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Arquivo da categoria: eletrônicos

As novidades no mundo das TVs conectadas

Se depender do que foi mostrado aqui na CES, televisão que não se conecta à Internet é coisa do passado. Não importa o tamanho ou a marca. Centenas de aparelhos finos e de imagens super cristalinas se espalharam pelos estandes das principais fabricantes mundiais. Para citar apenas algumas, Samsung, LG, Toshiba e Panasonic construíram estandes gigantescos, em que a televisão é o centro das atenções.

Mas, você pode se perguntar: o que há mais para inventar para a televisão? Todas já são finas, têm níveis de contraste cada vez maior e cores mais e mais precisas. E, agora, todas têm acesso à Web… Mas, é aí que elas se diferenciam uma das outras.

Na hora de juntar televisão e internet, cada fabricante aposta num jeito diferente para controlar a TV. A Panasonic resolveu criar um tipo de mouse. Ele tem um superfície que parece um touchpad, que lembra os touchpads de notebooks. Você desliza os dedos para controlar o cursor. Ao apertar o botão, o cursor clica na área selecionada e pronto. Pode parecer legal, mas, na verdade, achamos essa a solução mais fraquinha.

Mas, a própria Panasonic apresentou outra solução, e bem melhor! Eles criaram um aplicativo que você baixa no smartphone ou no tablet. A partir daí, fica fácil controlar a televisão. E são vários os recursos. Esse é um dos jeitos mais legais que vimos por aqui para trafegar entre os canais de TV comuns e as páginas da Internet. O aplicativo funciona com qualquer smartphone ou tablet Android ou da linha da Apple.

Na LG, uma das grandes novidades é a adesão à plataforma do Google. Agora, alguns modelos da fabricante coreana são controlados por uma das versões do Android. São as chamadas Google TV. Quando o Google resolveu entrar na indústria de TVs, apenas a Sony fabricava as Google TVs. Agora, LG e Samsung embarcaram na onda. Ou seja, a Google TV deve ganhar impulso forte em 2012 e pode começar a atrair mais participação de mercado.

Voltando ao exemplo da LG. A TV coreana controlada pelo Android foi uma das melhores experiências de TV conectada que vimos por aqui. O controle remoto evoluiu, mas manteve a mesma lógica que já havia sido mostrada no ano passado: ele funciona como uma espécie de controle do videogame Wii. Você aponta para tela e o movimento que você faz com ele é reproduzido na TV. A novidade é que, agora, do outro lado do controle, você tem um teclado, que ajuda na hora de digitar os endereços da internet ou na hora de fazer buscas online.

Mas, a mais interessante experiência de TV conectada que nós vimos foi a da Samsung. O aparelho ainda é protótipo, mas começa a ser vendido aqui nos Estados Unidos ainda esse ano. Nos acotovelamos numa salinha pequena onde foi feita a demonstração. A exemplo da LG, esta TV da Samsung também é controlada pelo Android. Só que ela dispensa o uso de controle remoto! O aparelho responde a ordens de voz.

A câmera no alto da moldura reconhece também gestos. Quando você fecha a mão, a TV entende como uma ordem para clicar, por exemplo. Fazendo outros movimento, você troca de canal, ou aumenta o volume. Bem bacana! E, o reconhecimento de voz funciona muito bem.

A Samsung diz que esses televisores já estão prontos para reconhecimento de voz em 23 idiomas, inclusive em português. Então, é esperar para a novidade chegar. Essa é realmente uma maneira nova de controlar a TV e de juntá-la ao universo da Internet.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Mac OS X 10.7.3 corrige problemas de compatibilidade com Windows

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A Apple liberou nesta quarta (1/2) o Mac OS X 10.7.3, atualização do sistema operacional conhecido como Lion. O pacote traz correções que melhoram a estabilidade, compatibilidade e segurança do software.

Este update traz também o navegador Safari 5.1.3, além de corrigir bugs relacionados ao uso de smart cards para fazer o log in no sistema, lidar com problemas com a autenticação com serviços de diretórios e melhorar a compatibilidade com o sistema de compartilhamento do Windows.

Com a atualização também é possível resolver um bug que impedia a impressão de certos documentos do Word, problemas de performance gráfica no iMac, além de uma pane relacionada a conexões Wi-Fi.

O software está disponível pelo recurso de atualização do sistema operacional. Quem preferir, pode baixá-lo no site da Apple.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Apple usa produtos falsos para testar lealdade de engenheiros, diz livro

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Uma maneira pela qual a Apple mantém em segredo os detalhes de aparelhos aguardados, como o iPad 3 ou o  novo iPhone 5 é assegurando que seus engenheiros são extremamente confiáveis. Mas como ter certeza?

De acordo com o novo livro “Inside Apple”, de Adam Lashinsky, escritor que afirma ter conversado com ex-funcionários da empresa sobre o tema, com produtos falsos. Um dos entrevistados afirmou ter conhecimento de um engenheiro que foi entrevistado por nove meses para trabalhar na companhia e que pela primeira vez em sua carreira trabalhou em produtos que não eram verdadeiros.

“As pessoas são contratadas para cargos fictícios onde não sabem muito bem o que estão fazendo. Mesmo após você passar por esse rigoroso processo de seleção, eles (a Apple) ainda desconfiam de você”, explica Lashinsky. Superada esse período de desconfiança, os novos empregados poderiam ter contato com  os “segredos da maçã”.

Segundo analistas, essa dedicação ao sigilo do produto colaboram com o marketing da companhia e incentiva a resposta quase maníaca dos consumidores aos novos produtos da Apple, como visto recentemente em Hong Kong, onde a companhia precisou recorrer a um sistema de sorteio para evitar que golpistas comprem o iPhone 4S.

É claro que muitas pessoas suspeitam que, apesar de a Apple  aparentemente ser contra os vazamentos, o grande esquema da empresa seria justamente vazar detalhes dos produtos, mas em seus próprios termos. Teorias da conspiração inevitavelmente surgem toda vez que um protótipo de iPhone é perdido ou esquecido em um bar, por exemplo.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Reportagem acusa Apple de ser conivente com violação de direitos trabalhistas

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A Apple está sendo acusada de “ignorar o custo humano” da cadeia de fabricação dos seus produtos, em uma reportagem publicada pelo New York Times esta semana. O artigo, que chega depois de outra reportagem do jornal sobre a razão de a “maçã” fabricar seus aparelhos longe dos EUA, cita ex-funcionários da Apple, que acusam a fabricante de ser complacente com o abuso a trabalhadores da linha de produção.

“A Apple nunca se importou com outra coisa que não fosse o aumento da qualidade dos produtos e queda dos custos de produção. O bem-estar dos funcionários não tem nada a ver com os interesses deles”, afirmou a ex-funcionária da Foxconn (empresa que produz equipamentos como iPad e iPhone), Li Mingqi, que está processando a empresa após ter sido demitida.

Li ajudava a gerenciar a fábrica de Chengdu, onde ocorreu uma explosão em maio do ano passado. O incidente causou a morte de três funcionários e deixou outros feridos. Outro incêndio ocorreu em uma unidade da Foxconn em Yantai, em setembro, quando também aconteceu uma explosão em uma fábrica de outra parceira de produção da Apple, a Pegatron, que deixou 60 funcionários feridos.

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iPad: condições de produção em fábricas da Ásia são questionadas

Um ex-executivo da Apple, falando sob a condição de anonimato, disse ao New York Times: “nós sabemos sobre abusos trabalhistas em algumas fábricas há quatro anos, e eles continuam. Por que? Porque o sistema trabalha para nós. As fornecedoras mudariam tudo amanhã se a Apple dissesse para elas que elas não têm outra escolha.”

Apesar de a segurança nas fábricas das parceiras da Apple ser o principal foco da reportagem, há também apontamentos mais gerais sobre as condições de trabalho e as horas que os funcionários precisam trabalhar (vale lembrar que o artigo também aponta críticas similares feitas a fornecedoras de empresas como Dell, HP, IBM, Lenovo, Motorola, Nokia, Sony e Toshiba).

“Os funcionários trabalham com excesso de horas extras, em alguns casos chegando a sete dias por semana, e vivem em dormitórios lotados. Alguns dizem que eles ficam tanto tempo de pé que suas pernas incham a ponto de quase não onseguirem andar. Funcionários menores de idade ajudaram a construir produtos da Apple, e as fornecedoras da companhia se livraram de maneira incorreta de lixo perigoso e falsificou registros, de acordo com relatórios da companhia e grupos de defesa dos trabalhadores que, na China, são geralmente considerados monitores independentes e confiáveis”, afirma a reportagem do NYT.

Há algumas semanas, a Apple lançou seu relatório anual de Responsabilidade de Fornecedores, no qual a “maçã” afirma ter encontrado “um número significativamente menor de casos de trabalho infantil” entre suas fornecedoras, que foram nomeadas pela companhia.

A Apple afirmou no relatório que ampliou seu programa de verificação de idade, que busca interromper o trabalho de menores entre suas fornecedoras. Como resultado, a companhia apontou melhorias nas práticas de contratação das parceiras, com casos de trabalho infantil caindo significativamente.

O relatório também revelou um total de seis casos ativos e 13 anteriores de trabalho infantil em cinco fábricas parceiras da Apple; a companhia exigiu que essas unidades melhorem as práticas de recrutamento. As auditorias não encontraram nenhum caso de trabalho infantil em fornecedoras responsáveis pela montagem final dos produtos da Apple.

No entanto, outro executivo da Apple que foi citado anonimamente na reportagem disse que “você pode tanto fabricar em unidades confortáveis e amigáveis aos funcionários, ou reinventar o produto todo ano, e torná-lo melhor, mais rápido e barato, o que exige fábricas que pareçam cruéis pelos padrões dos EUA. Atualmente, os consumidores ligam mais para um novo iPhone do que para as condições de trabalho na China.”

A reportagem aponta ainda o fato de que esse problema causa uma “tensão n” na Apple, com outros executivos preocupados com as condições de trabalho, mas não dispostos a colocar em risco a relação com fornecedoras como a Foxconn – que fabrica 40% dos aparelhos eletrônicos do mundo – ao gerar tais demandas.

Apple se defende
De acordo com o site especializado 9to5Mac, o CEO da Apple, Tim Cook, enviou um e-mail para todos os funcionários da empresa sobre o assunto. “Nós nos importamos com todos os trabalhadores em nossa cadeia mundial de abastecimento. Qualquer acidente é profundamente problemático, e qualquer problema com condições de trabalho é causa para preocupação. Toda insinuação de que não nos importamos é evidentemente falsa e ofensiva para nós.”

Depois, o executivo continua dizendo que “estamos focados em educar os funcionários sobre seus direitos, por isso eles têm poder para se manifestar quando se depararem com condições inseguras ou tratamento injusto”.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Com iPhone 4S, Apple já é terceira maior fabricante de celulares do mundo

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A Apple se tornou a terceira maior vendedora de celulares no mundo, com o iPhone representando 8,7% de todas as vendas globais de aparelhos no último trimestre de 2011, de acordo com dados do IDC. 

A companhia de Cupertino ficou atrás da Nokia, que encabeça a lista, e da Samsung, que possuem parcelas de mercado de 26,6% e 22,8%, respectivamente, ficando à frente da LG e da ZTE, cujas vendas representam 4.1% e 4%, respectivamente. O ranking inclui tanto smartphones quanto celulares, e a Apple nunca conseguiu um resultado tão notável na lista de fabricantes de celulares no mundo, elaborada pelo IDC. 

“O lançamento do iPhone 4S, que está disponível em mais de 90 países, foi a principal razão para a companhia ultrapassar a LG e a ZTE no último trimestre de 2011. Em países como EUA e Japão, as vendas foram particularmente fortes, dados os dias do período e a distribuição das operadoras” afirmou o relatório do IDC. 

A parcela de mercado da Apple teve um crescimento impressionante de 128% em uma base anual, conforme destacou a pesquisa, enquanto que a Nokia caiu 8,2%. O crescimento da Samsung foi de 20,9% e a ZTE alcançou 8,9%. A LG, por sua vez,  despencou, apresentando um índice negativo de 42,2% (veja na tabela abaixo). 

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 Clique para expandir

Durante todo o ano passado, a Apple  vendeu 93,2 milhões de iPhones, resultando em cerca de 6% da parcela de mercado de celulares, acima do índice de 2010, com 47,5 milhões de unidades e 3,4% de presença. 

Apesar do forte desempenho, o crescimento de mercado total da companhia foi o menor em dois anos, apontou o IDC. “A apresentação de produtos de grande crescimento como o iPhone 4S, lançado no fim do ano, alavancaram o desempenho do iPhone. Mesmo assim, a média de crescimento obteve seu menor índice desde o terceiro trimestre de 2009, quando a recessão da economia mundial estava no topo”, explicou Kevin Restivo, analista de pesquisa sênior do IDC. 

A performance ruim neste setor foi percebida principalmente na Europa, apontou a o relatório. “O mercado do europeu de celulares foi impactado pela baixa demanda,  como resultado da crise econômica. O crescimento dos smartphones não foi suficiente para frear a queda no mercado de celulares, mesmo diante de ótimos resultados da Apple e da Samsung. A Nokia passou por outro trimestre problemático, como resultado de sua transição para aparelhos com Windows Phone. As vendas de dispositivos foram extremamente baixas, principalmente por causa da falta de aparelhos de boa qualidade”, concluiu. 

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Tim Cook aborda briga com Android/Windows e avalia mercardo brasileiro

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Quando a Apple emite seus relatórios a respeito dos resultados financeiros do trimestre, a empresa realiza uma conferência com seus analistas financeiros. Alguns pontos de vista da companhia de Cupertino foram expostos no evento da semana passada, quando Tim Cook, CEO da companhia, respondeu às perguntas dos especialsitas. Veja a análise da empresa pelos olhos de seu comandante.

iOS e Mac contra Android e Windows
Eu não classificaria como Mac versus Windows de forma alguma. O Mac ultrapassou o mercado por mais de 20 trimestres consecutivos, entretanto ainda possui uma porcentagem de apenas um dígito no mercado mundial. Se você olhar para celulares, tablets e para o iPod touch, vendemos mais de 315 milhões de dispositivos iOS. E mais de 62 milhões desses foram comercializados no último trimestre. Não tenho números comparáveis para o Android: não encontrei uma maneira de obter um relatório que fosse tão detalhado e transparente quanto o nosso. 

No entanto, dados da NPD, que saíram há poucos dias, mostram que, nos EUA, a porcentagem do iPhone é de 43%, contra 47% do Android. Informações recentes da Nielsen mostram que, entre outubro e dezembro, o iPhone obteve 45% contra 47% do Android e, por fim, os dados mais recentes da ComScore mostram o iPhone com 42% versus 41% do Android; diria que é uma corrida muito acirrada. Não tenho dados específicos em relação ao iPad, porém creio que todos nós acreditamos que ele está muito à frente. E não há um produto comparável ao iPod, logo o iOS está indo extremamente bem.

iPhone 4S
Ficamos animados com os 37 milhões de iPhones que vendemos. Isso representa 128% de crescimento de mercado em relação aos 40% previstos na última projeção do IDC. E isso é significativamente acima do último recorde de 20 milhões de unidades vendidas. Os consumidores estão adorando esse produto.  

Fizemos uma grande aposta no começo do trimestre, sobre a demanda. No final, apesar de nossa aposta, estávamos com falta de material de nossos fornecedores, o que provocou um acúmulo significativo. A situação voltou a melhorar no fim do último trimestre, porém com estoques ainda baixos em algumas regiões.

Cada um dos modelos (3GS, iPhone 4 e iPhone 4S) foi muito importante para a alcançar a marca de 37 milhões de unidades, e estamos contentes em atender o mercado com ótimos produtos. Contudo, o iPhone 4S foi o mais popular entre eles. Não podíamos estar mais felizes, apostamos alto, e acho que muitos de vocês pensavam que não sabíamos o que estávamos fazendo. Entretanto, se constata que não apostamos alto o suficiente; o 4S foi o iPhone mais popular durante o último trimestre.

No espaço corporativo, como um exemplo, vimos o iPhone se tornar um catalisador, e o iPad chega logo depois, e em certos casos, vimos o Mac seguir o mesmo caminho. Há exemplos claros nos quais um produto puxou um segundo, que puxou um terceiro. Vimos esse comportamento que o iPod criou para o Mac entre 2002 e 2004, então esse não é um fenômeno novo para nós. 

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iPhone 4S: 37 milhões de unidades vendidas em três meses

iPad
Estamos contentes com os 15,4 milhões de iPads que vendemos. Isso é consistente com nossa convicção de que, desde quando apresentamos o produto, essa é uma oportunidade para a Apple duradoura. Claramente acredito que chegará o dia em que o mercado de tablets, em unidades, será maior do que o mercado de PCs. Na verdade, é interessante notar que, nos EUA, fica claro nos dados mais recentes do IDC de que as vendas de tablets ultrapassaram as de PCs no último trimestre. Penso que já é possível enxergar indicadores de que este é um momento significativo.

Em termos de competitividade, o ecossistema do iPad está em uma classe por si só. Queremos otimizar aplicações para que elas possam aproveitar telas maiores, e estamos atualmente com 170 mil apps disponíveis, e isso se compara a apenas algumas centenas em relação à concorrência. 

Acho que as pessoas querem fazer muitas coisas com seus tablets, e portanto não vemos esses tablets limitados e e-readers na mesma categoria. Certamente há clientes que irão comprar estes, e uma grande quantidade será vendida, porém, não acredito que aqueles que querem um iPad irão adquirir um tablet com funções limitadas. 

Existe a canibalização do Mac feita pelo iPad, todavia acreditamos que os PCs com Windows são muito mais afetados pelo iPad e há muito mais deles para serem canibalizados. E adoramos esse comportamento, achamos ótimo para nós. O que é diferente em relação ao iPad é que você pode começar a vê-lo aparecer em todos os lugares.

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iPad é conquistando espaço dos PCs com Windows, afirma Cook

Em K-12 (sigla americana que representa educação primária e secundária), vendemos o dobro de iPads, assim como aconteceu com os Macs; no geral, a educação adota novas tecnologias muito devagar, logo isso é um tanto quanto surpreendente. Entre os consumidores que olham o produto, pensam sobre o ecossistema e as enormes vantagens e a experiência de usuário em geral, acho que ganhamos muitos desses, e isso pode ser visto nos resultados. Não poderíamos estar mais felizes em vender mais de 15 milhões e acho extraordinário termos atingido mais de 55 milhões de iPads, e estamos no mercado somente desde abril de 2010. 

Em relação aos outros tablets, ano passado era para ter sido o ano do tablet, e acho que muitos iriam concordar que foi o ano do iPad, pela segunda vez consecutiva. E então vamos inovar demais nessa área, e penso que podemos continuar a competir com qualquer um que está vendendo ou pretende vender tablets no futuro. 

Apple TV
A Apple TV está indo muito bem. No último ano fiscal, que terminou em setembro, vendemos mais de 2.8 milhões de unidades, e, apenas no último trimestre, quebramos um novo recorde ao alcançar 1,4 milhão. Entretanto, se você monetizar a receita, ainda classificamos isso como um hobby, porém continuamos a adicionar coisas ao produto. Se estiver utilizando a última versão, não sei vocês, mas não conseguiria viver sem a minha. É um produto fantástico e queremos ver até onde ele vai. 

iCloud
Já temos mais de 85 milhões de pessoas utilizando o iCloud, e é incrível que isso tenha acontecido em um período de tempo de apenas alguns meses. Estamos impressionados e a resposta dos consumidores tem sido incrível; ele resolveu muitos dos problemas dos usuários e tornou suas vidas muito mais fáceis. Foi fundamental reconhecer que as pessoas possuem diversos dispositivos e gostariam que a maior parte do conteúdo ficasse na nuvem, e estamos vendo a resposta para isso. Não é apenas um produto, é a estratégia para a próxima década. 

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Serviço em nuvem da Apple faz backups de fotos, contatos, aplicativos e outras informações

iPhone no mundo
Estamos com mais de 130 mil pontos de venda ao redor do mundo, o que representa um crescimento de 35% em uma base anual. Isso aconteceu tanto ao adicionar operadoras ou através de nossa própria distribuição, assim como em revendedores que são particularmente importantes em certos mercados. Adicionamos a Sprint nos EUA, a KDDI no Japão e ambas operadoras podem mostrar seus próprios resultados.

Em relação à China, a China Unicom (operadora de telefonia estatal) continua sendo um parceiro importante, porém, como já dissemos, o país representa um mercado extremamente importante para nós, e continuamos a ver como podemos expandi-lo ainda mais. 

No Brasil, estamos atualmente vendendo através de uma loja online e revendedores autorizados, incluindo operadoras de telefonia. Estamos presentes na Rússia, na Índia, porém estamos focando muito mais energia no mercado Chinês. Isso não significa que haja menos esforço ou foco nos outros, apenas que é menos do que estamos investindo na China hoje. 

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Brasil: lançamento do país reuniu centenas de pessoas

O segundo país nessa lista de quatro países para nós seria o Brasil. Penso que há uma grande oportunidade para nós lá, e começamos a ir mais fundo. Entretanto isso não significa que haverá uma loja da Apple lá, pois não enxergo isso acontecendo a curto prazo. 

Tim como CEO

Vocês sabem, eu amo a Apple, e é apenas um lembrete diário do tamanho do privilégio que é trabalhar com uma equipe tão incrível e quão sortudo sou. Penso que eles estão fazendo um trabalho fantástico, nos sentimos muito bem onde estamos.  

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Se depender do que foi mostrado aqui na CES, televisão que não se conecta à Internet é coisa do passado. Não importa o tamanho ou a marca. Centenas de aparelhos finos e de imagens super cristalinas se espalharam pelos estandes das principais fabricantes mundiais. Para citar apenas algumas, Samsung, LG, Toshiba e Panasonic construíram estandes gigantescos, em que a televisão é o centro das atenções.

Mas, você pode se perguntar: o que há mais para inventar para a televisão? Todas já são finas, têm níveis de contraste cada vez maior e cores mais e mais precisas. E, agora, todas têm acesso à Web… Mas, é aí que elas se diferenciam uma das outras.

Na hora de juntar televisão e internet, cada fabricante aposta num jeito diferente para controlar a TV. A Panasonic resolveu criar um tipo de mouse. Ele tem um superfície que parece um touchpad, que lembra os touchpads de notebooks. Você desliza os dedos para controlar o cursor. Ao apertar o botão, o cursor clica na área selecionada e pronto. Pode parecer legal, mas, na verdade, achamos essa a solução mais fraquinha.

Mas, a própria Panasonic apresentou outra solução, e bem melhor! Eles criaram um aplicativo que você baixa no smartphone ou no tablet. A partir daí, fica fácil controlar a televisão. E são vários os recursos. Esse é um dos jeitos mais legais que vimos por aqui para trafegar entre os canais de TV comuns e as páginas da Internet. O aplicativo funciona com qualquer smartphone ou tablet Android ou da linha da Apple.

Na LG, uma das grandes novidades é a adesão à plataforma do Google. Agora, alguns modelos da fabricante coreana são controlados por uma das versões do Android. São as chamadas Google TV. Quando o Google resolveu entrar na indústria de TVs, apenas a Sony fabricava as Google TVs. Agora, LG e Samsung embarcaram na onda. Ou seja, a Google TV deve ganhar impulso forte em 2012 e pode começar a atrair mais participação de mercado.

Voltando ao exemplo da LG. A TV coreana controlada pelo Android foi uma das melhores experiências de TV conectada que vimos por aqui. O controle remoto evoluiu, mas manteve a mesma lógica que já havia sido mostrada no ano passado: ele funciona como uma espécie de controle do videogame Wii. Você aponta para tela e o movimento que você faz com ele é reproduzido na TV. A novidade é que, agora, do outro lado do controle, você tem um teclado, que ajuda na hora de digitar os endereços da internet ou na hora de fazer buscas online.

Mas, a mais interessante experiência de TV conectada que nós vimos foi a da Samsung. O aparelho ainda é protótipo, mas começa a ser vendido aqui nos Estados Unidos ainda esse ano. Nos acotovelamos numa salinha pequena onde foi feita a demonstração. A exemplo da LG, esta TV da Samsung também é controlada pelo Android. Só que ela dispensa o uso de controle remoto! O aparelho responde a ordens de voz.

A câmera no alto da moldura reconhece também gestos. Quando você fecha a mão, a TV entende como uma ordem para clicar, por exemplo. Fazendo outros movimento, você troca de canal, ou aumenta o volume. Bem bacana! E, o reconhecimento de voz funciona muito bem.

A Samsung diz que esses televisores já estão prontos para reconhecimento de voz em 23 idiomas, inclusive em português. Então, é esperar para a novidade chegar. Essa é realmente uma maneira nova de controlar a TV e de juntá-la ao universo da Internet.

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