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Julian Assange, fundador do WikiLeaks, pede asilo político ao Equador

04 jul

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, pediu asilo político ao governo do Equador, e está sob proteção da embaixada do país em Londres, afirmou o site de denúncias de irregularidades em um tuíte, na terça-feira (19/6).

O Ministério de Relações Exteriores do Equador disse em comunicado que está avaliando o pedido de Assange e a decisão levará em conta “respeito pelas regras e princípios das leis internacionais e a tradicional política do Equador para salvaguardar os Direitos Humanos”.

O WikiLeaks publicou na rede assuntos diplomáticos e outras informações que envergonharam diversos governos e empresas internacionais. O apelo de Assange se deu depois de uma semana, quando a Suprema Corte do Reino Unido se recusou a reabrir o caso.

A Suprema Corte do Reino Unido decidiu, ao final de maio, que Assange poderá ser extraditado para a Suécia para ser interrogado sob a alegação de crimes sexuais, suportando a decisão do tribunal de primeira instância e descartando o apelo de Assange. A maioria dos membros do júri decidiu que o mandato de detenção europeu – enviado pela promotoria sueca a Assange em novembro de 2010, buscando sua extradição ao país para ser interrogado suposto crime sexual – foi, de fato, emitido por autoridades judiciais.

Partidários de Assange temem que da Suécia ele possa ser transferido para os Estados Unidos para enfrentar acusações sob o Ato de Espionagem do país. “Sei que o grande júri dos Estados Unidos tem investigado seriamente o WikiLeaks e pensa-se, neste momento, haver uma acusação selada contra Julian”, disse o ativista Jacob Appelbaum, em uma carta endereçada à embaixada do Equador em Londres. “Mas peço que garantam asilo a ele. Isso pode ser uma questão de vida ou morte”, acrescentou Appelbaum, um pesquisador de segurança de computadores e membro do Tor Project.

Assange, um cidadão australiano, teria escrito ao governo do Equador, dizendo que, devido às declarações de seu país, seria impossível para ele voltar a sua terra natal, o que o colocaria em “um estado de desamparo por ser solicitado para ser interrogado pelo do Reino da Suécia, onde seus altos funcionários abertamente o atacaram e o investigaram por crimes políticos nos Estados Unidos da América, um país onde a pena de morte para estes crimes ainda está em vigor.”

O WikiLeaks ainda publicou em seu website uma carta que supostamente foi escrita pelo procurador geral australiano, Nicola Roxon, à assessora jurídica de Assange, Jennifer Robinson. Na carta, o oficial teria dito que a Austrália não espera que seja uma festa a possível discussão sobre extradição que poderá ocorrer entre os Estados Unidos e o Reino Unido ou entre o Reino Unido e a Suécia. O governo australiano poderá, no entanto, prestar apoio consular, enfatizar que espera que o devido processo seja concedido a Assange, e procurar obter garantias a este respeito.

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Publicado por em 4 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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