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Peritos trabalham na identificação de vítimas de colisão frontal na Argentina

10 fev

Bombeiros apagam as chamas de ônibus de passageiros que colidiu com caminhão na Argentina, deixando 17 mortos (Foto: Los Andes/Ap)Bombeiros apagam as chamas de ônibus de passageiros que colidiu com caminhão na Argentina na última sexta-feira (7), deixando 19 mortos (Foto: Los Andes/Ap)

Peritos trabalhavam neste domingo (10) na identificação das vítimas do acidente rodoviário ocorrido na última sexta-feira em Mendoza, Argentina, quando um caminhão brasileiro e um ônibus colidiram de frente, deixando 19 mortos, três deles alemães.

A maioria das vítimas morreu carbonizada, e vários corpos desmembrados foram encontrados. O Corpo Médico Forense de Mendoza realiza testes de DNA a partir de amostras de sangue de parentes das vítimas, mas estima-se que os resultados poderão demorar cinco dias.

O acidente aconteceu quando um ônibus de passageiros foi atingido de frente pelo caminhão, carregado de alho, que circulava na contramão por uma rodovia, em alta velocidade.

Poucos dados
Dezenove pessoas morreram e 14 ficaram feridas, segundo o ministro da Saúde de Mendoza, Matías Roby, embora a lista oficial da promotoria dê conta de 17 mortos. Segundo Roby, entre os mortos há três alemães, e um outro, em estado grave, está internado no Hospital Central de Mendoza.

Até o momento, foi identificado apenas o corpo de José Nievas, motorista do ônibus acidentado, da empresa Plusultra Mercosur, que havia partido de Córdoba com destino a Mendoza.

“Temos uma lista de 28 passageiros que viajavam no ônibus, mas assim como nove desceram em San Martín, outros desceram em La Paz, Villa Mercedes e San Luis, e algum passageiro pode ter embarcado em uma parada intermediária, sem estar registrado”, explicou o delegado Juan Carlos Caleri, diretor geral da polícia de Mendoza. “O choque nos arrancou do assento”, disse.

Quando ocorreu o choque frontal com o ônibus, o caminhão, de placa brasileira, era seguido pela polícia, que tentava pará-lo, após ser alertada por outros motoristas. Com o impacto, os dois veículos se incendiaram, e os sobreviventes escaparam pelas janelas.

“Conversava com minha mulher, o choque nos arrancou do assento e a fumaça tomou conta. Quebramos o vidro e nos jogamos”, contou Edgardo Silva, que viajava no último assento do ônibus, de dois andares.

A promotoria confirmou que o caminhão havia fugido de um controle alfandegário antes do acidente. O serviço de emergência 911 recebeu alertas sobre a suposta embriaguez do motorista, após um incidente com um motorista antes de o caminhão acessar a rodovia em que ocorreu a tragédia.

O promotor Martín Scattareggi disse que o estado do corpo do caminhoneiro impede a perícia necessária para determinar se o mesmo estava embriagado.

Em declarações à AFP, Sadi Guidini, responsável pela logística da empresa ACM Transporte, de Realeza, Paraná, à qual pertencia o caminhão, disse suspeitar de que o motorista, identificado como Genésio Mariano, 35, tenha sido assaltado, e garantiu que o mesmo tinha experiência e responsabilidade.

Fonte G1

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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