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Arquivo mensal: outubro 2012

Opinião: vitória da Apple sobre a Samsung pode mudar o mercado

A decisão do júri de sexta, 24/8, para a Apple receber mais de 1 bilhão de dólares em indenização da Samsung é algo significativo. Por isso, especialistas, analistas e advogados estão analisando-a desde então para tentar descobrir o que ela significa para o futuro. O veredito foi anunciado após menos de três dias de deliberação, uma agilidade que pegou muitas pessoas de surpresa, dada a complexidade do caso.

A Samsung já anunciou que pretende recorrer da decisão, algo que faz sentido. O simples fato de ser algo na casa dos bilhões de dólares, sem mencionar outros efeitos em longo prazo no mercado, fazem com que gastar alguns milhões a mais em advogados na esperança de reduzir ou reverter essa decisão seja algo óbvio para a empresa sul-coreana.

Especialistas em direito do mundo todo já pesaram as chances de sucesso da Samsung nessa apelação, e existem aspectos da decisão do júri que podem dar esperança à fabricante derrota no tribunal. Mas é provavelmente algo difícil que uma corte dos EUA vá reverter as decisões principais de patentes, mesmo que ela decida “refinar” o veredito ou reduzir o valor da indenização

Se esse valor da indenização persistir, a Samsung não será profundamente afetada na parte financeira. Apesar de ser um valor alto, um bilhão de dólares é apenas uma parte dos rendimentos registrados pela companhia no último trimestre. Pela mesma razão, é apenas uma fração, ainda que uma significativa, para a Apple, que registrou 8,8 bilhões de dólares em lucro apenas no trimestre mais recente.

Neste caso, o juiz tem a opção de triplicar a indenização e adicionar taxas legais consideráveis aos custos da Samsung. Mas mesmo que isso aconteça, o valor total não ultrapassará muito os 3,5 bilhões de dólares. Isso é dinheiro de verdade, mas não é algo que vai mudar o negócio da Samsung ou Apple.

O impacto em longo prazo nem está ligado a maioria das patentes violadas pela Samsung. As patentes de design, em sua maioria ligadas ao visual e toque do aparelho, podem ser contornadas. E apesar disso poder obrigar a Samsung (e todas as outras fabricantes de smartphones) a redesenharem elementos que potencialmente violem as patentes, existem aspectos mais prejudiciais da decisão.

Primeiro, a curto prazo, a Apple pode usar a vitória para conseguir uma determinação contra a venda de vários aparelhos da Samsung, evitando efetivamente que eles sejam comercializados nos EUA – a companhia de Cupertino já entrou com esse pedido para barrar oito smartphones da Samsung. Se isso acontecer, ainda terá um efeito principalmente a curto prazo, afetando alguns produtos que não são mais vendidos e aliviados por uma linha redesenhada de aparelhos da Samsung, muitos dos quais já são comentados. O mesmo vale para outras fabricantes, que a Apple poderia ir atrás em seguida.

Mas muito mais graves são os vereditos do júri sobre as patentes de “utilitários” da Apple, cobrindo elementos de interface de usuário (IU). Os elementos mais familiares em questão são reportados como “toque para dar zoom”(ou “pinch to zoom”). Essas patentes cobrem elementos baseados em gestos que a maioria dos usuários de smartphones provavelmente considera um padrão atualmente. Isso é algo muito importante. Imagine se, por restrições de patentes, marcas diferentes de carros tivessem não apenas estilos diferentes, mas precisassem colocar seus pedais de freio e acelerador em outros lugares, ou tivessem que usar guidões de motocicletas em vez de um volante. Já foi debatido sobre se esse tipo de elemento IU deveria ser considerado passível de patente, mas o veredito da disputa Apple vs Samsung diz que sim – e há um número cada vez maior deles.

Se tipos diferentes de telefones possuem variações não apenas no design e em detalhes, mas em funções fundamentais – especialmente elementos de interações básicas – um efeito poderoso pode ser um “travamento” maior para um ou outro fabricante. A “memória motora” (como nós interagimos fisicamente com as coisas) mais ainda do que processos mentais, demanda tempo e esforço para desaprender e reaprender. Se você precisa passar muito tempo reaprendendo aspectos fundamentais de como usar um telefone apenas para mudar de marca, com qual frequência faria essa troca com exceção de razões extremamente atraentes? Alguns analistas apontaram que o caso Apple vs Samsung poderia impulsionar uma maior inovação, uma vez que os fabricantes mergulharão em extensões e detalhes maiores para evitar a infração de patentes atuais e futuras. Isso pode muito bem ser verdade, mas também poderia levar a uma habilidade menor para se trocar de aparelhos já que seus aspectos principais de uso serão divergentes.

Por último, caso as patentes da Apple sejam mantidas, a situação mais provável é que a Samsung e outras fabricantes de smartphones sintam-se obrigadas a licenciar patentes da Apple por algum valor. Isso adiciona lucros extras aos cofres já cheios da companhia de Cupertino, aumentando sua margem de rendimentos e baixando as receitas das fabricantes rivais. Isso provavelmente tornará mais difícil para os rivais competirem. A Apple então fará dinheiro de verdade, para sempre, com as vendas de smartphones concorrentes.

Resumindo: a Apple está no banco do motorista aqui, e agora tem a ameaça clara de ação legal com um processo muito bem-sucedido já decidido para aumentar sua influência e demanda por licenciamentos.

A briga com a Samsung ecoa uma disputa anterior da Apple. Em 1988, a companhia entrou com um processo contra a rival Microsoft por violar leis de direitos autorais por copiar o “visual e sentimento” do Macintosh GUI ao criar o então novo sistema Windows. A Microsoft venceu o caso, e a Apple aprendeu, entre outras coisas, que a lei de direitos autorais (nos EUA) é uma fundação fraca a partir da qual se defende seu território intelectual. Essa derrota provavelmente informou sua estratégia bem-sucedida de diversos registros de patentes cobrindo o máximo possível seu trabalho em smartphones e tablets.

Se a Apple tivesse vencido aquele processo contra a Microsoft, imagine como o mundo da computação poderia ser diferente hoje em dia. Caso o veredito do caso Apple vs Samsung seja mantido, talvez vejamos um replay dessa situação no mundo dos smartphones e tablets. E dado o nível maior de convergência entre os sistemas de desktop e smartphone/tablet, os ambientes e interfaces da Apple e Microsoft, o impacto dessa decisão pode ter consequências ainda mais abrangentes.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Filme brasileiro é o mais baixado da iTunes Store por duas semanas

O filme brasileiro Paraísos Artificiais continua liderando pela segunda semana consecutiva a lista dos títulos mais baixados na iTunes Store brasileira. A produção é a única brasileira presente no Top 20 da loja.

Dirigido por Marcos Prado e produzido por José Padilha (“Tropa de Elite 1 e 2”), o longa que teve 400 mil espectadores nos cinemas nacionais está à frente de grandes produções de Hollywood como “Os Vingadores” e “American Pie – O Reencontro” na loja online da Apple.

O título pode ser alugado por 8 reais em definição padrão (standard) ou 10 reais em HD, enquanto que para compra sai 30 reais em definição analógica e 40 reais em alta definição.

Confira abaixo um trailer do filme estrelado por Nathalia Dill, Luca Bianchi e Lívia de Bueno.

Paraísos Artificiais 

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Bruce Willis briga com Apple para que músicas do iTunes fiquem de herança, diz jornal

Segundo The Sun, ator de Hollywood quer deixar seus arquivos comprados na loja da empresa para as filhas. Prática não é permitida pelo contrato da AppleO ator Bruce Willis estaria processando a Apple por causa de sua biblioteca de músicas no iTunes. 

Segundo o jornal britânico The Sun, o astro de 57 anos quer deixar toda sua coleção de música digital para as três fllha, Rumer, Scout e Tallulah. Só que os termos e condições da Apple alegam que os consumidores não são donos das músicas, mas, em vez disso, alugaram as faixas do iTunes. Isso significa que quando o dono de uma conta do iTunes morre, sua coleção baixada de músicas perde o valor.

“Willis pediu aos conselheiros para conseguirem um procurador que fique com seus downloads, que incluiria clássicos dos Beatles e do Led Zeppeling, para burlar essa regra”, afirma o The Sun, alegando que o ator também está preparando ações legais para aumentar os direitos dos clientes do iTunes.

“Muitas pessoas ficarão surpresas em descobrir que todas as músicas e livros comprados ao longo dos anos na verdade não pertencem a elas”, disse o especialista em posses do escritório Irwin Mitchell, Chris Walton. “É apenas natural que você queira passar esses itens para uma pessoa amada.”

Atualização

A esposa do ator, Emma Hemming, negou há pouco a informação sobre o processo. Em sem Twitter, ela disse que a notícia “não é verdadeira”.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Twitter é rede mais utilizada durante os Jogos Olímpicos de Londres

De acordo com Ezra Gottheil, analista da Technology Business Research, serviço é “um meio de difusão, por isso realmente o melhor para esse tipo de notícias sobre eventos”

O Twitter está sob os holofotes nessas Olimpíadas, com atletas tuitando sobre os jogos e fãs ao redor do mundo oferecendo seu apoio ao microblog.

As redes sociais, do Facebook ao Google+, estão repletas de usuários postando comentários – e reclamações – sobre os Jogos, mas alguns observadores acreditam que o serviço de microblog é o que está vendo mais tráfego. Alguns dizem até que os Jogos poderão ser reconhecidos como “As Olimpíadas do Twitter”.

“O Twitter é um meio de difusão, por isso é realmente o melhor para esse tipo de notícias sobre eventos”, disse Ezra Gottheil, um analista da Technology Business Research. “Se você estivesse em uma equipe na escola, provavelmente postaria comentários no Facebook. Mas com as Olimpíadas, é como se o mundo inteiro estivesse assistindo a mesma coisa ao mesmo tempo, e isso é uma coisa do Twitter, não do FB ou do Google+”. 

Já que o serviço é um site para dividir experiências comuns, usuários em massa têm recorrido a ele para aplaudir as vitórias de seus atletas olímpicos e lamentar suas perdas. Quando a nadadora americana Missy Franklin, que tem 210 644 seguidores na rede, ganhou uma medalha de ouro no nado de 100 metros no início desta semana, tuítes sobre ela subiram a um ritmo de 12,7 mil por minuto. Alguns outros eventos trouxeram picos ainda maiores.

Quando a equipe de ginastas femininas dos EUA ganhou medalha de ouro, o site chegou a ter 29 mil tuítes por minuto, segundo o Twitter. E quando o nadador americano Michael Phelps alcançou um número recorde de medalhas olímpicas, levantou cerca de 37 mil postagens por minuto.

Um número significativo de atletas olímpicos está ajudando o crescimento da rede ao tuitar durante os jogos. Por exemplo, o nadador Tyler Clary, dos EUA, ganhou uma medalha de ouro na tarde de quarta-feira (1) e, depois, tuitou ao vivo uma análise de seu desempenho durante a transmissão de um vídeo do evento, feito pela NBC. “Nunca me senti tão relaxado e preparado para voar!”, disse. 

Já Phelps trocou tuítes com o presidente Barack Obama, que escreveu: “Parabéns para Michael Phelps por quebrar o recorde de medalhas olímpicas de todos os tempos. Você deu orgulho ao seu país – bo”.  Michael respondeu: “Obrigado Sr. Presidente. É uma honra representar os EUA”.

Mas nem tudo têm sido medalhas de ouro para o Twitter. O site saiu do ar um dia antes do começo das Olimpíadas, e ficou em voga por suspender temporariamente a conta de um jornalista que criticou a cobertura que a NBC está fazendo dos jogos. Ele também publicou o e-mail corporativo de um executivo da empresa.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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New York Times vende site colaborativo About.com por US$ 270 mi

A transação, que ainda está sendo concluída, foi divulgada hoje pela manhã. A empresa comprou o About.com por US$ 410 milhões em 2005

O The New York Times fechou um acordo para vender o About.com – site colaborativo que agrega artigos sobre centenas de assuntos produzidos por profissionais diversos  – para o Answers.com por 270 milhões de dólares, segundo fontes internas citadas pela Bloomberg.

O site, que em 2005 tinha sido comprado pelo NYTimes por US$ 410 milhões, é um grande agregador de páginas temáticas sobre assuntos diversos, produzidas num modelo de crowdsourcing. Ele tira proveito de uma grande rede de colaboradores que recebem um percentual da receita gerada pelas páginas que editam. Um grupo de jornalistas contratado pelo jornal faz a supervisão do que é produzido e a curadoria dos “especialistas”. 

A transação, que ainda está sendo concluída, foi relatada hoje cedo pelo site All Things D. As ações da Times Co. subiram 9,7% depois da informação, o que ajudará o NYTimes a recuperar parte do dinheiro desembolsado. A receita do About.com caiu 8,7% (25,4 milhões de dólares) no trimestre passado e o site registrou prejuízo operacional de 186,8 milhões de dólares quando a empresa abaixou o valor do negócio para US$ 194,7 mi.

O About.com e outros sites semelhantes com centenas de milhares de páginas de conteúdo muitas vezes inútil produzidas a baixo custo, foram batizados de “content farm” (fazendas de conteúdo). Eles têm na publicidade de links patrocinados e ad networks sua maior fonte de renda e foram criados para captar essa receita oferecendo conteúdo oportunista.

Para garantir a receita, são especialistas em recursos de SEO  (Search Engine Optimization) de forma a obterem posições favoráveis nos rankings de páginas de busca e atraírem grande tráfego para suas páginas. A mudança implementada recentemente pelo Google nas regras do seu algoritmo de busca para evitar abuso do recurso de SEO, impactou desfavoravelmente a receita desses sites, que viram suas visitas despencarem e, com elas, o faturamento e o valor de mercado de suas marcas.

A venda do About.com  também favorece a estratégia da Times Co. de se desligar de alguns serviços para concentrar esforços na marca New York Times e pagar suas dívidas. Ela vendeu sua participação no Fenway Sports Group, proprietário do Boston Red Sox, por um total de US$ 93 milhões este ano, e concluiu a venda de sua divisão regional de jornais por US$ 143 milhões. A editora ainda é dona das publicações Boston Globe e Worcester Telegram & Gazette.

A compradora Answers.com, um site semelhante que se intitula “o lugar mais confiável para responder sobre as perguntas da vida”, foi fundada em 1998. A empresa com sede em St. Louis não tinha comentado ainda sobre o assunto.

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GP3.2012.Belgium.Grand.Prix.Qualifying.Session.HDTV.XviD-AFG

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Ferramenta lançada na Black Hat tem 150 maneiras de driblar firewalls

Recurso testa se firewalls são vulneráveis a técnicas de evasão de protocolo de nível – pequenas modificações em certas partes da URL solicitada; firewalls não estão preparados

Uma ferramenta para testar se firewalls são vulneráveis ??a cerca de 150 técnicas de evasão de protocolo de nível foi lançada na conferência de segurança Black Hat EUA 2012.

A ferramenta e a pesquisa que foi realizada para a sua criação são obra de Ivan Ristic, diretor de engenharia da empresa de segurança Qualys e autor original do popular firewall ModSecurity.

Firewalls são projetados para proteger os aplicativos Web de ataques, tais como ataques de injeção SQL – comumente usados para comprometer sites. Eles fazem isso interceptando solicitações enviadas por clientes e impondo regras rígidas sobre sua formatação e payload.

No entanto, existem vários métodos para ocultar solicitações maliciosas que violam estas regras, por meio de pequenas modificações em certas partes da URL solicitada – conhecidos como técnicas de evasão de protocolo de nível – e firewalls não estão devidamente preparados para lidar com esses métodos no momento, porque as técnicas não são muito bem documentadas, disse Ristic.

O pesquisador testou as técnicas de evasão que encontrou principalmente contra o ModSecurity, um firewall open-source, mas é razoável admitir que outros firewalls são vulneráveis ??a algumas delas também.

De fato, Ristic disse que ele compartilhou algumas das técnicas com outros durante o estágio de pesquisa e eles obtiveram sucesso nos testes contra alguns firewalls comerciais.

Erwin Huber Dohner, chefe de pesquisa e desenvolvimento da fabricante de firewalls suíça Ergon Informatik, confirmou, depois de ver a apresentação de Ristic, que métodos evasivos são um problema para a indústria. A Ergon recentemente identificou algumas técnicas similares utilizadas contra seus produtos.

Ao publicar sua pesquisa, Ristic espera começar um debate na indústria sobre protocolos de nível e outros tipos de evasão. Um wiki (coleção de páginas interligadas, que podem ser visitadas e editadas por qualquer pessoa) também foi criado com o propósito de construir um catálogo gratuito sobre técnicas de evasão para firewalls.

Se fornecedores e pesquisadores em segurança não documentarem os problemas e não os tornarem conhecidos, os desenvolvedores de firewall irão cometer os mesmos erros de novo e de novo, disse Ristic.

Além disso, o fato da ferramenta de teste estar disponível a todos permitirá aos usuários descobrir quais firewalls são vulneráveis ??e, quem sabe, fará com que fabricantes os corrija.

Segundo Ristic, vendedores têm prioridades diferentes e normalmente não consertam coisas, a menos que haja um risco real para seus clientes. Esperamos que este projeto de pesquisa os incentive a lidar com estas questões, disse.

Dohner saudou a iniciativa e acredita que ela beneficiará desenvolvedores de firewall e usuários.

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