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Obama conclui viagem asiática com advertência a China

O presidente Barack Obama encerrou nesta terça-feira (29) nas Filipinas uma viagem asiática que teve como objetivo tranquilizar os aliados sobre o compromisso regional dos Estados Unidos e advertiu a China que não deve utilizar a força para resolver as disputas territoriais.

No último dia de viagem, que também o levou a Japão, Coreia do Sul e Malásia, Obama aproveitou um discurso pronunciado para militares americano e filipinos em Manila para pedir moderação a China, mas sem citar o país.

O presidente dos EUA, Barack Obama, acena antes de deixar as Filipinas nesta terça-feira (29) (Foto: Romeo Ranoco/Reuters)O presidente dos EUA, Barack Obama, acena antes de deixar as Filipinas nesta terça-feira (29) (Foto: Romeo Ranoco/Reuters)

“Nós acreditamos que as nações e os povos têm o direito de viver em paz e segurança, que sua soberania e integridade sejam respeitadas”, disse.

“Acreditamos que é preciso respeitar a legislação internacional, preservar a liberdade de navegação e não obstruir o comércio. Acreditamos que as disputas devem ser resolvidas pacificamente e não por meio da intimidação ou força”, insistiu o presidente americano.

A viagem asiática de Barack Obama passou por quatro países que registram momentos de tensão com Pequim, que reivindica a quase totalidade do Mar da China, Oriental e Meridional.

As tensões com o Japão são mais fortes em consequência das Ilhas Senkaku, um arquipélago desabitado no Mar da China Oriental controlado pelos japoneses, mas reivindicado pelos chineses com o nome de Diaoyu.

O governo americano reiterou a posição que anuncia há muito tempo: que Washington apoiará Tóquio no caso de agressão pelas ilhas Senkaku, sem um pronunciamento sobre a quem pertencem as ilhas.

Um editorial publicado nesta terça-feira pelo jornal China Daily acusa Obama de “considerar Pequim como um adversário”.

“Washington já não tenta dissimular a vontade de conter a influência chinesa na região”, afirma o jornal oficial chinês.

“Estados Unidos mostra que é uma ameaça para a China em matéria de segurança”, completa.

Washington adotou uma posição muito delicada, pois necessita da China para conter a turbulenta Coreia do Norte, que prepara um quarto teste nuclear, segundo os analistas.

Mas os americanos voltaram a desafiar Pequim com a assinatura de um acordo de defesa reforçado com Manila, que permite o aumento da presença militar dos Estados Unidos nas Filipinas. Ou seja, às margens do Mar de China.

Ao citar o tratado de defesa mútua de 1951, Obama advertiu: “Este tratado significa que nossas nações prometem, e cito, ‘nossa determinação comum de defensa de ataques armados externos'”.

“E nenhum agressor potencial pode deixar-se levar pela ilusão de que algum deles está sozinho. Em outras palavras, nosso compromisso para defender as Filipinas é invulnerável. O governo dos Estados Unidos cumprirá com este compromisso porque os aliados nunca estão sozinhos”, afirmou.

Ao contrário das garantias fornecidas ao Japão, ou Coreia do Sul no caso de agressão do Norte (28.500 soldados americanos estão posicionados no Sul), Obama não citou especificamente as zonas marítimas que são a causa do conflito China-Filipinas como um motivo de ajuda a Manila se Pequim assumir o controle destas pela força.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Coreia do Sul rejeita advertência do Norte sobre manobras militares

A Coreia do Sul rejeitou nesta quinta-feira (16) as advertências da sua vizinha e rival Coreia do Norte para que suspenda as manobras militares conjuntas regulares com os Estados Unidos e, pelo contrário, afirmou que tomará represálias severas ante qualquer provocação de Pyongyang.

A Coreia do Norte convocou Seul a cancelar as manobras em grande escala conhecidas como Key Resolve e Foal Eagle, ameaçando com firmeza seu vizinho se as concretizar.

O Comitê para a Reunificação Pacífica da Coreia, um organismo estatal do Norte, ressaltou na quarta-feira que estes exercícios militares levariam a península a uma catástrofe.

Estas manobras são anuais, e a Coreia do Norte as classifica em cada oportunidade como uma invasão.

Diante da advertência de Pyongyang, Seul respondeu que os exercícios serão realizados de acordo com o que estava previsto.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Britânico recebe advertência da polícia após soltar mil grilos no jardim

Daniel Emlyn-Jones disse que o ruído dos grilos o faziam lembrar os trópicos (Foto: WikiCommons)Daniel Emlyn-Jones disse que o ruído dos grilos
o faziam lembrar os trópicos (Foto: WikiCommons)

Um homem britânico que soltou mil grilos “estrangeiros” em seu jardim em Oxford porque disse gostar do som que eles faziam recebeu uma advertência da polícia, acusado de ameaçar a vida selvagem local.

Daniel Emlyn-Jones, de 40 anos, disse ter comprado os insetos online e decidiu soltá-los no seu jardim há pouco mais de um mês porque os ruídos dos grilos o faziam lembrar países do Mediterrâneo.

Emlyn-Jones, que trabalha como zelador em uma igreja e dá aulas particulares de matemática e ciência, disse que não acreditava que os insetos haviam provocado qualquer dano ou que representavam algum risco ambiental, já que têm uma expectativa de vida de apenas um ou dois meses.

Mas as autoridades locais não pensavam igual. “Isso pode parecer um ato inocente, mas a introdução de animais não normalmente residentes na população pode causar, na melhor das hipóteses, alterações na vida selvagem local”, disse Dean Kingham, do departamento ambiental da polícia local.

“Na pior das hipóteses, eles podem provocar danos ao espalhar doenças ou criar populações artificiais”, disse.

O habitat nativo da espécie de grilos solta no jardim são as regiões tropicais e subtropicais da Ásia, da África e da Europa. Os insetos produzem seu ruído peculiar ao esfregar suas asas externas.

Segundo o especialista James Hogan, curador do Museu de História Nacional da Universidade de Oxford, o problema de soltar espécies não nativas é que “você não sabe que efeito elas podem ter”.

“Elas podem carregar doenças”, disse ele ao jornal local “The Oxford Times”.

“Essa espécie de grilos faz barulhos altos, mas tenho certeza de que o sr. Emlyn Jones poderia ter comprado CDs com sons de grilos em vez disso”, afirmou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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