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Hackers invadem site do CEO da Mt. Gox e o acusam de roubar bitcoins

Hackers invadiram neste domingo (10) o blog pessoal do presidente-executivo da casa de câmbio de bitcoins Mt. Gox para postar no site uma série de registros que indicam que a empresa possui saldo de cerca de 950 mil bitcoins.

No dia 28 de fevereiro, a Mt. Gox entrou com um pedido de falência no Japão argumentando que havia perdido 850 mil bitcoins, um rombo aproximado de US$ 480 milhões, cerca de 7% do total da moeda virtual em circulação.

Na ocasião, Karpeles culpou invasões ao site pela perda, o que teria sido provocado por uma fraqueza do sistema do bitcoin. Das 850 mil moedas, 750 mil eram de clientes que não haviam sacado seus bitcoins após transações dentro da plataforma e 100 mil pertenciam à própria Mt. Gox.

Os invasores publicaram no blog um balanço das negociações feitas na casa de câmbio. Uma imagem publicada mostra um bando de dados com a quantidade de bitcoins pertencente a cada usuário.

“Muitas pessoas, inclusive nós, perderam seu dinheiro e suas moedas (…) Nós [hackers] não roubamos nenhum bitcoin. Não havia nada para roubar”, escrevem os hackers.

Os invasores omitiram os nomes dos usuários do site para não expô-los. O blog de Karpeles já não podia ser acessado na segunda, mas um link com os dados ainda estava ativo.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Farc acusam ex-presidente Uribe por espionagem de negociadores

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) afirmaram nesta quarta-feira (5) que o ex-presidente colombiano Álvaro Uribe “está por trás” do suposto caso de espionagem dos negociadores do governo nos diálogos de paz e denunciaram que os delegados da organização também foram monitorados.

“Claro, Álvaro Uribe está por trás de tudo isso. Não se esqueçam que Álvaro Uribe é o inimigo número um da paz na Colômbia”, disse em Havana (Cuba) o número dois da guerrilha e chefe negociador do grupo, Luciano Marín Arango, conhecido como Iván Márquez.

Nas véspera, dois chefes de Inteligência do Exército da Colômbia foram substituídos em suas funções após denúncias na imprensa local sobre supostos grampos ilegais na equipe negociadora do governo nos diálogos de paz com as Farc, informou o ministro colombiano da Defesa, Juan Carlos Pinzón.

Antes, o presidente Juan Manuel Santos classificou o caso como uma tentativa de “sabotar” as negociações de paz com a guerrilha.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ocidente e Rússia trocam farpas e se acusam de ‘coagir’ a Ucrânia

Manifestante antigoverno bebe chá em barricada de Kiev, neste sábado (1º) (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)Manifestante antigoverno bebe chá em barricada de Kiev, neste sábado (1º) (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)

Os Estados Unidos e a União Europeia trocaram palavras ásperas com a Rússia neste sábado (1), em uma disputa de forças sobre a Ucrânia.

Líderes norte-americanos, europeus e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) afirmaram que Moscou não deve intimidar Kiev para forjar uma aliança impopular.

Durante uma conferência em Munique, na qual diplomatas ocidentais se encontraram com líderes da oposição ucraniana, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, disse que os manifestantes ucranianos acreditam que “seu futuro não deve depender apenas de um país e, certamente, não deve ser coagido”.

“Não existe luta por um futuro democrático europeu mais importante hoje do que a da Ucrânia”, disse. “Os EUA e a UE estão do lado do povo da Ucrânia nessa luta.”

Mas o ministro do Exterior russo, Sergei Lavrov, em inferioridade numérica em Munique diante de partidários das negociações ucranianas com a EU, subitamente abandonadas pelo presidente Viktor Yanukovich em novembro, reagiu com a mesma intensidade.

Lavrov disse que “a escolha política foi predeterminada para a Ucrânia” quando a Otan ofereceu a Kiev uma potencial adesão a uma aliança militar ocidental em 2008. A Ucrânia fez objeções, mas coopera com a Otan em missões de paz internacionais, como na do Afeganistão.

“Aqui uma escolha está sendo imposta”, disse Lavror, acusando alguns políticos da UE de fomentar protestos contra o presidente Yanukovich por pessoas que “invadem prédios governamentais, atacam a polícia e usam slogans racistas, antissemitas e nazistas.”

Eles estavam trocando farpas durante a Conferência Anual de Segurança de Munique. As diferenças entre a Rússia e os aliados ocidentais em relação à Ucrânia e à Síria, onde Moscou apoia o presidente Bashar al-Assad, criou um clima de frieza no palanque.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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