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Hotel de luxo usa falcão para afastar aves invasoras do café da manhã

Funcionário do resort exibe falcão (Foto: Dennis Barbosa/G1)Funcionário de resort no Arizona, EUA, exibe falcão que afasta aves invasoras (Foto: Dennis Barbosa/G1)

Um resort de luxo em Scottsdale, no estado americano do Arizona, recorreu a uma saída improvável para espantar aves invasoras que “assaltam” o café da manhã de hóspedes no terraço de seu restaurante principal: colocou um funcionário com um falcão para assustar os “ladrões”.

Os falcões da espécie Falco biarmicus são nativos da África e da Europa. E a simples presença dessa ave de rapina afugenta corvos e outros pássaros que queiram atacar as mesas do hotel The Phoenician.

O terraço tem vista para o campo de golfe e demais dependências do resort, que está entre os mais luxuosos dos Estados Unidos. Quando o falcão se afasta, porém, os “larápios” voltam a se deliciar com os alimentos deixados pelos hóspedes.

Aves invasoras 'atacam' café da manhã (Foto: Dennis Barbosa/G1)Aves invasoras ‘atacam’ café da manhã dos hóspedes de hotel (Foto: Dennis Barbosa/G1)Ave se delicia com café da manhã no resort de luxo (Foto: Dennis Barbosa/G1)Ave se delicia com café da manhã em resort de luxo (Foto: Dennis Barbosa/G1)Ave de rapina espanta invasores só de passar perto (Foto: Dennis Barbosa/G1)Ave de rapina espanta invasores só de passar perto deles (Foto: Dennis Barbosa/G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Fazendeiros da Namíbia ‘reinventam’ cão pastor para afastar guepardos

Bonzo conduz rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto de Gobabis, a leste da capital da Namíbia, Windhoek , no dia 15 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Cão pastor Bonzo conduz rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto da cidade de Gobabis,
a leste da capital da Namíbia, Windhoek , no dia 15 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

Em uma fazenda na Namíbia, o cão pastor Bonzo tem a dupla missão de proteger dos guepardos seu rebanho de cabras e, também, os fazendeiros. Esse pastor-da-anatólia, criado por ambientalistas, conseguiu que os moradores desse país no sul da África deixassem de ver os felinos como inimigos a serem exterminados.

Os cachorros são colocados em um rebanho com algumas poucas semanas de vida, para que possam criar vínculos com os animais de que irão cuidar. Eles vivem o tempo todo com o rebanho, acompanham-no durante o dia e dormem juntos à noite. Sua missão é manter os predadores sempre afastados.

“Os cães protegem o rebanho e, por isso, os fazendeiros não precisam mais matar os predadores”, explica Laurie Marker, diretora do Fundo de Conservação dos Guepardos (Cheetah Conservation Fund, ou CCF), que cria esses cães – originários da Turquia – perto da cidade de Otjiwarongo, no norte da Namíbia.

“É um método não letal de controle de predadores. É ecológico, todo mundo está feliz, é uma abordagem em que todos ganham”, destaca Laurie.

O CCF simplesmente reinventou e adaptou o conceito ancestral namíbio do cão pastor, em particular o pastor-da-anatólia, também chamado “kangal”, um animal conhecido pela força e pela capacidade de suportar temperaturas extremas.

A entidade começou a criar cães pastores quando a diminuição da população de guepardos se tornou alarmante na Namíbia: 10 mil grandes felinos – que equivalem a toda a população mundial atual – foram abatidos ou expulsos de seus territórios nos anos 1980. Nessa época, até mil guepardos eram abatidos por ano, a maioria por fazendeiros que os viam como predadores de gado.

Funcionário Theo Awochab anda com rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Funcionário Theo Awochab anda com rebanho
de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto de
Gobabis, na Namíbia (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

A população de guepardos no país chegou ao nível mais baixo, de 2.500 exemplares, em 1986. Desde então, aumentou para cerca de 4 mil, a maior concentração desses animais selvagens em todos o mundo.

Em quase duas décadas, o CCF colocou cerca de 450 cães em diferentes rebanhos e capacitou 3 mil criadores. “Reduzimos a perda de gado de 80% até 100%, seja qual for o predador, quando os fazendeiros têm cães”, diz Laurie.

Atualmente, existe uma lista de espera de dois anos para conseguir um cão pastor, e o programa já se espalhou para países como África do Sul – em breve, deve chegar à Tanzânia.

‘Não são bichos de estimação’
Para Retha Joubert, que cria cabras e ovelhas perto de Gobabis, no leste da Namíbia, tudo mudou com a chegada de Bonzo, há cinco anos. Ela deixou de sentir ansiedade com a chegada da noite e, no ano passado, perdeu apenas um animal, contra 60 em 2008.

A fazendeira agora também tem Nussie, uma cadela de 4 meses que já aprende o ofício saindo com o rebanho diariamente, presa a uma corda. À noite, ela dorme com as cabras.

“(Nussie) Deve se vincular às cabras, ser como uma cabra, é parte de um grupo, e esse é o principal elemento para que proteja os animais”, explica Retha.

Nussie come com cabras (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Nussie, uma cadela de 4 meses, come junto com
as cabras em fazenda (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

“Não são bichos de estimação”, disse sobre seus dois cães. “Eles não têm o direito de serem bichos de estimação!”, reforça.

A presença dos cães e seus latidos geralmente são suficientes para proteger o gado de predadores, que atacam mais os rebanhos sem guarda-costas. Mas, às vezes, é preciso brigar: Bonzo já matou um guepardo jovem e chacais.

Mesmo assim, manter rebanhos na Namíbia é perigoso: o corajoso cão também já foi mordido por serpentes e picado por um escorpião, e agora sofre com um câncer de língua provocado pela exposição constante ao sol.

Além disso, os cães pastores não são adequados para os grandes rebanhos de bois e antílopes de fazendas particulares.

Embora tenha sido para proteger os guepardos que o CCF começou a criar pastores-da-anatólia em 1994, estudos mostram que esses grandes felinos não são necessariamente os principais matadores do gado, apesar da má fama. Uma análise mostrou que apenas 5% dos guepardos já atacaram animais de fazendas.

“Às vezes, (os guepardos) levam o gado”, disse Gail Potgieter, especialista em conflitos entre seres humanos e vida silvestre na Fundação para a Natureza da Namíbia (Namibia Nature Foundation, ou NNF). “Mas dizer que todos os guepardos vão matar o gado para se alimentar é um erro.”

Guepardo é visto em centro do CCF em Otjiwarongo, na Namíbia, no dia 13 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Guepardo é visto em centro do CCF em Otjiwarongo, Namíbia, no dia 13 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Fazendeiros da Namíbia ‘reinventam’ cão pastor para afastar guepardos

Bonzo conduz rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto de Gobabis, a leste da capital da Namíbia, Windhoek , no dia 15 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Cão pastor Bonzo conduz rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto da cidade de Gobabis,
a leste da capital da Namíbia, Windhoek , no dia 15 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

Em uma fazenda na Namíbia, o cão pastor Bonzo tem a dupla missão de proteger dos guepardos seu rebanho de cabras e, também, os fazendeiros. Esse pastor-da-anatólia, criado por ambientalistas, conseguiu que os moradores desse país no sul da África deixassem de ver os felinos como inimigos a serem exterminados.

Os cachorros são colocados em um rebanho com algumas poucas semanas de vida, para que possam criar vínculos com os animais de que irão cuidar. Eles vivem o tempo todo com o rebanho, acompanham-no durante o dia e dormem juntos à noite. Sua missão é manter os predadores sempre afastados.

“Os cães protegem o rebanho e, por isso, os fazendeiros não precisam mais matar os predadores”, explica Laurie Marker, diretora do Fundo de Conservação dos Guepardos (Cheetah Conservation Fund, ou CCF), que cria esses cães – originários da Turquia – perto da cidade de Otjiwarongo, no norte da Namíbia.

“É um método não letal de controle de predadores. É ecológico, todo mundo está feliz, é uma abordagem em que todos ganham”, destaca Laurie.

O CCF simplesmente reinventou e adaptou o conceito ancestral namíbio do cão pastor, em particular o pastor-da-anatólia, também chamado “kangal”, um animal conhecido pela força e pela capacidade de suportar temperaturas extremas.

A entidade começou a criar cães pastores quando a diminuição da população de guepardos se tornou alarmante na Namíbia: 10 mil grandes felinos – que equivalem a toda a população mundial atual – foram abatidos ou expulsos de seus territórios nos anos 1980. Nessa época, até mil guepardos eram abatidos por ano, a maioria por fazendeiros que os viam como predadores de gado.

Funcionário Theo Awochab anda com rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Funcionário Theo Awochab anda com rebanho
de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto de
Gobabis, na Namíbia (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

A população de guepardos no país chegou ao nível mais baixo, de 2.500 exemplares, em 1986. Desde então, aumentou para cerca de 4 mil, a maior concentração desses animais selvagens em todos o mundo.

Em quase duas décadas, o CCF colocou cerca de 450 cães em diferentes rebanhos e capacitou 3 mil criadores. “Reduzimos a perda de gado de 80% até 100%, seja qual for o predador, quando os fazendeiros têm cães”, diz Laurie.

Atualmente, existe uma lista de espera de dois anos para conseguir um cão pastor, e o programa já se espalhou para países como África do Sul – em breve, deve chegar à Tanzânia.

‘Não são bichos de estimação’
Para Retha Joubert, que cria cabras e ovelhas perto de Gobabis, no leste da Namíbia, tudo mudou com a chegada de Bonzo, há cinco anos. Ela deixou de sentir ansiedade com a chegada da noite e, no ano passado, perdeu apenas um animal, contra 60 em 2008.

A fazendeira agora também tem Nussie, uma cadela de 4 meses que já aprende o ofício saindo com o rebanho diariamente, presa a uma corda. À noite, ela dorme com as cabras.

“(Nussie) Deve se vincular às cabras, ser como uma cabra, é parte de um grupo, e esse é o principal elemento para que proteja os animais”, explica Retha.

Nussie come com cabras (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Nussie, uma cadela de 4 meses, come junto com
as cabras em fazenda (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

“Não são bichos de estimação”, disse sobre seus dois cães. “Eles não têm o direito de serem bichos de estimação!”, reforça.

A presença dos cães e seus latidos geralmente são suficientes para proteger o gado de predadores, que atacam mais os rebanhos sem guarda-costas. Mas, às vezes, é preciso brigar: Bonzo já matou um guepardo jovem e chacais.

Mesmo assim, manter rebanhos na Namíbia é perigoso: o corajoso cão também já foi mordido por serpentes e picado por um escorpião, e agora sofre com um câncer de língua provocado pela exposição constante ao sol.

Além disso, os cães pastores não são adequados para os grandes rebanhos de bois e antílopes de fazendas particulares.

Embora tenha sido para proteger os guepardos que o CCF começou a criar pastores-da-anatólia em 1994, estudos mostram que esses grandes felinos não são necessariamente os principais matadores do gado, apesar da má fama. Uma análise mostrou que apenas 5% dos guepardos já atacaram animais de fazendas.

“Às vezes, (os guepardos) levam o gado”, disse Gail Potgieter, especialista em conflitos entre seres humanos e vida silvestre na Fundação para a Natureza da Namíbia (Namibia Nature Foundation, ou NNF). “Mas dizer que todos os guepardos vão matar o gado para se alimentar é um erro.”

Guepardo é visto em centro do CCF em Otjiwarongo, na Namíbia, no dia 13 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Guepardo é visto em centro do CCF em Otjiwarongo, Namíbia, no dia 13 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Fazendeiros da Namíbia ‘reinventam’ cão pastor para afastar guepardos

Bonzo conduz rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto de Gobabis, a leste da capital da Namíbia, Windhoek , no dia 15 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Cão pastor Bonzo conduz rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto da cidade de Gobabis,
a leste da capital da Namíbia, Windhoek , no dia 15 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

Em uma fazenda na Namíbia, o cão pastor Bonzo tem a dupla missão de proteger dos guepardos seu rebanho de cabras e, também, os fazendeiros. Esse pastor-da-anatólia, criado por ambientalistas, conseguiu que os moradores desse país no sul da África deixassem de ver os felinos como inimigos a serem exterminados.

Os cachorros são colocados em um rebanho com algumas poucas semanas de vida, para que possam criar vínculos com os animais de que irão cuidar. Eles vivem o tempo todo com o rebanho, acompanham-no durante o dia e dormem juntos à noite. Sua missão é manter os predadores sempre afastados.

“Os cães protegem o rebanho e, por isso, os fazendeiros não precisam mais matar os predadores”, explica Laurie Marker, diretora do Fundo de Conservação dos Guepardos (Cheetah Conservation Fund, ou CCF), que cria esses cães – originários da Turquia – perto da cidade de Otjiwarongo, no norte da Namíbia.

“É um método não letal de controle de predadores. É ecológico, todo mundo está feliz, é uma abordagem em que todos ganham”, destaca Laurie.

O CCF simplesmente reinventou e adaptou o conceito ancestral namíbio do cão pastor, em particular o pastor-da-anatólia, também chamado “kangal”, um animal conhecido pela força e pela capacidade de suportar temperaturas extremas.

A entidade começou a criar cães pastores quando a diminuição da população de guepardos se tornou alarmante na Namíbia: 10 mil grandes felinos – que equivalem a toda a população mundial atual – foram abatidos ou expulsos de seus territórios nos anos 1980. Nessa época, até mil guepardos eram abatidos por ano, a maioria por fazendeiros que os viam como predadores de gado.

Funcionário Theo Awochab anda com rebanho de cabras na fazenda de Retha Joubert (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Funcionário Theo Awochab anda com rebanho
de cabras na fazenda de Retha Joubert, perto de
Gobabis, na Namíbia (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

A população de guepardos no país chegou ao nível mais baixo, de 2.500 exemplares, em 1986. Desde então, aumentou para cerca de 4 mil, a maior concentração desses animais selvagens em todos o mundo.

Em quase duas décadas, o CCF colocou cerca de 450 cães em diferentes rebanhos e capacitou 3 mil criadores. “Reduzimos a perda de gado de 80% até 100%, seja qual for o predador, quando os fazendeiros têm cães”, diz Laurie.

Atualmente, existe uma lista de espera de dois anos para conseguir um cão pastor, e o programa já se espalhou para países como África do Sul – em breve, deve chegar à Tanzânia.

‘Não são bichos de estimação’
Para Retha Joubert, que cria cabras e ovelhas perto de Gobabis, no leste da Namíbia, tudo mudou com a chegada de Bonzo, há cinco anos. Ela deixou de sentir ansiedade com a chegada da noite e, no ano passado, perdeu apenas um animal, contra 60 em 2008.

A fazendeira agora também tem Nussie, uma cadela de 4 meses que já aprende o ofício saindo com o rebanho diariamente, presa a uma corda. À noite, ela dorme com as cabras.

“(Nussie) Deve se vincular às cabras, ser como uma cabra, é parte de um grupo, e esse é o principal elemento para que proteja os animais”, explica Retha.

Nussie come com cabras (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Nussie, uma cadela de 4 meses, come junto com
as cabras em fazenda (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

“Não são bichos de estimação”, disse sobre seus dois cães. “Eles não têm o direito de serem bichos de estimação!”, reforça.

A presença dos cães e seus latidos geralmente são suficientes para proteger o gado de predadores, que atacam mais os rebanhos sem guarda-costas. Mas, às vezes, é preciso brigar: Bonzo já matou um guepardo jovem e chacais.

Mesmo assim, manter rebanhos na Namíbia é perigoso: o corajoso cão também já foi mordido por serpentes e picado por um escorpião, e agora sofre com um câncer de língua provocado pela exposição constante ao sol.

Além disso, os cães pastores não são adequados para os grandes rebanhos de bois e antílopes de fazendas particulares.

Embora tenha sido para proteger os guepardos que o CCF começou a criar pastores-da-anatólia em 1994, estudos mostram que esses grandes felinos não são necessariamente os principais matadores do gado, apesar da má fama. Uma análise mostrou que apenas 5% dos guepardos já atacaram animais de fazendas.

“Às vezes, (os guepardos) levam o gado”, disse Gail Potgieter, especialista em conflitos entre seres humanos e vida silvestre na Fundação para a Natureza da Namíbia (Namibia Nature Foundation, ou NNF). “Mas dizer que todos os guepardos vão matar o gado para se alimentar é um erro.”

Guepardo é visto em centro do CCF em Otjiwarongo, na Namíbia, no dia 13 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)Guepardo é visto em centro do CCF em Otjiwarongo, Namíbia, no dia 13 de agosto (Foto: Jennifer Bruce/AFP)

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Rapidshare reduz velocidade de downloads gratuitos para afastar pirataria

Durante as últimas semanas os usuários do serviço de compartilhamento de arquivos Rapidshare têm reclamado devido à lentidão dos downloads. Muitas teorias circularam em fóruns e redes sociais, mas empresa informou que reduziu a velocidade do downloads para inibir o compartilhamento de conteúdos ilegais, afastando a pirataria de seus servidores, de acordo com informações do portal Torrent Freak.

Pouco menos de uma semana atrás, os usuários do serviço enfrentaram quedas na taxa de transferência de downloads que chegaram 30 kb/s. A especulação era que a empresa estava se aproveitando do fechamento do Megaupload pelo FBI na segunda quinzena de janeiro para estimular os internautas a migrarem do uso gratuito para uma versão premium.

“O Megaupload foi fechado em 19 de janeiro e pouco depois, diversos outros sites de compartilhamento de arquivos refrearam seus serviços ou encerraram totalmente suas atividades”, afirmou a empresa ao Torrent Freak.

A empresa informou que registrou uma grande aumento no tráfego de downloads gratuitos e por isso acredita que infratores de direitos autorais escolheram o serviço como novo local para armazenar conteúdos ilegais.

“Decidimos por essa razão dar esse doloroso passo: reduzir a velocidade de download para os usuários que não têm conta premium. Estamos confiantes de que isso tornará o Rapidshare bastante impopular entre piratas e portanto afastar o tráfego abusivo.

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Publicado por em 9 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Rapidshare reduz velocidade de downloads gratuitos para afastar pirataria

Durante as últimas semanas os usuários do serviço de compartilhamento de arquivos Rapidshare têm reclamado devido à lentidão dos downloads. Muitas teorias circularam em fóruns e redes sociais, mas empresa informou que reduziu a velocidade do downloads para inibir o compartilhamento de conteúdos ilegais, afastando a pirataria de seus servidores, de acordo com informações do portal Torrent Freak.

Pouco menos de uma semana atrás, os usuários do serviço enfrentaram quedas na taxa de transferência de downloads que chegaram 30 kb/s. A especulação era que a empresa estava se aproveitando do fechamento do Megaupload pelo FBI na segunda quinzena de janeiro para estimular os internautas a migrarem do uso gratuito para uma versão premium.

“O Megaupload foi fechado em 19 de janeiro e pouco depois, diversos outros sites de compartilhamento de arquivos refrearam seus serviços ou encerraram totalmente suas atividades”, afirmou a empresa ao Torrent Freak.

A empresa informou que registrou uma grande aumento no tráfego de downloads gratuitos e por isso acredita que infratores de direitos autorais escolheram o serviço como novo local para armazenar conteúdos ilegais.

“Decidimos por essa razão dar esse doloroso passo: reduzir a velocidade de download para os usuários que não têm conta premium. Estamos confiantes de que isso tornará o Rapidshare bastante impopular entre piratas e portanto afastar o tráfego abusivo.

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Publicado por em 9 de março de 2012 em Tecnologia

 

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