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Arquivo mensal: agosto 2012

Depois de encerar operação no Brasil, HTC deixa Coreia do Sul

Empresa tinha 2% de participação no mercado sul-coreano de smartphones.

A fabricante taiwanesa de smartphones HTC fechou seu escritório na Coreia do Sul, país onde as vendas de celulares têm sido baixas, disse a empresa hoje (30/7).

A companhia não mencionou especificamente sobre as demissões. “Essa é uma decisão difícil que tem impacto direto sobre as pessoas que contribuíram para o crescimento que a HTC tem vivenciado nos últimos anos”, disse em comunicado.

A Coreia do Sul tem sido um mercado difícil para os fornecedores estrangeiros, incluindo a HTC, disse Nicole Peng, analista da empresa de pesquisa Canalys.

Em 2011, a empresa tinha 2% de participação no mercado sul-coreano de smartphones e apenas 1% no primeiro trimestre deste ano, apontou a companhia. Fornecedores coreanos, como Samsung, LG e Pantech, dominam o mercado local com cerca de 90% de participação.

“A HTC tem de investir nas oportunidades mais evidentes no curto prazo”, avalia Nicole, apontando para a China, que se tornou o maior mercado mundial de smartphones, de acordo com empresas da Canalys. Na China, a HTC tem sido rápida em lançar seus mais recentes dispositivos, e no início deste ano também anunciou a série “Kewang” low-end de telefones exclusivamente para o país.

Em junho, a HTC também fechou escritório no Brasil, com o argumento de agilizar as operações, deixando apenas um escritório de pós-venda no País. A participação no mercado de smartphones em solo nacional foi de menos de 1% no primeiro trimestre deste ano, de acordo com Nicole.

A HTC tem visto queda no crescimento dos lucros nos últimos trimestres, já que a concorrência com a Samsung e a Apple aumentou.

A companhia havia previsto inicialmente que seus resultados no segundo trimestre deveriam estabilizar com o lançamento do smartphone HTC One series. Mas em junho, reduziu a previsão de receita para o trimestre, com as vendas na Europa acontecendo abaixo do esperado, e as entregas de smartphones para os Estados Unidos adiadas por causa de batalhas de patentes com a Apple.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Um em cada cinco data centers tem alto índice de eficiência, diz estudo

Levantamento da IBM aponta que centros de dados estratégicos dedicam mais de 50% dos seus recursos a novos projetos.

Um em cada cinco data centers ativos, ou 21%, funciona no mais alto nível operacional e de eficiência, indica o estudo Global Data Center Study 2012, conduzido pela divisão de consultoria da IBM em parceria com a IDC.

O levantamento revela que muitas empresas estão integrando novas soluções e tecnologias para modernizar e evoluir suas organizações, sendo que a maioria está em busca de caminhos para garantir níveis adequados de eficiência e redução de custos, de forma alinhada aos objetivos de negócios.

O estudo estabeleceu quatro estágios que descrevem a evolução típica de um centro de dados em termos de eficiência, disponibilidade e flexibilidade: Básico, Consolidado, Disponível e Estratégico. De acordo com os entrevistados, 17% dos centros de dados ativos encontram-se no nível Básico, 32% no Consolidado, 30% no Disponível e apenas 21% são Estratégicos, em que a adoção generalizada de ferramentas de automação reduz a complexidade manual do data center e garante os requisitos de disponibilidade e dinamismo de aplicativos e dados.

O levantamento indica que os data centers que operam no nível mais alto de eficiência são capazes de direcionar iniciativas estratégicas ao alocar 50% a mais de seus orçamentos de TI para novos projetos em relação àqueles que funcionam no nível de eficiência mais baixo, que destinam apenas 35%.

Além disso, centros de dados com essas características aproveitam 2,5 vezes mais o trabalho dos profissionais dedicados, com média de 27 servidores por administrador, o que acontece apenas em 6% dos data centers básicos.

“Para atingir os mais altos níveis de eficiência os data centers devem reavaliar continuamente desempenho e rever investimentos em ferramentas, tecnologias e governança de acordo com as necessidades do negócio”, afirma Flávio Duarte, gerente de serviços de Data Center da IBM Brasil.
A pesquisa ouviu 365 executivos de TI de empresas de sete países [Brasil, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, China e Índia] sobre as principais medidas de eficiência de um centro de dados, como operações de instalação e gestão, sistemas, armazenamento, rede, aplicativos, direcionadores de negócios, orçamento e governança.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Anúncios para dispositivos móveis são efetivos, diz Facebook

Apesar de obterem sucesso com esse tipo de publicidade, analistas preveem desafios pela frente para que a rede social consiga fazer dinheiro com usuários móveis

O Facebook parece ter respondido pelo menos uma das questões mais aguardadas sobre seu negócio móvel, na quinta-feira (26/7): não tem planos de construir seu próprio smartphone. Mas ainda não está totalmente claro como a rede irá aproveitar sua base crescente de usuários móveis. “A fabricação de um celular realmente não faz muito sentido para nós”, disse o CEO Mark Zuckerberg, quando perguntado sobre a estratégia móvel do FB durante uma teleconferência para discutir seu primeiro relatório financeiro como empresa pública.

O número de pessoas que acessa o serviço por meio de dispositivos móveis está se expandindo rapidamente. A empresa obteve 955 milhões de usuários mensais ativos no final de junho, dos quais 543 milhões o fazem a partir de um aparelho móvel. Isso representou um aumento de 67% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado.

Mas o Facebook continua a enfrentar um problema estabelecido em suas previsões pré-IPO: a empresa faz menos dinheiro quando usuários acessam seu serviço por meio de um dispositivo móvel do que quando o fazem de um desktop. Esse fato contribuiu para o fraco desempenho da oferta pública inicial da rede.

Ainda na quinta-feira, a companhia disse que sua base de usuários cresceu mais rapidamente no último trimestre do que o número de anúncios, já que os usuários passam mais tempo acessando a rede por meio de dispositivos móveis. Isso reflete o fato de que o site exibe menos publicidade para esses usuários.

De qualquer forma, o FB mostrou os primeiros indícios de que a publicidade introduzida irá aumentar sua receita móvel. Suas análises iniciais sugerem que as Histórias Patrocinadas (Sponsored Stories, em inglês) em dispositivos móveis estão indo relativamente bem. Segundo a empresa, até o final de junho, elas estavam gerando em torno de 1 milhão de dólares por dia, sendo metade desse valor proveniente desses dispositivos.

As Histórias Patrocinados aparecem no feed de notícias. Se um ou mais amigos de uma pessoa “curtiu” uma determinada marca, o usuário vê um item sobre essa ação em sua página. Anunciantes e analistas afirmam que os anúncios ganham mais destaque no feed do que em outros conteúdos.

Estudos realizados por terceiros também indicaram que a publicidade móvel foi bem sucedida. Um relatório divulgado na terça-feira (24/7) pela AdParlos, uma empresa que cuida das campanhas de marketing do Facebook, disse que as Histórias Patrocinadas, de fato, funcionam melhor em dispositivos móveis que em computadores de mesa.

O relatório dizia que, em dispositivos móveis, os usuários são 11 vezes mais propícios a clicar nesse tipo de publicidade. No entando, aqueles que clicam são 20% menos suscetíveis a dar um “like” nas marcas promovidas. Histórias patrocinadas em dispositivos móveis ainda assim são um mercado comprador – com anunciantes pagando menos por cliques que em desktops, de acordo com o estudo.

Mas analistas sugerem que o Facebook tem mais trabalho a fazer para enfrentar esse problema. A rede social não poderá poderá apostar por muito tempo em Histórias Patrocinadas como principal meio de publicidade online, disseram especialistas entrevistados antes que a companhia divulgasse seu balanço anual.

Com o mercado de publicidade móvel entrando em um provável momento de grande inovação, analistas sugeriram que a companhia terá que investir em melhorias para sua plataforma móvel, a fim de manter usuários interessados e permitir as mais sofisticadas formas de marketing. “Acho que o Facebook terá que encontrar um caminho diferente para ganhar dinheiro, outro que não pequenas exibições de anúncios”, disse a analista da Forrester Research, Melissa Parrish, se referindo às Histórias Patrocinadas.

Chris Silva, da Altimeter Group, chamou-as de ‘instrumentos ineficientes’. “A rede social está precisando de pessoas que inovem”, ele disse.

O Facebook provavelmente precisará aplicar melhorias substanciais em sua plataforma móvel, segundo analistas. O site ainda precisa introduzir localização geográfica específica para publicidade e terá que oferecer suporte em sua plataforma móvel para interatividade proporcionada por “Rich Media Advertising” – ou seja, a publicidade com vídeo, fotos e som – o que, segundo especialistas, parece ser um método mais eficaz de publicidade para os comerciantes. O Facebook também terá de fazer melhor uso de dados de usuários para direcionar anúncios a pessoas que têm mais probabilidade de estar interessadas no que eles promovem.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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BBC Brasil lança aplicativo gratuito para iPhone

A BBC Brasil lançou nesta quarta-feira, 25/7, uma nova versão do seu aplicativo de notícias para iPhone e iPod touch.

Já disponível na App Store, o aplicativo possui uma interface simples, com três seções principais: Notícias, Popular (com um Top 5 das mais lidas e outro dos vídeos mais vistos), e Categorias (como Brasil, América Latina, Saúde, Curiosidades, entre outras, em um total de sete).

Além disso, o usuário pode acessar a área de Configuração para ajustar informações como a Ordem das Categorias e a Página Inicial.

No entanto, em uma rápida navegação é possível perceber a falta que faz uma maior variedade de categorias, como Esportes e Cultura, inexplicavelmente ausentes do aplicativo.

O aplicativo é gratuito, compatível com iPhone e iPod Touch e exige o iOS 3.1 ou versão mais recente.

Atualização

Ao contrário do que publicamos inicialmente, o app não é compatível com o iPad – você conseguirá rodá-lo no seu tablet, mas com a resolução criada para o iPhone e iPod Touch.

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Aplicativo traz a interface marcada pelas cores vermelho e branco, já clássicas da BBC

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Streaming de vídeo em tempo real desafia a TI durante Olimpíada

Funcionários tentam acompanhar os jogos pelos dispositivos móveis. BYOD pode ganhar o ouro olímpico no controle dos custos de telecom.

Os gerentes de TI em empresas e governos estão tomando medidas para assegurar que os Jogos Olímpicos, que acontecem até agosto em Londres, não causem problemas em redes ou orçamentos. A Olimpíada será transmitida ao vivo por meio da internet, e a diferença de horário da capital londrina para o Brasil significa que muitos esportes vão ocorrer durante a jornada de trabalho.

As organização dizem que, no mínimo, vão monitorar as redes e estão preparadas para cortar o acesso de streaming se necessário for. Alguns gestores de TI estão lembrando os funcionários sobre as políticas de uso da rede corporativa.

Outro problema é o potencial aumento dos custos de comunicação móvel. Muitos empregadores realizaram a gestão de dispositivos e têm mais capacidade de streaming hoje do que tiveram durante a Olimpíada de 2008, em Pequim, e esse é um prato cheio para o usuário.

Na época, o iPhone tinha apenas um ano de idade e iPad e smartphones Android haviam acabado de chegar ao mercado. Todos esses dispositivos incentivam streaming com a ajuda de aplicativos. E as operadoras têm respondido à demanda com pacotes de planos de dados.

Para as companhias que fornecem equipamentos móveis e pagam as contas diretamente, há o risco de que funcionários excedam os limites de uso e contribuam para aumentar os orçamentos móveis. Mas algumas políticas do traga seu próprio dispositivo (BYOD) ajudam a driblar esse desafio, possibilitando que os empregadores ofereçam reembolso até um certo valor gasto com telefonia.

Gestão de gastos

Tom Amburgey, CIO da cidade de Wellington, na Flórida, nos Estados Unidos, afirma que implementou recentemente um programa de reembolso para usuários móveis. “Com isso, não estamos pagando diretamente as taxas de dados, e se os usuários ultrapassam o limite, o pagamento será por conta de cada um”, um benefício de BYOD, observa.

“Com isso em mente, estamos enviando avisos sobre o uso de vídeo e as implicações que podem ocorrer. Trata-se de um lembrete amigável”, afirma Amburgey.

Da mesma forma, Deborah Gash, vice-presidente e CIO do Sistema de Saúde São Lucas, em Kansas City, nos Estados Unidos, disse que o hospital adotou um sistema de bolsa para dispositivos inteligentes “por isso não se preocupa com custos adicionais”, observa.

Uma empresa que tem uma visão de contas de celular em toda a sua base de clientes é a Tangoe, empresa de gestão de despesa de telecom. A Tangoe vê problemas potenciais para as empresas que pagam as contas diretamente, especialmente com as que suportam planos de dados.

Daniel Rudich, vice-presidente sênior de gestão de gasto em tempo real da Tangoe, disse que a Olimpíada poderia ter um impacto de 5% a 10% nos orçamentos globais móveis das empresas se os usuários não estiverem preparados.

Grandes problemas podem vir de funcionários que viajam para o exterior, disse Rudich. Um cliente Tangoe, por exemplo, identificou um empregado que acumulou mais de 30 mil dólares em despesas, graças ao aplicativo Final Four, que mostra as pontuações de um campeonato norte-americano de basquete, atualizando-as em tempo real.

Outro empregado gastou 175 mil em tarifas de roaming, depois de baixar a primeira temporada completa da série Seinfeld em um país que não tinha TV em inglês.

Monitoramento das redes

Em termos de redes, sete gerentes de TI entrevistados disseram que vão monitorar redes para transmissão de uso, e estão prontos para tomar medidas, se necessário for.

“Tenho algumas preocupações”, revela Eric Lindgren, CIO da PerkinElmer, fabricante de dispositivos médicos. De acordo com ele, o tráfego de rede da empresa já está equipada com tecnologias de qualidade de serviço (QoS). “Assim, o tráfego da internet sempre terá prioridade mais baixa e não vai impactar em nossas aplicações críticas de negócios, como o SAP”, comenta.

Brandon Jackson, CIO da Gaston County, Carolina do Norte, no Estados Unidos, disse que a empresa deverá “bloquear sites de streaming de mídia para a maioria dos nossos 1,2 mil usuários”. No entanto, ele disse que exceções são feitas para os profissionais que têm “um caso de negócio documentado” para acessar streaming.

Os fabricantes também estão esperando um aumento do tráfego. Ramsey McGrory, CEO do AddThis, plataforma de mídia social que permite aos usuários compartilhar facilmente conteúdo, disse que a empresa espera que essa atividade cresça 30% mais do que o registrado em outros grandes eventos, como o Super Bowl [compeonato de futebol americano].

A empresa, que tem cerca de mil servidores, com chips da AMD em hardware da Hewlett-Packard em seus centros de dados, planeja ter equipe extra para verificar a atividade de rede em tempo real. “Esperamos um aumento na atividade social”, assinala Stewart Allen, CTO da AddThis.

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Anúncios para dispositivos móveis são efetivos, diz Facebook

Apesar de obterem sucesso com esse tipo de publicidade, analistas preveem desafios pela frente para que a rede social consiga fazer dinheiro com usuários móveis

O Facebook parece ter respondido pelo menos uma das questões mais aguardadas sobre seu negócio móvel, na quinta-feira (26/7): não tem planos de construir seu próprio smartphone. Mas ainda não está totalmente claro como a rede irá aproveitar sua base crescente de usuários móveis. “A fabricação de um celular realmente não faz muito sentido para nós”, disse o CEO Mark Zuckerberg, quando perguntado sobre a estratégia móvel do FB durante uma teleconferência para discutir seu primeiro relatório financeiro como empresa pública.

O número de pessoas que acessa o serviço por meio de dispositivos móveis está se expandindo rapidamente. A empresa obteve 955 milhões de usuários mensais ativos no final de junho, dos quais 543 milhões o fazem a partir de um aparelho móvel. Isso representou um aumento de 67% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado.

Mas o Facebook continua a enfrentar um problema estabelecido em suas previsões pré-IPO: a empresa faz menos dinheiro quando usuários acessam seu serviço por meio de um dispositivo móvel do que quando o fazem de um desktop. Esse fato contribuiu para o fraco desempenho da oferta pública inicial da rede.

Ainda na quinta-feira, a companhia disse que sua base de usuários cresceu mais rapidamente no último trimestre do que o número de anúncios, já que os usuários passam mais tempo acessando a rede por meio de dispositivos móveis. Isso reflete o fato de que o site exibe menos publicidade para esses usuários.

De qualquer forma, o FB mostrou os primeiros indícios de que a publicidade introduzida irá aumentar sua receita móvel. Suas análises iniciais sugerem que as Histórias Patrocinadas (Sponsored Stories, em inglês) em dispositivos móveis estão indo relativamente bem. Segundo a empresa, até o final de junho, elas estavam gerando em torno de 1 milhão de dólares por dia, sendo metade desse valor proveniente desses dispositivos.

As Histórias Patrocinados aparecem no feed de notícias. Se um ou mais amigos de uma pessoa “curtiu” uma determinada marca, o usuário vê um item sobre essa ação em sua página. Anunciantes e analistas afirmam que os anúncios ganham mais destaque no feed do que em outros conteúdos.

Estudos realizados por terceiros também indicaram que a publicidade móvel foi bem sucedida. Um relatório divulgado na terça-feira (24/7) pela AdParlos, uma empresa que cuida das campanhas de marketing do Facebook, disse que as Histórias Patrocinadas, de fato, funcionam melhor em dispositivos móveis que em computadores de mesa.

O relatório dizia que, em dispositivos móveis, os usuários são 11 vezes mais propícios a clicar nesse tipo de publicidade. No entando, aqueles que clicam são 20% menos suscetíveis a dar um “like” nas marcas promovidas. Histórias patrocinadas em dispositivos móveis ainda assim são um mercado comprador – com anunciantes pagando menos por cliques que em desktops, de acordo com o estudo.

Mas analistas sugerem que o Facebook tem mais trabalho a fazer para enfrentar esse problema. A rede social não poderá poderá apostar por muito tempo em Histórias Patrocinadas como principal meio de publicidade online, disseram especialistas entrevistados antes que a companhia divulgasse seu balanço anual.

Com o mercado de publicidade móvel entrando em um provável momento de grande inovação, analistas sugeriram que a companhia terá que investir em melhorias para sua plataforma móvel, a fim de manter usuários interessados e permitir as mais sofisticadas formas de marketing. “Acho que o Facebook terá que encontrar um caminho diferente para ganhar dinheiro, outro que não pequenas exibições de anúncios”, disse a analista da Forrester Research, Melissa Parrish, se referindo às Histórias Patrocinadas.

Chris Silva, da Altimeter Group, chamou-as de ‘instrumentos ineficientes’. “A rede social está precisando de pessoas que inovem”, ele disse.

O Facebook provavelmente precisará aplicar melhorias substanciais em sua plataforma móvel, segundo analistas. O site ainda precisa introduzir localização geográfica específica para publicidade e terá que oferecer suporte em sua plataforma móvel para interatividade proporcionada por “Rich Media Advertising” – ou seja, a publicidade com vídeo, fotos e som – o que, segundo especialistas, parece ser um método mais eficaz de publicidade para os comerciantes. O Facebook também terá de fazer melhor uso de dados de usuários para direcionar anúncios a pessoas que têm mais probabilidade de estar interessadas no que eles promovem.

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Para Microsoft, Apple está errada e que estamos é na Era dos supercomputadores

Chefe de operações da gigante de software criticou a rival que afirma que estamos vivendo a era Pós-PC.

A Microsoft parece estar cada vez mais provocando a Apple na guerra dos computadores versus Mac.

Falando na Worldwide Partner Conference, o chefe de operações da Microsoft, Kevin Turner, alegou que a afirmação da Apple de que estamos na era pós-PC está errada. De acordo com a Microsoft, nós estamos na era dos supercomputadores.

A companhia está atualmente promovendo o lançamento do seu tablet, o Surface, anunciado no final de junho.

Turner disse: “Eles falaram em essa ser a era pós-computadores, falaram sobre tablets e PCs serem diferentes, mas a realidade é que pensamos que isso está completamente errado.”

Em vez disso, Turner acha que deveríamos estar falando sobre a era dos supercomputadores, na qual todos os dispositivos utilizam um sistema operacional unificado, como no caso da Surface. O tablet rodará uma versão completa com o Windows 8 (no entanto, também estará disponível uma versão do sistema que irá rodar em aparelhos com processadores ARM, o Windows RT).

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E, claro, de acordo com a Microsoft, o Windows 8 estará no centro dessa nova era de computadores, de acordo com a reportagem feita pelo site americano The Verge. “Acreditamos que um com um simples apertar de botão, você pode perfeitamente trabalhar com os dois mundos. Acreditamos que você pode utilizar o touch-screen, a caneta, um mouse e também o teclado”, disse Turner.

O CEO da Apple, Tim Cook, já deixou sua visão bem clara sobre as a união entre computador e tablet – caminho que a Microsoft está apostando. Durante a conferência em abril, ele disse: “você pode unir uma torradeira de uma geladeira, mas você sabe, esse tipo de junção não agradará aos usuários.”

O Surface, linha de tablets com 10 polegadas da Microsoft que rodará e o novo OS da empresa – o Windows RT e o Windows 8 – não representam ameaça ao domínio da Apple no mercado de tablets, de acordo com especialistas.

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