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Navio que participou de resgate na Antártica fica encalhado no gelo

10 jan

O quebra-gelo 'Dragão da Neve' aparece no fundo da imagem, visto do 'Aurora Australis' durante a operação de resgate (Foto: Reuters/Fairfax/Australian Antarctic Division)O quebra-gelo chinês aparece no fundo da imagem,
visto do Aurora Australis durante o resgate (Foto:
Reuters/Fairfax/Australian Antarctic Division)

Um navio quebra-gelo chinês ficou encalhado na Antárticaxneste sábado (4) após participar de uma operação para resgatar passageiros de um outro navio que estava preso no local.

“O Xue Long (Dragão das Neves) confirmou que está bloqueado pelo gelo”, indicou neste sábado a Agência Central de Emergências da Austrália. (AMSA) em um comunicado.

O quebra-gelo chinês, equipado para abrir passagem entre camadas de gelo, forneceu seu helicóptero para participar nesta quinta (2) do resgate dos passageiros do Akademik Shokalskiy, um navio russo que ficou preso no gelo desde o dia 24 de dezembro. Neste sábado, porém, todas as suas tentativas de manobrar e escapar da armadilha de gelo falharam. O navio chinês não sofreu nenhum dano e não pediu ajuda.

“Não há nenhum perigo imediato para a tripulação a bordo do Xue Long”, assegurou a AMSA, segundo a qual há comida no navio para várias semanas.

Jornalistas da agência de notícias oficial chinesa Nova China, a bordo do Xue Long, informaram que o navio estava bloqueado desde sexta-feira (3) por um iceberg à deriva.

O capitão Wang Jianzhong disse que os blocos de gelo e a posição em constante mudança do iceberg, que está a cerda de 2,2 km do navio, impede qualquer operação de libertação mais complexa, de acordo com a agência. O Xue Long tentará liberar o caminho assim que o iceberg se afastar.

O primeiro-ministro chinês Li Keqiang pediu cautela à tripulação.

Resgate
O helicóptero do navio chinês resgatou 52 cientistas, turistas e jornalistas australianos, britânicos e neozelandeses presos a bordo do navio russo. Eles foram transportados a bordo de um navio australiano, o Aurora Australis, que irá para uma base para reabastecer antes de embarcar para a Austrália.

A operação “foi bastante difícil”, admitiu na sexta-feira John Young, diretor da Amsa. “Todas as operações [de resgate] na Antártida são difíceis por causa da natureza do meio e, neste caso, devido ao movimento do gelo e das condições meteorológicas”, acrescentou.

O Akademik Shokalskiy deixou a Nova Zelândia no final de novembro para refazer uma viagem do explorador australiano Douglas Mawson realizada há 100 anos.

Fonte G1

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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