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EUA pedem que empresas não participem de fórum na Rússia

07 maio

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Os Estados Unidos pediram aos diretores das maiores empresas do país que não compareçam a um importante fórum econômico na Rússia no final deste mês, como uma forma de represália ao Kremlin pela crise provocada por sua intervenção e posterior anexação da península ucraniana da Crimeia, informou na noite desta segunda-feira (5) o jornal “The New York Times”.

“Obviamente as empresas terão que tomar suas próprias decisões, mas nós acreditamos que o fato de os diretores mais importantes (dos EUA) viajarem até a Rússia e aparecerem ao lado de membros do governo russo em eventos como este passaria uma mensagem inadequada”, disse ao jornal a porta-voz da Casa Branca, Laura Lucas Magnuson.

Segundo antecipou ao “NYT”, entre as empresas que foram solicitadas pelo governo a recusarem o convite para o fórum estão gigantes como Alcoa, Goldman Sachs, PepsiCo, Morgan Stanley, ConocoPhillips e outras multinacionais com grande volume de negócios na Rússia.

A crise na Ucrânia, um dos maiores desafios internacionais enfrentados por Barack Obama em sua Presidência, provocou um cenário completamente oposto ao do ano passado, quando sua Administração encorajou às empresas americanas a participar desse mesmo fórum para fortalecer os laços comerciais com a Rússia.

Fontes empresariais consultadas pelo jornal nova-iorquino garantiram que muitas das companhias já comunicaram que não estarão presentes no evento e outras planejam fazer o mesmo, de modo que “quase todos” os diretores americanos evitarão participar do fórum econômico de São Petersburgo, que será realizado entre os dias 22 e 24 deste mês.

Algumas poucas empresas, que temem colocar em risco suas operações na Rússia, optarão por enviar executivos de perfil baixo, de seus escritórios em Moscou e na Europa, conforme detalharam as mesmas fontes.

Entre os membros do governo que telefonaram para os diretores das empresas, segundo o “NYT”, estão a assessora de Obama, Valerie Jarrett; o secretário do Tesouro, Jacob J. Lew; a secretária de comércio, Penny Pritzker, e o assessor em economia nacional Jeffrey D. Zients.

“Basicamente disseram: ‘não estamos dizendo o que vocês têm que fazer, mas não ficaria bem (comparecer ao fórum)'”, explicou ao jornal um dos diretores que receberam os telefonemas do governo, que preferiu manter o anonimato.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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