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Para Irã, é prematuro redigir acordo sobre seu programa nuclear

O Irã considera que seria prematuro redigir já um acordo final com as grandes potências sobre seu programa nuclear, indicou nesta quarta-feira um dos negociadores do país em Viena, onde é realizada uma nova rodada de negociações.

“Ainda é muito cedo para entrar nas negociações para redigir um texto final”, declarou Abbas Araqchi, que explicou que haverá outra rodada de negociações entre os dias 7 e 9 de abril, provavelmente também em Viena.

Os negociadores de ambas as partes tentam transformar o acordo provisório alcançado em novembro em um pacto definitivo – antes de 20 de julho – que suprimiria todas as sanções ocidentais. Em troca, o Irã teria que dar garantias sobre a natureza pacífica de seu programa nuclear, o qual os ocidentais suspeitam que tem objetivos militares.

O acordo provisório assinado com o grupo 5+1 (China, Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha) paralisa algumas atividades nucleares iranianas em troca do levantamento parcial das sanções.

Os pontos mais delicados se referem à prolongação do programa de enriquecimento de urânio e ao reator de água pesada de Arak, ainda em construção, que pode servir para fabricar uma bomba nuclear.

Segundo Abbas Araqchi, estas discussões não foram afetadas pela crise na Ucrânia, que opõe a Rússia e as potências ocidentais.

“As delegações russa e ocidental insistiram em não abordar o tema, mas é normal que esta crise esteja presente nas negociações”, explicou citado pela agência Isna.

Fonte G1

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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Google e Viacom firmam acordo para encerrar ação sobre direitos autorais

O Google firmou um acordo legal para encerrar uma briga na Justiça na qual a Viacom acusava a empresa de publicar vídeos no YouTube que continham conteúdos de sua propriedade mas não possuíam autorização. O entendimento entre as empreas pode ser um marco entre processos de direitos autorais.

O acordo finaliza sete anos de litígio que chamaram grande atenção de Hollywood, da indústria da música e companhias de Internet. Os trâmites testaram o alcance de uma lei federal dos Estados Unidos projetada para impedir a pirataria, enquanto permitia que usuários encontrassem entretenimento online.

“Esse acordo reflete o crescente diálogo colaborativo entre nossas duas companhias em oportunidades importantes, e buscaremos trabalhar mais em conjunto”, informaram Google e Viacom em um comunicado conjunto.

Os termos do acordo não foram divulgados. Não houve pagamentos em dinheiro entre as companhias, afirmou uma fonte anônima com conhecimento do assunto mas não estava autorizada a discutir os termos do acordo.

Inicialmente, a Viacom pedia US$ 1 bilhão no processo de 2007 movido contra o YouTube e outros serviços similares. Eventualmente, acusou a unidade do Google de transmitir ilegalmente 79 mil vídeos protegidos por direitos autorais entre 2005 e 2008.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Kiev pede que mundo não reconheça a Crimeia nem acordo com a Rússia

A Ucrânia pediu nesta terça-feira (18) à comunidade internacional que não reconheça a independência da Crimeia, aprovada no domingo (16) em um referendo condenado pelo Ocidente, nem os acordos que a península possa anunciar com outros países.

As autoridades separatistas desta península ucraniana pró-Moscou solicitaram a incorporação à Rússia, algo que deve ser ratificado por um acordo entre Moscou e seu “Estado”.

“Levando em consideração que a independência da Crimeia foi proclamada por um organismo ilegítimo depois de um referendo inconstitucional, realizado em violação manifesta das normas europeias, o ministério das Relações Exteriores da Ucrânia envia a todos os membros da comunidade internacional uma solicitação urgente de que se abstenham de reconhecer a nível internacional a ‘República da Crimeia'”, afirma um comunicado da chancelaria de Kiev.

O direito internacional vigente proíbe aos Estados reconhecer os “pseudoestados” ou “qualquer situação, acordo ou entendimento” consecutivos a sua criação, “se o mesmo é resultado do uso ilegal da força” para apoiar a proclamação da independência da Crimeia, completa a nota.

“Considerando o status de potência nuclear da Rússia, este procedimento apresenta um caráter particularmente perigoso para a integridade territorial da Ucrânia, assim como para a paz e a segurança internacional em seu conjunto”.

O presidente Vladimir Putin e a Duma (câmara baixa do Parlamento russo) já anunciaram que apoiam a incorporação da Crimeia à Rússia, apesar das críticas e sanções dos países ocidentais.

Ativistas participam de exercícios militares em um campo de treinamento militar nos arredores de Kiev, Ucrânia. O presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto nesta segunda (17) reconhecendo a região ucraniana da Crimeia como um Estado soberano (Foto: Efrem Lukatsky/AP)Ativistas participam de exercícios militares em um campo de treinamento militar nos arredores de Kiev, Ucrânia. O presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto nesta segunda (17) reconhecendo a região ucraniana da Crimeia como um Estado soberano (Foto: Efrem Lukatsky/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin e líderes da Crimeia assinam acordo de incorporação à Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram nesta terça-feira (18) um acordo para tornar a República Autônoma parte da Rússia.

O tratado foi assinado no Kremlin dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. O referendo foi condenado por Kiev, pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que o consideraram ilegítimo.

“Proponho à Assembleia federal (as duas câmaras do Parlamento russo) que adote uma lei para incorporar na Federação da Rússia duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol”, declarou em um discurso no Kremlin perante os representantes das duas câmaras do Parlamento, os governadores e os membros do governo russo, ao fim do qual assinou um acordo sobre a incorporação da península.

“A República da Crimeia se considera parte da Federação Russa a partir da assinatura do acordo”, afirmou o Kremlin.

Apesar de o documento ter entrado imediatamente em vigor, os parlamentares russos deverão ratificar uma lei que inclua na Federação Russa duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol, que tem um status particular. A data da ratificação, uma simples formalidade, não foi anunciada.

A Ucrânia respondeu dizendo que não reconhecerá jamais a incorporação da Crimeia à Rússia. “Não reconhecemos e não reconheceremos nunca a chamada independência e o que foi chamado de acordo para incorporação da Crimeia à Rússia”, declarou o porta-voz da diplomacia de Kiev, Evguen Perebyinis.

Reino Unido, Polônia e França também condenaram a medida e disseram não reconhecer a assinatura do tratado.

arte cronologia ucrânia 17.03 (Foto: Arte/G1)

Discurso em Moscou
Mais cedo, em discurso inflamado ao Parlamento russo, Putin que o referendo foi feito de acordo com os procedimentos democráticos e com a lei internacional, e que a Crimeia “sempre foi e sempre será parte da Rússia”.

“A questão da Crimeia tem uma importância vital, uma importância histórica para todos nós”, afirmou o presidente russo após ser recebido com aplausos no Parlamento. “Nos corações e mentes das pessoas, a Crimeia sempre foi e permanece como uma parte inseparável da Rússia. Esse comprometimento, baseado na verdade e na justiça, é firme, foi passado de geração em geração.”

Putin se apoiou no resultado do referendo – no qual a reunificação foi aprovada com 96,8% dos votos -, assim como na história da Crimeia, para justificar suas medidas, e se referiu aos valores comuns que a península que hoje faz parte da Ucrânia compartilha com a Rússia.

“Na Crimeia estão os túmulos dos soldados russos, e a cidade de Sebastopol é a pátria da Frota do Mar Negro.”

Putin disse que Moscou não podia deixar sem resposta o desejo da Crimeia de se incorporar à Rússia, o que “teria sido uma traição”. “Não podíamos deixar sem resposta a petição da Crimeia e de seu povo. Não ajudar a Crimeia teria sido uma traição.

O presidente russo também condenou as “ditas” autoridades da Ucrânia, afirmando que elas conduziram um golpe de Estado e farão tudo para permanecer no poder.

“Aqueles que estão por trás dos eventos recentes, eles preparam um golpe de estado, mais um. Eles planejaram tomar o poder. Terror e assassinatos foram usados”, afirmou, chamando os integrantes do novo governo de Kiev de “nacionalistas, neonazistas, russofóbicos e antissemitas.”

O chefe de Estado russo também criticou a influência internacional, afirmando que os países ocidentais “ultrapassaram a linha” no caso, atuando de maneira não profissional e irresponsável. Segundo ele, a política externa dos Estados Unidos é ditada não pelas leis internacionais, mas pelo “direito do mais forte”.

O presidente russo disse que seu país não quer mais divisões na Ucrânia, e que nunca irá buscar incitar confrontos com os outros países – mas lutará para defender seus interesses.

“Não acreditem naqueles que tentam assustá-los com a Rússia e que afirmam que outras regiões vão seguir a Crimeia. Nós não queremos uma divisão da Ucrânia, não precisamos disso.”

Putin ainda disse ver as ameaças do Ocidente com sanções contra a Rússia como uma “agressão” e garantiu que haverá retaliações.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Lavrov diz não ter chegado a acordo com Kerry sobre Ucrânia

O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, afirmou nesta quinta-feira ainda não haver um acordo entre Moscou e Washington a respeito da crise na Ucrânia, onde o Parlamento regional da Crimea aprovou a adesão à Rússia.

Falando em Roma depois de se encontrar com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, Lavrov disse que as ordens de Washington de congelar bens e proibir vistos para responsáveis russos pela incursão na Crimeia é contraproducente.

“Por ora, não podemos dizer à comunidade internacional que temos um acordo”, disse Lavrov, segundo a agência de notícias estatal russa Interfax, após seu segundo encontro com Kerry em dois dias.

Lavrov disse que as menções a colocar alguns russos em uma listra negra que os impediria de entrar nos Estados Unidos está complicando as conversas: “Ele (Kerry) me garantiu que não há tais listas no momento. Só há a ordem, mas isso não muda os fatos, ainda é uma ameaça”.

O Ocidente tem pressionado Moscou a concordar com uma mediação internacional para resolver a crise na Ucrânia, mas Lavrov afirma que irá se reportar ao presidente russo, Vladimir Putin, a respeito da proposta antes que quaisquer decisões sejam tomadas.

“Queremos esclarecer melhor o que nossos parceiros querer dizer quando propõem a criação de vários mecanismos internacionais”, também teria dito ele.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia se diz disposta a assinar acordo de associação com a UE

A Ucrânia está disposta a assinar o quanto antes possível um acordo de associação com a União Europeia, indicou nesta quinta-feira (6) o primeiro-ministro ucraniano Arseni Yatseniuk em uma coletiva.

A recusa em assinar este acordo no final de novembro por parte do presidente deposto Viktor Yanukovich desencadeou a onda de protestos pró-europeus que levaram à atual crise.

Yatseniuk também exigiu nesta quinta que a Rússia retire suas tropas da região autônoma da Crimeia e deixe de apoiar os separatistas, que convocaram um referendo sobre a questão para 16 de março.

“É uma decisão ilegítima, e esse referendo não tem base legal alguma. O governo da Ucrânia pede à Rússia que não apoie os que buscam o separatismo. Crimeia é e será uma parte integral da Ucrânia”, afirmou Yatseniuk ao término de uma reunião de quase três horas com os chefes de Estado e de governo da União Europeia (UE) em Bruxelas.

Além disso, afirmou que a Ucrânia “está disposta a negociar”, mas não a se “render” e se subordinar à Rússia.

O premiê ainda afirmou que seu país responderá se seu território for invadido por “forças estrangeiras”.

“Se o território da Ucrânia for invadido por forças estrangeiras, o governo e o exército ucranianos atuaremos de acordo com a Constituição e a legislação. Estamos preparados para proteger nosso país”, disse Yatseniuk.

“Rússia não é um amigo. É inaceitável que no século 21, sem nenhuma base legal, um país que tem armas nucleares decida da noite para o dia invadir outro país”, disse o primeiro-ministro, que apesar das críticas reiterou a predisposição de Kiev para negociar.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Irã e agência da ONU fecham acordo de sete pontos na questão nuclear

O Irã e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), da ONU, acertaram neste domingo (9) “sete novos pontos” de cooperação, a serem cumpridos ao longo de três meses, para aumentar a transparência do programa nuclear iraniano.

“A República Islâmica do Irã e a AIEA acordaram sete pontos de cooperação. O diretor-geral (da AIEA, Yukiya Amano) apresentará os detalhes deste acordo ante o conselho de governadores”, segundo um comunicado conjunto, citado pela agência oficial Isna.

O acordo foi anunciado depois de dois dias de negociações, em Teerã, entre cinco especialistas da agência da ONU, liderados pelo inspetor-chefe Tero Varjorante, e autoridades da política nuclear iraniana, dirigidos por Najafi.

Essas reuniões fazem parte de um mapa do caminho estabelecido em novembro entre a AIEA e o Irã, que previa seis etapas que Teerã deveria cumprir até o dia 11 de fevereiro, entre elas a visita de especialistas da agência à usina de produção de água pesada de Arak (oeste) e a uma mina de extração de urânio em Gachin (sul).

O porta-voz da agência nuclear iraniana, Behruz Kamalvandi, disse que o comunicado confirma que o Irã “cumpriu com seus compromissos”.

“Esperamos que, no clima atual de cooperação (…), o diretor-geral da AIEA apresente um acordo positivo ante a junta de governadores”, acrescentou.

Behruz também acrescentou que não está previsto que os especialistas da AIEA vão se reunir com os cientistas nucleares iranianos.

Os especialistas da agência internacional visitaram no dia 8 de dezembro a usina de produção de água pesada de Arak.

Este local forneceria ao Irã, em teoria, plutônio para a fabricação de uma bomba atômica, como alternativa ao enriquecimento de urânio.

O chefe da OIEA, Ali Akbar Salehi, afirmou nesta semana que o Irã estaria disposto a realizar “algumas modificações nos planos (do reator) para produzir menos plutônio”, embora tenha insistido que se trata de um reator de pesquisas.

No fim de janeiro, especialistas internacionais também visitaram a mina de Gachin, que não era inspecionada desde 2005.

As atividades nucleares iranianas foram o centro das inquietações internacionais nos últimos dez anos. Alguns países ocidentais e Israel temem que ocultem um objetivo militar, apesar de Teerã desmentir reiteradamente estas acusações.

A AIEA quer determinar se o Irã tentou se dotar de uma bomba atômica antes de 2003 ou mais tarde.

O diretor da AIEA, Yukiya Amano, declarou à France Presse em janeiro que havia chegado o momento de abordar este tema altamente sensível.

“Desejamos certamente incluir as questões (relacionadas) à possível dimensão militar nas próximas etapas”, indicou.

A AIEA critica há muitos anos o Irã por sua falta de cooperação, que alimenta as dúvidas sobre os objetivos de seu programa nuclear, e reclama regularmente do fato de seus inspetores não poderem visitar a base militar iraniana de Parchin, suspeita de ter abrigado testes nucleares.

As negociações com a AIEA ocorreram paralelamente às mantidas com as seis grandes potências, que no fim de novembro chegaram a um acordo em Genebra, por intermédio do qual Teerã suspendeu o enriquecimento de urânio a 20% e congelou as demais atividades nucleares, em troca de um levantamento parcial das sanções econômicas contra o país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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