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Chanceler da Ucrânia adverte sobre risco de guerra com a Rússia

O risco de uma guerra entre Ucrânia e Rússia aumenta, advertiu neste domingo (23) o ministro das Relações Exteriores ucraniano, Andrei Dechtchitsa, ao denunciar a mobilização de tropas russas na fronteira leste de seu país.

Soldados russos perto da base naval ucraniana na cidade de Feodosi, na Crimeia (Foto: Pavel Golovkin/AP)Soldados russos perto da base naval ucraniana na cidade de Feodosi, na Crimeia (Foto: Pavel Golovkin/AP)

Os riscos “aumentam (…) ficam mais elevados”, respondeu o chefe da diplomacia da Ucrânia ao ser perguntado pela rede americana ABC sobre as chances de eclosão de um conflito militar entre Kiev e Moscou.

Também neste domingo, o secretário do Conselho de Segurança Nacional e de Defesa ucraniano, Andrei Parubi, disse que as tropas russas de Vladimir Putin estão preparadas para atacar a Ucrânia “a qualquer momento”.

“O alvo de Putin não é a Crimeia, mas toda a Ucrânia (…) Suas tropas mobilizadas na fronteira estão preparadas para atacar a qualquer momento”, declarou Parubi diante de milhares de pessoas no centro de Kiev.

“O invasor pode cruzar a fronteira em qualquer dia. Na imaginação maníaca de Putin, a Ucrânia deve fazer parte da Rússia”, acrescentou.

Já o Ministério russo da Defesa indicou neste domingo que vai respeitar os acordos relativos ao número de tropas nas zonas na fronteira com a Ucrânia.

“O Ministério russo da Defesa respeita todos os acordos internacionais sobre a limitação do número de tropas nas regiões fronteiriças”, declarou o vice-ministro da Defesa Anatoli Antonov, citado pela agência Ria Novosti.

Segundo ele, esta questão foi levantada em diversas oportunidades durante conversas por telefone entre o ministro russo da Defesa, Serguei Choigu e seus homólogos americano Chuck Hagel e ucraniano Igor Teniukh.

Fonte G1

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Segunda parte de relatório do IPCC adverte sobre futuro sombrio do clima

Secas, inundações, conflitos, perdas econômicas cada vez mais profundas. Este é o cenário que aguarda o planeta caso não se reduzam as emissões de dióxido de carbono (CO2), advertem cientistas da ONU em seu próximo relatório sobre o aquecimento global.

O rascunho do próximo informe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), ao qual a AFP teve acesso, faz parte de um amplo estudo que contribuirá para determinar políticas e orientar negociações nos próximos anos.

Os cientistas e representantes dos governos se reunirão na cidade japonesa de Yokohama a partir da terça-feira para redigir um resumo de 29 páginas, que será publicado juntamente com o relatório completo em 31 de março.

“Temos uma imagem mais clara do impacto e das consequências, inclusive as consequências para a segurança”, disse Chris Field, da americana Carnegie Institution, que chefia a pesquisa.

O trabalho vem a público seis meses depois do primeiro volume do V Relatório de Avaliação, no qual os cientistas deixaram claro sua certeza irrefutável de que o aquecimento global tem a mão do homem.

Primeira parte foi divulgada ano passado
No informe era previsto um aumento das temperaturas entre 0,3ºC e 4,8ºC neste século, 0,7ºC acima da média desde a Revolução Industrial. O nível dos oceanos aumentará entre 26 e 82 centímetros até 2100, segundo suas estimativas.

De acordo com o novo rascunho, os danos serão disparados a cada grau adicional, embora seja difícil quantificá-los. Um aumento nas temperaturas de 2,5ºC com relação à era pré-industrial – 0,5ºC a mais que a meta fixada pela ONU – reduzirá os ganhos mundiais anuais entre 0,2% e 2,0%, o que corresponde a centenas de bilhões de dólares.

“É certo que as avaliações que podemos fazer atualmente ainda subestimam o impacto real da mudança climática futura”, disse Jacob Schewe, do Instituto Postdam para a pesquisa das Mudanças Climáticas (PIK) na Alemanha, que não participou da elaboração do rascunho do IPCC.

O relatório destaca alguns perigos:
Inundações: as emissões crescentes de gases de efeito estufa aumentarão “significativamente” o risco de inundações, às quais Europa e Ásia estarão particularmente expostas. Se confirmado o aumento extremo de temperaturas, três vezes mais pessoas ficarão expostas a inundações devastadoras.

Seca: a cada primeiro adicional na temperatura, outros 7% da população mundial terão reduzidas em um quinto as fontes de água renováveis.

Aumento do nível dos mares: se nada for feito, em 2100 “centenas de milhões” de habitantes das regiões costeiras serão levados a se deslocar. Os pequenos países insulares do leste, sudeste e sul da Ásia verão suas terras reduzidas.

Fome: os cultivos de trigo, arroz e milho perderão em média 2% por década, enquanto a demanda de cultivos aumentará 14% em 2050, devido ao aumento da população mundial. Os mais prejudicados serão os países tropicais mais pobres.

Desaparecimento de espécies: “grande parte” das espécies terrestres e de água doce correrá risco de extinção, pois as mudanças climáticas destruirão seu hábitat.

Ameaça para segurança
“As mudanças climáticas no século 21 empurrarão os Estados a novos desafios e determinarão de forma crescente as políticas de segurança nacional”, adverte o esboço de resumo. Ainda assim, algumas repercussões transfronteiriças das mudanças climáticas – a redução das zonas geladas do planeta, as fontes de água compartilhadas ou a migração dos bancos de peixes – “têm o potencial de aumentar a rivalidade entre os países”, diz o informe.

A redução das emissões de gases de efeito estufa ‘nas próximas décadas’ permitirá desativar algumas das piores consequências das mudanças climáticas até o final do século, destacou o informe.

Em 13 de abril, o IPCC divulgará, em Berlim, seu terceiro volume sobre estratégias para fazer frente às emissões de gases de efeito estufa.

Em seus 25 anos de História, o IPCC publicou quatro “‘relatórios de avaliação”, e cada um fez um alerta sobre as gigatoneladas de dióxido de carbono emitidas pelo tráfego, as centrais energéticas e os combustíveis de origem fóssil, assim como o metano, gerado pelo desmatamento e pela pecuária.

O volume de Yokohama vai além dos anteriores, ao oferecer em detalhes o impacto regional das mudanças climáticas, assim como os riscos de conflito e o aumento do nível dos mares.

O último grande relatório publicado do IPCC, de 2007, contribuiu para criar um momento político propício que levou à convocação da cúpula do clima de Copenhague de 2009, mas sua reputação foi abalada por alguns erros que os céticos aproveitaram para demonstrar a existência de uma visão tendenciosa sobre esta ameaça.

IPCC - arte (Foto: G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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ONU adverte oposição síria que execuções são crimes de guerra

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Putin adverte congresso dos EUA que aprovar ataque à Síria é agressão

Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)

O presidente russo Vladimir Putin advertiu nesta quarta-feira (4) ao Congresso dos Estados Unidos que considerará uma agressão se o ataque à Síria proposto pelo presidente Barack Obama for aprovado, informou a agência de notícias AFP

“Estariam permitindo uma agressão porque tudo que está fora do marco do Conselho de Segurança das Nações Unidas é uma agressão, a menos que seja em legítima defesa”, afirmou Putin aos membros do Conselho de Direitos Humanos do Kremlin, segundo as agências de notícias russas.

“Mas a Síria, como sabemos, não atacou os Estados Unidos, portanto, sem dúvida, não pode ser uma questão de defesa”, enfatizou Putin.

“Agora o Congresso dos Estados Unidos e o Senado estão ocupados em legitimar a agressão, e todos nós estamos colados às telas de televisão para ver se será permitido ou não”, acrescentou.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

Mais cedo, o presidente da Rússia afirmou que Moscou não descarta aceitar uma ação militar contra o regime do presidente da Síria, Bashar al-Assad, se ficar demonstrado que ele usou armas químicas contra a população, em entrevista divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Kremlin.

Putin destacou que só o Conselho de Segurança da ONU pode autorizar o uso da força militar contra um país soberano, já que todas as outras vias são “inadmissíveis e só podem ser qualificadas de agressão”.

“Se tivermos dados objetivos, exatos, sobre quem cometeu esses crimes, então haverá uma reação. Dizê-lo agora, de antemão, seria incorreto, assim não se atua em política”, disse o presidente russo, respondendo à pergunta se Moscou iria continuar fornecendo armamento ao regime sírio.

Putin acrescentou que inclusive nos EUA há especialistas que consideram que as provas apresentadas pelo governo americano não são sólidas e que não descartam a possibilidade que o suposto ataque químico do dia 21 de agosto nos arredores de Damasco tenha sido uma provocação da oposição síria”.

A Rússia está enviando um cruzador ao leste do Mediterrâneo para assumir as operações da Marinha do país na região, disse a agência de notícias Interfax nesta quarta, citando uma fonte militar.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Putin adverte congresso dos EUA que aprovar ataque à Síria é agressão

Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)

O presidente russo Vladimir Putin advertiu nesta quarta-feira (4) ao Congresso dos Estados Unidos que considerará uma agressão se o ataque à Síria proposto pelo presidente Barack Obama for aprovado, informou a agência de notícias AFP

“Estariam permitindo uma agressão porque tudo que está fora do marco do Conselho de Segurança das Nações Unidas é uma agressão, a menos que seja em legítima defesa”, afirmou Putin aos membros do Conselho de Direitos Humanos do Kremlin, segundo as agências de notícias russas.

“Mas a Síria, como sabemos, não atacou os Estados Unidos, portanto, sem dúvida, não pode ser uma questão de defesa”, enfatizou Putin.

“Agora o Congresso dos Estados Unidos e o Senado estão ocupados em legitimar a agressão, e todos nós estamos colados às telas de televisão para ver se será permitido ou não”, acrescentou.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

Mais cedo, o presidente da Rússia afirmou que Moscou não descarta aceitar uma ação militar contra o regime do presidente da Síria, Bashar al-Assad, se ficar demonstrado que ele usou armas químicas contra a população, em entrevista divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Kremlin.

Putin destacou que só o Conselho de Segurança da ONU pode autorizar o uso da força militar contra um país soberano, já que todas as outras vias são “inadmissíveis e só podem ser qualificadas de agressão”.

“Se tivermos dados objetivos, exatos, sobre quem cometeu esses crimes, então haverá uma reação. Dizê-lo agora, de antemão, seria incorreto, assim não se atua em política”, disse o presidente russo, respondendo à pergunta se Moscou iria continuar fornecendo armamento ao regime sírio.

Putin acrescentou que inclusive nos EUA há especialistas que consideram que as provas apresentadas pelo governo americano não são sólidas e que não descartam a possibilidade que o suposto ataque químico do dia 21 de agosto nos arredores de Damasco tenha sido uma provocação da oposição síria”.

A Rússia está enviando um cruzador ao leste do Mediterrâneo para assumir as operações da Marinha do país na região, disse a agência de notícias Interfax nesta quarta, citando uma fonte militar.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Putin adverte congresso dos EUA que aprovar ataque à Síria é agressão

Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)

O presidente russo Vladimir Putin advertiu nesta quarta-feira (4) ao Congresso dos Estados Unidos que considerará uma agressão se o ataque à Síria proposto pelo presidente Barack Obama for aprovado, informou a agência de notícias AFP

“Estariam permitindo uma agressão porque tudo que está fora do marco do Conselho de Segurança das Nações Unidas é uma agressão, a menos que seja em legítima defesa”, afirmou Putin aos membros do Conselho de Direitos Humanos do Kremlin, segundo as agências de notícias russas.

“Mas a Síria, como sabemos, não atacou os Estados Unidos, portanto, sem dúvida, não pode ser uma questão de defesa”, enfatizou Putin.

“Agora o Congresso dos Estados Unidos e o Senado estão ocupados em legitimar a agressão, e todos nós estamos colados às telas de televisão para ver se será permitido ou não”, acrescentou.

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Mais cedo, o presidente da Rússia afirmou que Moscou não descarta aceitar uma ação militar contra o regime do presidente da Síria, Bashar al-Assad, se ficar demonstrado que ele usou armas químicas contra a população, em entrevista divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Kremlin.

Putin destacou que só o Conselho de Segurança da ONU pode autorizar o uso da força militar contra um país soberano, já que todas as outras vias são “inadmissíveis e só podem ser qualificadas de agressão”.

“Se tivermos dados objetivos, exatos, sobre quem cometeu esses crimes, então haverá uma reação. Dizê-lo agora, de antemão, seria incorreto, assim não se atua em política”, disse o presidente russo, respondendo à pergunta se Moscou iria continuar fornecendo armamento ao regime sírio.

Putin acrescentou que inclusive nos EUA há especialistas que consideram que as provas apresentadas pelo governo americano não são sólidas e que não descartam a possibilidade que o suposto ataque químico do dia 21 de agosto nos arredores de Damasco tenha sido uma provocação da oposição síria”.

A Rússia está enviando um cruzador ao leste do Mediterrâneo para assumir as operações da Marinha do país na região, disse a agência de notícias Interfax nesta quarta, citando uma fonte militar.

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Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)Putin diz em entrevista que aceita força na Síria se uso de arma química for provado (Foto: Reuters)

O presidente russo Vladimir Putin advertiu nesta quarta-feira (4) ao Congresso dos Estados Unidos que considerará uma agressão se o ataque à Síria proposto pelo presidente Barack Obama for aprovado, informou a agência de notícias AFP

“Estariam permitindo uma agressão porque tudo que está fora do marco do Conselho de Segurança das Nações Unidas é uma agressão, a menos que seja em legítima defesa”, afirmou Putin aos membros do Conselho de Direitos Humanos do Kremlin, segundo as agências de notícias russas.

“Mas a Síria, como sabemos, não atacou os Estados Unidos, portanto, sem dúvida, não pode ser uma questão de defesa”, enfatizou Putin.

“Agora o Congresso dos Estados Unidos e o Senado estão ocupados em legitimar a agressão, e todos nós estamos colados às telas de televisão para ver se será permitido ou não”, acrescentou.

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Mais cedo, o presidente da Rússia afirmou que Moscou não descarta aceitar uma ação militar contra o regime do presidente da Síria, Bashar al-Assad, se ficar demonstrado que ele usou armas químicas contra a população, em entrevista divulgada nesta quarta-feira (4) pelo Kremlin.

Putin destacou que só o Conselho de Segurança da ONU pode autorizar o uso da força militar contra um país soberano, já que todas as outras vias são “inadmissíveis e só podem ser qualificadas de agressão”.

“Se tivermos dados objetivos, exatos, sobre quem cometeu esses crimes, então haverá uma reação. Dizê-lo agora, de antemão, seria incorreto, assim não se atua em política”, disse o presidente russo, respondendo à pergunta se Moscou iria continuar fornecendo armamento ao regime sírio.

Putin acrescentou que inclusive nos EUA há especialistas que consideram que as provas apresentadas pelo governo americano não são sólidas e que não descartam a possibilidade que o suposto ataque químico do dia 21 de agosto nos arredores de Damasco tenha sido uma provocação da oposição síria”.

A Rússia está enviando um cruzador ao leste do Mediterrâneo para assumir as operações da Marinha do país na região, disse a agência de notícias Interfax nesta quarta, citando uma fonte militar.

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