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Filhote de tamanduá-mirim supera abandono e peso baixo em Zoo de SP

Filhote deve ser batizado por funcionários e ainda não está em exposição (Foto: Carlos Nader/ GOVSP)Filhote deve ser batizado por funcionários. (Foto: Carlos Nader/ GOVSP/Divulgação)

Um tamanduá-mirim é o novo morador do Zoológico de São Paulo, localizado na Água Funda, Zona Sul da capital paulista. Nascido na madrugada de 27 de janeiro, é o mais novo entre os mais três mil animais abrigados pelo zoológico. Nesta terça-feira (18), o Zoo informou que ele está fora de perigo.

O filhote, ainda sem nome, será batizado por funcionários e tratadores do Zoológico e não está em exposição. Ele nasceu com peso abaixo da média para a espécie e sofreu rejeição da mãe. Por isso, ainda precisa se desenvolver um pouco mais antes de ir para a exposição.

Atualmente, ele recebe, sob o cuidado dos técnicos, alimentação especial. O filhote deve ficar longe da área de exposição por aproximadamente três meses.

Ameaçada de extinção, a espécie sofre com a degradação de seu habitat, além de ser alvo de atropelamentos e ataques de cães.

Filhote de tamanduá-mirim nasceu no Zoo de SP. (Foto: Carlos Nader/ GOVSP)Filhote ainda não está em exposição (Foto: Carlos Nader/GOVSP/Divulgação)

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Ministro prega abandono do plano de intervenção militar na Síria

O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, disse nesta segunda-feira (16) que é hora de “abandonar” o plano de intervenção militar estrangeira na Síria. Segundo ele, também é preciso cessar o fluxo de armas convencionais que entram no país árabe vindas do exterior. Desde março de 2011, a guerra civil já deixou pelo menos 110 mil mortos na Síria, destruiu a infraestrutura do país e gerou uma crise humanitária regional.

Pelo acordo firmado neste sábado (14) entre Estados Unidos e Rússia, a Síria terá de entregar em uma semana informações sobre seu arsenal de armas químicas a fim de evitar um ataque. Se a Síria não cumprir os procedimentos para eliminar suas armas químicas, a ameaça de uso de força será incluída em uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com o ministro, o Brasil apoia o esforço da comunidade internacional para eliminar o uso de armas químicas, mas ele disse que esta é a “hora de investir na diplomacia para a busca de uma paz duradoura”.

“É hora também de abandonar qualquer plano de intervenção militar estrangeira, que só agravaria situação. O Brasil tem dito e reitera que o uso da forca nas relações internacionais só pode ocorrer mediante autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas ou em caso de autodefesa”, declarou o ministro durante entrevista no Palácio Itamaraty.

‘Imobilismo’
Figueiredo disse esperar que o recente acordo entre Estados Unidos e Rússia possa fazer com que o Conselho de Segurança da ONU saia do “imobilismo em que ele se encontrava em relação ao problema sírio” e assuma “ativamente suas responsabilidades”. No entanto, afirmou que a “solução do conflito deve vir do próprio povo sírio”.

“O conselho deve ter um papel central na busca de uma solução diplomática que leve a um processo liderado pelos próprios sírios e atenda às legitimas aspirações do povo sírio por paz e liberdade”, afirmou.

O Brasil, reiterou o ministro, defende a realização “no mais curto prazo possível” de uma nova conferência internacional para tratar da situação na Síria, a Convenção de Genebra 2. “Estamos prontos e sempre estivemos prontos a contribuir para o êxito dessa conferencia”, disse Figueiredo.

Armas químicas
O chanceler voltou a criticar o uso de armas químicas, o qual classificou como “fato hediondo e inadmissível”, mas alertou também para a “grande escalada de uso de armamentos convencionais”.

“Tudo isso leva à reiteração do fato de que não existe uma solução militar para o conflito na Síria”, declarou.

Segundo ele, o Brasil considera “fundamental” cessar a violência causada pelo uso de armas convencionais. “É urgente cessar imediatamente o fluxo de armas que vêm do exterior e que alimentam todos os lados do conflito. Esse fluxo de armas só agrava um drama humanitário que nós temos”, afirmou.

Arte entenda Síria 31/08 (Foto: Editoria de Arte / G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Abandono de selo verde pela Apple é risco calculado, dizem analistas

A decisão da Apple de retirar seus produtos do padrão verde EPEAT (Electronic Product Environmental Assessment) que ela ajudou a implementar levantou preocupações entre analistas de mercado e ambientalistas, que dizem que o design dos novos aparelhos da empresa, incluindo o MacBook Pro com tela Retina, tornam os notebooks difíceis de serem desmontados e reciclados.

A Apple removeu todos os seus Macs do registro EPEAT, incluindo produtos que antes tinham o selo EPEAT Gold, uma classificação dada aos computadores mais amigáveis ao meio-ambiente.

Alguns analistas afirmam que a relutância da Apple em trabalhar com parceiros da indústria para definir padrões ambientalmente amigáveis está sendo mostrado por meio de novos produtos como o MacBook Pro, um notebook com preço bem alto que é considerado difícil de desmontar e reciclar.

No entanto, algumas pessoas argumentaram que o processo do EPEAT é longo e frustrante. Por isso, a Apple teria decidido cortar perdas ao sair do sistema de certificação. O governo dos EUA e algumas outras organizações exigem a certificação EPEAT para os computadores que compram, mas essas vendas são pequenas para a Apple, por isso a decisão de abandonar o padrão não devem afetar as vendas da empresa de maneira significativa.

O padrão EPEAT permite que computadores sejam medidos com base em seu impacto ambiental. O EPEAT leva em conta os elementos tóxicos, seleção de materiais, longevidade do produto, eficiência de energia pela classificação Energy Star, a habilidade de desmontar e reciclar e o desempenho dos fabricantes do produto em impacto ambiental. No passado, a Apple teve a EPEAT em alto quesito, usando o padrão para chamar seus notebooks “os mais verdes do mundo”.

A Apple tem sido uma líder em programas ambientais e estava entre as primeiras empresas a abandonarem o uso de químicos prejudiciais como PVC e BFR, afirmou o analista do Greenpeace, Casey Harrell, que faz parte do processo de padrões do EPEAT.

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MacBook Pro Retina é mais difícil de desmontar e seria um dos “culpados” pelo abandono do EPEAT

O EPEAT pode ser bagunçado e frustrante com muitos diretores envolvidos no processo de decisões. Mas o design do MacBook Pro é menos sobre o EPEAT e mais sobre os esforços da Apple para ter mais controle sobre seus produtos desde o processo de fabricação até o final da vida útil, disse Harrell.

“Essa é um caso em que a Apple escolheu seus atributos de design em vez do meio ambiente”, afirma o analista.

Vale lembrar que a Apple possui seu próprio programa de reciclarem, que pode ser acessado pelo site da companhia.

Organizações ambientais como Greenpeace, Electronics Takeback Coalition e Basel Action Network também já criticaram o processo de decisão do EPEAT como sendo lento e difícil, além de acusar os diretores e acionistas de recusarem muitos de seus pedidos. No entanto, as organizações afirmaram que, apesar de o EPEAT não ser perfeito, ele fornece diretrizes básicas para a produção de computadores ambientalmente responsáveis.

iPad e iPhone dominam

O negócio da Apple agora gira em torno de tablets e smartphones, com produtos como iPad e iPhone gerando uma grande parte da receita da empresa. O EPEAT cobre apenas computadores e não smartphones e tablets. Por isso, a Apple talvez esteja tomando uma medida prática e tenha feito uma decisão financeira de cortar o EPEAT, afirmam analista.  E assim como as organizações ambientais, a Apple talvez também tenha se frustrado com o processo do EPEAT.

A saída da Apple do EPEAT vai afetar os negócios da empresa com o governo dos EUA, que exige que 95% das suas compras de computadores sejam registrados pelo padrão. Também houve um efeito imediato assim que a decisão da companhia se espalhou, com a prefeitura de San Francisco, na Califórnia, dizendo ao Wall Street Journal que as 50 agências não comprariam produtos da Apple que não fossem mais certificados pelo EPEAT.

A Apple possui um mercado maior atualmente com consumidores e organizações educacionais e ganha dinheiro com iPhones e iPads, por isso abandonar o EPEAT poderia cortar custos de componentes e fornecer um caminho para a empresa avançar com os designs de aparelhos “feitos em casa”, afirmou o analista principal da Endpoint Technologies Associates, Roger Kay. A Apple provavelmente percebeu que ia perder as vendas para o governo americano, mas essa talvez seja uma aposta que a companhia esteja disposta a fazer.

“É uma decisão comercial que a Apple tomou e eles provavelmente fizeram as contas.”

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Abandono de selo verde pela Apple é risco calculado, dizem analistas

A decisão da Apple de retirar seus produtos do padrão verde EPEAT (Electronic Product Environmental Assessment) que ela ajudou a implementar levantou preocupações entre analistas de mercado e ambientalistas, que dizem que o design dos novos aparelhos da empresa, incluindo o MacBook Pro com tela Retina, tornam os notebooks difíceis de serem desmontados e reciclados.

A Apple removeu todos os seus Macs do registro EPEAT, incluindo produtos que antes tinham o selo EPEAT Gold, uma classificação dada aos computadores mais amigáveis ao meio-ambiente.

Alguns analistas afirmam que a relutância da Apple em trabalhar com parceiros da indústria para definir padrões ambientalmente amigáveis está sendo mostrado por meio de novos produtos como o MacBook Pro, um notebook com preço bem alto que é considerado difícil de desmontar e reciclar.

No entanto, algumas pessoas argumentaram que o processo do EPEAT é longo e frustrante. Por isso, a Apple teria decidido cortar perdas ao sair do sistema de certificação. O governo dos EUA e algumas outras organizações exigem a certificação EPEAT para os computadores que compram, mas essas vendas são pequenas para a Apple, por isso a decisão de abandonar o padrão não devem afetar as vendas da empresa de maneira significativa.

O padrão EPEAT permite que computadores sejam medidos com base em seu impacto ambiental. O EPEAT leva em conta os elementos tóxicos, seleção de materiais, longevidade do produto, eficiência de energia pela classificação Energy Star, a habilidade de desmontar e reciclar e o desempenho dos fabricantes do produto em impacto ambiental. No passado, a Apple teve a EPEAT em alto quesito, usando o padrão para chamar seus notebooks “os mais verdes do mundo”.

A Apple tem sido uma líder em programas ambientais e estava entre as primeiras empresas a abandonarem o uso de químicos prejudiciais como PVC e BFR, afirmou o analista do Greenpeace, Casey Harrell, que faz parte do processo de padrões do EPEAT.

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MacBook Pro Retina é mais difícil de desmontar e seria um dos “culpados” pelo abandono do EPEAT

O EPEAT pode ser bagunçado e frustrante com muitos diretores envolvidos no processo de decisões. Mas o design do MacBook Pro é menos sobre o EPEAT e mais sobre os esforços da Apple para ter mais controle sobre seus produtos desde o processo de fabricação até o final da vida útil, disse Harrell.

“Essa é um caso em que a Apple escolheu seus atributos de design em vez do meio ambiente”, afirma o analista.

Vale lembrar que a Apple possui seu próprio programa de reciclarem, que pode ser acessado pelo site da companhia.

Organizações ambientais como Greenpeace, Electronics Takeback Coalition e Basel Action Network também já criticaram o processo de decisão do EPEAT como sendo lento e difícil, além de acusar os diretores e acionistas de recusarem muitos de seus pedidos. No entanto, as organizações afirmaram que, apesar de o EPEAT não ser perfeito, ele fornece diretrizes básicas para a produção de computadores ambientalmente responsáveis.

iPad e iPhone dominam

O negócio da Apple agora gira em torno de tablets e smartphones, com produtos como iPad e iPhone gerando uma grande parte da receita da empresa. O EPEAT cobre apenas computadores e não smartphones e tablets. Por isso, a Apple talvez esteja tomando uma medida prática e tenha feito uma decisão financeira de cortar o EPEAT, afirmam analista.  E assim como as organizações ambientais, a Apple talvez também tenha se frustrado com o processo do EPEAT.

A saída da Apple do EPEAT vai afetar os negócios da empresa com o governo dos EUA, que exige que 95% das suas compras de computadores sejam registrados pelo padrão. Também houve um efeito imediato assim que a decisão da companhia se espalhou, com a prefeitura de San Francisco, na Califórnia, dizendo ao Wall Street Journal que as 50 agências não comprariam produtos da Apple que não fossem mais certificados pelo EPEAT.

A Apple possui um mercado maior atualmente com consumidores e organizações educacionais e ganha dinheiro com iPhones e iPads, por isso abandonar o EPEAT poderia cortar custos de componentes e fornecer um caminho para a empresa avançar com os designs de aparelhos “feitos em casa”, afirmou o analista principal da Endpoint Technologies Associates, Roger Kay. A Apple provavelmente percebeu que ia perder as vendas para o governo americano, mas essa talvez seja uma aposta que a companhia esteja disposta a fazer.

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Publicado por em 29 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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