departamento de Estado, entretanto, disse que a Síria ainda pode alcançar o prazo de sua obrigação em remover as armas químicas. Segundo Jen Psaki, a ameaça de uso de força contra o regime sírio nunca foi tirada de cena, mas que os EUA preferem buscar meios diplomáticos.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Síria ainda pode alcançar prazo para entrega de armas, dizem EUA

Os Estados Unidos, por meio de uma porta-voz do departamento de Estado, disse nesta quinta-feira (30) que a Síria ainda pode alcançar o prazo de sua obrigação em remover as armas químicas. Segundo Jen Psaki, a ameaça de uso de força contra o regime sírio nunca foi tirada de cena, mas que os EUA preferem buscar meios diplomáticos.

No ano passado, Washington considerou atacar o país militarmente para punir Damasco por usar armas químicas em uma guerra civil de três anos.

Com os prazos estourando, ps EUA dizem que a Síria removeu apenas 4% de seu arsenal declarado, embora Psaki tenha dito que ainda há tempo para o prazo se esgotar.

Negociações de paz
A oposição síria diz ter os nomes de cerca de 50 mil presos que estariam sob poder do regme desde poucas semanas antes do início das negociações de paz em Genebra – entre o governo do presidente Bashar al-Assad e a oposição síria no exílio. Numa tentativa de chamar a atenção para o tema no dia da abertura das negociações, dois representantes da oposição levaram fotos do dissidente veterano Abdelaziz al-Khayyer, que desapareceu em Damasco há dois anos.

O governo declarou que a lista que recebeu tinha bem menos nomes e que a maioria deles ou já tinha sido libertada ou nunca havia sido presa.

No entanto, em Damasco, as prisões arbitrárias continuam a arrasar famílias.

Os que sobrevivem à prisão enfrentam novas dificuldades depois da libertação. Eles são frequentemente “aconselhados” a deixar o país. Os que não podem terminam vulneráreis a extorsões de autoridades corruptas.

Ayman, de 50 e poucos anos, foi preso por um período curto em 2011, acusado de organizar protestos contra o governo, o que ele nega.

Durante duas semanas na prisão, ele disse ter sido espancado, humilhado e sofrido abuso psicológico.

O caso de Ayman se assemelha a muitos citados no relatório da organização Human Rights Watch, sediada nos Estados Unidos. O documento acusa as autoridades sírias de manterem dezenas de milhares de presos políticos e diz que a tortura havia se tornado comum.

Às vésperas da conferência de Genebra, a Síria negou a tortura e a morte de presos, chamando tais acusações de uma tentativa de minar as negociações.

Ayman, quando libertado, foi aconselhado a deixar o país, algo que ele diz que não pode fazer devido aos laços familiares e aos negócios.

“Eu continuo sendo contactado por eles. Outro dia eles ligaram e me disseram que eu deveria fazer uma visita para uma xícara de café”, afirmou ele na sua casa, nas região central de Damasco.

Ele disse que regularmente recebe a visita de uma autoridade do setor de inteligência em busca de propina. “Acho que já gastei uns US$ 3.000 em propina desde que fui libertado”, declarou.

Outros ex-presos terminam deixando o país. “Eu não vou viver paralisado pela paranoia”, afirmou Mohammad, de 28 anos. Ele ficou 20 meses preso em Damasco e, como outros ex-detentos, pediu para ser identificado apenas pelo primeiro nome. O irmão mais velho dele também foi preso e morreu sob custódia.

“Eles me disseram que enquanto eu estivesse na Síria eles não poderiam garantir que eu não fosse preso por outra agência de inteligência”, afirmou Mohammad, durante encontro com a Reuters no vizinho Líbano. Ele foi preso pela Inteligência da Força Aérea.

Como milhares de ex-presos no exterior, Mohammad não tem ideia de quando vai poder retornar. Ele procura uma oportunidade de asilo político na Europa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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