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Arquivo da categoria: Música

Primeira noite do São João da Capitá vai misturar forró e música sertaneja

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Dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano se apresenta em Brasília nesta sexta (18) (Foto: Marcelo Faustini/Divulgação)Zezé di Camargo e Luciano representam o mundo sertanejo no São João da Capitá (Foto: Marcelo Faustini/Divulgação)

Quem curte as festas juninas no Recife já colocou na agenda: o São João da Capitá 2014 começa no dia 6 de junho e promete misturar sertanejo com muito forró. Veja quais atrações colocarão o público para dançar no primeiro dia da festa.

Zezé di Camargo e Luciano representam o ritmo sertanejo. A dupla, natural do estado de Goiás, conquistou o Brasil em 1991 com o hit “É o amor”. Os irmãos tiveram sua história contada no cinema, em 2005, através do filme “2 Filhos de Francisco”. A música “Flores em vida” é o mais novo sucesso da dupla que é dona de hits como “Pão de mel”, “No dia em que eu saí de casa” e “Pior é te perder”, entre tantas outras. 

A banda Aviões do Forró, antiga conhecida no público pernambucano, que ganhou fama nacional com a música “Correndo atrás de mim”, também é atração na primeira noite. Magníficos, banda homenageada pelo evento, Arreio de Ouro e Cavaleiros do Forró também animam o público neste dia com o forró típico da época.

E por falar em tradição, o palco interno será mais voltado para o forró pé de serra. Petrúcio Amorim, Lucy Aves, Chambinho do Acordeon, Amazan, Eliana a Rainha do Forró e Almir Rouche são algumas das atrações confirmadas na farra que já entrou para o calendário como uma dos principais prévias juninas do Recife.

O São João da Capitá conta ainda com a tenda universitária, espaço dedicado ao forró universitário, e uma tenda eletrônica.

Confira a programação da sexta-feira (06 de junho):

Palco externo
Zezé di Camargo e Luciano
Aviões do Forró
Magníficos
Arreio de Ouro
Cavaleiros do Forró

Palco interno
Petrúcio Amorim
Lucy Alves
Chambinho do Acordeon
Amazan
Eliana a Rainha do Forró
Almir Rouche

Ingressos
Os ingressos para o São João da Capitá estão no segundo lote, à venda nas lojas Esposende (Rua Nova e shoppings Recife, Boa Vista, Tacaruna, RioMar e Guararapes) e na bilheteria do Chevrolet Hall. A pista custa R$ 60 (casadinha meia entrada), R$ 40 (individual meia entrada) e R$ 80 (individual inteira). Já os ingressos dos camarotes custam R$ 70 (individual meia entrada), R$ 140 (individual inteira) e R$ 120 (casadinha meia entrada).

Os portões serão abertos, nos dois dias, às 19h. Adolescentes de 14 a 17 anos devem ir acompanhados dos pais ou responsáveis (neste último caso, mediante apresentação de autorização com firma reconhecida em cartório).

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Blondie comemora 40º aniversário com lançamento de novo disco

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Capa de 'Ghosts of download', do Blondie (Foto: Divulgação)Capa de ‘Ghosts of download’, do
Blondie (Foto: Divulgação)

Quatro décadas depois da sua estreia, o grupo nova-iorquino Blondie, pioneiro na cena do new wave e do punk nos anos 1970, lançou nesta terça-feira (13) o seu décimo disco de estúdio, “Ghosts of download”, para marcar o aniversário de 40 anos.

“Ghosts of download”, que tem 13 músicas novas, é parte do pacote de dois discos intitulado “Blondie 4(0) ever”, que ainda conta com o disco “Deluxe redux: Greatest hits”.

“Não consigo acreditar”, disse Debbie Harry, a cantora loira e símbolo sexual de 68 anos, sobre a longevidade da banda dona dos sucessos “Call me” e “Heart of glass.”

Harry fundou a banda com o guitarrista Chris Stein e o baterista Clem Burke em 1975 e emplacou uma série de sucessos, como “The tide is high” e “Rapture”, que em 1981 foi vista como primeira canção de rap no topo das paradas.

“Com a maioria das nossas coisas não existe nada preconcebido”, declarou Stein, de 64 anos, em uma entrevista. “Sempre seguimos em frente aos pouquinhos. Isso (o novo disco) foi assim também. Acho que existe um lado ‘faça você mesmo’ no Blondie que agrada as pessoas”.

Stein vem trabalhando no projeto desde que o grupo terminou seu penúltimo disco, “Panic of girls”, em 2011. Ele disse que o novo disco é mais baseado em computadores que o último, com elementos eletrônicos e de música caribenha.

“Ghosts of download” tem uma mistura de música dançante e canções pop. Na primeira música de trabalho, “A rose by any name”, Harry faz um dueto com Beth Ditto, a vocalista da banda indie Gossip.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Bob Dylan divulga cover de Frank Sinatra e cria expectativa sobre álbum

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'Shadows in the night', de Bob Dylan (Foto: Divulgação)‘Shadows in the night’, de Bob Dylan (Foto:
Divulgação)

Bob Dylan divulgou surpreendentemente na terça-feira (13) em seu site uma versão da celebrada canção de Frank Sinatra, “Full moon and empty arms”, alimentando expectativas de que possa lançar um álbum este ano.

O americano de 72 anos, que chega à Europa no mês que vem com a turnê “Never ending tour”, também publicou uma foto do que parece ser a capa de um álbum com o nome de “Shadows in the night”.

O canto de Sinatra em “Full moon and empty arms” é sustituído pela célebre voz baixa e ligeiramente rouca de Dylan, nesta versão do hit de 1945 escrito por Buddy Kaye e Ted Mossman.

O porta-voz de Dylan não respondeu ao pedido da AFP por mais detalhes, mas revelou à revista Rolling Stone: “Esta música faz realmente parte de um futuro álbum que sairá este ano”.

O desenho da capa do álbum que aparece em sua página na web imita o estilo do legendário selo da gravadora de jazz Blue Note, indicou a revista.

A rádio pública NPR especulou que as pistas sugerem que o próximo álbum será composto por covers de músicas clássicas, uma homenagem que Dylan, famoso por hits como “The times they are a-changin”, já fez com clássicos do folk, quando em 1992 lançou “Good as I’ve been to you”, e, em 1993, “World gone wrong”.

Dylan, que tem uma longa carreira com 11 prêmios Grammy — um deles em homenagem à sua excelência –, completa 73 anos no dia 24 de maio.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Adora-Roda evoca tradição do samba em curta temporada no Grande Recife

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Adora Roda (Foto: Diego Bresani / Divulgação)Depois de passar por Rio e Salvador, Adora-Roda chega ao Recife (Foto: Diego Bresani / Divulgação)

Não precisa de muito tempo de conversa para saber que, com o grupo brasiliense de samba Adora-Roda, para qualquer lado que se aborde, o assunto dominante será o mais famoso dos ritmos brasileiros – como se o palíndromo que batiza a banda integrasse também a personalidade do grupo. O dicionário Houaiss explica: palíndromo é “frase ou palavra que se pode ler, indiferentemente, da esquerda para a direita ou vice-versa”. Os rapazes, que estão em turnê pelo Brasil, fazem curta temporada no Grande Recife, com três shows marcados, de sexta a domingo.

A banda está em divulgação do primeiro disco, “Mensageiros do samba”, lançado no final de 2013. “Qualquer pessoa que canta os sambas da antiga é mensageiro do samba. Tem que estar com o peito aberto, é quase uma oração. O nome não é uma exclusividade nossa. Somos mais um, operários, porque há muitas pessoas fazendo esse trabalho de resgatar sambas antigos”, conta o percussionista Breno Alves, em conversa com o G1. O trabalho soma 13 faixas, das quais oito são autorais e as demais, assinadas por compositores tidos pelo Adora-Roda como referências, a exemplo de Monarco e Carlos Elias da Portela, Nelson Cavaquinho, João da Baiana, Riachão e Sérgio Magalhães.

Antes de chegar à capital pernambucana, o grupo já passou por Rio de Janeiro e Salvador, com ótima recepção, garante Breno. “Foi nosso primeiro show no Rio, uma felicidade tamanha tocar no Circo Voador, um palco onde a história da MPB também é contada. Foi um marco para a nossa carreira. Salvador também foi incrível, tocamos no pátio de uma igreja com mais de 300 anos, muito cheio, muita gente, e a gente ali com o sincretismo do samba, falando de temas africanos durante o repertório”, comenta.

Para Breno, a viagem proporciona outras oportunidades, além de conhecer novos músicos e compositores em cada cidade. “Tem sido importante ver também um pouco da história do país, e como o samba consegue contar essa história. A força do negro, a cultura que resiste e permanece até hoje”, exemplifica.

A expectativa para os shows no Recife não poderia ser melhor, uma vez que Breno esteve na cidade no começo do ano e já conhece um pouco do trabalho desenvolvido pelos sambistas e compositores da terra. “Fiquei maravilhado e surpreso com a força do movimento. Fui às vésperas do carnaval, pude ver a força das escolas de samba, e ensaios de algumas baterias. Não deixa a desejar para lugar nenhum. No Rio tem um bairrismo deles pensarem que o samba só existe ali, e o samba nasce no coração, em qualquer lugar, em todo lugar do Brasil”, acredita.

Para as apresentações na cidade, grupos como Terra e Raízes estão escalados. “Essas bandas não conheço, vai ser uma surpresa, mas tenho certeza de que vai ser maravilhoso. Vamos conversar bastante, trocar figurinhas e pensar o samba. Não existe bairrismo, tem que ser uma união, porque trata-se de um ritmo que rompeu todas as fronteiras”, pontua.

O Adora-Roda começou em 2007, em Brasília, com a intenção de criar uma autêntica roda de samba na capital federal. Depois de passar por alguns espaços, fixou-se no Bar do Calaf, onde toca semanalmente, toda terça-feira. “O público foi chegando e o grupo foi tomando forma, criando corpo. A galera começou a compor.. Estão florescendo grupos e compositores em Brasília, é um movimento muito legal”, atesta Breno. Além dele, que canta e toca pandeiro, formam a banda Guto Martins (percussão), Kadu Nascimento (tantan, surdo e voz), Tito Silva (cavaco e voz), Vinícius de Oliveira (banjo e voz) e Vinícius Magalhães (violão 7 cordas).

Serviço:
Adora-Roda com a turnê “Mensageiros do Samba”

» Sexta (09), no Sétima Arte Bar e Restaurante
Rua Capitão Lima, 195 – Santo Amaro – 22h
Ingressos: R$ 15, à venda no dia, no local
Informações: (81) 8810.0755

» Sábado (10), na Escola de Samba Galeria do Ritmo
Rua Belarmino Henrique, 147, Morro da Conceição – 14h
Com Grupo Terra e Grupo Raízes
Ingressos: R$ 10, à venda no dia, no local
Informações: (81) 8671.0958

» Domingo (11), na Pitombeira dos 4 Cantos
Rua 27 de Janeiro, 128 – Olinda – 16h
Com Original Bamba Style e convidados
Ingressos: R$ 10, à venda no dia, no local
Informações: (81) 8810-0755

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Rolls-Royce de Lady Gaga será leiloado para fundação beneficente

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Lady Gaga chega à festa do Oscar 2014. (Foto: REUTERS/Lucas Jackson)Lady Gaga chega à festa do Oscar 2014 (Foto:
Reuters/Lucas Jackson)

Um conversível Rolls-Royce Corniche III de Lady Gaga será leiloado no sábado (17) em Nova York para a fundação MusiCares, informou a casa de leilões Julien’s Auctions.

Espera-se que o veículo, de cor vermelha, alcance um preço entre US$ 30 mil e US$ 50 mil, indicou a empresa. Fabricado em 1990, foi usado pela própria Gaga para circular pelas ruas de Nova York rumo ao Museu Solomon R. Guggenheim em setembro de 2012 para o lançamento de seu perfume.

A cantora, que acaba de começar a parte americana da sua turnê “ARTRave: The ARTPOP Ball”, entregará o valor arrecadado à fundação MusiCares, associada à Academia Latina da Gravação, organização que entrega o prêmio Grammy. A casa ajuda economicamente músicos que passam por dificuldades financeiras, médicas e pessoais.

O carro está com a cantora há cinco anos, conta com assentos de couro na cor creme e está em perfeitas condições, acrescentou a companhia. De hoje ao dia 17, ele ficará exposto ao público no Hard Rock da Times Square, em Nova York.

Acredita-se que esse seja o único automóvel de Lady Gaga. O veículo está registrado em seu nome (Stefani Germanotta) e no de seu pai, Joseph.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Filhos fazem tributo a Jair Rodrigues neste domingo (18) em Caçapava, SP

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Jair Rodrigues foi ao Galpão Crioulo em 2000 (Foto: Divulgação)Dupla homenageia o pai neste domingo (18) em
Caçapava (Foto: Divulgação)

Os cantores Jair Oliveira e Luciana Mello, filhos do cantor Jair Rodrigues, se apresentam no domingo (18) em Caçapava (SP), no primeiro show no Vale do Paraíba em tributo ao pai, que morreu na última quinta (8) de infarto do miocárdio. A apresentação acontece na Festa da Paróquia Nossa Senhora da Boa Esperança e será a segunda de uma série de homenagens ao músico.

Segundo a empresa JRC promoções, da família do cantor, Jair e Luciana estão conciliando suas atividades para cumprir a agenda do pai no mês de maio, cantando os principais sucessos que o consagraram. Jair Rodrigues tinha diversos shows marcados neste mês. A primeira homenagem dos filhos nos palcos acontecerá neste sábado (17) em Pereira Barreto (SP).

Em Caçapava, Jair Oliveira deve incluir no repertório a música ‘Sorriso’, composta por ele durante a madrugada do velório de Rodrigues. Procurada, a dupla preferiu não comentar a apresentação.

A festa da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Esperança de Caçapava acontece na Rua Eugênio Augusto de Oliveira, 80, na Vila Santa Isabel. O show é gratuito e está previsto para começar às 21h.

Jair Rodrigues
Nascido em Igarapava (SP) em 6 de fevereiro de 1939, Jair Rodrigues começou na música no final da década de 1950, como crooner em casas do interior de São Paulo. .

Nos anos 1960, participou de programas de calouros na TV. Ao longo dos 57 anos de carreira, ele ficou conhecido pela irreverência e pelo timbre marcante. Gravou sucessos como ‘Deixa isso pra lá’, ‘Disparada’, ‘Tristeza’,  ‘O menino da porteira’, ‘Boi da cara preta’ e ‘Majestade o Sabiá’.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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‘Relato fiel’, diz primo de Rodolfo nos 20 anos de ‘Puteiro em João Pessoa’

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Bessanger Abrantes voltou ao Roda Viva a convite do G1 para contar a história que inspirou o primeiro single do Raimunfos (Foto: André Resende/G1)Bessanger Abrantes voltou ao Roda Viva a convite do G1 para contar a história que inspirou o primeiro single do Raimundos (Foto: André Resende/G1)Foi num puteiro em João Pessoa,
eu descobri que a vida é boa,
foi minha primeira vez…”Trecho de ‘Puteiro em João Pessoa’

A vida presenteou Rodolfo Abrantes, ex-líder da banda Raimundos, com “dois primos já marmanjos”, Augusto e Bessanger. O músico retribuiu o presente transformando a tarde ensolarada com os parentes no hino “Puteiro em João Pessoa”, uma das marcas do rock brasileiro dos anos 1990. A canção – “Foi num puteiro em João Pessoa, eu descobri que a vida é boa, foi minha primeira vez” – completa 20 anos nesta segunda-feira (12), data de lançamento do primeiro álbum do grupo, o homônino “Raimundos”.

O engenheiro mecânico Bessanger Abrantes, de 61 anos, o “primo safado” da letra, garante que a aventura vivida e cantada por Dudu, como carinhosamente chama Rodolfo, é quase totalmente verídica. “A música é um relato fiel do que aconteceu naquele dia. Aliás, quase fiel, porque aqueles adjetivos que ele usou para me descrever não condizem com a realidade”, contou aos risos Bessanger, que é primo legítimo do pai de Rodolfo.

O episódio que originou a canção aconteceu cerca de 5 anos antes de ela integrar o primeiro disco do Raimundos, lançado em 1994. Segundo Bessanger, em meados de 1989, o ex-vocalista da banda, na época com idade entre 15 e 16 anos, reclamava com frequência da falta de namoradas. Compadecido da situação, o primo resolveu dar um “empurrãozinho” na vida amorosa do adolescente, em uma das viagens que a família de Rodolfo fazia periodicamente a João Pessoa.

“Estávamos em uma chopperia em Tambaú, quando eu e o Augusto avisamos ao Manoel [pai de Rodolfo] que levaríamos Dudu para passear. Ele não sabia de nada, estava completamente perdido. Eu já era frequentador do Roda Viva [o puteiro em questão], sabia que lá era o local indicado para levá-lo. Quando voltamos para o bar, cerca de 2 horas depois, avisei os pais dele sobre a aventura. Manoel riu bastante, mas Jaciara [mãe de Rodolfo] me deu uma bronca daquelas”, relatou Bessanger.

No início, jamais imaginei que uma música da tal ‘banda
de garagem’ do Dudu fosse me proporcionar essa fama”Bessanger Abrantes,
primo de Rodolfo

A citação dos responsáveis pela aventura erótica do adolescente rendeu o status de “lenda” aos dois primos. Bessanger revelou que seu perfil em uma rede social ficou congestionado com diversas mensagens após ter sido descoberto por uma comunidade do Raimundos na internet. “Todos queriam conversar, saber se a história era verdadeira, outros me pediam para que eu os levasse também, me chamaram até de lenda! No início, jamais imaginei que uma música da tal ‘banda de garagem’ do Dudu fosse me proporcionar essa fama”, afirmou o engenheiro mecânico.

Depois do episódio contado na música, Bessanger passou a ser tratado como o responsável pelo “rito de passagem” de Rodolfo. Ele conta que irmãos e sobrinhos o questionam sobre a possibilidade de a aventura se repetir com outros membros do família. A fama se espalhou de tal forma que Bruno Abrantes, irmão de Rodolfo, ficou muito chateado com o primo mais velho porque também não passou pelo ritual. “A história se tornou uma tradição de família”, explicou Bessanger.

Casado há exatos 20 anos, o engenheiro mecânico garante que os dias de Roda Viva ficaram no passado. Há cerca de um ano, ele voltou de Brasília, onde vivia, para João Pessoa ao lado da esposa e da filha. Na capital federal, ficou o outro primo retratado na música, o “muito justo” Augusto Abrantes, que trabalha como professor universitário de direito.

Duas décadas depois, sobrou pouco do que foi cantado no primeiro single do Raimundos. O Roda Viva foi transformado em motel, o forró não toca mais no local, e os primos largaram as aventuras amorosas e os rituais de passagem. Mas a história de como um adolescente descobriu como “a vida é boa” em João Pessoa resistiu ao tempo. 

O segundo primo “já marmanjo” e “muito justo” citado na música, Augusto hoje mora em Brasília, é formado em Direito e professor universitário. Assim como Bessanger, ele é primo do pai de Rodolfo.

Herança sertaneja
Rodolfo é brasiliense, mas seus pais são paraibanos e sertanejos. Bessanger comenta que toda a família cresceu sob uma forte cultura sertaneja, essencialmente patriarcal e machista.

“A cultura sertaneja prega essa coisa de se afirmar como ‘cabra macho’, então era comum levar seu filho, irmão ou primo que chegava à adolescência para iniciar a vida amorosa. Assim como fui criado, o pai de Rodolfo também foi, então ele [o ex-líder do Raimundos] teria que passar por esse ritual de passagem”, disse.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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