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Arquivo da categoria: Brasil

Forte terremoto de magnitude 6,2 sacode costa do México

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Um forte terremoto de magnitude 6,2 sacudiu neste sábado (31) a costa do México no Oceano Pacífico, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). De acordo com um boletim do Centro de Alertas de Tsunami no Pacífico (PTWC), “não existe nenhuma ameaça de tsunami grande e destrutivo”. Até as 11h não havia informações sobre vítimas ou danos materiais.

O USGS indicou que o tremor ocorreu às 11h53 (8h53 no horário de Brasília) a uma profundidade de 10 km e a cerca de 303 km a sudoeste da cidade costeira mexicana de Puerto Vallarta.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Museu australiano devolverá quadro vendido durante o regime nazista

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Um museu da Austrália devolverá aos seus legítimos proprietários um retrato cuja autoria é atribuída a Vincent Van Gogh, no que é considerada a primeira restituição pelo país de uma obra de arte perdida sob o regime nazista.

A National Gallery of Victoria (GNV) informou que acredita que a obra “Cabeça de Homem” fez parte de uma venda forçada do judeu alemão Richard Semmel em 1933 e que, por isso, deveria ser devolvida aos seus herdeiros.

“Entendemos que este é o primeiro caso do tipo na Austrália”, disse o museu em um comunicado publicado na internet nesta semana.

De acordo com o Comitê de Restituição Holandês, que analisa os pedidos de restituição, Richard Semmel precisou vender sua coleção para escapar da perseguição nazista aos judeus.

Quando o Museu de Melbourne comprou a pintura em 1940, esta já havia mudado de mãos várias vezes.

Após as dúvidas suscitadas entre os especialistas, em 2006 o Van Gogh Museum de Amsterdã concluiu que o trabalho não era do famoso artista, mas que poderia pertencer a alguém que trabalhou na mesma época em que Van Gogh.

“A atribuição da obra não influenciou a decisão da NGV de devolvê-la”, disse o museu, que a considera uma questão “moral”.

A galeria aguarda a resposta dos herdeiros de Semmel, que estariam vivendo na África do Sul.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Hong Kong estuda limitar número de turistas chineses

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Mulher passa por loja da Burberry em Hong Kong nesta sexta-feira (21); casaco de cerca de R$ 308 mil foi furtado de loja da marca em zona comercial movimentada' (Foto: Philippe Lopez/AFP)Hong Kong é destino de compras para turistas
chineses (Foto: Philippe Lopez/AFP)

O chefe do executivo de Hong Kong, Leung Chun-ying, anunciou nesta semana que estuda a possibilidade de reduzir em 20% o número de turistas chineses que visitam a região.

O governo ainda não informou como restringirá sua entrada no país e ouvirá diferentes grupos, incluindo representantes do setor turístico, antes de aplicar a medida.

Hong Kong possui 7 milhões de habitantes, mas recebeu no último ano 54 milhões de turistas, 75% deles vindos da China.

O fluxo vindo do país vizinho aumentou 16,7% em relação ao último ano.

A previsão é de que em 2023, 100 milhões de chineses cruzem a fronteira em direção a Hong Kong, segundo o Conselho de Turismo dessa Região Administrativa Especial da China.

Viagens curtas
Dados do mesmo organismo apontam que cerca de 60% dos turistas chineses realizam viagens curtas, de um dia de duração, para fazer compras.

Em média, cada visitante gasta cerca de R$ 2,3 mil por dia, o que representa uma receita global de R$ 98,5 bilhões por ano.

Em entrevista à BBC, Ronald Leung, um dos organizadores dos recentes protestos anti-chineses em Hong Kong é a favor da consulta, que o governo pretende realizar.

“Espero que haja mais debate, porque, no momento, só temos uma proposta”, disse ele. “Achamos que o número total pode ser reduzido em mais de 20%”.

Impacto na economia
Opositores ao projeto alertam que um corte dessa proporção, nos cerca de 40 milhões de turistas vindos da China, pode gerar um forte impacto negativo na economia local.

De acordo com a imprensa local, na quinta-feira (29), um relatório foi entregue ao governo central em Pequim alertando sobre a possibilidade de redução do fluxo de turistas chineses em Hong Kong, devido aos “inconvenientes” causados aos habitantes nos últimos anos.

Os pesquisadores baseiam seu parecer em entrevistas feitas com residentes da ex-colônia britânica.

A equipe chinesa constatou ao longo de diferentes viagens que a entrada massiva de turistas continentais afeta diretamente a opinião pública em Hong Kong e que um ajuste seria necessário.

Manifestações
Nos últimos meses, a ilha tem sido palco de manifestações contra o crescente número de turistas chineses, que lotam suas principais zonas comerciais.

Eles são acusados de serem responsáveis por inflar o preço de imóveis e de outros bens de consumo.

Munidos de malas ou grandes pacotes, muitos moradores de Shenzhen, cidade localizada na fronteira entre China e Hong Kong, aproveitam o final de semana para se abastecerem de alguns produtos, e mesmo revendê-los posteriormente no continente.

Alguns artigos têm venda limitada a um determinado número de unidades, para conter a demanda de estrangeiros e evitar o fim dos estoques.

Identidade
Um estudo publicado pela Universidade de Hong Kong no último ano e publicado pelo jornal South China Mornig Post aponta que 4 em cada 10 habitantes se identifica como cidadão de Hong Kong.

Isso representa um aumento de 11% no número de pessoas que não se definem como chinesas.

O aumento da rivalidade entre vizinhos também pode ser sentido nos vídeos que circulam nas redes sociais e ilustram, frequentemente, chineses em ações inadequadas à regulamentação local.

Em março, Pequim afirmou que a capacidade de Hong Kong de acolher turistas chineses é um tema preocupante para o governo central.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Marinha italiana resgata 3 mil imigrantes em 24 horas

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A Marinha italiana resgatou nas últimas 24 horas cerca de 3 mil imigrantes que tentavam chegar às costas da Europa pelo Mar Mediterrâneo.

Cerca de 1.300 imigrantes que viajavam em barcos frágeis foram resgatados neste sábado (31) e 1.443 outros nesta sexta-feira (30), além de outros 200 perto de Lampedusa, a pequena ilha palco de uma tragédia dupla no ano passado, em que mais de 400 pessoas morreram.

O jornal La Repubblica, que fala de “um êxodo sem fim nas praias da Sicília”, no sul do país, informou que os imigrantes são principalmente sírios e egípcios.

Uma das embarcações interceptada pela Marinha transportava 264 crianças e 56 mulheres.

De acordo com a agência europeia Frontex, nos últimos meses tem havido um aumento significativo de imigrantes vindos do norte de África.

Segundo o governo italiano, mais de 39 mil pessoas chegaram este ano às margens de seu país.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Diretor da ONU quer Brasil em mais missões internacionais de paz

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Edmond Mulet, subsecretário-geral de Operações de Paz das Nações Unidas (Foto: Gustavo Barreto/UNIC Rio)Edmond Mulet, subsecretário-geral de Operações de Paz das Nações Unidas (Foto: Gustavo Barreto/UNIC Rio)

As Nações Unidas precisam do Brasil em mais missões internacionais de paz em outros países. A afirmação é do subsecretário-geral de Operações de Paz da ONU, Edmond Mulet, em entrevista exclusiva à BBC Brasil no Rio de Janeiro durante as comemorações dos 10 anos da Minustah, missão de paz no Haiti liderada pelas forças brasileiras.

Nascido na Guatemala, o diplomata participou do seminário “Minustah e o Brasil: Dez anos pela paz no Haiti”, na Escola de Guerra Naval da Marinha, na Urca. Para ele, que já atuou duas vezes como chefe da Minustah, o trabalho dos militares brasileiros é “excepcional e admirável”.

O Brasil já participou de várias missões de paz ao longo dos anos, seja com observadores militares ou de outras maneiras, mas enviou tropas a apenas quatro: a missão de Suez, em 1956, do Timor Leste, em 1999, e atualmente a Unifil, no Líbano, e a Minustah, no Haiti.

Para Mulet, é imprescindível que esta participação continue e se expanda. Prova desta confiança foi a indicação do general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, que esteve à frente das tropas no Haiti, para chefiar a Monusco, missão da ONU na República Democrática do Congo.

Na entrevista, o diplomata, baseado em Nova York, que supervisiona 16 missões de paz da ONU ao redor do mundo, falou sobre o trabalho de Santos Cruz, que completa 1 ano na África, e comentou ainda uma potencial expansão da atuação brasileira no Líbano e a inédita permissão do uso da força aos “capacetes azuis” atuando no Congo.

Confira os principais trechos:

BBC Brasil – O Brasil já participou de várias missões internacionais de paz nas últimas décadas e enviou tropas em quatro ocasiões. Agora que a Minustah completa dez anos, como o senhor avalia esta participação?

Edmond Mulet – Eu posso dizer, com toda certeza, que as tropas brasileiras atuam com profissionalismo, qualidade e com um nível de comprometimento excepcional e admirável. Tendo servido duas vezes como chefe da missão no Haiti, fui testemunha deste trabalho, e posso dizer que a atuação deles faz uma grande diferença.

E sabendo que eventualmente a Minustah vai começar a ser reduzida e um dia será encerrada, a ONU está tentando motivar o Brasil a olhar além do Haiti, e analisar outras possibilidades em outras partes do mundo.

Em nome do Departamento de Operações de Missões de Paz, posso dizer que as Nações Unidas precisam do Brasil. Eu espero que os líderes políticos e militares do Brasil levem em consideração esta atuação além do Haiti, para que contribuam levando a paz e a estabilidade a outros lugares.

BBC Brasil – O que ainda é necessário fazer no Haiti antes que a Minustah possa ser encerrada e a ONU deixe o país?

Mulet – A ONU sempre terá uma presença no Haiti. Não necessariamente com uma missão de paz, com componentes militares e policiais, mas os programas de desenvolvimento e ajuda internacional continuarão lá, com certeza.

É preciso lembrar que uma missão de paz deveria ter curta duração e que os objetivos são atuar em situações de instabilidade e insegurança. E podemos dizer que no Haiti estas metas foram alcançadas. A capacidade da polícia nacional haitiana é excelente e dentro de dois anos eles devem atingir o número de 15 mil homens.

Sobre o que está pendente, acho que os haitianos precisam começar, sozinhos, a lidar com assuntos como o cumprimento da lei, do Estado de Direito, e o combate à impunidade. É necessário investir em infraestrutura, em desenvolvimento.

O Estado precisa ser reestruturado, as instituições ainda são muito frágeis. É necessário instaurar sistemas de registro civil, registro de propriedades de terra. É preciso convidar investidores internacionais a analisarem oportunidades para gerar renda e empregos.

O país tem um potencial de turismo enorme, com praias lindas e 1.700 km de costa, a uma hora apenas de distância dos Estados Unidos.

BBC Brasil – Em termos de moradia e segurança, dois assuntos cruciais, já que o terremoto deixou muitos sem casa e vitimou grande parte das forças policiais, o senhor acha que o país realmente já está em condições de caminhar sem a ajuda da ONU?

Mulet – Se você comparar os níveis de violência, em termos de sequestros, homicídios e outros crimes, com outros países do Caribe e América Central, o Haiti é provavelmente neste momento uma das nações mais seguras da região. Acho que os níveis de segurança e estabilidade no Haiti são aceitáveis agora.

BBC Brasil – O Brasil avalia enviar tropas terrestres à Unifil, missão de paz que monitora a costa do Líbano desde 1978, e onde o país mantém uma fragata com mais de 200 marinheiros e fuzileiros navais desde 2011. Houve algum avanço nas negociações?

Mulet – O Brasil tem contribuído com sua embarcação e um almirante brasileiro é o chefe do componente marítimo da Unifil. Eles têm feito um ótimo trabalho e espero que continuem. Quanto às tropas terrestres, há países como a Espanha, que estão reconfigurando seus contingentes na missão.

Eles buscam reduzir o número de homens presentes no Líbano, mas convidando países latino-americanos a enviarem tropas para atuarem dentro de seus batalhões. Ainda não há confirmação oficial de que o Brasil vá enviar tropas terrestres nem de que tenha aceito qualquer convite da Espanha para ter soldados ‘embedados’ nos batalhões espanhóis.

BBC Brasil – Os países emergentes tendem a ter um papel cada vez mais forte em missões de paz da ONU?

Mulet – Sem dúvida. Países como Camboja, Mongólia e Vietnã, que nunca haviam participado de missões de paz, enviaram recentemente seus primeiros observadores militares. Muitas nações da Ásia Central e da Europa Oriental também começam a participar.

Mas também é preciso dizer que os países da Otan, que estiveram no Oriente Médio nos últimos anos, começam a fazer a transição de poder no Afeganistão e com isso poderão voltar a contribuir com as missões de paz da ONU, não só necessariamente com tropas, mas com expertise e equipamentos.

A Holanda, por exemplo, contribuiu com quatro helicópteros de ataque, uma unidade de inteligência e forças especiais para nossa missão no Mali. A Alemanha e os países nórdicos, como Islândia, Dinamarca e Suécia estão contribuindo com aeronaves, e nossa mais nova missão, que será estabelecida no dia 15 de setembro, na República Centro-Africana, também contará com contribuições de muitos países europeus, alguns com tropas.

BBC Brasil – O trabalho dos ‘capacetes azuis’, como são conhecidos os soldados das missões de paz da ONU, sempre foi marcado pela contenção, mas no Congo, pela primeira vez, uma missão da ONU conta com uma brigada de intervenção, com autorização para o combate direto. Como isto pode afetar a visão do mundo sobre as missões de paz?

Mulet – Esta foi uma decisão tomada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, e temos que enxergá-la como parte de um esforço político maior na região. Eu não creio que este seja um modelo a ser replicado em outros países, em outros contextos.

Os 11 países que assinaram o acordo para a atuação da missão de paz na região dos Grandes Lagos aceitaram esta proposta, que na verdade foi sugerida por eles. Esta possibilidade do uso da força é uma ferramenta, um instrumento, para se atingirem os objetivos políticos mais abrangentes da região.

Cada missão de paz é completamente diferente e temos que nos adaptar com flexibilidade aos desafios e riscos de cada lugar onde atuamos.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Líder da Chechênia nega ter enviado combatentes para a Ucrânia

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Ramzan Kadyrov, líder da Chechênia, nega ter enviado tropas à Ucrânia (Foto: Musa Sadulayev/AP Photo)Ramzan Kadyrov, líder da Chechênia, nega ter enviado tropas à Ucrânia (Foto: Musa Sadulayev/AP Photo)

O líder da Chechênia, apoiado pelo Kremlin, negou ter enviado combatentes para a Ucrânia para apoiar os separatistas pró-Rússia, mas disse que alguns deles podem ter ido por vontade própria.

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, mostrou-se preocupado com Moscou nesta semana após relatos sobre combatentes chechenos e de outros lugares seguindo para Ucrânia, com o objetivo de se juntar às rebeliões contra a liderança de Kiev.

O líder checheno Ramzan Kadyrov repetiu as negativas de Moscou em relação ao envolvimento, mas disse que reconhecia alguns dos combatentes em fotos da Ucrânia.

“Nós não os enviamos. Eles não são absolutamente nossos funcionários”, ele disse em uma entrevista que será exibida no programa de TV russo neste sábado (31).

“Se uma pessoas deixa por vontade própria (a Rússia), não temos o direito de impedir isso. Essa é uma decisão dela”.

Kadyrov não descartou o envio de combatentes chechenos para a Ucrânia, se for ordenado a fazê-lo, pelo presidente Vladimir Putin, que se reserva o direito de usar a força na Ucrânia se a população de língua russa estiver em perigo.

“Se houver uma ordem, vamos cumpri-la com prazer porque qualquer guerreiro é um defensor do seu povo, da sua Pátria”, disse Kadyrov.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Apple espera que cofundador da Beats ajude com mercado musical

Jimmy Iovine, cofundador da Beats, Tim Cook, presidente-executivo da Apple, o rapper Dr. Dre e também cofundador da Beats e Eddy Cue, vice-presidente de software da Apple. (Foto: Divulgação/Business Wire)Jimmy Iovine, cofundador da Beats, Tim Cook,
presidente-executivo da Apple, o rapper Dr. Dre e
Eddy Cue, vice-presidente de software da Apple
(Foto: Divulgação/Business Wire)

A mais nova grande contratação da Apple não tem certeza se seu cargo tem nome e não se comprometerá a trabalhar em tempo integral na sede da empresa, mas a fabricante do iPhone aposta no cofundador da Beats, Jimmy Iovine, para guiá-la num dinâmico mercado de música.

O veterano da indústria fonográfica se junta à Apple como parte da aquisição de US$ 3 bilhões da fabricante de equipamentos de áudio e transmissão de música Beats. E o “ouvido” de Iovine para música e sua experiência na indústria do entretenimento são valiosas para a Apple, disse o vice-presidente de softwares e serviços para Internet, Eddy Cue, na quarta-feira (28).

“A música está morrendo do modo como a conhecemos. Ela não tem crescido da maneira que todos queremos que ela cresça”, disse Cue, ao lado de Iovine, numa conferência de tecnologia no sul da Califórnia.

Junto ao rapper e cofundador da Beats, Dr. Dre, Iovine chega à Apple num momento em que serviços de streaming de música como Pandora e Spotify estão ganhando popularidade. A expectativa é de que os serviços de transmissão eventualmente ofusquem os downloads de músicas oferecidos pelo iTunes, a própria loja on-line da Apple.

O serviço de música por assinatura da Beats obteve 250 mil usuários em seus três primeiros meses de disponibilidade, segundo Iovine, um número relativamente modesto em comparação aos 10 milhões de assinantes pagantes do Spotify.

“Temos que acertar este modelo. Não sabemos o modelo exato ainda, mas temos que colocar esteróides nessa coisa e fazer isso rápido”, disse Iovine.

Iovine, de 61 anos, é mais conhecido como fundador da Interscope Records, casa de artistas como Eminem e Lady Gaga. Ele disse que existe há muito tempo uma distância entre o Vale do Silício e Hollywood, lacuna que a Apple e a Beats buscarão preencher.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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